VIDA – ESTAÇÃO DE METRÔ

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Autoria de LuDiasBH

metro 

Persisto e insisto na procura daquilo que sei,
em tempo algum, por outrem ter sido achado.
Incita-me uma obcecada e primitiva arrogância:
conhecer tudo aquilo que jamais foi encontrado.

Se as leis são absolutas, religiosas ou inexatas,
não fazem para minha mente qualquer sentido.
Elas seguem tão infundadas quanto a luz da lua,
que alguns dizem iluminar seu notívago abrigo.

É certo que mal consigo ao mundo me segurar,
logo, compreendê-lo segue além do impossível.
Seria como achar aquilo que jaz bem profundo,
dentro de mim, perdido numa eterna voragem.

Quem sou eu? De onde vim? E para onde vou?
Cantilena vã que atravessa o vão de todas eras.
Mas que importa se tudo que vive possui  fim e,
se a vida não passa de uma estação de metrô?

Passageiros da vida, façam uma boa viagem!

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