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Artigos variados sobre cinema e a análise de filmes que se tornaram clássicos.

ANTÔNIO MONIZ VIANNA – CRÍTICO DE CINEMA

Autoria de LuDiasBH

Moniz
O cinema é uma arte industrial. Todas as artes estão se tornando ou comerciais ou industriais. Mas o fato de o cinema ser uma arte industrial não depõe muito contra ele. A arte pela arte não existe! Se existe, não prospera. O cinema teve que cumprir a trajetória de todas as outras artes. É claro que se baseando nelas também. O cinema se baseia na literatura. O cinema utiliza música. O cinema utiliza técnicas de teatro também. O cinema é uma arte! (Antônio Vianna Moniz)

O brasileiro Antonio Moniz Vianna (1924-2009) foi um importante crítico de cinema, trabalho iniciado aos 21 anos de idade. Desde muito cedo desenvolveu um grande apreço pelo cinema estadunidense, em especial pelo diretor John Ford. Aos 12 anos de idade, Moniz Vianna foi marcado pelo filme O Delator, e na adolescência por Longa Viagem de Volta e Vinhas da Ira, os três de John Ford. Também considerava o filme Aurora, obra de Wilhelm Murnau, maravilhoso, assim como Como Era Verde o Meu Vale (John Ford), que “quando termina a gente está chorando.”. Para ele, o cinema deve provocar emoção e reflexão, pois “Você não se emociona sem pensar. A emoção e a reflexão podem caminhar juntas. Sem pensar, você não consegue nada, não chega a lugar nenhum.”. Segundo dizia Moniz Vianna, a década de 30 foi a mais importante para o cinema, “quando foram criados todos os gêneros”.

Antonio Moniz Vianna foi entrevistado pelo jornalista Evaldo Mocarzel (críticos.com.br), três anos antes de sua morte em 2009. Na ocasião falou claramente sobre sua visão de Cinema. Abaixo, alguns trechos de suas respostas:

Advento do som no cinema – O advento do som atrapalhou o cinema inicialmente. Muito. Mas menos de dois anos depois, tudo isso já estava sendo superado. E foi sendo superado gradativamente. O som, praticamente, só dominou o cinema em 1929. Surgem os primeiros homens de cinema que transcendem essa barreira do som. No começo, foi aquela confusão, ninguém sabia como fazer o som. Aí vieram o Ernst Lubitsch, o Rouben Mamoulian, o Josef Von Sternberg e o Howard Hawks com Scarface. Vieram muitos. Veio o musical, que era impossível no cinema mudo e que não chegava a ser um gênero no começo do cinema falado, porque era só colocar a câmera diante do palco e filmar a dança. Depois veio o Busby Berkeley, que era um gênio! Então toda a linguagem, que se entende como a do cinema, até hoje, ela vem do cinema mudo, que, sobretudo nos últimos anos, estava no máximo. Não foi só Aurora, que é de 1927. Teve também O Sétimo Céu, os filmes de Sternberg, O Anjo Azul e vários outros. Tem o grande expressionismo alemão, que correu na década de 20 até o começo dos anos 30.

Cinema soviético – Eisenstein é um grande diretor. Mãe, do Pudovkin, é um grande filme. Dovjenko tem filmes bonitos, poéticos, sobretudo Terra. Até o primeiro filme de Eisenstein, Greve, eu acho muito bom, mas é muito pouco visto, pois todo mundo só fala de O Encouraçado Potemkin, Outubro e Ivan, o Terrível. As teorias de montagem de Eisenstein começam em Greve e chegam ao seu apogeu em O Encouraçado Potemkin e Outubro.

Expressionismo alemão – Foi um grande momento do cinema. Acho que influenciou muito o cinema. Um filme como A Última Gargalhada, de Murnau, é uma obra-prima mesmo. Há outras. Variété, de Ewald-André Dupont, por exemplo. Depois muitos expressionistas foram para Hollywood, como Murnau. Dupont foi também, fracassou, voltou e  nunca mais acertou a mão.

Cinema contemporâneo – Gostei muito de Pulp Fiction. Achei um filme bem interessante. Kill Bill eu detestei. Gosto muito de Woody Allen. O que eu mais gosto dele é Hannah e Suas Irmãs. Acho uma beleza de filme. Com todas as qualidades dele e mais ainda com todas as qualidades humanas que o filme tem. Também acho A Rosa Púrpura do Cairo um ótimo filme. Muito bom, embora se pareça muito com um filme de Buster Keaton, que foi um gênio do cinema.

Cinema brasileiro – Eu gosto de O Cangaceiro e acho o Lima Barreto um gênio, que não conseguiu se expressar pelo temperamento dele e pela situação do Brasil que não era boa para cinema. Glauber?! Terra em Transe é um filme de que não gosto nada! Eu gostei de Deus e o Diabo dentro do panorama do cinema brasileiro. É diferente. Humberto Mauro tem um papel importante no começo do cinema, tentando criar um cinema no Brasil. Não conseguiu. Ele fez aqueles filmes no começo da década de 20 e começo da década de 30 e depois parou. Mário Peixoto, eu o conheci muito, pois me dava muito com ele. Gosto de Limite. É uma experiência, uma daquelas coisas daquela época. Gosto também do Walter Hugo Khoury, tinha coisas boas. Eu gosto do cuidado que ele tinha com a produção, com o lado visual. Ele era um diretor cuidadoso.

Cinema novo – Palhaçada. Eles não tinham preparo para fazer cinema.

