Valdés Leal – LIBERTAÇÃO DE SÃO PEDRO
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Autoria de LuDiasBH

Esta é uma das pinturas mais ardentes e dinâmicas de Valdés Leal, destacando-se, acima de tudo, a figura do anjo, que é uma das melhores realizações da sua produção. (Enrique Valdivieso)

O pintor e gravador barroco espanhol Juan de Valdés Leal (1622 – 1690) era filho de um ourives português e de uma sevilhana. Não existem informações sobre sua formação. Presume-se que tenha sido aluno de Antonio del Castillo Saavedra em Córdoba. Possuía uma oficina em sua casa, ali realizando seus primeiros trabalhos. Com o surgimento da epidemia de cólera em 1649, o artista mudou-se com sua família para Sevilha, onde angariou uma boa clientela, mas ainda assim sua precária economia acompanhou-o pelo resto da vida. Juan de Valdés Leal possuía um estilo barroco tendendo para o tenebroso. Em seu estilo dramático, ele valorizava mais a expressão do que a beleza. Sua arte possuía um desenho forte, uma cor brilhante, uma sensação de movimento e uma iluminação dramática. O artista é tido, ao lado de Murillo, como um dos mais renomados representantes da pintura barroca na Espanha.

A composição religiosa intitulada Libertação de São Pedro é uma obra do artista em que predomina a teatralidade vista em outras pinturas suas da década de 1650. A cena mostra o apóstolo Pedro preso em sua cela, acompanhado de um guarda — sentado a sua frente — e um segundo de pé — atrás dele —, quando recebe a visita de um anjo. O santo faz um gesto piedoso de súplica em direção ao ser divinal. Sua face iluminada pela claridade angelical traz uma mistura de temor e tremor, corroborada com a mão alongada na mesma direção indicada pela mão direita do anjo.

A entrada do ser resplandecente na cela da prisão, com suas grandes asas totalmente abertas e túnica tremulante, caminhando com passos largos, cria um grande impacto na composição. A luminosidade do anjo que ilumina São Pedro contrasta com a escuridão do lugar, sendo os guardas da prisão engolidos pela sombra.

Ficha técnica
Ano: 1656
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 188 x 221 cm
Localização: Catedral, Sevilha, Espanha

Fontes de pesquisa
Pintura na Espanha/ Cosac e Naify Edições
http://www.loyolaandnews.es/la-liberacion-de-san-pedro/

Teste – LÍNGUA PORTUGUESA (ENEM)
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Autoria de LuDiasBH

A língua é a criação, mas também o fundamento da linguagem — que não poderia funcionar sem ela —; é, simultaneamente, o instrumento e o resultado da atividade de comunicação. Por outro lado, a linguagem não pode existir, manifestar-se, desenvolver-se a não ser pelo aprendizado e pela utilização de uma língua qualquer. (Tatiana Slama-Casacu)

  1. Trata-se da faculdade que as pessoas possuem de se comunicarem umas com as outras, exprimindo seus conceitos, ideias e sentimentos, sendo que qualquer conjunto de signos ou sinais é considerado um meio de comunicação.

    1. Linguagem
    2. Língua
    3. Linguística
    4. Fonema

  2. Trata-se de um código verbal específico, ou seja, de um conjunto dos elementos que constituem a linguagem falada ou escrita peculiar a uma coletividade.

    1. Discurso
    2. Sintaxe
    3. Linguagem
    4. Língua

  3. Diz respeito à língua no ato da comunicação que pode ser oral ou escrita, levando em conta a execução individual de cada pessoa, devendo a exposição ser ordenada para que se entenda o sentido do assunto exposto.

    1. Língua
    2. Linguagem
    3. Discurso
    4. Gramática

  4. No que diz respeito à linguagem, trata-se da maneira particular e pessoal de um indivíduo se expressar, ou seja, do modo pelo qual ele usa os recursos da língua para expressar, verbalmente ou por escrito, pensamentos e sentimentos.

    1. Discurso
    2. Gramática
    3. Linguagem
    4. Estilo

  5. Trata-se do ramo da linguística que estuda a língua como fenômeno social e cultural.

    1. Sociolinguística
    2. Linguística
    3. Estatística
    4. Analítica

  6. Modo de falar restrito e próprio de uma comunidade linguística menor, pertencente a outra maior, inserida numa mesma língua, como as variações da língua portuguesa faladas no Brasil.

    1. Estilo
    2. Discurso
    3. Dialeto
    4. Linguística

  7. A língua portuguesa originou-se do ————-, hoje língua morta, que por sua vez entronca-se na grande família das línguas indo-europeias.

