ÍNDIA – DEFECANDO A CÉU ABERTO

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Autoria de LuDiasBH def.

Para quem chega à Índia pela primeira vez surpreende-se com as condições higiênicas de suas cidades, que se encontram entre as piores do mundo, ainda que o mantra ali seja a “pureza”, daí a razão de tantas castas e a vida miserável dos “intocáveis”. É realmente um estranho paradoxo! Além do mais, como um país tão decantado pelo crescimento de sua economia global ainda leva uma vida medieval no quesito higiene? Por que ainda existem centenas de milhares de pessoas defecando nas ruas com a maior naturalidade? Por que não possuem banheiros em casa? Segundo o censo de 2011, mais da metade da população indiana não possui banheiros no domicílio. É muito traseiro nu visto a céu aberto e cocô espalhado pelo país. Enquanto isso, o celular está presente até mesmo entre os “sadhus”, os chamados “homens santos”, que dizem viver na pobreza absoluta.

Os indianos esvaziam seus intestinos ao ar livre sem nenhum constrangimento. A própria cultura hinduísta, que apregoa a “pureza” aos quatro cantos do país, contribui para que a Índia torne-se um banheiro público a céu aberto. O hinduísmo, que tem os excrementos humanos como “impuros”, não aceita que banheiros sejam feitos dentro de casa, para não “poluir” o ambiente. Assim, no segundo país mais populoso do mundo, a coisa fica deveras complicada com tal tabu. O que nós ocidentais não conseguimos entender é a preocupação tão grande que essa gente tem com a “pureza” do corpo, enquanto convive com a imundície que jaz fora das casas, com montanhas e montanhas de sujeiras espalhadas pelas ruas. Se nas grandes cidades é assim, imaginemos nos povoados. Somente os “intocáveis” podem ter contato com o lixo. Enquanto isso…

Em razão da pregação moralista dirigida às mulheres, que não podem se expor como fazem os homens nas ruas, encostados aos muros, na beira dos trilhos, nas margens dos rios e nas praias, elas acabam sendo as maiores vítimas, ao terem que realizar suas necessidades fisiológicas. Precisam esperar o cair da noite para encontrar um lugar oculto onde possam esvaziar intestinos e bexiga, correndo risco de perderem a saúde, por segurarem tanto tempo suas necessidades fisiológicas e também o de serem estupradas, risco comuníssimo na Índia, principalmente se forem de pele clara.

Muitas cidades indianas não possuem esgotos tratados, que por sua vez são despejados nos rios, lagos e mares. Além disso, as chuvas das mansões, que acontecem entre junho e setembro, alagam cidades e vilarejos, contaminando tudo, virando literalmente um “mar de bosta” junto à urina de ratos, provocando um número alarmante de doenças, dentre as quais está a leptospirose, responsável por um número incalculável de mortes.

O que vemos na Índia é a hipocrisia de uma sociedade que divide sua gente numa pirâmide casteísta, de acordo com o grau de “pureza”, enquanto a imundície grassa solta pelas ruas do país. Sem falar na crítica que fazem a nós ocidentais, por usarmos o papel higiênico, assim como o uso da mão esquerda para tocar nos alimentos. Talvez não saibam que aqui usamos água e sabão. Enquanto lá…

 Nota: imagem copiada do blog Indi(a)gestão

30 comentários sobre “ÍNDIA – DEFECANDO A CÉU ABERTO

      1. LuDiasBH Autor do post

        Eles usam a mão esquerda para limparem-se. Penso que com o que encontrarem: água, papel, folha, etc. Por isso não comem com ela. E ainda acham que nós ocidentais somos porcos… risos.

