INFARTOS x JOGOS DA COPA

Autoria do Dr. Telmo Diniz

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Estamos em plena Copa do Mundo e a adrenalina só tende a crescer. Além de todas as tensões já provocadas, passando pela escalação dos jogadores, os jogos trazem também grandes emoções aos torcedores e ao coração de todos.

Um estudo realizado por pesquisadores da USP analisou dados do sistema único de saúde (SUS) entre os anos de 1998 e 2010 e percebeu um aumento na incidência de infartos em dias de jogos do Brasil. Segundo o levantamento da universidade, entre os Mundiais de 1998, 2002, 2006 e 2010, foram mais de 155 mil internações registradas pelo SUS, sendo que os ataques cardíacos durante os jogos da seleção brasileira aumentaram em 16%.

O trabalho intitulado “Copa do Mundo de Futebol como Desencadeador de Eventos Cardiovasculares” apontou um incremento em mais de 1/4 nos casos de internação por problemas cardiovasculares, em jogos com participação da seleção brasileira.

O jogo é, por si só, um fator de estresse, pois serve de gatilho para o aumento da pressão arterial e da frequência cardíaca. Esses eventos em pessoas saudáveis não acarretam problemas, mas em pessoas com fatores de risco, e sem a acompanhamento médico, podem provocar sérios danos ao coração.

Fatores de risco

Os principais fatores de risco para infartos são os problemas cardíacos já diagnosticados:
• a hipertensão arterial,
• o diabetes,
• o colesterol e/ou triglicerídeos aumentados,
• sedentarismo,
• obesidade ou sobrepeso,
• tabagismo
• e histórico familiar de cardiopatia prévia.

Tudo na vida gera estresse, desde ganhar na loteria (muita alegria) até a perda de parentes queridos (tristeza sem medida). Uma Copa do Mundo, ainda no Brasil, gera grandes estresses. Durante fortes emoções, o organismo libera adrenalina e cortisol, que aumentam a pressão arterial, a frequência cardíaca, e consequentemente o esforço do músculo cardíaco. Uma sequência de eventos cardiovasculares pode desencadear uma isquemia do miocárdio, que em ultima análise significa um “ataque do coração”.

Se você tem problemas cardíacos e fatores de risco citados acima, saiba que alguns pontos são importantes para evitar essa desagradável surpresa, não somente, mas principalmente durante os jogos da Copa:
• Primeiramente tenha certeza que sua pressão arterial esteja estável e controlada.
• Preste atenção à qualidade do seu sono, pois dormir melhor ajuda a diminuir o estresse.
• Não exagere na bebida. Baixas doses podem induzir o relaxamento, porém em doses maiores fazem o contrário, aumentado a tensão arterial e os riscos cardíacos.
• Não fume ou diminua o hábito tabagístico, pois isso reduz em até 40% as chances de ter infartos.
• Evite tomar muito café, pois a cafeína acelera os batimentos cardíacos e aumenta a pressão arterial.

Aproveite o jogo como situação de confraternização e não de angústia. Aceite a derrota (se isso ocorrer). Não dá pra ganhar sempre! Se você tem sérios problemas cardíacos e não consegue se controlar nas emoções, deve rever sua posição de assistir aos jogos. Isso pode ser uma questão de vida ou de morte.

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Watteau – VIAGEM A CITERA

Autoria de Lu Dias Carvalho

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Com uma arte material ele realizou o milagre de representar um tema que só parecia possível evocar com música. (Camille Mauclair)

A composição denominada Viagem a Citera, também conhecida como Peregrinação à Ilha de Citera, ou ainda o Embarque para Cietera é uma obra do pintor francês Jean-Antoine Watteau. É do tipo conhecido como “Fête Galante”, pois retrata uma festa ao ar livre, tendo como personagens membros da sociedade cortesã do século XVIII. Há grande harmonia entre a natureza e as pessoas ali presentes. A obra é tida como uma das mais belas do estilo Rococó que vigorou em todas as artes na primeira metade do século XVIII. Um outro trabalho anterior a esse, com poucas alterações, encontra-se  no Louvre, em Paris, ambos representando uma viagem à ilha de Citara, consagrada a Vênus.

O tema da composição é a visita de um grupo de pessoas apaixonadas ao santuário da deusa Vênus (ou Afrodite), na ilha de Citara. Os casais estão elegantemente vestidos, usando trajes trajes da época. Encontram-se situados entre a estátua da deusa do amor, à direita,  e o barco, à esquerda. A cena é ambientada num final de tarde, com o dourado do sol espalhando-se numa atmosfera arcadiana.

