Arquivos da categoria: Arte de Viver

São assuntos relativos ao nosso cotidiano, que têm por finalidade ajudar-nos a levar uma vida com menos estresse.

A IMPORTÂNCIA DO AUTOCONTROLE

Autoria do Dr. Telmo Diniz

Autocontrole é a capacidade de controlar nossas emoções e nossos desejos, ou seja, é a capacidade de saber fazer nossa gestão emocional. Quem não tem autocontrole pode incorrer em problemas de relacionamento no trabalho e na família. Se, em várias ocasiões, você está com o “estopim curto”, com riscos de perder o controle, continue a ler a coluna desta semana e veja o que pode ser feito para melhorar as nossas frustrações, intolerâncias e irritações diárias.

Autocontrole é a habilidade de tomar as rédeas das nossas emoções, em especial as mais fortes como a raiva e os ímpetos de fúria. Apelamos para a nossa capacidade de autocontrole sempre que estamos diante de situações que não nos agradam muito, como o encontro com um chefe chato, um vizinho inoportuno, ou as que nos colocam frente a determinados riscos e sob pressão. Ter autocontrole é saber “pisar no freio” dos impulsos para que um pequeno desentendimento entre colegas ou na família não tome proporções maiores.

Em quase todas as situações, utilizamos o autocontrole para seguir as normas sociais de boa convivência. Entretanto, nem sempre é fácil manter o domínio de nossas reações. E, como acontece com a maioria das características humanas, existem grandes diferenças entre as pessoas. Em nossa sociedade, quem tem bom domínio de si mesmo é, em geral, mais respeitado pelos outros do que pessoas consideradas instáveis e imprevisíveis. Pessoas com bom autocontrole são, em geral, mais bem-sucedidas no trabalho e mantêm relacionamentos mais estáveis.

Bom, então, o que podemos fazer para controlar estes impulsos de descontrole no dia a dia? Existem alguns pontos importantes que podem nos ajudar a ter mais tolerância nas diversas situações:

  • inicie tomando consciência de suas emoções e de que o perturba, pois não se controla aquilo que não se conhece;
  • liste também as reações irracionais que tomou recentemente e que gostaria de controlá-las;
  • quando identificar as situações em que pode perder o controle emocional, terá a chave para gerenciá-las;
  • pratique o bom humor, tente levar as coisas um pouco mais na esportiva;
  • saiba que todos os assuntos levados a serio demais ficam mais difíceis de resolver;
  • procure também ser mais flexível com a sua agenda, ser muito radical com tudo na vida provoca mais estresse, intolerância e mais irritabilidade;
  • conte até dez antes de responder alguém, precisamos avaliar se algo é tão importante que não possa esperar, pois resolver as coisas de cabeça quente normalmente tem resultados desastrosos;
  • Deixe o clima esfriar para resolver a situação quando todos estiverem mais calmos, isto é um hábito salutar;
  • Faça exercícios de relaxamento, adicionando-os à rotina diária, pois são uma ferramenta de grande utilidade.

Lao Tsé, filósofo e alquimista chinês, falou sobre o tema: “na condução das questões humanas, não existe lei melhor do que o autocontrole”.

COMBATENDO A SOLIDÃO

Autoria do Dr. Telmo Diniz

Solidão é um sentimento no qual uma pessoa experimenta uma profunda sensação de vazio, com isolamento social e emocional. A palavra solidão deriva do latim solitas que significa, em última instância, falta de companhia. Vamos tratar aqui tão somente da solidão involuntária, que é aquela em que a pessoa, por circunstâncias diversas, não deseja estar só e quer fazer algo para reverter essa situação. A solidão causa, de forma frequente, angústia e uma profunda “dor na alma” – devendo ser combatida.

A solidão pode ter um duplo sentido. O primeiro vai em busca de um significado para a vida e o segundo é o sentimento de ausência ou da perda de algo importante. A solidão é um sentimento que gera angústia e que nos coloca diante de vários questionamentos para os quais não encontramos respostas.

