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Textos sobre variados tipos de arte

AS 50 PINTURAS MAIS FAMOSAS DO MUNDO EM DETALHES

Autoria de Lu Dias Carvalho

PINTURAS

   Segundo pesquisas do blog MultArte, as composições abaixo encontram-se entre as 50 pinturas mais famosas do mundo. Elas se encontram analisadas aqui no Vírus da Arte & Cia. Para maior conhecimento sobre a obra, basta que clique no link com o nome da obra.  Contudo, é bom que o leitor saiba que não significa que sejam essas as mais belas, pois, como diz o ditado popular, beleza não se discute. O critério usado para a pesquisa foi o da celebridade das obras em questão, muitas delas vendidas por preços inimagináveis. Vejamos:

1- Obra: Mona Lisa
Autor: Leonardo da Vinci

2- Obra: Mulher III
Autor: Willem de Kooning

3- Obra: Retrato do Artista sem Barba
Autor: Vincent van Gogh

4- Obra: A Batalha de Alexandre em Isso
Autor: Albrecht Altdorfer

5- Obra: A Arte da Pintura
Autor: Jan Vermeer

6- Obra: Persistência da Memória
Autor: Salvador Dalí

7- Obra: A Primavera
Autor: Sandro Botticelli

8- Obra: As Meninas
Autor: Diego Velázquez

9- Obra: A Última Ceia
Autor: Leonardo da Vinci

10- Obra: Baile no Moinho da Galette
Autor: Pierre-Auguste Renoi

11- Obra: Bethoven Freze
Autor: Gustav Klimt

12- Obra: A Festa de Baltazar
Autor: Rembrandt

13- Obra: Dora Maar com Gato
Autor: Pablo Picasso

14- Obra: O Sabá das Bruxas
Autor: Francisco de Goya

15- Obra: Eu e a Minha Aldeia
Autor: Marc Chagall

16- Obra: Expulsão dos Anjos Caídos
Autor: Peter Paul Rubens

17- Obra: Rapaz com Cachimbo
Autor: Pablo Picasso

18- Obra: Guernica
Autor: Pablo Picasso

19- Obra: Judith I
Autor: Gustav Klimt

20- Obra: Paisagem com a Queda de Ícaro
Autor: Pieter Bruegel, o Velho

21- Obra: As Fiandeiras
Autor: Diego Velázquez

22- Obra: Lição de Anatomia do Dr. Tulp
Autor: Rembrandt

23- Obra: O Almoço dos Remadores
Autor: Pierre-Auguste Renoir

24- Obra: O Casamento da Virgem
Autor: Rafael Sanzio

25- Obra: Metamorfose de Narciso
Autor: Salvador Dalí

26- Obra: O Nascimento de Vênus
Autor: Sandro Botticelli

27- Obra: Nº 5, 1948
Autor: Jackson Pollock

28- Obra: Noite Estrelada
Autor: Vincent van Gogh

29- Obra: Mulher Nua no Divã
Autor: Amadeo Modigliani

30- Obra: O Beijo
Autor: Gustav Klimt

31- Obra: O Grito
Autor: Edvard Munch

32- Obra: Canto do Jardim de Montgeron
Autor: Claude Monet

33- Obra: Olímpia
Autor: Edouard Manet

34- Obra: Os Comedores de Batata
Autor: Vincent van Gogh

35- Obra: Os Embaixadores
Autor: Hans Holbein, O Jovem

36- Obra: Rapaz Mordido por um Lagarto
Autor: Caravaggio

37- Obra: Retrato de Adele Bloch Bauer I
Autor: Gustav Klimt

38- Obra: Retrato de Adele Bloch Bauer II
Autor: Gustav Klimt

39- Obra: Construções Moles com Feijões Cozidos
Autor: Salvador Dalí

40- Obra: Tarde de Domingo na Ilha de Jatte
Autor: Georges-Pierre Seurat

41- Obra: O Astrônomo
Autor: Jan Vermeer

42- Obra: A Cigana Adormecida
Autor: Henri Rousseau

43- Obra: Transfiguração
Autor: Rafael Sanzio

