JORNADA NAS ESTRELAS X TECNOLOGIAS
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Autoria de LuDiasBH
ST1

A franquia norte-americana Jornada nas Estrelas (Star Trek), criada por Gene Roddenberry, estreou na NBC, em 1966, sendo ambientada no século 23. O Capitão James T. Kirk (William Shatner) e sua tripulação tinham a incumbência de levar a nave USS Enterprise, que fazia parte da Federação Unida dos Planetas, numa viagem que tinha a duração de 5 anos, “para audaciosamente ir aonde nenhum homem jamais esteve”.

O mais interessante é que Jornada nas Estrelas simulou o uso de aparelhos e tecnologias que só iriam aparecer muitos anos depois. Nos episódios, já eram “usados” o Tablet PC, o PDA, o Google Glass, os celulares, a impressora 3D, a televisão de tela plana, os disquetes e dispositivos USB, etc. Como a NBC não quisesse mostrar o uso de seringas hipodérmicas na televisão aberta, pelo médico da expedição, foi feito o uso do “hypospray”, que hoje existe como “jet injectors”, que são usados para vacinação ou aplicação de remédios, e que funcionam à base de ar comprimido, sem o uso de agulhas.

Dentre as inovações apresentadas por Jornada nas Estrelas, nenhuma foi mais gratificante para a história da humanidade do que a união multirracial e multicultural mostrada no elenco, onde se encontravam: um piloto japonês, um navegador russo, uma oficial negra de comunicação, um engenheiro escocês e um primeiro oficial e segundo homem no comando da nave, alienígena, e isso só na Ponte de Comando. Para quem vive hoje, pode parecer mais do que comum, mas aqueles tempos eram outros, com o predomínio da Guerra Fria e do racismo. Só para se ter uma ideia, o primeiro beijo inter-racial, planejado, da história da televisão americana, entre Kirk (capitão branco) e Uhura (oficial negra de comunicação), em um dos episódios, foi também muito controverso e arriscado. Cenas como essas só começaram a aparecer na televisão após os anos de 1980.

O pastor protestante e ativista político estadunidense Martin Luther King, e um dos mais importantes líderes do movimento dos direitos civis dos negros norte-americanos, era fã confesso de Jornada nas Estrelas.

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