Vários estudos indicam que existem semelhanças entre as áreas do cérebro relacionadas com as emoções provocadas pela exclusão social e a dor física propriamente dita. Daí se pode perceber a estreita relação da solidão com a dor física. Estar só, sem querer, dói. De igual forma, outras pesquisas demonstram que as pessoas sozinhas apresentam maior número de sintomas depressivos. A solidão e a depressão são dependentes entre si, uma alimenta a outra em um ciclo perverso e vicioso.

Bom, então, o que podemos fazer para sair deste ciclo que tanto machuca e faz mal à pessoa? Inicialmente procure entrar para um grupo com o qual você tenha empatia. Pertencer a um grupo já o coloca partícipe de algo, bem como o convívio com outras pessoas estimula a criatividade e espanta a solidão. Invista nas suas relações! Convide os seus amigos para sair! Organize jantares com amigos que trazem mais conhecidos. É esta rede social que irá ajudar a sair do “fundo do poço”.

Caminhe em direção ao voluntariado. Torne se voluntário por uma causa em que você realmente acredita. Praticar o altruísmo poderá trazer outro sentido à sua vida, o que contribuirá para aumentar a sua felicidade e o seu bem-estar, novamente espantando a solidão. Trabalhar com pessoas menos favorecidas irá fazer com que você veja a vida por outros ângulos. De igual forma, procure expandir suas relações no mundo virtual, participando das redes sociais. Entretanto, não exagere na dose, pois o que melhora a solidão são os contatos interpessoais reais.

Se estiver difícil para engrenar a marcha e tomar uma atitude para combater a sua solidão, procure ajuda especializada – um médico e/ou psicólogo. O profissional poderá ajudar você a dar o empurrão para que inicie sua transformação. Pode também ser útil e de grande ajuda adotar um animal de estimação. Os cães e os gatos podem trazer benefícios extras e um deles é prevenir a solidão. Cuidar de um animal reúne princípios de altruísmo e de companheirismo. Pense nisso!

O filósofo grego Aristóteles disse que “quem encontra prazer na solidão, ou é uma fera selvagem ou é Deus”. Certamente não somos nenhum dos dois. Procure seu caminho e a “luz no fim do túnel”. Caminhe em direção ao voluntariado. Torne se voluntário por uma causa em que você realmente acredita.

Nota: obra de Edward Hopper

POSSESSIVIDADE E BAIXA AUTOESTIMA

Autoria de LuDiasBH

A possessividade é uma característica de quem é possessivo, ou seja, daquele que possui um sentimento exacerbado de posse. Se o sentimento extremado de possuir um objeto é ruim, quando direcionado a uma pessoa, numa relação de possuído e possuidor, torna-se extremamente perigoso. Não se trata mais de tirar uma vantagem econômica, mas de desavergonhada e imoralmente assenhorear-se da vida de outrem. Sob o prisma existencial, ninguém é dono de coisa alguma, pois tudo nos é emprestado para que usemos dentro de um espaço de tempo muito curto. A existência humana é cruelmente efêmera. De mãos abanando todos chegam à Terra e de mãos vazias deixam-na, quaisquer que sejam as suas  posses. E se ninguém é dono de coisa alguma, muito menos o é de pessoas.

A possessividade nada mais é que o retrato da baixa autoestima, do vazio e do descontentamento do indivíduo possessivo com sua própria vida. Como uma sanguessuga, ele se agarra a coisas e pessoas na tentativa de dar sentido à sua existência e quando impossibilita uma pessoa de ser ela mesma, repassa uma leitura ruim de si mesmo e, consequentemente, deixa às claras a dificuldade que tem de lidar com o mundo. A possessividade jamais significou amor por outrem, pois não passa de um relacionamento de sujeição de senhor para servo. O último é, na verdade, as “muletas” de seu dono psicologicamente enfraquecido, mas que usa e abusa de sua serventia. A pessoa supostamente amada, ao descobrir a farsa que vive, tende a afastar-se, negando fazer parte do jogo, uma vez que a durabilidade de todo e qualquer relacionamento encontra-se no equilíbrio.