Lista de melhores filmes – Eu tenho verdadeiro horror a essa história de quais são os dez mais! Já me pediram várias vezes, mas eu, por uma questão de educação, respondi. No fim de vinte anos, eu fui olhar as minhas listas e nenhuma era igual à outra. Havia alguns filmes que figuravam em todas. Mas é muito difícil dizer que esse filme é melhor do que esse outro!

O cinema atualmente – O que é o cinema hoje? Está nos shoppings. Nos multiplexes, que são shoppings. Quer dizer: é uma loja onde tem um lugar reservado para vender pipoca. Nas cadeiras, há o lugar para você colocar o copo de coca-cola. E você está no shopping. Comprou ali uma camisa, um negócio qualquer. E agora vamos entrar nessa loja aqui que é um cinema. O filme escapar de tudo isso, e ainda ser bom, é muito difícil! Há pouco tempo eu vi um filme bom, embora dentro dessa coisa que a gente está falando, que foi O Pianista, de Roman Polanski. Um filme feito como um grande espetáculo perde muito na tela pequena. Mas os outros, não. Filmes intimistas não perdem nada em tela pequena. Ou perdem muito pouco.

Gênero de filmes – Há filmes que se ajustam a determinados gêneros. E há outros que não têm gênero. Por exemplo: Scarface é um filme de gangster, não é? Um Americano em Paris é um musical, não é? Mas Cidadão Kane, o que é? Qual é o gênero? Não tem. E não precisa ter. Documentário não é o meu gênero favorito. Não me atrai. Um documento histórico, educativo, isto sim. Mas documentário para fazer arte?! Vai fazer arte de outra forma! Documentário para informar, isso é perfeito! Para registrar, para informar, aí sim.

Tecnologia – Toda pessoa da minha idade tem resistência à tecnologia, ou melhor, aos excessos tecnológicos. Tudo digitável… Tenho uma enorme antipatia por isso! Daqui a pouco vou começar a achar o mundo inabitável. Por exemplo, você liga o telefone e não fala mais com ninguém. O elemento humano está desaparecendo. Você liga e aí vem uma voz que te diz para discar 1 para ver se a conta está atrasada… Disque 2 para… Até disque 7, porque não tem ninguém para falar com você. Isso causa enorme desemprego e toda essa balbúrdia social que a gente vive. E essa chateação terrível do disque 1, disque 2, disque 3, disque 4… E a falta de contato humano. Como é que você reclama uma coisa? Não consegue. Tenho celular e acho importante. Porque às vezes as pessoas precisam ser localizadas com certa urgência. Não é para conversar, não. Para marcar encontros. Para falar dois, três minutos. Celular é muito importante!

Resumo biográfico:
Antonio Muniz Vianna nasceu em Salvador, Bahia, em 1924 e mudou-se aos 11 anos para o Rio de Janeiro, onde viveu. Era médico, mas suas principais atividades sempre foram o jornalismo e o cinema. De 1946 a 1973, fez crítica no extinto Correio da Manhã (do qual foi redator-chefe em 1962-63), organizou grandes retrospectivas dos cinemas americano, francês, italiano, inglês e russo no MAM carioca (1958-62) e dirigiu as duas versões do Festival Internacional de Cinema do Rio (1965-1969). (Companhia das Letras)

Fontes de pesquisa
Criticos.com.br
Companhia das Letras

FASES DA PRODUÇÃO DE UM FILME

Autoria de LuDiasBH

kuro

Por muito tempo eu me perguntei o porquê de acrescentarem, ao final dos filmes, aquele monte de créditos que ninguém lê. Assim que a película chega ao final, se o telespectador está no cinema, vai logo se levantando para sair, dando as costas para a tela; se está em casa, desliga a tevê ou muda de canal. Mas compreendo agora que os demorados créditos finais possuem razão de ser, pois a confecção de um filme demanda muitas cabeças pensantes. É um exército de pessoas dando o melhor de si, para o sucesso da película.

A produção de um filme passa por três fases básicas:

1-      pré-produção
2-      produção
3-      pós-produção

A pré-produção e a produção contam com a presença de:

  • produtores
  • diretores
  • roteiristas
  • atores

A pós-produção, feita após o término das filmagens, conta com equipes de:

  • edição
  • som
  • composição
  • efeitos especiais

As cenas, ao serem rodadas, nem sempre obedecem a uma sequência lógica, pois são filmadas de acordo com a locação. Um mesmo filme pode ser filmado em diferentes cenários. Por isso, somente na fase de pós-produção é que o montador e o diretor organizam a sequência lógica das cenas, num processo minucioso e demorado, em que muitas partes são descartadas. O sucesso do filme depende, muitas vezes, da forma como foi montado.

Depois de pronto o filme, os distribuidores, por sua vez, escolhem o local onde estreará e os exibidores levam-no à tela, estipulando um período para a sua exibição nos cinemas, que poderá ser alterado conforme o retorno das bilheterias.

O mercado do vídeo é outro filão para se ganhar dinheiro com o filme. E agora, com as televisões LED, nos mais variados tamanhos, fica ainda mais prazeroso assistir a um filme em casa. A internet também permite baixar muitos filmes pagos e gratuitos.

Nota: Imagem copiada de www.tvsinopse.kinghost.net

MELHORES FILMES DA HISTÓRIA DO OSCAR

Autoria de Moacyr Praxedes

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Não resta dúvida de que o grande momento da festa do Oscar, aquele que é esperado por todos, trata-se da entrega da estatueta de Melhor Filme.  A escolha obedece aos seguintes critérios:

  1. Cada jurado entrega uma lista contendo 10 filmes escolhidos, na ordem de sua preferência (1º, 2º, 3º…).
  2. O filme vencedor será aquele que obtiver mais de 50% das indicações para o primeiro lugar.
  3. Caso nenhum filme obtenha tal porcentagem, a escolha levará em conta os situado no segundo lugar, terceiro e assim por diante.