Inúmeros querubins, conhecidos como “putti”, espalham-se por toda a pintura, ocupando as mais diferentes posições, desde o mastro do barco até as costas da estátua de Vênus. Muitos deles esvoaçam pelo céu dourado, quase que imperceptíveis. Estes são os únicos deuses da Antiguidade presentes, pois no estilo Rococó a natureza era o principal tema. Os deuses só eram admitidos, quando vistos como divindades românticas ou brincalhonas.

Na parte esquerda da composição está presente o barco do amor. Está sendo preparado para a viagem de volta ao mundo dos homens. Os “putti” conduzem os casais para o barco, enquanto esses parecem envoltos já numa grande nostalgia em razão da felicidade que vão deixando para trás. É bom saber que alguns estudiosos de arte acham que os casais estão embarcando para Citara, enquanto outros imaginam que estejam voltando. Em razão da estátua da deusa presente no local, penso eu que estejam deixando a ilha.

São cerca de dez os casais presentes na pintura. Há também um pequenino e festivo cãozinho que divide a composição ao meio. Uma mulher na parte central da tela, cujo companheiro, de costas para o observador, enlaça-a pela cintura e conduz-a ao barco, olha tristemente para trás, como se sentisse tristeza, ao deixar aquele ambiente tão prazeroso, como se tivesse consciente de quão efêmero é o amor.

Um cavalheiro ajuda sua companheira a levantar-se da relva, segurando-a pelas duas mãos. Atrás do casal encontra-se outro. O homem está se  ajoelhando aos pés da amada que se encontra ainda sentada e traz nas mãos um leque (objeto que tinha uma linguagem secreta, através da qual os amantes vigiados costumavam se comunicar). Talvez esteja implorar-lhe para acompanhá-lo no retorno.  Um querubim, encostado à mulher, parece lembrá-la de que é preciso partir. Às costas deste casal um homem presenteia sua amada com rosas que são as flores consagradas a Vênus, deusa do amor. Outro casal sentado na relva num plano inferior,  rodeado por três querubins, troca palavras de amor. Outros casais são vistos na parte mais baixa do terreno, caminhando em direção ao barco do amor.

Na parte inferior direita da composição, na base da estátua de Vênus, encontram-se alguns objetos : armas, uma armadura, uma lira, livros, etc., que representam a guerra, as artes e a cultura. Três “putti” sobem pela estátua, enquanto um deles puxa uma guirlanda de louros para colocar em Vênus. Próximos ao barco estão os homens responsáveis por guiá-lo. Eles carregam cajados e usam chapéus de peregrinos.

O pintor usou tinta de cores claras e bem rala. Em algumas partes é possível ver apenas tênues contornos, como nos “putti”, situados na parte superior esquerda da tela, esvoaçando pelo céu ou subindo pela vela do barco. Tudo parece abstrato e irreal como o amor. O céu dourado e as exuberantes árvores parecem o pano de fundo da composição ao final de uma prazerosa e inesquecível tarde.

Apesar de ser tido como a “obra-prima das obras-primas francesas” num livro sobre a arte do século XVIII, esta pintura caiu em desgraça, logo após a Revolução Francesa, por evidenciar o estilo de vida ocioso da velha aristocracia. Fica evidente na composição, a influência exercida por Peter Paul Rubens na obra de Watteau.

Ficha técnica
Ano: 1717
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: não encontrada
Localização: Shloss Charlottenburg, Berlim, Alemanha

Fontes de pesquisa
Artes em detalhes/ Publifolha
Tudo sobre arte/ Editora Sextante
A história da arte/ E.H. Gombrich

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Mestres da Pintura – JEAN-ANTOINE WATTEAU

Autoria de Lu Dias Carvalho

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O pintor e desenhista francês Jean-Antoine Watteau (1684-1721), filho de um artesão, nasceu em Valenciennes, ali recebendo treinamentos com os artistas da cidade. Aos 18 anos de idade foi para Paris, indo trabalhar no ateliê do pintor decorativo Claude Gillot. Três anos depois  foi para o estúdio de Claude Audran III que também era um artista decorador e ornamental. Na capital parisiense Watteau passou por dificuldades, tendo que fazer cópias nas oficinas Notre Dame para sobreviver. O artista recebeu, aos 25 anos de idade, o prêmio de segundo lugar no Prix de Rome. Em Paris foi apresentado ao rico colecionador de arte Pierre Crozat, que tinha dentre as suas inúmeras obras trabalhos de Peter Paul Rubens, Anthony van Dyck e de pintores venezianos.

Em 1719, aos 35 anos de idade, Watteau viu-se acometido pela tuberculose, viajando para Londres para tratamento de saúde. Além da tuberculose, sofria de uma ansiedade crônica. Retornando a Paris no ano seguinte, passou a conviver com Edmé-Françóis Gersaint, o mais famoso marchand do início do século 18 que morreu um ano depois, aos 57 anos de idade. Watteau que era muito doente, morreu aos 37 anos, vitimado pela tísica pulmonar.