        Abraços,

        Lu

        Responder
  1. Patricia

    Ei, Lu
    A Índia é um paradoxo. Pela proporção de pessoas, a falta de rede de esgoto a disseminação de uma doença mais grave acontecerá em breve. Infelizmente após uma tragédia é que as autoridade tomarão uma atitude digna e trabalharão em prol da população.
    Beijos

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Patrícia

      Ponha paradoxo nisso!
      E pior, os indianos só pensam em ficar ricos. O cuidado com a população miserável não existe. Os intocáveis proliferam. As tragédias ali ocorrem a todo momento, com epidemias graves, que nem chegam ao noticiário mundial. No tempo das monções, tudo se agrava. E nem isso preocupa as autoridades. Mas o absurdo da religião hinduísta faz os miseráveis acreditarem que assim deve ser e assim deve ser aceito…

      Abraços,

      Lu

      Responder
  2. Rizia F. de Souza

    Isso é triste saber que em pleno século vinte e um há brasileiros que acreditam nessas coisas absurdas de santidade da Índia, isso é dolorido demais, que pena!

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Rizia

      É mesmo difícil de acreditar que ainda haja pessoas com uma visão tão errada de “espiritualidade”. Sem falar nos muitos perigos que passam naquele lugar. A espiritualidade deve vir de dentro para fora e não o contrário.
      Obrigada por sua visita e comentário.
      Volte mais vezes.

      Grande abraço,

      Lu

      Responder
  3. Julmar Moreira Barbosa

    A importância de Mahatma Gandhi para a liberdade da Índia é incontestável,fora isso sempre achei que os líderes ES…PI…Ri…TU…AIS indianos sempre defecaram sua hipocrisia no “façam o que digo e não o que faço” nos ocidentais menos atentos. Haja vista que Deepak Chopra radicou-se nos Estados Unidos e Maharishi Mahesh Yogi, guru d s Beatles, radicou-se na Holanda, país onde pôde ostentar sua vaidade e realizar seus desejos mais profanos.Tudo muito belo e poético, mas sem nenhuma aplicação prática que favoreça os habitantes locais.

    Responder
  4. José Carlos Pereira

    Tem razão o Antônio Passos. A questão que se coloca é a exploração desta miséria com fins puramente econômicos. Vejam as milícias mexicanas, a mortandade em Honduras, o genocídio no Sudão do Sul e na Síria, os brutais sequestros na Colômbia e, na Índia, defecar é o de menos – vejam os estupros rotineiros, a miséria inserida nos espíritos, ao mesmo tempo em que se explora a simples beleza estética do Taj Mahal ou as fantasias globais de um suposto “Caminho das Índias”. Poderíamos tratar também de “favelas pacificadas”, “crâneos rolando em pedrinhas”, “amarildos” e “pasadenas”. Talvez devêssemos produzir uma série televisa tipo “Caminho da Papuda”.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Meu caro José Carlos

      Em primeiro lugar quero agradecer a sua presença neste debate.
      Você e sempre bem-vindo!

      Não há nenhuma implicância com a Índia, país milenar, onde pululam muitas culturas.
      Apenas tento mostrar ao mundo que o país, que hoje é tido com um dois mais importantes membros do BRICS, trata seu povo humilde (que é a IMENSA maioria) como indigentes, negando-lhes os direitos mais elementares do cidadão: o de fazer determinadas necessidades fisiológicas privadamente, em pleno século XXI, com a cumplicidade do hinduísmo, que, como no Código de Manu, possui uma lei para os ricos e outra para os pobres.

      A falta de esgotos tratados, por sua vez, mata milhares e milhares de indianos por ano, sendo as maiores vítimas os bebês e os idosos, enquanto se promove um culto cego ao rio Ganges, que ultrapassa as fronteiras do país. Soube que muitos brasileiros trazem garrafas e garrafas das águas poluídas daquele rio para o Brasil. Então é preciso esclarecer nossos viajantes. Muitos voltam de lá com sérias doenças infecciosas, sendo obrigados a anteciparem as passagens.

      Quanto à espiritualidade, já li vários livros de autores indianos e estrangeiros, que a veem como uma fonte de renda para o país, assim como o é o Carnaval para o Brasil. Leia o livro OS INDIANOS da autora Florência Costa, Editora Contexto, e leia o blog INDIAGESTAO, de uma brasileira que mora há quinze anos na Índia, e verá como as coisas são de fato. Não nos enganemos com a “espiritualidade” milagrosa. Tornar-se um ser espiritualizado não depende de uma viagem de uma semana, mas de uma mudança árdua e diária, no controle de nossas imperfeições.