Razões levantadas para a mudança:

  • Tornar a escolha mais democrática.
  • Dar oportunidade para um número maior de indicações.
  • Buscar o consenso através do voto preferencial.
  • Evitar que o indicado seja eleito com baixo percentual, não alcançando a maioria dos votos e nem o consenso entre os votantes.

Premiados como o “Melhor Filme” na história do Oscar:

1929 –  ASAS
            2 Oscar: Melhor Filme/ Efeitos de Engenharia
1930 – SEM NOVIDADES NO FRONT
           1 Oscar: Melhor Filme
           MELODIA DA BROADWAY
           1 Oscar: Melhor Filme

          Obs.: Nesse ano houve duas edições do Oscar.

1931 – CIMARRON
            3 Oscar: Melhor Filme/ Direção de Arte/ Roteiro Adaptado
1932 – GRANDE HOTEL
           1 Oscar: Melhor Filme
1933 – Não houve cerimônia do Oscar
1934 – CAVALGADA
            3 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Direção de Arte
1935 – ACONTECEU NAQUELA NOITE
            5 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator (Clark Gable)/ Atriz (Claudete Colbert)/
Roteiro.
1936 – O GRANDE MOTIM
            1 Oscar: Melhor Filme
1937 – ZIEGFELD, O CRIADOR DE ESTRELAS
            3 Oscar: Melhor Filme/ Coreografia/ Atriz Coadjuvante
1938 – A VIDA DE ÉMILE ZOLA
           3 Oscar: Melhor Filme/ Roteiro/ Ator Coadjuvante
1939 – DO MUNDO NADA SE LEVA
            2 Oscar: Melhor Filme/ Diretor
1940 – E O VENTO LEVOU
           10 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Atriz/ Atriz Coadjuvante/ Direção de Arte/Fotografia/
Edição/ Roteiro/ Oscar
Honorário para William Cameron Menzies, Oscar Técnico para Don Musgrave
1941 – REBECCA, A MULHER INESQUECÍVEL
            2 Oscar: Melhor Filme/ Direto
1942 – COMO ERA VERDE MEU VALE
            5 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator Coadjuvante / Direção deArte/ Fotografia
1943 – ROSA DA ESPERANÇA
           6 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Atriz / Atriz Coadjuvante / Fotografia/ Roteiro
1944 – CASA BLANCA
            3 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Roteiro
1945 – O BOM PASTOR
           6 Oscar: Melhor Filme/ Ator/ Ator Coadjuvante Diretor/ Música/ Roteiro Original
1946 – FARRAPO HUMANO
           4 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator / Roteiro Adaptado
1947 – OS MELHORES ANOS DE NOSSAS VIDAS
            8 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator Coadjuvante / Edição/Música/ Roteiro/ Oscar
Especial para Harold Russel
1948 – A LUZ É PARA TODOS
            3 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Atriz Coadjuvante
1949 – HAMLET
            4 Oscar: Melhor Filme/ Ator/ Direção/ Figurino
1950 –  A GRANDE ILUSÃO
            3 Oscar: Melhor Filme/ Ator / Atriz Coadjuvante
1951 – A MALVADA
           6 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Roteiro/ Ator Coadjuvante / Figurino/ Som
1952 – SINFONIA DE PARIS
            6 Oscar: Melhor Filme/ Direção de Arte/ Roteiro/ Figurino/ Trilha Sonora/
Roteiro Original
1953 – O MAIOR ESPETÁCULO DA TERRA
            2 Oscar: Melhor Filme/ Roteiro Original
1954 – A UM PASSO DA ETERNIDADE
            8 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator Coadjuvante/ Atriz Coadjuvante/ Fotografia/  Edição/
Som/ Roteiro
1955 – SINDICATO DE LADRÕES
           8 Oscar: Melhor Filme/ Direto/ Ator/ Atriz Coadjuvante )/ Direção de Arte/ Fotografia/
Edição
1956 – MARTY
           4 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator / Roteiro
1957 – A VOLTA AO MUNDO EM 80 DIAS
            5 Oscar: Melhor Filme/ Roteiro Adaptado/ Montagem/ Fotografia/ Trilha Sonora
1958 – A PONTE DO RIO KWAI
            7 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator / Fotografia/ Edição/Roteiro Adaptado/ Trilha Sonora
1959 – GIGI
            9 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Direção de Arte/ Fotografia/ Figurino/ Edição/ Canção
Original/ Trilha Sonora/ Roteiro Adaptado
1960 – BEN-HUR
            11 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator / Ator Coadjuvante/ Direção de Arte/ Fotografia/
Figurino/ Efeitos Especiais/ Edição/ Trilha Sonora/ Som
1961 – SE MEU APARTAMENTO FALASSE
           5 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Direção de Arte/ Edição/ Roteiro Original
1962 – AMOR, SUBLIME AMOR
            10 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator Coadjuvante / Atriz Coadjuvante / Direção de Arte/
Fotografia/ Figurino/ Edição de Som/ Trilha Sonora
1963 – LAWRENCE DA ARÁBIA
           7 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Edição/ Direção de Arte/ Fotografia/ /Som/Trilha Sonora
1964 – AS AVENTURAS DE TOM JONES
           4 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Roteiro/ Trilha Sonora
1965 – MINHA BELA DAMA
           8 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator/ Direção de Arte/ Figurino/ Trilha Sonora/Fotografia/
Som
1966 – A NOVIÇA REBELDE
          5 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Edição/ Som/ Trilha Sonora
1967 – O HOMEM QUE NÃO VENDEU SUA ALMA
          6 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator / Roteiro Adaptado/Fotografia/ Figurino
1968 – NO CALOR DA NOITE
            5 Oscar: Melhor Filme/ Ator / Som/ Edição/ Roteiro Adaptado
1969 – OLIVER
            6 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Direção de Arte/ Trilha Sonora/ Oscar Honorário para
Onna White
1970 – PERDIDOS NA NOITE
            3 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Roteiro Adaptado
1971 – PATTON
           7 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator (George C. Scott)/ Direção de Arte/ Edição/ Som/