44- Obra: Três Estudos de Lucien Freud
Autor: Francis Bacon

45- Obra: O Triunfo da Morte
Autor: Pieter Bruegel, o Velho

46- Obra: O Desespero
Autor: Gustave Courbet

47- Obra: Mulher com Sombrinha
Autor: Claude Monet

48- Obra: Quando você se Casará?
Autor: Paul Gauguin

49- Obra: Moça com Brinco de Pérola
Autor: Jan Vermeer

50- Obra: Terraço do Café à Noite
Autor: Vincent van Gogh

Fonte de pesquisa:
http://www.multarte.com.br/as-50-pinturas-mais-famosas-do-mundo/

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Sérgio Ramos – A CRAVIOLA

Autoria de Alfredo Domingos

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Gosto do desenho, de contar uma história, de criar algo positivo por meio da pintura. (Sergio Ramos)

No bordejo por outras cidades de Minas Gerais, após regozijo em Belo Horizonte, fui bater com os costados em Tiradentes. A cidade é encantadora! Cheira a história, a boa conspiração, a liberdade e a terra. O ar é ferrífero! Trata-se de um permanente entorpecer por parte da natureza. Ela não nos dá sossego. Que bom!

Um aspecto de destaque é a arte. Há ambiente e inspiração para qualquer coisa e mais um pouco. Foquemos, por oportuno, nas artes plásticas. Dessa maneira, no ir e vir e no sobe e desce das ruas, cheguei ao atelier do artista e arquiteto brasileiro Sérgio Ramos, na Rua Padre Toledo, fácil de encontrar, em pleno centro histórico de Tiradentes. O local é encantador, a começar pela excelente hospitalidade em uma agradabilíssima casa antiga, mas não velha. O artista pessoalmente oferece cafezinho e apresenta a família. Residência e atelier se confundem. O espaço é único. A fazer toda a diferença, está uma enorme janela envidraçada, que nos oferece a pujança da montanha que cerca a cidade. A vista é “deslumbrante”, como costuma dizer Tia Zózima, de mãos nas cadeiras.

Resumindo a arte de Sérgio Ramos, ele introduz em suas obras inúmeros elementos, sem dó nem piedade, como verificamos no quadro acima, A Craviola. Encontramos, claro, ao centro, uma vistosa craviola, rodeada por peixes, casas, pássaros, galhos de planta, bandeirinhas e um possante gramofone, este dos tempos da vovó. A multiplicidade de cores é espantosa e, ao mesmo tempo, perfeitamente harmônica, sem choques de gosto. Imaginemos a música invadindo o resto do mundo! Por outro lado, as formas dão show de bola, curvas e retas brincam, num ótimo entrosamento, desafiando a boa percepção, porém, oferecendo chance ao entendimento. Mas ao final da observação, o espírito fica sossegado e maravilhado! Não é que a mistura dá certo?!

A obra em pauta, vamos e venhamos, inibe qualquer ambiente, domina o cenário. Se colocada, de imediato domina o pedaço. Beleza põe mesa e parede, sim, senhor! Finalmente, devo registrar que Sergio Ramos carrega no currículo cerca de cinquenta exposições, com mais de vinte e três anos de atividade artística, tendo como mote a sua seguinte expressão: “Gosto do desenho, de contar uma história, de criar algo positivo por meio da pintura”.