      Antônio, acredito que nossa meta na Terra é buscarmos ser pessoas melhores. Essa mudança precisa, primeiro, ocorrer dentro de nós mesmos, e, depois, voltarmos para nossos irmãos sem voz, de modo que as grandezas, aos poucos, superem as vilanias. Pois, aceitar as injustiças, onde quer que elas se encontrem, e tomá-las como natural é OMISSÃO. E é isso que tenho feito em JANELAS PARA O MUNDO, já que posso usar aqui a minha voz, ainda que fraca, mas que ecoa em mais de 100 países e em todo o Brasil. Poderá ver que já escrevi sobre vários países. O próximo será a escravidão na China.

      Quanto aos problemas citados por você, inclusive sobre a Papuda, há blogs que estão tratando do assunto com muita propriedade. Tenho lido bastante sobre o assunto na internet. O debate está excelente. Mas a minha opção, no momento, é a Índia. A seguir falarei sobre a China. Gosto muito de pesquisar sobre o que acontece em outros lugares do mundo. Já falei também sobre o México, aqui mesmo neste blog. Tento buscar assuntos diferenciados dos que já existem na Internet.

      Gostaria que você lesse os comentários abaixo, de pessoas que estiveram na Índia. São comentários bastante enriquecedores.

      Peço-lhe desculpas se de alguma forma fui grosseira ao lhe responder.
      Pessoas como você só enriquece o debate no blog.
      Gostaria muito de contar com a sua presença aqui.

      Grande abraços,

      Lu

      Responder
  5. Edward Chaddad

    LuDias

    Penso que um dos grandes méritos que você tem nos legado, quando disserta, com excelência, sobre a Índia, é mostrar o resultado das desigualdades sociais, coisa que poucos compreendem.
    A falta de homogeneidade é um dos pilares da violência, da ignorância, fatores que implicam em graves problemas na saúde, na cultura e na educação, tudo que leva seu povo, lá como aqui, à involução, ao retrocesso, máxime nos valores humanos, que sentem, como em todo mundo, os dramas legados pelo capitalismo selvagem, que transforma o ser humano em uma coisa, despido de sua qualidade maior, a inteligência que o desenvolveu durante milhares de anos.
    Povo desenvolvido é aquele que anda de braços dados com a homogeneidade.

    Parabéns mais uma vez pela qualidade de sua exposição.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Ed

      É exatamente isso que quis falar.
      Ali ainda vigora o Código de Manu.
      Aos pobres (imensa maioria) existem leis que não existem para os ricos.
      E o hinduísmo é uma religião que trabalha para manter as diferenças de castas.
      Ao contrário de Cristo, que pregava a igualdade.

      Abraços,

      Lu

      Responder
  6. Sandra

    Para nós a higiene é imprescindível enquanto em alguns lugares a falta dela é cultural. E é difícil transformar essa realidade, pois é um país inteiro que passam fome e as vacas são sagradas, auto infringem sacrifícios físicos, não há dignidade pelas mulheres entre outras situações que para nós ocidentais são no mínimo bizarras, é um lindo país, entretanto, existem essas discrepâncias sociais e a falta de higiene é apenas uma delas.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Sandra

      Nesses países, as mulheres são sempre as maiores vítimas.
      Imagine o que é ter que segurar uma bexiga cheia…
      A falta de higiene leva o país a uma epidemia seríssima, no tempo das monções.
      E pior, inexiste médicos para os pobres, que recorrem aos raizeiros, brâmanes e sadhus.
      Você já sabe qual é o resultado.