Roteiro Original
1972 – OPERAÇÃO FRANÇA
          5 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator / Roteiro Adaptado/ Edição
1973 – O PODEROSO CHEFÃO
            3 Oscar: Melhor Filme/ Ator/ Roteiro Adaptado
1974 – GOLPE DE MESTRE
            7 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Direção de Arte/ Figurino/ Edição/ TrilhaSonora/ Roteiro
Original
1975 – O PODEROSO CHEFÃO II
            6 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator Coadjuvante / Direção de Arte/ Roteiro Adaptado/
Trilha Sonora
1976 – UM ESTRANHO NO NINHO
            5 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator/ Atriz / Roteiro Adaptado
1977 – ROCKY, UM LUTADOR
           3 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Edição
1978 – NOIVO NEURÓTICO, NOIVA NERVOSA
           4 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Atriz / Roteiro Original
1979 – O FRANCO ATIRADOR
           5 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator Coadjuvante / Edição/Som
1980 – KRAMER VS. KRAMER
           5 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator / Atriz Coadjuvante/ Roteiro Adaptado
1981 – GENTE COMO A GENTE
           4 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator Coadjuvante / RoteiroAdaptado
1982 – CARRUAGENS DE FOGO
            4 Oscar: Melhor Filme/ Figurino/ Trilha Sonora Original/ Roteiro Original
1983 – GANDHI
            8 Oscar: Melhor Filme/ Ator / Direção de Arte/ Fotografia/ Figurino/ Diretor/ Edição/
Roteiro Original
1984 – LAÇOS DE TERNURA
            5 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Atriz / Ator Coadjuvante/ Roteiro Adaptado
1985 – AMADEUS
            8 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator / Direção de Arte/ Figurino/ Maquiagem/ Som/
Roteiro Adaptado
1986 – ENTRE DOIS AMORES
            7 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Fotografia/ Direção de Arte/ Trilha Sonora/ Som/ Roteiro
Adaptado
1987 – PLATOON
            4 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Som/ Edição
1988 – O ÚLTIMO IMPERADOR
             9 Oscar: Melhor Filme/ Fotografia/ Diretor/ Direção de Arte/ Figurino/ Edição/ Trilha
Sonora/ Som/ Roteiro Adaptado
1889 – RAIN MAN
            4 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator / Roteiro Original
1990 – CONDUZINDO MISS DAISY
            4 Oscar: Melhor Film/ Atriz / Roteiro Adaptado/ Maquiagem
1991 – DANÇA COM LOBOS
            7 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Roteiro Adaptado/ Fotografia/ Trilha Sonora/
Edição/ Som
1992 – O SILÊNCIO DOS INOCENTES
            5 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator / Atriz / Roteiro Adaptado
1993 – OS IMPERDOÁVEIS
            4 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator Coadjuvante/ Montagem
1994 –  A LISTA DE SCHINDLER
            7 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Fotografia/ Direção de Arte/ Trilha Sonora/
Edição/ Roteiro Adaptado
1995 – FORREST GUMP
            6 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator/ Roteiro Adaptado/ Efeitos Especiais/ Montagem
1996 – CORAÇÃO VALENTE
            4 Oscar: Melhor Filme/ Direção/ Fotografia/ Maquiagem/ Efeitos Sonoros
1997 – O PACIENTE INGLÊS
           9 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Atriz Coadjuvante / Direçãode Arte/ Fotografia/ Figurino/
Trilha Sonora/ Edição/ Som
1998 – TITANIC
            11 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Direção de Arte/ Fotografia/ Figurino/ Efeitos Sonoros/
Som/ Efeitos Especiais/ Montagem/ Trilha Sonora/ Canção
1999 – SHAKESPEARE APAIXONADO
           7 Oscar: Melhor Filme/ Atriz / Atriz Coadjuvante / Figurino/ Direção de Arte/ Trilha
Sonora/ Roteiro Original
2000 – BELEZA AMERICANA
            5 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator / Roteiro Original/Fotografia
2001 – GLADIADOR
            5 Oscar: Melhor Filme/ Ator / Efeitos Especiais/ Figurino/ Som
2002 – UMA MENTE BRILHANTE
            4 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Atriz Coadjuvante / RoteiroAdaptado
2003 – CHICAGO
            6 Oscar: Melhor Filme/ Atriz Coadjuvante / Direção de Arte/ Edição/ Figurino/ Som
2004 – O SENHOR DOS ANÉIS: O RETORNO DO REI
           11 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Roteiro Adaptado/ Som/ Efeitos Especiais/
Trilha Sonora/ Canção Original/ Maquiagem/ Edição/ Figurino/ Direção de Arte
2005 – MENINA DE OURO
           4 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Atriz / Ator Coadjuvante
2006 – CRASH
            3 Oscar: Melhor Filme/ Roteiro Original/ Edição
2007 – OS INFILTRADOS
           4 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Roteiro Adaptado/ Edição
2008 – ONDE OS FRACOS NÃO TÊM VEZ
           4 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator Coadjuvante / Roteiro Adaptado
2009 – QUEM QUER SER UM MILIONÁRIO?
8 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Roteiro Adaptado/ Canção Original/ Trilha
Sonora/ Mixagem de Som/ Fotografia/ Edição
2010 – GUERRA AO TERROR
            6 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Edição (Montagem)/ Roteiro Original/ Som/
Edição de Som
2011 –  O DISCURSO DO REI
             4 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator / Roteiro Original
2012 – O ARTISTA
5 Oscar: Melhor Filme/ Diretor/ Ator/ Roteiro Original
2013 – ARGO
3 Oscar: Melhor Filme/ Roteiro Adaptado/ Edição
2014 – 12 ANOS DE ESCRAVIDÃO
3 Oscar: Melhor Filme/ Atriz Coadjuvante/ Roteiro Adaptado
2015 – A INESPERADA VIRTUDE DA IGNORÂNCIA
3 Oscar: Melhor Diretor/ Melhor Roteiro Original/ Melhor Direção de Fotografia