A possessividade transforma o outro (a vítima) em mero joguete, pois por ele não nutre o menor respeito. E se há uma coisa que o possessivo sabe fazer muito bem é jogar com todas as cartas, ainda que o faça de maneira incorreta. Uma de suas táticas nocivas é apelar para a vitimização, passando-se por coitada ou coitado. Isso é por demais cansativo e desgastante para quem está do outro lado do tabuleiro. A possessividade faz de todas as pessoas que vivem em volta do indivíduo possessivo, objetos e não sujeitos. Ele pensa que só se sentirá bem, quando estiver acionando as cordas dos fantoches, tentando ser o dono da situação, capaz de tutelar tudo e todos, direcionando-lhes a existência, num jogo instável e perigoso de emoções contidas. O outro lado da história é que ninguém quer ser objeto, mas sujeito da própria vida.

A possessividade é cruenta, uma vez que o possessor tem por objetivo diminuir o valor do outro na tentativa de superestimar o seu. Acha que quanto mais insignificante for quem vive à sua volta, mais facilmente terá o controle da situação. É incapaz de perceber que todo e qualquer relacionamento (amoroso, familiar, entre amigos e colegas) só tende a crescer quando existe valorização de ambos os lados. Não há outro caminho. Nada mais sufocante do que participar de um relacionamento que vive numa gangorra desenfreada. Quando se está ao lado de quem ama, o que se quer é paz, companheirismo, incentivo, compreensão e momentos bons. A sujeição torna-se, com o tempo, um constrangimento para o possuído, vai matando qualquer possibilidade de união duradoura. Um relacionamento doentio precisa de tratamento, se quiser persistir.

Reconhecer que precisa mudar é um grande passo na vida de um indivíduo possessivo, pois toda e qualquer mudança deve nascer primeiro da vontade. É preciso começar sentindo bem com a própria companhia, lembrar-se de que quem cobra muito é porque tudo lhe falta e, por isso, tenta preencher com a vida do outro o seu próprio vazio. Quem coloca sua felicidade no outro será sempre infeliz. Só se pode viver a própria vida. Se isto for difícil demais para compreender e agir, deve-se buscar ajuda especializada o mais rápido possível.

Nota: imagem copiada de reginanavarro.blogosfera.uol.com.br

HIPOCRISIA E NATUREZA HUMANA

Autoria do Dr. Telmo Diniz

Desde que o mundo é mundo a hipocrisia faz parte integrante de nossos comportamentos e condutas. Faz parte da natureza humana esconder suas reais intenções e sentimentos para melhor se encaixar na vida social. Conviver com a hipocrisia vez ou outra não é um problema. A encrenca reside na convivência com pessoas que são hipócritas o tempo todo.

Existem vários tipos de hipocrisias consideradas corriqueiras. Por exemplo, uma pessoa pode mentir sobre não ter um determinado tipo de preconceito para não ser julgado por aquele grupo social. Outro caso é aquela pessoa que pode omitir um traço de personalidade ou um hábito, socialmente mal visto, para manter o emprego, uma amizade ou o relacionamento amoroso. De igual forma, pessoas podem agir de forma hipócrita contradizendo seu estilo de vida, seu modo de pensar, suas crenças e valores, simplesmente para se defender do julgamento social. No entanto, o que é realmente problemático é quando uma pessoa utiliza dos valores morais para destruir a imagem de alguém por inveja, interesses individuais e mesquinhos.

A hipocrisia, conceitualmente, é o ato de quem finge ter crenças, virtudes, ideias e sentimentos que, na verdade, não os possui. A palavra vem do latim hypocrisis, que significa a representação de um ator, uma atuação ou um fingimento. Fazendo uma reflexão e ao mesmo tempo uma analogia, tanto os atores quanto uma parcela dos políticos são hipócritas profissionais e utilizam desta ferramenta para sobreviver. Entretanto, parte dos políticos – ao contrário dos atores – utilizam da hipocrisia para enganar as pessoas em benefício próprio e em detrimento de terceiros.