      Beijos,

      Lu

      Responder
  7. Pierre Santos

    Realmente, Lu(luzinha), isso é de estarrecer. Já vi in loco e não gostei do que vi. Os potentados, em suas residências, têm seus belos banheiros, mas só eles. Nos hotéis também, sempre cheios de estrangeiros, têm banheiros nos apartamentos, cujos esgotos se desembocam no Ganges, pelo qual descem, boiando em suas padiolas, cadáveres e cadáveres. E porque o rio é sagrado, os crentes de suas várias seitas banham-se em suas águas fétidas. Miséria, miséria, miséria.
    Mas há cidades, como Dharm-sala, dominada por um belo mosteiro, que se ergue na frente de uma fantástica montanha sempre vestida de branco (é o gelo, a neve, o frio). Lá, as moradias têm banheiros, o povo é limpo, e o lugar cheira bem. Porém são raras cidades assim.

    Realmente, Luluzinha, é de estarrecer!
    Tenho andado com saudade do blog, mas o pouquinho de tempo que posso parar em casa, uso-o para adiantar as minhas pesquisas. A propósito, o 1º e o 3º volumes do Guignard estão prontos e ficaram uma beleza. Doravante dedico-me ao 2º, que é a parte relativa a Minas e, como me nego a viajar pelos próximos meses, estou me dedicando 20 horas por dia na redação dele. Acho que até julho terminarei. UFA! Abraços.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Fofinho

      Estava morrendo de saudades, danadinho.
      Já ando com raiva dessas suas escritas que não acabam nunca.
      Estamos pobrinhos sem você.

      Obrigada por seu comentário, que será de grande valia para todos nós.

      Beijos,

      Lu

      Responder
  8. Andrea

    Pois é Lu, eu já tinha lido em algum lugar sobre isso, depois eles ainda riem dos ocidentais que usam papel higiênico… alguém precisa contar a eles que é melhor usar papel do que meter a mão esquerda na bosta, se lavar com uma aguinha suspeita e lavar mal as mãos depois…

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Andrea

      Eles não comem nada de mãos de ocidentais, alegando que usamos a mesma mão para limpar o ânus e para pegar em alimentos.
      Veja bem o atraso da cultura.

      Beijos,

      Lu

      Responder
  9. Glória Drummond

    Nunca pensei em ir à Índia, África. São países de carmas coletivos, assim como a Rússia, e não sei explicar isto de uma forma que me satisfaça. Ou esclareça outras pessoas. O que existe lá, em matéria de desenvolvimento econômico, vejo em todos os outros países. Não me entusiasma pelos seus antecedentes e consequências. A tal ” espiritualidade” ( duvidosa ) é um mix de sujeira, miséria, doenças, falta de banheiros para as necessidades fisiológicas e limpezas no corpo (banho). Ah! do trânsito caótico, da exploração dos elefantes nem me falem.

    Não é implicância com a India. Mas, com o fanatismo e a falta de higiene real. Para mim espiritualidade e limpeza andam juntas. É o tal olor da santidade..Nunca entendi porque Ghandi, educado no Ocidente, tornou-se um desdentado por falta de cuidados. Ou porque Deepak Chopra preferiu viver nos States, ao invés de se radicar no país onde nasceu. Isto não tem nada a ver com a admiração que sinto por ambos. É só uma questão de incoerência. A permanência das castas é outro acinte.

    Gosto muito da cultura indiana que está distante anos luz dos filmes produzidos em Bollywood, da violência contra a mulher, o abandono da infância, juventude e aquele “esgoto sagrado” a céu aberto, denominado Rio Ganges. Quando descobri a mão de obra escrava atrás das batinhas e túnicas que tanto gostava, desisti. Não compro mais.

    Apesar da falação sobre a falta de higiene do nosso povo, do complexo de inferioridade que plantaram nos brasukas, somos um dos povos mais limpos e cheirosos do mundo. Valorizamos o banheiro e gostamos do banho, da água, uma herança dos índios. Não pensem que a ausência de vontade de visitar a Índia, África é preconceito. Também não me convidem a ir à New York, Miami, Dubai, Haiti, Japão, China etc…

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Glória

      Você enriqueceu muito o debate, pois vivenciou tudo “in loco”.
      O seu comentário é de grande interesse para todos nós.