Ficha técnica
Ano: 2012
Técnica: tinta acrílica sobre tela
Dimensões: 120 x 80 cm
Localização: acervo do artista

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Juan Rizi – A ÚLTIMA MISSA DE S. BENEDITO

Autoria de LuDias Carvalho

O pintor espanhol Frei Juan Andrés Ricci, também conhecido como Frey Juan Rizi (1600- 1682) era filho do pintor italiano Antonio Ricci de Ancona que se mudou para a Espanha juntamente com Zuccaro, no ano de 1585, e irmão de Francisco Rizi. Seu pai foi provavelmente seu primeiro professor. Rizi, pintor do período do Barroco, destaca-se entre os pintores mais conservadores e comoventes da Idade do Ouro espanhola no que diz respeito às suas obras religiosas, tidas como excepcionais. Sofreu influência dos trabalhos de Carducho. Grande devoto da Virgem Maria, o pintor, aos 17 anos de idade, escreveu um livro sobre ela, o que o levou a ingressar no mosteiro beneditino de Montserrat, onde foi professor. Em Madri ele trabalhou como mestre de desenho do príncipe Baltasar Carlos. Escreveu um tratado sobre a arquitetura e a geometria da pintura, intitulado “Pintura Sábia”. Veio a morar na Itália, onde faleceu.

A composição intitulada A Última Missa de São Benedito e também A missa de São Benedito é obra do artista, executada sob a encomenda do mosteiro de San Martín em Madri/Espanha. A pintura, carregada de grande solenidade sacra, é dotada de um vocabulário formal simples, sendo que as figuras fazem uso de uma vestimenta pesada. Encontram-se presentes na cena três figuras humanas:

  • São Benedito – o celebrante
  • um fransciscano que segura o suntuoso manto do santo e
  • um coroinha de costas para o observador, responsável por ajudar o santo na celebração. 

A composição retrata o momento em que São Benedito levanta a hóstia que representa o Corpo de Cristo. À esquerda, junto ao altar, uma pequena mesa, forrada com uma toalha branca de franjas, traz sobre si os objetos sacros que são usados durante o ofício e que compõem uma maravilhosa natureza-morta.   

Ficha técnica
Ano: 1650/60
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 281 x 212 cm
Localização: Real Academia de San Fernando, Madri, Espanha

Fontes de pesquisa
Pintura na Espanha/ Cosac e Naify Edições

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Roelas – ADORAÇÃO DO NOME DE JESUS

Autoria de LuDiasBH

O pintor espanhol Juan Roelas (1560-1625) foi um dos responsáveis por ter revigorado a prática da pintura sevilhana. Nada se sabe sobre grande parte de sua vida. Dados sobre ele somente aparecem em 1597, quando assinou e datou uma gravura da “Elevação da Cruz”. Foi responsável por inúmeras encomendas para a catedral e para igrejas, vindo a tornar-se uma destacada figura em Sevilha/Espanha. Foi para Madri com o objetivo de candidatar-se a uma vaga de pintor real na corte. Embora não tenha conseguido tal cargo, permaneceu na capital espanhola por cerca de quatro anos. Foi responsável pela criação de retábulos monumentais, abundantes em figuras e em ações.

A gigantesca composição religiosa intitulada Adoração do Nome de Jesus é uma obra do artista. Trata-se da tela central do retábulo do altar-mor da igreja jesuíta da cidade de Sevilha. A pintura está dividida em duas zonas: a celestial e a terrena – estrutura muito comum em toda a Europa católica e especialmente em Sevilha. O artista trabalhou de modo que a fusão entre estas duas partes fluísse delicadamente.

Na zona terrena a Sagrada Família ocupa o centro da tela. Outras quatro figuras masculinas ali se encontram presentes. As figuras humanas apresentam formas arredondas e mostram leveza e graça em seus gestos, sendo destacadas pelo fundo escuro. Possuem expressões vivas e variadas. O artista usou um controlado jogo de luz e sombra para enfatizar o efeito dramático.