Atribui-se a Watteau a criação do chamado “féte galante”, um novo gênero de pintura, uma vez que o seu trabalho “O Embarque para Citera” não se enquadrava em nenhum dos gêneros existentes até então. Em sua pintura ele mostra a elite em seu momento de diversão. Sua obra foi muito importante no sentido de libertar a pintura francesa da ditadura clássica ditada pela arte acadêmica.

A obra de Watteau, embora tida como alegre ou frívola, também traz quadros em que é possível detectar a fragilidade humana diante da fugacidade dos prazeres. É tido como um dos mais importantes mestres da pintura do século XVIII. O pintor foi influenciado por Peter Paul Rubens, David Teniers — o Jovem, Claude Gillot, etc. Artistas que se ispiraram em Watteau: Jean Baptiste Pater, Hean Honoré Fragnonard, Edgar Degas e Pierre Auguste Renoir.

Curiosidade:
• Fête Galant – tipo específico de pintura rococó que dá destaque às festas ao ar livre e a jovens elegantes; diversão dos ricos ociosos ao ar livre.
• Rococó – estilo decorativo surgido na França no reinado de Luís XV.

Fontes de pesquisa
A história da arte/ E.H. Gombrich
Os pintores mais influentes do mundo/ Girassol
Artes em detalhes/ Publifolha

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PORTA ESTANDARTE

Autoria de Lu Dias Carvalho

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No II Festival da TV Excelsior, 1966, as cinco músicas classificadas na final foram:

1º – Porta Estandarte (Geraldo Vandré e Fernando Lona)
2º – Inaê (Vera Brasil e Macene Costa)
3º – Chora Céu (Adilson Godoy e Luiz Roberto)
4º – Cidade Vazia (Baden Powell e Lula Freire)
5º – Boa Palavra (Caetano Veloso)

O primeiro lugar dado à canção Porta Estandarte não trouxe nenhuma contestação, pois era realmente a mais bela das inscritas. Foi defendida pela voz exuberante da excepcional Tuca (Vanelisa Zagnida Silva) e do catarinense Airton Moreira Melo. Tuca veio a falecer aos 33 anos de idade. Airton foi para os Estados Unidos onde, convidado por Miles Davis, tornou-se um grande músico, responsável por abrir espaço para a percussão brasileira internacionalmente, ganhando inúmeros prêmios.

O paraibano Geraldo Vandré, cujo nome verdadeiro era Geraldo Pedrosa de Araújo Dias, sendo Vandré uma homenagem ao pai José Vandregísilo, embora fizesse parceria com alguns compositores, era mais conhecido no meio artístico como cantor. Compôs Porta Estandarte com seu amigo baiano Fernando Lona, quando ambos passavam férias em Penápolis, São Paulo. Fernando morreu aos 40 anos em um acidente na BR 116.

Geraldo Vandré sempre havia sonhado em fazer canções voltadas para os valores culturais do povo brasileiro, englobando suas necessidades e anseios. Portanto, a sua vitória no festival proporcionou-lhe a realização desse sonho. Foi um dos grandes nomes do período dos festivais e se transformou em um dos mitos da MPB.

Anteriormente Vandré havia defendido Sonho de um Carnaval, de Chico Buarque e no ano seguinte foi o vencedor com Porta Estandarte, ao lado de Fernando Lona.

Porta Estandarte não foi gravada com Tuca e Airton Moreira, mas com Vandré e Tuca. Diversos cantores gravaram a canção, como Dalva de Oliveira, Helena de Lima e Zizi Possi. Abaixo, a letra e a canção. Arrepiante!

Porta Estandarte
Autores: Geraldo Vandré e Fernando Lona
Intérprete: Tuca e Vandré

Olha que a vida tão linda se perde em tristezas assim
Desce o teu rancho cantando essa tua esperança sem fim
Deixa que a tua certeza se faça do povo a canção
Pra que teu povo cantando teu canto ele não seja em vão
Eu vou levando a minha vida enfim
Cantando e canto sim
E não cantava se não fosse assim
Levando pra quem me ouvir
Certezas e esperanças pra trocar
Por dores e tristezas que bem sei
Um dia ainda vão findar
Um dia que vem vindo
E que eu vivo pra cantar
Na Avenida girando, estandarte na mão pra anunciar.

https://www.youtube.com/watch?v=CSaXxblfQ5k/

Fontes de pesquisa
A era dos festivais/ Zuza Homem de Mello
Uma noite em 67/ Renato Terra e Ricardo Calil
Chico Buarque/ Wagner Homem

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Constable – VISTA DA CATEDRAL DE SALISBURY

Autoria de Lu Dias Carvalho

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A minha catedral tem uma ótima aparência (Constable)

A composição Catedral de Salibury, vista do Jardim do Bispado, foi realizada a pedido do bispo anglicano de Salisbury, amigo do pintor, que assinalou a perspectiva e o enquadramento da cena que queria pintada.

