AMOR DE TERRAS ESTRANHAS

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Autoria de LuDiasBH

pal123

Ah! Como eu queria te esquecer,
ó meu amado de terras estranhas,
usando apenas a energia da razão,
pois me feriste sem parcimônia.

E ainda dizes que sou desumana,
por não ter te seguido na viagem.
Como deixar o meu país querido,
mesmo que por ti roa de saudade?

Distante, dizes que sou víbora fatal,
traiçoeira e vilã de acordos amorais,
mas tu és um sátiro maroto que me
esfacelaste o coração – gênio do mal.

Quando nos interpelar a melancolia,
nas noites solitárias de nossas vidas,
será que choraremos o amor, que a
distância reverteu em  cruel agonia?

Ou mentiremos para nós, jurando:
tudo não passou de tola fantasia?

Nota: obra de Edvard Munch

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