A zona celestial que desce até o canto direito da tela – como se ali estivesse uma janela – está tomada por inúmeros anjos. O cristograma IHS – Jesus Salvador dos Homens – ocupa o centro superior da tela, sobre um fundo dourado. A cabecinha de inúmeros anjos alados surge por entre seus raios. Os anjos mais velhos – todos vestidos – tocam instrumentos musicais ou estão a indicar o cristograma, enquanto os pequeninos, nus, cargam buquês de flores.  As duas figuras abaixo também trazem impressas no peito o mesmo monograma – IHS.

A presença de uma mesa com toalha vermelha na cena e sobre ela uma bacia, tendo ao lado um homem – provavelmente um rabino – com uma toalha branca suja de sangue e uma faca nas mãos, leva-nos a crer que o Menino tenha sido circuncidado. Dois anjos, à direita, também parecem portar toalhas.

Ficha técnica
Ano: 1604/1605
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 534 x 335 cm
Localização: Capela da Universidade de Sevilha, Espanha

Fontes de pesquisa
Pintura na Espanha/ Cosac e Naify Edições

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MAINO – ADORAÇÃO DOS PASTORES

Autoria de Lu Dias Carvalho

Maino é um dos mais eminentes pintores de sua época, como pode ser visto em suas obras para a dita casa [San Pedro Mártir], particularmente o altar-mor daquela igreja com as quatro telas das quatro pêsames [quatro festas], nas quais existem excelentes nus e outras coisas pintadas em majestoso tamanho natural. (Antonio Palomino)

O artista mexicano Juan Bautista Maino (1580-1649) era filho de um italiano com uma portuguesa. É tido como o mais importante seguidor de Caravaggio na Espanha, uma vez que a maior parte de seu trabalho religioso diz respeito ao naturalismo tenebrista do pintor italiano que ele conheceu quando estava em Roma. Tornou-se discípulo de Annibale Carracci e amigo de Guido Reni por ocasião de sua permanência na Itália. Ao mudar-se para Toldedo/Espanha foi contratado pelos dominicanos do mosteiro Pedro Mártir para pintar o retábulo “Quatro Festas” do altar-mor da igreja e os afrescos do interior do portal de entrada, debaixo do coro.  Também era admirado como retratista e por sua habilidade em miniaturas de efígies.

A composição religiosa intitulada Adoração dos Pastores é uma das quatro pinturas – episódios mais importantes da vida de Jesus – que fazem parte do retábulo e também a obra mais famosa do artista. As demais são: “A Adoração dos Magos”, “A Ressurreição” e “Pentecostes”, acrescidas de quatro pequenas paisagens com santos e retratos de meio corpo de Santa Catarina de Siena e de São Domingos (muitos críticos julgam que esse último seja um autorretrato do artista).

A obra em destaque mostra o quanto Maino (ou Maíno ou Mayno) era fiel à arte de Caravaggio. Seu trabalho está próximo do que hoje é chamado de “super-realismo” em razão do cuidado que teve com a textura, forma e volume dos objetos. Embora fria, a iluminação é brilhante, bem ao estilo de Caravaggio e do barroco italiano. Alguns aspectos da pintura também mostram a influência de El Greco.

O artista, em sua complexa e bem estudada composição, retrata o momento em que três pastores (retratando as três fases da vida do homem: infância, meia-idade e velhice) visitam o Menino para adorá-lo, juntamente com um trio de anjos que observa a cena de cima, em meio a nuvens cinzentas, denotando respeito e adoração. Um deles aponta para a Criança, enquanto o mais novo deles sorri. A cena acontece num velho prédio em ruínas, durante o crepúsculo vespertino, conforme mostra a luz da noite. vista ao fundo através da parte aberta do local.

A composição marcadamente vertical foi criada em três níveis. O Menino rechonchudo, ao meio, parece unir o mundo terreno ao divino. Ele se encontra sobre um lençol branco que cobre as hastes de milho e grama colocadas sobre o bloco de pedra para torná-lo macio. A Virgem Mãe – ainda muito jovem – ocupa o centro da tela. Ela traz as mãos em postura de enlevo e oração, diante do Filho. Ao seu lado, ajoelhado, está São José – também muito novo – com seu bastão. Ele se posta diante do pequeno Jesus, toma-lhe o braço direito e beija seu pulso em sinal de carinho, proteção e reverência – fusão de amor paternal e de revelação espiritual.