 Os filmes mais premiados:

– O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei – 11 Oscar
Titanic -11 Oscar
Ben- Hur -11 Oscar

2º – E o Vento Levou – 10 Oscar
Amor, Sublime Amor – 10 Oscar

3º – Gigi – 09 Oscar
O Último Imperador – 09 Oscar
O Paciente Inglês – 09 Osca

4º – Os Melhores Anos de Nossas Vidas – 08 Oscar
Sindicato de Ladrões – 08 Oscar
Minha Bela Dama – 08 Oscar
Gandhi – 08 Oscar
Amadeus – 08 Oscar
Quem Quer Ser um Milionário – 08 Oscar
A Um Passo da Eternidade – 08 Oscar

5º – Shakespeare Apaixonado – 07 Oscar
A Lista de Schindler – 07 Oscar
Dança com Lobos – 07 Oscar
Entre Dois Amores – 07 Oscar
Golpe de Mestre – 07 Oscar
Patton – 07 Oscar
Lawrence da Arábia – 07 Oscar
A Ponte do Rio Kwai – 07 Oscar

Fontes de Pesquisa:
Almanaque do Oscar/ Lojas Americanas
Wikipédia

Filme – CANTANDO NA CHUVA

Autoria de LuDiasBH

Rain

O número de dança “Singin’in the Rain” é o mais memorável desempenho de dança num filme. (Peter Wollen)

O número de dança de O’Connor, em “Make ‘Em Dance”, continua sendo uma das mais espantosas sequências já filmadas. (Roger Ebert)

Senhores e senhoras, segurem essa garota! É dela a voz que vocês acabaram de ouvir e que tanto amaram nesta noite. Ela é a verdadeira estrela deste filme – Kathy Selden. (Don Lockwood)

O filme Cantando na Chuva (1952), dirigido por Stanley Donen e com a coreografia supervisionada por Gene Kelly, é um clássicos dentre os musicais. É diferente por integrar as canções ao roteiro do filme, não interrompendo a narrativa para mostrá-los. É ambientalizado no ano de 1928, época em que o cinema falado, conhecido como os “talkies”, emergiu, deixando Hollywood baratinada, pondo um fim à produção de filmes mudos. Foi um filme feito sem grandes pretensões, sendo que apenas duas de suas canções foram criadas especialmente para ele, e seus cenários e acessórios foram retirados dos galpões, onde se armazenavam os cenários dos filmes, já produzidos, da companhia de filmagem MGM. Os principais artistas do elenco são Gene Kelly (Don Lockwood), Donald O’Connor (Cosmo Brown) Debbie Reynolds (Kathy Selden) e Jean Hagen (Lina Lamont).

A atuação dos quatro artistas citados é surpreendente. Os três bailarinos passaram por ensaios esmerados, antes de darem início à filmagem, resultando em números de dança arrebatadores. Chama a atenção o número em que Kelly dança todo molhado, embalado pela música “Singin’in the Rain”. O mesmo encantamento acontece com Donald O’Connor, ao se contorcer sob os acordes de “Make ‘Em Laugh”, fazendo piruetas incríveis, como se fosse um boneco de pano: dança com um boneco, dá cambalhotas, pula numa parede de tijolos e em apoios de madeira e transpassa parte do cenário. Outra parte muito interessante é aquela em que Kelly e O’Connor assistem aulas de dicção com um professor e dançam “Moses Supposes”, canção composta para o filme. E não podemos nos esquecer de “Good Morning”, quando o trio começa dançando na cozinha.

À época em que Cantando na Chuva foi feito, apenas Debbie Reynolds era uma novata, tendo atuado apenas em cinco filmes, fazendo papeis insignificantes. Gene Kelly e Donald O’Connor, além de serem dois grandes bailarinos, já eram conhecidos, assim como Jean Hagen. A determinação da garota, porém, colocou-a no mesmo patamar dos dois dançarinos. O filme transmite alegria do princípio ao fim. E, como acontece na imensa maioria dos musicais, o amor não poderia faltar. Kathy Selden e Don Lockwood apaixonam-se um pelo outro. Mas o mais importante no filme é mostrar a mudança pela qual a indústria do cinema teve que passar, na transição do cinema mudo para o falado, mostrando todos os problemas dos tempos iniciais: dificuldades na gravação do som com microfones ocultos nos mais inusitados lugares, a voz estridente de grandes mitos do cinema mudo, impossível de ser aceita no falado, como mostra Lina Lamont, vista na película como uma loira burra.