    1. latim
    2. espanhol
    3. francês
    4. inglês

  8. As chamadas línguas românicas, também conhecidas como línguas neolatinas ou línguas latinas são idiomas que integram o vasto conjunto das línguas indo-europeias que se originaram da evolução do latim, principalmente do latim vulgar, falado pelas classes mais populares. São elas:

    1. espanhol, francês, português, romeno e inglês;
    2. francês, espanhol, holandês, português e romeno;
    3. romeno, espanhol, português, italiano e francês;
    4. português, espanhol, italiano, francês e norueguês.

  9. A língua portuguesa é a segunda língua neolatina mais falada em todo o mundo, enquanto o espanhol ocupa o primeiro lugar. O português é a língua oficial dos seguintes países:

    1. Brasil, Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Nigéria;
    2. Brasil, Portugal, Argentina, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor Leste;
    3. Brasil, Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, México, São Tomé e Príncipe, Timor Leste;
    4. Brasil, Portugal, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe, Timor Leste.

  10. A ———– tem como principal função regular a linguagem e estabelecer padrões de escrita e fala para os falantes de uma língua. Graças a ela, a língua pode ser analisada e preservada, apresentando unidades e estruturas que permitem seu bom uso.

    1. gramática
    2. linguística
    3. síntese
    4. ortografia


Gabarito

1a / 2d/ 3c/ 4d/ 5a/ 6c/ 7a/ 8c/ 9d/ 10d

Valdés Leal – SÃO JOÃO EVANGELISTA E AS…
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Autoria de LuDiasBH

Esta é uma das pinturas mais ardentes e dinâmicas de Valdés Leal, destacando-se, acima de tudo, a figura do anjo que é uma das melhores realizações da sua produção. (Enrique Valdivieso)

O pintor e gravador barroco espanhol Juan de Valdés Leal (1622 – 1690) era filho de um ourives português e de uma sevilhana. Não existem informações sobre sua formação. Presume-se que tenha sido aluno de Antonio del Castillo Saavedra em Córdoba. Possuía uma oficina em sua casa, ali realizando seus primeiros trabalhos. Com o surgimento da epidemia de cólera em 1649, o artista mudou-se com sua família para Sevilha. Juan de Valdés Leal possuía um estilo barroco tendendo para o tenebroso em que  valorizava mais a expressão do que a beleza. Sua arte possuía um desenho forte, uma cor brilhante, uma sensação de movimento e uma iluminação dramática.

A composição barroca intitulada São João Evangelista e as Marias a Caminho do Calvário — também conhecida como A Virgem com São João Evangelista e as Três Marias a Caminho do Calvário — é uma obra do artista espanhol.  A pintura é inspirada num texto do Evangelho e retrata uma passagem da história da Paixão de Cristo. Este é um de seus trabalhos mais emocionantes.

A cena acontece à margem da subida de Cristo ao monte Calvário. Ao tomarem conhecimento do destino do Salvador, as santas mulheres — dentre elas se encontra Maria, a mãe de Jesus — correm para o local da crucificação. Elas estão sendo guiadas por São João Evangelista que, à frente do grupo, aponta a direção, enquanto segura a mão da Virgem Maria. Enquanto o santo demonstra uma atitude mais enérgica, as mulheres mostram-se mais contidas, como se aceitassem o que está por vir. O pintor reflete, com grande intensidade, o sentimento de tristeza coletiva.

Em sua obra Valdés Leal representa com muita sensibilidade o medo, a ansiedade e o pesar de que é tomado o grupo, já prevendo o desenrolar dos cruéis acontecimentos. Ao envolver as figuras com luzes tempestuosas, ele reforça o presságio, dotando a cena de  mais emoção. É também brilhante a maneira pela qual o artista consegue passar para o observador a sensação de movimento, principalmente através do gesto largo do santo, aumentando ainda mais a dramaticidade da cena.

Ficha técnica
Ano: 1657/68
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 144 x 204 cm
Localização: Museu de Belas Arts, Sevilha, Espanha

Fontes de pesquisa
Pintura na Espanha/ Cosac e Naify Edições
https://www.artehistoria.com/es/obra/virgen-con-san-juan-evangelista-y-las-tres-marías

Mestres da Pintura – JUAN VALDÉS LEAL
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Autoria de LuDiasBH

O pintor e gravador barroco espanhol Juan de Valdés Leal (1622 – 1690) era filho do ourives português Fernando de Nisa e da sevilhana Antonia de Valdés Leal. Não existem informações sobre sua formação artística. Presume-se que tenha sido aluno de Antonio del Castillo Saavedra em Córdoba, onde se casou com Isabel Martínez de Morales, supostamente uma pintora de óleo, pertencente a uma ilustre família do lugar. Possuía uma oficina em sua casa, ali realizando seus primeiros trabalhos. Com o surgimento da epidemia de cólera em 1649, o artista deixou Córdoba, mudando-se com sua família para Sevilha onde angariou uma boa clientela, ainda assim, sua precária economia acompanhou-o pelo resto da vida.