O pastor mais velho, ajoelhado, observa o Menino. Traz a mão direita no peito em sinal de devoção e respeito, enquanto a esquerda segura o chifre de um caprino. O pastor jovenzinho, sentado no chão, toca uma flauta. O pastor de meia-idade – mais próximo do observador – está de cabeça baixa, de costas para a Criança, segurando os pés do carneirinho que levara como oferta juntamente com a cesta de ovos. Sua postura de tristeza é uma referência aos presságios da Paixão pela qual passaria o Menino, como enfatiza a presença do cordeiro com as pernas atadas – uma imagem de Agnus Dei.

As cabeças do boi e do jumento – pintadas com extremo realismo – aparecem atrás de São José. Chama a atenção a beleza do arreio do jumento, o que mostra o quanto Maino preocupava-se com os detalhes. O hálito fumegante do boi – sugerindo calor e proteção proporcionada pela presença do animal – é outra maravilha da pintura.  Um cãozinho dorme em primeiro plano, junto às pernas do pastor. Lá fora se vê uma paisagem escura.

Ficha técnica
Ano: 1612/1613
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 315 x 174 cm
Localização: Museu do Prado, Madri, Espanha

Fontes de pesquisa
Pintura na Espanha/ Cosac e Naify Edições
https://es.wikipedia.org/wiki/Juan_Bautista_Maíno
https://www.museodelprado.es/en/the-collection/art-work/the-adoration-of-the-shepherds/103e1807-2917-4906-87ce-71a3a027f37e

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Juan Rizi – VISÃO DE SANTA ÁUREA

Autoria de Lu Dias Carvalho

                          O pintor espanhol Frei Juan Andrés Ricci, também conhecido como Frey Juan Rizi (1600- 1682) era filho do pintor italiano Antonio Ricci de Ancona que se mudou para a Espanha juntamente com Zuccaro em 1585 e irmão de Francisco Rizi. Seu pai foi provavelmente seu primeiro professor. Rizi, pintor do período do Barroco, destaca-se entre os pintores mais conservadores e comoventes da Idade do Ouro espanhola no que diz respeito às suas obras religiosas, tidas como excepcionais. Sofreu influência dos trabalhos de Carducho. Grande devoto da Virgem Maria, o pintor, aos 17 anos de idade, escreveu um livro sobre ela, o que o levou a ingressar no mosteiro beneditino de Montserrat, onde foi professor. Em Madri ele trabalhou como mestre de desenho do príncipe Baltasar Carlos. Escreveu um tratado sobre a arquitetura e a geometria da pintura, intitulado “Pintura Sábia”. Veio a morar na Itália, onde faleceu.

A composição intitulada Visão de Santa Áurea é obra do artista. Trata-se de uma pintura dotada de um vocabulário formal simples – peculiar ao pintor – em que as figuras fazem uso de uma vestimenta pesada e são colocadas num espaço sem profundidade, iluminadas por intensos raios de luz. A aparência mística de Maria é retratada através de seu encontro físico com a freira Santa Áurea.

A santa encontra-se em sua cela, quando essa é milagrosamente ocupada por bancos de nuvens. Em meio a elas aparecem anjos e putti. Santa Áurea, ocupando o primeiro plano, ajoelha-se e inclina em direção à Virgem que lhe estende a mão que é beijada pela santa. O contorno de suas costas une-se ao lado esquerdo da Virgem Maria, tornando a união ainda mais completa.

Ficha técnica
Ano: c. 1653
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: x
Localização: San Millán de la Cogolla, Madri, Espanha

Fontes de pesquisa
Pintura na Espanha/ Cosac e Naify Edições

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