O filme inicia mostrando a estreia de “O Patife”, quando uma multidão de fãs aguarda a chegada dos astros, num frenesi total. A presença de Don Lockwood e Lina Lamont deixa o público histérico. Mas somente Don usa da palavra, enquanto Lina faz “caras e bocas”. Seu silêncio perdura na apresentação do filme, pois sua voz é insuportavelmente feia. Ela, até então uma grande artista do cinema mudo, fica chateada, pois é incapaz de perceber a má qualidade de sua dicção e voz. Quando a estreia acaba, Don, para fugir da multidão, acaba pulando de um ônibus dentro de um carro de uma garota – Kathy Selden. E aí que a relação entre os dois começa.

Os astros Don Lockwood e Lina Lamont estão trabalhando na filmagem do filme sonorizado “O Cavaleiro Duelante”. Ao testá-lo junto ao público, vê-se que é um fiasco total. Don e Lina estão em apuros, com a carreira ameaçada. Porém, Kathy, Don e Cosmo têm a ideia genial de transformá-lo num musical. Felizes com a ideia, o trio canta “Good Morning” e dança.

Apesar do tempo, Cantando na Chuva continua como o musical mais lembrado da história do cinema, com muitas de suas imagens sendo reproduzidas, tendo recebido inúmeras homenagens e sendo citado em várias produções posteriores. É simplesmente fantástico. Vale a pena conferir. “Que adorável sensação!”.

Curiosidades:
• Jean Hagen é quem dubla a sua própria voz, quando o filme mostra Debbie Reynolds dublando-a, enquanto canta.
Cantando na Chuva faz uma homenagem a Broadway, aos musicais…
• Ao se dar conta de que as canções eram antigas, a direção do filme optou por contextualizá-lo no passado.
• O filme faz inúmeras homenagens, lembrando que: havia realmente estrelas cuja voz tinha que ser dublada, pois não se adequavam ao cinema falado; o movimento de cabeça dos atores, ainda não adaptados aos microfones, fazia estragos; os diálogos e estreias com vozes não sincronizadas e estrelas que não aceitavam ser dubladas, etc.
• O salto de Don Lockwood para dentro do carro de Kathy Selden foi feito por um dublê – Russel Saunders.
• A atriz e dançarina Cyd Charisse recorda que Kelly agarrava-a com tanta força, durante os números musicais, que seu corpo ficava com hematomas.
• A chuva no filme é uma mistura de água com leite, a fim de sair visível na tela.
• Donald O’Connor passou uma semana no hospital recuperando-se, após o término do filme, pois a jornada chegava a 19 horas diárias.
Cantando na Chuva foi relembrado em filmes como “Quanto mais Quente Melhor”, Primavera para Hitler”, “Alien- O Oitava Passageiro”, “Laranja Mecânica”, “Intriga Internacional” e “Fama”, entre outros.

Fontes de pesquisa
A Magia do Cinema/ Roger Ebert
Folha Apresenta/ Coleção Folha

CEM FILMES PARA MORRER DE RIR

Autoria de LuDiasBH

comics

O Vírus da Arte & Cia. indica para seus leitores cem filmes para morrer de tanto rir.

Segundo um provérbio bíblico “O coração alegre é bom remédio, mas o espírito abatido faz secar os ossos.”, enquanto um outro muito popular em todo o mundo complementa: “Rir é o melhor remédio!”. Por sua vez, o humorista francês Nicholas Chamfort alegava que “Um dia sem rir é um dia desperdiçado.”. E a famosa atriz belga Audrey Hepburn dizia: “Eu amo as pessoas que me fazem rir. Sinceramente, acho que é a coisa que eu mais gosto, rir. Cura uma infinidade de males.”. Fecho as citações com a de um dos homens que mais fez as pessoas rirem, Charles Chaplin: “É saudável rir das coisas mais sinistras da vida, inclusive da morte. O riso é um tônico, um alívio, uma pausa que permite atenuar a dor.”. Desejo mesmo é que vocês riam tanto, mas tanto, caros amigos, que sejam capazes de dizer como o ator estadunidense e mestre do humor, Grouxo Marx: “Do momento em que peguei seu livro até o que larguei, eu não consegui parar de rir. Um dia, eu pretendo lê-lo”, substituindo a palavra “livro” por “filme”. Ora, mas eu disse que não ia fazer mais nenhuma citação, não foi? Hahahahahahaha…

Os filmes abaixo encontram-se em ordem alfabética:

1. A Ceia dos Acusados (W.S. Van Dyke)
2. A Costela de Adão (George Cukor)
3. A General (Buster Keaton / Clyde Bruckman)
4. A Mulher do Dia (George Stevens)
5. A Mulher do Século(Morton DaCosta)
6. A Primeira Noite de um Homem (Mike Nichols)
7. A Recruta Benjamim (Howard Zieff)
8. A Sedução do Marrocos (David Buttler)
9. Aconteceu Naquela Noite (Frank Capra)
10. Amigos, Sempre Amigos (Ron Underwood)
11. Apertem os Cintos… O Piloto Sumiu (Jim Abrahams)
12. Arizona Nunca Mais (Joel Coen / Ethan Coen)
13. Arthur, O Milionário Sedutor (Steve Gordon)
14. As Três Noites de Eva (Preston Sturges)
15. As Viagens de Sullivan (Preston Sturges)
16. Às Voltas com Fantasmas (Charles Barton)
17. Bananas (Woody Allen)
18. Banzé no Oeste (Mel Brooks)
19. Bola de Fogo (Howard Hawks)
20. Bom dia, Vietnã (Barry Levinson)
21. Cantando na Chuva (Gene Kelly, Stanley Donen)
22. Clube dos Pilantras (Harold Ramis)
23. Como Eliminar seu Chefe (Colin Higgins)
24. Cupido é Moleque teimoso (Leo McCarey)
25. Deu a Louca no Mundo (Stanley Kramer)
26. Diabo a Quatro (Leo McCarey)
27. Dívida de Sangue (Elliot Silverstein)
28. Dr. Fantástico (Stanley Kubric)
29. É um Presente (Norman Z. McLeod)
30. Em Busca do Ouro (Charlie Chaplin)
31. Ensina-me a Viver (Hal Ashby)
32. Essa Pequena é uma Parada (Peter Bogdanovich)
33. Este Mundo é um Hospício (Frank Capra)
34. Fargo (Joel Coen)
35. Feitiço da Lua (Norman Jewison)
36. Feitiço do Tempo (Harold Ramis)
37. Harry e Sally – Feitos um para o Outro (Rob Reiner)
38. Irene, a Teimosa (Gregory La Cava)
39. Isto É Spinal Tap (Rob Reiner)
40. Jantar às Oito (George Cukor)
41. Jejum de Amor (Howard Hawks)
42. Lar, Meu Tormento (H.C. Potter)
43. Levada da Breca (Howard Hawks)
44. Loucuras de verão (George Lucas)
45. Luzes da Cidade (Charles Chaplin)
46. Manhattan (Woody Allen)
47. Marinheiro por Descuido (Buster Keaton e Donald Crisp)
48. MASH (Robert Altman)
49. Meu amigo Harvey (Henry Koster)
50. Muito Além do Jardim (Hal Ashby)
51. Mulher de Verdade (Preston Sturges)
52. Nascida Ontem (George Cukor)
53. Ninotchka (Ernst Lubitsch)
54. Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Woody Allen)
55. Nos Bastidores da Notícia (James L. Brooks)
56. Núpcias de Escândalo (George Cukor)
57. O Bobo da Corte (Melvin Frank / Norman Panama)
58. O Calouro (Fred C. Newmeyer / Sam Taylor)
59. O Clube dos Cafajestes (John Landis)
60. O Dorminhoco (Woody Allen)
61. O Expresso de Chicago (Arthur Hiller)
62. O Galante Mr. Deeds (Frank Capra)
63. O Grande Ditador (Charles Chaplin)
64. O Jovem Frankenstein (Mel Brooks)
65. O Pai da Noiva (Vincente Minnelli)
66. O Panaca (Carl Reiner)
67. O Pecado Mora ao Lado (Billy Wilder)
68. O Professor Aloprado (Jerry Lewis)
69. O Rapaz Que Partia Corações (Elaine May)
70. Os Caça-Fantasmas (Ivan Reitman)
71. Os Fantasmas Divertem-se (Tim Burton)
72. Os Filhos do Deserto (William A. Seiter)
73. Os Gênios da Pelota (Norman Z. McLeod)
74. Os Quatro Batutas (Norman Z. McLeod)
75. Papai por Acaso (Preston Sturges)
76. Picardias Estudantis (Amy Heckerling)
77. Primavera para Hitler (Mel Brooks)
78. Quando os Jovens Tornam-se Adultos (Barry Levinson)
79. Quanto mais Quente Melhor (Billy Wilder)
80. Quem Vai Ficar com Mary? (Bobby Farrely)
81. Quero Ser Grande (Penny Marshall)
82. Relax (Albert Brooks)
83. Se meu Apartamento Falasse (Billy Wilder)
84. Ser ou Não Ser (Ernst Lubitsch)
85. Shampoo (Hal Ashby)
86. Sherlock Jr. (Buster Keaton)
87. Sorte no Amor (Ron Shelton)
88. Tempos Modernos (Charles Chaplin)
89. Tootsie (Sydney Pollack)
90. Topper e o Casal do Outro Mundo (Norman Z. McLeod)
91. Um Assaltante Bem Trapalhão (Woody Allen)
92. Um Dia nas Corridas (Sam Wood)
93. Um Estranho Casal (Gene Saks)
94. Um Peixe Chamado Wanda (Charles Crichton)
95. Um Tira da Pesada (Martin Brest)
96. Um Tiro no Escuro (Blake Edwards)
97. Uma Babá Quase Perfeita (Chris Columbus)
98. Uma Loura Para Três (Lowell Sherman)
99. Uma Noite na Ópera (Sam Wood)
100. Victor ou Vitória? (Blake Edwards)

Nota
Acrescento um  bem brasileirinho que considero imperdível: Lisbela e o Prisioneiro (Guel Arraes)

Fonte de pesquisa
www.afionline.org

CEM BONS FILMES INDICADOS (I)

Autoria de Adevaldo R. de Souza

marbran

O Cinema para mim é uma arte para quem faz e diversão para quem assiste. Tem a função de emocionar, fazer rir e também fazer esquecer tudo em volta. Às vezes eu assisto a filmes só para tentar captar a essência da mensagem de quem o fez. Quando estou assistindo a um filme, não gosto de barulho e fico bravo ao ser interrompido. É concentração total.

Para fazer a minha lista de “100 bons filmes”, separei-os em gêneros: Ação/Aventura; Drama; Comédia; Ficção; Western; Guerra; Musical; Policial; Terror/Thriller/Suspense e Erótico. Tenho preferência por filmes de ação com suspense. Gosto mais dos que me prendem na cadeira do início ao fim e, depois de terminados, deixam aquele gostinho de quero mais. Quando os filmes de Western juntam esses ingredientes e no final o bandido leva bala, acho o máximo.