A cena retratada acontece no meio rural. Na parte esquerda da tela, em primeiro plano, o pintor retratou o bispo e sua esposa, próximos a uma cancela aberta, como se estivessem admirando a catedral, para a qual aponta o religioso com a sua bengala. Um pouco mais à frente, um casal observa a natureza.

A catedral de estilo gótico, com paredes de pedra e uma enorme torre, está sendo banhada pela luz do sol. Duas grandes árvores em forma de arco enquadram-na. Abaixo delas corre um riacho de águas límpidas, onde duas vacas bebem água, enquanto outras quatro pastam próximo. O céu azul está coberto de nuvens brancas, e algumas escuras começam a aparecer.

Segundo Constable, esta foi uma das paisagens mais difíceis pintadas por ele. A obra demonstra a harmonia entre as influências naturais e as humanas. A enorme torre, que se ergue majestosa, apontando para o céu, sugere que tal harmonia é uma bênção de Deus.

Obs.: Há uma versão anterior e homônima (1821 – 1822) dessa pintura no Museu de Arte de São Paulo, em São Paulo. Dizem que Fisher, vendo suas cores sombrias e graves, não gostou e pediu por uma pintura mais leve e feliz.

Ficha técnica:
Ano: 1857
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 87,6 x 111,8 cm
Localização: Victoria Albert Museum, Londres, Grã-Bretanha

Fonte de pesquisa
Romantismo/ Editora Taschen
1000 obras-primas da pintura europeia/ Editora Könemann

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EVITANDO A OSTEOPOROSE

Autoria do Dr. Telmo Diniz

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Uma em cada três mulheres acima de 50 anos terá osteoporose, segundo a Fundação Internacional da Osteoporose. Entre os homens, o índice é de um em cada cinco. A doença deverá crescer 32% até 2050 no país. Portanto, é de suma importância que o governo faça campanhas conscientizando a população sobre a prevenção do problema.

As mulheres são mais acometidas pela doença do que homens, principalmente porque, depois da menopausa, o hormônio feminino estrogênio, importante para a fixação do cálcio no osso, sofre uma queda abrupta. Sem essa proteção, a perda de massa óssea se acelera e, quando atinge 25% do esqueleto, a osteoporose se instala. No caso do sexo masculino, a baixa da testosterona, também importante para a fixação do cálcio, é gradativa e afeta de maneira mais branda a saúde óssea dos homens.

A fratura do fêmur é a complicação mais ameaçadora da enfermidade. De 40% a 50% dos pacientes que sofrem essa fratura morrem até um ano depois do acidente por causa das complicações decorrentes da falta de mobilidade, como pneumonia, trombose e escaras. Portanto, algumas medidas são importantes para manutenção da saúde dos ossos.

Fazer atividades físicas de impacto, como a caminhada e/ou corrida, são essenciais para a saúde óssea. Por meio da força gravitacional, essa modalidade de exercício causa um atrito entre o músculo e o osso que transmite ao esqueleto a mensagem de que ele precisa aumentar a própria massa para resistir ao impacto. Para se ter uma ideia, os astronautas não podem ficar muito tempo em gravidade zero, pois um dos grandes problemas é a instalação da doença. Como ter ossos fortes:

• Tomar sol antes das 10h e após as 16h. A vitamina D convertida neste processo é importante para a absorção do cálcio pelo organismo e, assim, para a manutenção da massa óssea.
• Consumir alimentos ricos em cálcio, pois é o principal mineral do osso, responsável pelo crescimento, rigidez e estabilidade da massa óssea.
• Parar de fumar. O tabagismo prejudica a massa óssea diretamente. O cigarro pode enfraquecer os osteoblastos (células responsáveis pela formação óssea).
• Fazer a densitometria óssea, que é o exame que determina a densidade do osso (e avalia se o tecido está poroso e frágil). Ela é utilizada para o diagnóstico de osteoporose e controle da doença. A recomendação é que mulheres acima de 65 anos e homens com mais de 70 anos façam anualmente o exame. É comum a pessoa descobrir que tem osteoporose somente depois de sofrer uma fratura (daí a importância deste exame).

E, por fim, pessoas muito magras, com índice de massa corpórea abaixo do considerado saudável, têm ossos mais frágeis e, por isso, são mais predispostas à osteoporose.
São medidas simples que podem fazer grande diferença na qualidade de vida das pessoas, principalmente quando o tema é a prevenção de fraturas.

Nota: imagem copiada de www.sambemat.com.br

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