O HOMEM E A NATUREZA

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Autoria de Augusto J. Pereira

Atha1

O homem se distanciou
de sua mais pura e essência,
ao modificar seus costumes,
deixando o ambiente natural
pra povoar as grandes cidades,
quebrando o elo coa Natureza,
criando para si grandes males.

A cidade moderna é o templo
do artificialismo, do consumismo,
da conveniência e da fugacidade.
Dos alimentos, postos em freezers,
pouco se sabe sobre sua origem,
sua história e  essência. O homem
tornou-se fruto do imediatismo.

Come-se aquilo que nem conhece;
consome-se apenas por ouvir falar.
Diferentes são os receios humanos:
horários, trânsito, dívidas, produção,
competição e ascensão profissional,
fatores criados pelo homem egóico,
e inexistentes na Natureza ímpar.

O homem ergueu um mundo paralelo
com regras, valores e ritmos próprios,
sem nenhum elo algum coa Natureza,
e se descaracterizou como ser natural.
Tornou-se vítima de sua própria cadeia.
Criou para si uma infinidade de males,
ao se distanciar de sua origem animal.

Nota: quadro do pintor Athayde Lopes

Um comentário sobre “O HOMEM E A NATUREZA

  1. Pedro Rui

    Realmente este é o mundo em que nós vivemos e continuamos a fazer dele um mundo maligno,pois o homem destrói tudo que a mãe natureza nos dá. O ser humano é vítima dele próprio. O pior é nós não sabermos quando isto acaba, se é que termina. Acabará? Andamos sempre a cometer erros.
    Você, com palavras simples, trouxe um texto de bastante importante, temos que dar educação aos futuros homens, às crianças.
    Abraços
    Rui Sofia

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