Em 1654 ele foi encontrado novamente em Córdoba, onde em 26 de dezembro nomeou sua primeira filha Luisa Rafaela, a quem educou em pintura e gravura. Sua segunda filha, Eugenia María, nasceu em Sevilha. Pelo recenseamento de 1665 é também conhecido o nome de um oficial, Manuel de Toledo, de dezoito anos, residente com o artista. Seu filho Lucas nasceu em 1661, ano em que foi novamente nomeado examinador da guilda dos pintores e ao mesmo tempo ocupou o cargo de administrador da Irmandade de São Lucas. Juan de Valdés Leal foi eleito presidente da Academia por quatro anos.

O seu primeiro trabalho documentado em Sevilha foi em 1652. Refere-se a um grupo de pinturas feitas para o convento de Santa Clara em Carmona, entre as quais se destaca o “Retiro dos Sarracenos”. Também esteve em Madri, mas optou por ficar permanentemente em Sevilha. Fez uma série de seis obras para o mosteiro de San Jerônimo sobre a vida do santo, entre as quais estão “As tentações de São Jerônimo” e “A Flagelação de São Jerônimo” em que deixa patente a plenitude de seu estilo pessoal.

O artista possuía um estilo barroco tendendo para o tenebroso. Em seu estilo dramático, ele valorizava mais a expressão do que a beleza. Sua arte possuía um desenho forte, uma cor brilhante, uma sensação de movimento e uma iluminação dramática. Outra faceta importante do artista é a de gravador. É tido, ao lado de Murillo, como um dos mais renomados representantes da pintura barroca na Espanha.

Fontes de pesquisa
Pintura na Espanha/ Cosac e Naify Edições
https://www.arteespana.com/juandevaldesleal.htm

Murillo – A VELHA COM O MENINO
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Autoria de LuDiasBH 

O pintor espanhol Bartolomé Esteban Murillo (1618 -1682) nasceu na cidade de Sevilha, uma das mais importantes cidades da Andaluzia. Seus pais eram muito pobres, mas ainda assim queriam que o filho tivesse uma vida melhor do que a deles, embora o país passasse por uma decadência política e econômica, contrastando com sua grandeza artística e cultural. Antes que o garoto completasse 11 anos, seus genitores faleceram, ficando o pequeno aos cuidados de um tio que, ao notar sua queda pelo desenho, levou-o ao estúdio do pintor Juan del Castillo, com quem ele estudou e trabalhou durante 10 anos, até que esse se mudou para Cádiz. O futuro pintor, cuja arte foi moldada em pintores e influências estrangeiras, viria a participar do clima cultural e conservador de Sevilha, imbuído de profundas raízes populares.

A composição intitulada A Velha com o Menino — também conhecida como Anciã Procura por Piolhos no Cabelo de um Menino — é uma obra de gênero do artista barroco. São cerca de 20 pinturas neste estilo, normalmente mostrando a pobreza dos personagens — geralmente meninos e meninas maltrapilhos. Existem provas de que Murillo teve contato com a pintura de gênero da arte do Norte,  estilo incomum na pintura espanhola. A pintura em questão diz respeito ao tema holandês que se refere à virtude do asseio.

A cena acontece num ambiente pobre, onde uma anciã traz um garotinho junto às suas pernas, enquanto cata os piolhos de sua cabeça. O garoto traz na mão esquerda um pedaço de pão e na boca um naco do alimento. Ele brinca com um cãozinho que posta as duas patinhas dianteiras em sua coxa direita e olha para ele, possivelmente esperando ganhar um pedação de seu pão. No local há uma mesa e um banquinho de madeira e dois vasos de cerâmica. Uma janela aberta mostra o exterior, onde é visto um céu azul com nuvens brancas.

