Autoria de Lu Dias Carvalho
Muitas vezes transformamos a nossa vida num caos, tamanha é a bagunça acumulada por nosso descaso com a nossa existência e com tudo que gira em seu entorno. Segundo a sabedoria milenar do Feng Shui, a desordem causa-nos muitos desprazeres. Conheçamos alguns deles:
- Cansados e letárgicos — quanto mais bagunça houver à nossa volta, menos energia e coragem teremos para fazer a limpeza do ambiente em questão.
- Somos retidos no passado — não fica espaço para que o novo penetre em nossa vida. Os pensamentos insistem em habitar o ontem, presente nos objetos entulhados.
- Nosso corpo fica congestionado — nosso corpo é a maior vítima da desordem, ao perder toda a vitalidade em meio ao caos. O acúmulo de objetos, na maioria das vezes sem finalidade alguma, funciona como uma muleta imaginária.
- Causa confusão – quando cercados pela desordem, não vemos com clareza o que fazemos na vida, ficamos perdidos. O exterior é o reflexo de nosso interior.
- Afeta a maneira como nos tratam — as pessoas nos tratam, conforme o tratamento que damos a nós mesmos. Se nós nos valorizamos, elas nos tratarão bem. A nossa casa desmazelada (ou escritório) não passa alheia aos olhos dos amigos e fará com que tenham uma imagem ruim a nosso respeito.
- Faz adiar — quanto maior for a desordem, menos tempo teremos para colocá-la em ordem, pois a bagunça deixa estagnada a própria energia que circula no ambiente e também dificulta a nossa. Nunca sabemos por onde começar, sempre adiando.
- Causa desarmonia — é um dos principais motivos de brigas nas famílias, entre colegas de apartamentos e entre companheiros de trabalho. Ninguém sabe onde se encontra nada. A desordem gera discussões, pois é uma razão de nível inferior.
- Pode nos envergonhar — passamos a ter vergonha de convidar as pessoas para nos visitar. Se alguém chega sem aviso, perdemos o juízo, pois não tivemos tempo de fazer a “maquiagem” do ambiente. Nós nos sentimos sem chão!
- Pode manter presa a nossa vida — começamos a ficar isolados e a gozar de baixa autoestima. E passamos a não nos importar com a bagunça, vivendo preso no meio dela, rezando para que ninguém venha nos visitar, tornando-nos pessoas isoladas.
- Acaba por nos deprimir — a energia estagnada da desordem debilita a nossa energia. Não encontramos ânimo para nada. Sentimentos de desesperança são adubados pela desordem. Tanto aumenta a depressão como a ansiedade.
- Cria excesso de bagagem — nossa tendência é levá-la conosco por onde viajamos. Seremos “bagunçólatras” mesmo fora de nosso ambiente costumeiro, incomodando outras pessoas. Perdemos totalmente a noção de espaço.
- Entorpece a nossa sensibilidade — passamos a fazer as mesmas coisas todos os dias. Ficamos taciturnos e enfadonhos, sem buscar novos objetivos.
- Exige uma limpeza extra — o tempo empregado para a organização será muito maior. É uma espiral descendente. Não nos sobra tempo para nada. E, quanto mais a bagunça cresce, mais tempo teremos de dispor para fazer a limpeza.
- Faz de nós uns desorganizados — perdemos chaves, óculos, carteira, documentos, etc. Desperdiçamos nosso tempo na procura por objetos e ficamos nervosos. Deixamos de ser cuidadosos com as coisas necessárias, inclusive com a saúde.
- Pode ser um risco à saúde — o acúmulo de coisas começa a cheirar mal, a atrair insetos, abrigar umidade, mofo, tornando o espaço anti-higiênico. E ainda há o risco de incêndio. Vejam o programa intitulado “Acumuladores”.
- Cria uma simbologia indesejável — é preciso haver uma seleção daquilo que nos rodeia, conforme a nossa índole, pois na bagunça fica tudo misturado.
- Cobra-nos um custo financeiro — basta fazer um somatório de tudo que está num aposento, sem necessidade, e que exige gastos, sem falar no custo do tempo.
- Distrai-nos de coisas importantes — somos donos de nossas coisas e não elas de nós. Tudo o que possuímos exerce um apelo sobre nossa atenção, e quanto maior é a desordem, mais nossa energia é gasta, deixando o intelecto em segundo plano.
Fonte de pesquisa:
Arrume a sua bagunça com o Feng Shui … / Karen Kingston
Views: 95