Os filmes citados encontram-se em ordem alfabética:

1. 2001: Uma Odisseia no Espaço (Stanley Kubrick)
2. A Bela da Tarde (Luis Buñel)
3. A Doce Vida (Federico Fellini)
4. A Inocente Face do Terror (Robert Mulligan)
5. A Lista de Schindler (Steve Spielberg)
6. A Ponte do Rio Kwai (David Ryan)
7. A Trilogia de Apu (Satiyajit Ray)
8. Acima de Qualquer Suspeita (Alan J. Pakula)
9. Acossado (Jean-Luc Godard)
10. Apocalipse Now (Francis Ford Coppola)
11. As Aventuras de Robin Hood (Michael Curtiz)
12. Austrália (Baz Luhrmann)
13. Blow-Up – Depois Daquele Beijo (Michelangelo Antonioni)
14. Bonnie and Clyde – Uma Rajada de Balas (Arthur Penn)
15. Butch Cassidy (George Roy Hill)
16. Caçadores da Arca Perdida (Steven Spielberg)
17. Carruagem de Fogo (Hugh Hudson)
18. Chinatown (Roman Polanski)
19. Cidadão Kane (Orson Welles)
20. Cinema Paradiso (Giuseppe Tornatore)
21. Código de Conduta (F. Gary Grey)
22. Coisas Belas e Sujas (Stephen Frears)
23. Coração Satânico (Alan Parker)
24. Cria Cuervos (Carlos Saura)
25. Dança com os Lobos (Kevin Kostner)
26. De Olhos Bem Fechados (Stanley Kubrick)
27. Deus e o Diabo na Terra do Sol (Glauber Rocha)
28. Discreto Charme da Burguesia ( Luis Buñuel)
29. Doze Homens e Uma Sentença (Sidney Lumet)
30 . Dúvida (John Patric Shanley)
31. E o Vento Levou (Victor Fleming)
32. E.T. – O Extraterrestre (Steven Spielberg)
33. Forrest Gump – O Contador de Histórias (Robert Zemeckis)
34. Gladiador (Ridley Scott)
35. Gritos e Sussurros (Ingmar Bergman)
36. Guerra nas Estrelas (George Lucas)
37. Guerra nas Estrelas: Episódio 4 – Uma Nova Esperança (George Lucas)
38. Janela Indiscreta (Alfred Hithcock)
39. Juventude Transviada (Nicholas Ray)
40. Lanternas Vermelhas (Zhang Yimon)
41. Laranja Mecânica (Stanley Kubrick)
42. M*A*S*H (Robert Altman)
43. Mad Max (George Miller)
44. Metrópolis (Fritz Lang)
45. Meu Ódio Será Sua Herança (Sam Peckinpeah)
46. Morangos Silvestres (Igmar Bergman)
47. Muito Além do Jardim (Hal Ssshby)
48. Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Woody Allen)
49. Nosferatu (F.W. Murnau)
50. O Baile (Ettore Scola)
51. O Bebê de Rosimary (Roman Polanski)
52. O Conformista (Bernard Bertolucci)
53. O Doze Condenados (Robert de Niro)
54. O Império dos Sentidos (Nagisa Oshima)
55. O Juiz (David Dobkin)
56. O Leopardo (Luchino Visconti)
57. O Mágico de Oz (Victor Fleming )
58. O Pianista (Roman Polanski)
59. O Piano (Jane Campion)
60. O Poderoso Chefão (Francis Ford Coppola)
61. O Poderoso Chefão II (Frances Ford Coppola)
62. O Rei Leão (Roger Allers)
63. O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel (Peter Jackson)
64. O Sexto Sentido (M. Night Shyamalan)
65. O Silêncio dos Inocentes (Jonathan Demme)
66. O Último Imperador (Bernard Bertolucci)
67. O Vampiro de Düsseldorf (Fritz Lang)
68. Olga (Jayme Monjardim)
69. Onde os Fracos não Tem Vez (Joel Coen)
70. Onze Homens e um Segredo (Lews Milestone)
71. Os Bons Companheiros (Martin Scorsese)
72. Os Brutos Também Amam (George Stevens)
73. Os Imperdoáveis (Clint Westwood)
74. Os Intocáveis (Brian De Palma)
75. Os Miseráveis (Richard Boleslawski)
76. Os Sete Samurais (Akira Kurosawa)
77. Paris, Texas (Win Wenders)
78. Perdidos na Noite (John Schlesinger)
79. De Frente para o Perigo (Peter Hyams)
80. Primeira Noite de um Homem (Mike Nickols)
81. Psicose (Alfred Hitchcock)
82. Pulp Fiction – Tempo de Violência (Quentin Trantini)
83. Ran (Akira kurosawa)
84. Rede de Intrigas (Sidney Lumet)
85. Sem Destino (Dennis Hopper)
86. Sétimo Selo (Igmar Bergman)
87. Silverado (Lawrence Kasdan)
88. Sociedade dos Poetas Mortos (Peter Weir)
89. Taxi Driver (Martin Scorsese)
90. Tempos Modernos (Charles Chaplin)
91. Trilogia das Cores (Krzysztof Kieslowsk
92. Um Corpo que Cai (Alfred Hithcock)
93. Um Crime de Mestre (Gregory Hoblit)
94. Um Estranho no Ninho (Milos Forman)
95. Um Sonho de Liberdade (Frank Darabont)
96. Uma Mente Brilhante (Ron Howard)
97. Veludo Azul (David Lynch)
98. Vidas Secas (Nelson R. Pereira)
99. Viver a Vida (Jean-Luc Godard)
100. Z (Costa Gavras)