Ficha técnica
Ano: c. 1670
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 147 x 113 cm
Localização: Alte Pinakothek, Munique, Alemanha

Fontes de pesquisa
Pintura na Espanha/ Cosac e Naify Edições

Teste – O RENASCIMENTO
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O período ocorrido entre 1300 e 1600 depois de Cristo foi de grandes transformações na história da humanidade. As mudanças aconteceram em todos os campos: religioso, político, econômico, social e cultural, sinalizando o fim do feudalismo e o início do capitalismo. Nesse período ressurgiu o interesse pelo passado clássico, passando os artistas a não mais obedecer as regras severas das instituições acadêmicas que menosprezavam qualquer criatividade fora de seus códigos. O Renascimento teve como berço a Itália, espalhando-se posteriormente pelo resto da Europa. Nessa época os governantes disputavam entre si a contratação dos mais renomados artistas que, ao invés de artesãos, como eram tidos na Idade Média, passaram a ser cotados por seu talento individual. Os papas italianos também tiveram grande importância para a arte, ao contratar os mais criativos artistas da época tanto na pintura quanto na arquitetura.

Testando seus conhecimentos

  1. A Itália é tida como o berço do Renascimento. Suas principais cidades responsáveis pelas transformações na arte foram:

    1. Veneza, Florença e Milão;
    2. Milão, Roma e Florença;
    3. Nápoles, Roma e Veneza;
    4. Florença, Veneza e Roma.

  2. As bases culturais do Renascimento são responsáveis por ter criado as raízes do Humanismo que pode ser definido como um movimento:

    1. de desvalorização do artista, obrigado a obedecer aos códigos acadêmicos;
    2. que renegava a herança greco-romana, sempre em busca do novo;
    3. de valorização da figura humana que se encontrava no centro da arte clássica;
    4. cuja visão social, religiosa e política só via respostas nas autoridades religiosas.

  3. No Renascimento a anatomia do corpo humano passou ser estudada ao vivo pelos artistas, primeiro secretamente e depois nos teatros anatômicos. O artista pioneiro nessa ciência foi:

    1. Leonardo da Vinci;
    2. Rafael Sanzio;
    3. Salvador Dalí;
    4. Filippo Brunelleschi.

  4. O pintor, escultor e arquiteto _________ foi o principal nome da arquitetura renascentista:

    1. Michelangelo Buonarroti;
    2. Donatello;
    3. Filippo Brunelleschi;
    4. Andrea Mantegna.

  5. A escultura no Renascimento não mais objetivava ficar presa a uma parede ou coluna, devendo representar o homem realisticamente e, portanto, ser vista de todos os lados. Michelangelo Buonarroti foi um dos mais famosos escultores. Dentre suas magníficas obras encontram-se:

    1. Moisés, Pietá e São Jorge;
    2. Davi, Pietá e Moisés;
    3. Moisés, Davi e Vênus;
    4. Davi, Vênus e Pietá.

  6. São características da pintura renascentista, exceto:

    1. o uso da perspectiva seguindo os princípios matemáticos e geométricos;
    2. o realismo que coloca em destaque a figura humana;
    3. o incentivo aos artistas para que tivessem o mesmo estilo;
    4. a ilusão de volume obtida através da técnica claro-escuro.

  7. São obras de Leonardo da Vinci ______________ expostas no Museu do Louvre em Paris/França, colocadas entre as pinturas mais famosas do mundo:

    1. Escola de Atenas e Assunção;
    2. Mona Lisa e A Última Ceia;
    3. Nascimento de Vênus e Leda Atômica;
    4. Guernica e A Tempestade.

  8. O uso da _______________ pelos pintores renascentistas foi de grande importância, pois os libertou da rápida secagem da têmpera do ovo:

    1.  tinta a óleo;
    2.  sfumato;
    3. aquarela;
    4. xilogravura.

  9. Os nomes citados abaixo são de artistas do Renascimento italiano, exceto:

    1. Rafael Sanzio, Ticiano e Michelangelo;
    2. Masaccio, Fra Angelico e Leonardo da Vinci;
    3. Filippo Lippi, Sandro Botticelli e Michelangelo;
    4. Salvador Dalí, Renoir e Van Gogh.

  10. Os nomes citados abaixo são de artistas do Renascimento norte-europeu, exceto:

    1. Hieronymus Bosch, Pieter Bruegel ( o Velho) e Stefan Lochner;
    2. Pablo Picasso, Candido Portinari e Edgar Degas.
    3. Jan Van Eyck, Albrech Dürer e Robert Campin;
    4. Petrus Christus, Jean Fouquet e Lucas Van Leyden;

 Avaliando seus conhecimentos:

(Respostas corretas: 1.d/ 2.c/ 3.a/ 4.c/ 5.b/ 6.c/ 7.b/ 8.a/ 9.d/ 10.b)

Excelente: entre 09 e 10 pontos
Bom: entre 07 e 05 pontos
Fraco: entre 04 e zero pontos