      Beijos,

      Lu

      Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Luiz

      E o pior é que existem muitos brasileiros que ali vão e que estão trazendo águas contaminadas do rio, em seu fervor ignorante. Podemos ser vítimas de uma bactéria inexistente em nosso país.

      Abraços,

      Lu

      Responder
  10. Antonio Passos

    Porque a implicância com a Índia? A miséria, a falta de higiene, a falta de caráter de algum sadhu, nada disto tem a ver com a espiritualidade indiana. Afinal de contas, o lugar onde Cristo nasceu sempre foi e ainda é lugar de guerras e violência. Na Europa civilizadíssima, há pouco mais de meio século, morreram mais de 50 milhões de pessoas numa das guerras mais bárbaras e sanguinárias da história da humanidade. O ser humano é assim em todos os lugares, um paradoxo permanente, capaz das maiores grandezas assim como das maiores vilanias.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Meu caro Antônio Passos

      Em primeiro lugar quero agradecer a sua presença neste debate.
      Você e sempre bem-vindo!

      Não há nenhuma implicância com a Índia, país milenar, onde pululam muitas culturas.
      Apenas tento mostrar ao mundo que o país, que hoje é tido com um dois mais importantes membros do BRICS, trata seu povo humilde (que é a IMENSA maioria) como indigentes, negando-lhes os direitos mais elementares do cidadão: o de fazer determinadas necessidades fisiológicas privadamente, em pleno século XXI, com a cumplicidade do hinduísmo, que, como no Código de Manu, possui uma lei para os ricos e outra para os pobres.

      A falta de esgotos tratados, por sua vez, mata milhares e milhares de indianos por ano, sendo as maiores vítimas os bebês e os idosos, enquanto se promove um culto cego ao rio Ganges, que ultrapassa as fronteiras do país. Soube que muitos brasileiros trazem garrafas e garrafas das águas poluídas daquele rio para o Brasil. Então é preciso esclarecer nossos viajantes. Muitos voltam de lá com sérias doenças infecciosas, sendo obrigados a anteciparem as passagens.

      Quanto à espiritualidade, já li vários livros de autores indianos e estrangeiros, que a veem como uma fonte de renda para o país, assim como o é o Carnaval para o Brasil. Leia o livro OS INDIANOS da autora Florência Costa, Editora Contexto, e leia o blog INDIAGESTAO, de uma brasileira que mora há quinze anos na Índia, e verá como as coisas são de fato. Não nos enganemos com a “espiritualidade” milagrosa. Tornar-se um ser espiritualizado não depende de uma viagem de uma semana, mas de uma mudança árdua e diária, no controle de nossas imperfeições.

      Antônio, acredito que nossa meta na Terra é buscarmos ser pessoas melhores. Essa mudança precisa, primeiro, ocorrer dentro de nós mesmos, e, depois, voltarmos para nossos irmãos sem voz, de modo que as grandezas, aos poucos, superem as vilanias. Pois, aceitar as injustiças, onde quer que elas se encontrem, e tomá-las como natural é OMISSÃO. E é isso que tenho feito em JANELAS PARA O MUNDO, já que posso usar aqui a minha voz, ainda que fraca, mas que ecoa em mais de 100 países e em todo o Brasil. Poderá ver que já escrevi sobre vários países. O próximo será a escravidão na China.

      Gostaria que você lesse os comentários abaixo, de pessoas que estiveram na Índia. São comentários bastante enriquecedores.

      Peço-lhe desculpas se de alguma forma fui grosseira ao lhe responder.
      Pessoas como você só enriquecem o debate no blog.
      Gostaria muito de contar com a sua presença aqui.

      Grande abraços,

      Lu

      Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Caledonian

      E o problema é que essa “merda” é responsável pelo número elevado, um dos maiores do mundo, pela porte de bebês, principalmente.

      Abraços,

      Lu

      Responder

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