Omitir, por exemplo, o hábito de fumar em um determinado grupo é simplesmente uma defesa. Não se admitir homossexual num ambiente marcado pela homofobia também é um meio de se proteger. Evitar emitir opiniões sobre temáticas religiosas em grupos fundamentalistas também é uma estratégia para fugir de desgastes desnecessários. Enfim, a pessoa deixa de se expressar, deixa de dizer o que ela realmente é, ou pensa, para não desestabilizar a própria vida e o meio em que vive. Entretanto, existem pessoas que praticam uma hipocrisia contumaz e o fazem para prejudicar quem lhe ofusca social e ou profissionalmente. Você já pensou se em algum momento da sua vida, por inveja, por ganância, para defender interesses pessoais,  não chegou a atrapalhar a vida de outra pessoa? Reflita sobre isso!

Várias pessoas isolam socialmente colegas, por exemplo, pelo fato de esses serem mais divertidos, mais talentosos, mais promissores em suas carreiras, etc. Também evitam certos contatos sociais simplesmente por que essas pessoas de alguma forma se destacam mais. Saem com frequência à procura de algum defeito no outro para justificar uma antipatia, sem um motivo aparente.

O hipócrita contumaz é essencialmente um sabotador de vidas alheias. Exige dos outros aquilo que não pratica. Dizem-se amigos, mas lá no fundo querem algo para si. São honorários mitômanos e, realmente, acreditam em suas mentiras. Enfim, são vampiros da sociedade e, portanto, devem ser detectados e rechaçados por todos nós.

É PRECISO TER COERÊNCIA NA VIDA

Autoria do Dr. Telmo Diniz

Coerência, do latim cohaerentia, é a relação entre uma coisa e outra. É um conceito que é usado referindo-se a algo que é lógico. Tudo em nossa vida deve ter coerência. Pensamentos e suas ações têm de ter, necessariamente, sentido lógico, para que as coisas caminhem bem – caso contrário… Existem intelectuais e pensadores que difamam a coerência na vida das pessoas. Oscar Wilde, por exemplo, dizia que “a coerência é a virtude dos imbecis” e Nelson Rodrigues falava que “toda coerência é, no mínimo, suspeita”. Humildemente, discordo de ambos, pois coerência para mim é tudo.

É desagradável termos a nosso lado pessoas que dizem uma coisa hoje e, em outro dia, ao se referir ao mesmo tema, dizem outra completamente diferente. A incoerência gera desconfiança e enfraquece as relações, pois lança dúvidas entre a verdade e a mentira, o real e a ficção. Que credibilidade transmite aquela pessoa que não prima pela coerência, em especial se exerce um cargo de chefia? Imagine expressar uma ordem de serviço de um jeito e, quando da execução, fazer de modo completamente diferente.

Na nossa vida, uma lição básica e elementar, tanto para as relações cotidianas quanto para as corporativas, diz respeito à coerência. Coerência faz referência a “ligação, conexão ou nexo entre os fatos e as ideias”. Tudo deve estar interligado e fazendo sentido. Quem é coerente mantém uma mesma linha de pensamento, não dando margem para dúvidas. Se uma pessoa afirmar que seria incapaz de deixar o seu país e, depois de algumas semanas, decide ir viver no estrangeiro, terá tido uma postura incoerente. Em contrapartida, se um futebolista garantir que não faz questão de jogar em outro clube que não o seu e recusa uma oferta milionária de uma equipe adversária, poderíamos dizer que se trata de uma pessoa coerente.

A coerência também está associada àquilo que é perceptível do ponto de vista da lógica. Um político falará com coerência se não fizer promessas em vão, nem distorcer a realidade. O contrário seria se prometesse coisas que não pudesse cumprir. Com isso podemos ver que a grande maioria dos nossos políticos é incoerente.

Dito isso, mantenha coesão e coerência nos seus conceitos e avaliações, no seu comportamento social, nas suas inter-relações profissionais, etc. Fique atento e a postos para evitar cair em contradição. Se expuser ideias ou emitir ordens por engano, retrate-se com um pedido de desculpas e refaça-as. Não seja indiferente, dizendo que não disse o que disse. Se dez pessoas diferentes lhe fizerem a mesma pergunta, nas dez vezes dê a mesma resposta. Ser coerente elevará seu status moral, o respeito e o caráter, bem como facilitará a interlocução com os demais, abrindo caminho e estendendo o tapete do bom trânsito entre amigos, familiares e colegas de trabalho.

Seja coerente para ser feliz. Um provérbio chinês diz que “Somente os tolos exigem perfeição, os sábios se contentam com a coerência.”.

A ARTE DE SABER OUVIR

Autoria do Dr. Telmo Diniz

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O que mais encontramos nos dias de hoje são rodas de pessoas falando cada qual de si. Hoje, muito se fala e pouco se escuta. Muitos falam e ninguém ouve, verdadeiramente. Quem fala muito não ouve. Todos nós gostamos de expor as nossas ideias e de ter uma participação no decorrer de uma conversa. É normal desejarmos expor os nossos pensamentos e experiências. A dificuldade está no saber ouvir.

Quando ouvimos superficialmente, captamos apenas mensagens também superficiais. Não há interação com o outro. Isso dificulta os relacionamentos no trabalho, na família, etc. Temos por hábito, a maioria de nós, de interromper os outros e tirar conclusões precipitadas. Além disso, nossas crenças nos levam a escutar apenas o que acreditamos ser “verdadeiro”. Da mesma forma, nossa competitividade também nos faz querer dominar as conversas. E, quando alguém fala o que não queremos ouvir, fugimos da realidade e nos desligamos da conversa. Portanto, a tarefa do ouvir não é tão fácil quanto parece, porque ouvir é deixar de lado a nossa prepotência e se despojar do próprio narcisismo. É preciso colocar a humildade no lugar da arrogância intrínseca.

Um trecho de um livro de Rubens Alves traduz bem o quanto nos preocupamos mais em falar do que em ouvir. Disse ele: “Sempre vejo anunciados cursos de oratória. Nunca vi anunciado curso de escutatória. Todo mundo quer aprender a falar… Ninguém quer aprender a ouvir. Pensei em oferecer um curso de escutatória, mas acho que ninguém vai se matricular”. Saber ouvir é um ato de boas maneiras, de educação e de cuidado com quem nos cerca.

Quanto mais desenvolvermos a habilidade de ouvir os outros, maior a probabilidade de prestar atenção nas necessidades das pessoas que estão à nossa volta. Pessoas que não ouvem atentamente não conseguem captar informações importantes ou obter o apoio dos seus pares. Ouvir com atenção significa compreender sem avaliar ou julgar os pontos de vista da outra pessoa. Devemos nos esforçar para ouvir posições contrárias às nossas, bem como devemos dar a chance para que o “outro lado” possa construir seu raciocínio e expor suas ideias. O outro pode estar certo. Pense nisso! Existe um velho ditado árabe que diz: “A panela grande deve compreender a panela pequena”. Em outras palavras, você pode não entender o outro, mas pode compreendê-lo. Isto poderia salvar inúmeros casamentos.

Parece ser difícil ficar mais ouvindo do que falando. Pense nos pontos positivos que isso pode trazer. Talvez você possa ficar estimulado a tentar ouvir mais, como em não ter de se preocupar em dar respostas pra tudo; poder pensar antes e responder depois, de forma mais assertiva. E também, muitas vezes, a pessoa que está falando só quer seu silêncio. Saber ouvir é, antes de tudo, um exercício fundamental para o nosso bem estar. Nosso e do outro.

Nota: imagem copiada de segurancasaude.blogspot.com