AS 50 PINTURAS MAIS FAMOSAS DO MUNDO EM DETALHES

Siga-nos nas Redes Socias:
FACEBOOK
Instagram

Autoria de Lu Dias Carvalho

PINTURAS

   Segundo pesquisas do blog MultArte, as composições abaixo encontram-se entre as 50 pinturas mais famosas do mundo. Elas se encontram analisadas aqui no Vírus da Arte & Cia. Para maior conhecimento sobre a obra, basta que clique no link com o nome da obra.  Contudo, é bom que o leitor saiba que não significa que sejam essas as mais belas, pois, como diz o ditado popular, beleza não se discute. O critério usado para a pesquisa foi o da celebridade das obras em questão, muitas delas vendidas por preços inimagináveis. Vejamos:

1- Obra: Mona Lisa
Autor: Leonardo da Vinci

2- Obra: Mulher III
Autor: Willem de Kooning

3- Obra: Retrato do Artista sem Barba
Autor: Vincent van Gogh

4- Obra: A Batalha de Alexandre em Isso
Autor: Albrecht Altdorfer

5- Obra: A Arte da Pintura
Autor: Jan Vermeer

6- Obra: Persistência da Memória
Autor: Salvador Dalí

7- Obra: A Primavera
Autor: Sandro Botticelli

8- Obra: As Meninas
Autor: Diego Velázquez

9- Obra: A Última Ceia
Autor: Leonardo da Vinci

10- Obra: Baile no Moinho da Galette
Autor: Pierre-Auguste Renoi

11- Obra: Bethoven Freze
Autor: Gustav Klimt

12- Obra: A Festa de Baltazar
Autor: Rembrandt

13- Obra: Dora Maar com Gato
Autor: Pablo Picasso

14- Obra: O Sabá das Bruxas
Autor: Francisco de Goya

15- Obra: Eu e a Minha Aldeia
Autor: Marc Chagall

16- Obra: Expulsão dos Anjos Caídos
Autor: Peter Paul Rubens

17- Obra: Rapaz com Cachimbo
Autor: Pablo Picasso

18- Obra: Guernica
Autor: Pablo Picasso

19- Obra: Judith I
Autor: Gustav Klimt

20- Obra: Paisagem com a Queda de Ícaro
Autor: Pieter Bruegel, o Velho

21- Obra: As Fiandeiras
Autor: Diego Velázquez

22- Obra: Lição de Anatomia do Dr. Tulp
Autor: Rembrandt

23- Obra: O Almoço dos Remadores
Autor: Pierre-Auguste Renoir

24- Obra: O Casamento da Virgem
Autor: Rafael Sanzio

25- Obra: Metamorfose de Narciso
Autor: Salvador Dalí

26- Obra: O Nascimento de Vênus
Autor: Sandro Botticelli

27- Obra: Nº 5, 1948
Autor: Jackson Pollock

28- Obra: Noite Estrelada
Autor: Vincent van Gogh

29- Obra: Mulher Nua no Divã
Autor: Amadeo Modigliani

30- Obra: O Beijo
Autor: Gustav Klimt

31- Obra: O Grito
Autor: Edvard Munch

32- Obra: Canto do Jardim de Montgeron
Autor: Claude Monet

33- Obra: Olímpia
Autor: Edouard Manet

34- Obra: Os Comedores de Batata
Autor: Vincent van Gogh

35- Obra: Os Embaixadores
Autor: Hans Holbein, O Jovem

36- Obra: Rapaz Mordido por um Lagarto
Autor: Caravaggio

37- Obra: Retrato de Adele Bloch Bauer I
Autor: Gustav Klimt

38- Obra: Retrato de Adele Bloch Bauer II
Autor: Gustav Klimt

39- Obra: Construções Moles com Feijões Cozidos
Autor: Salvador Dalí

40- Obra: Tarde de Domingo na Ilha de Jatte
Autor: Georges-Pierre Seurat

41- Obra: O Astrônomo
Autor: Jan Vermeer

42- Obra: A Cigana Adormecida
Autor: Henri Rousseau

43- Obra: Transfiguração
Autor: Rafael Sanzio

44- Obra: Três Estudos de Lucien Freud
Autor: Francis Bacon

45- Obra: O Triunfo da Morte
Autor: Pieter Bruegel, o Velho

46- Obra: O Desespero
Autor: Gustave Courbet

47- Obra: Mulher com Sombrinha
Autor: Claude Monet

48- Obra: Quando você se Casará?
Autor: Paul Gauguin

49- Obra: Moça com Brinco de Pérola
Autor: Jan Vermeer

50- Obra: Terraço do Café à Noite
Autor: Vincent van Gogh

Fonte de pesquisa:
http://www.multarte.com.br/as-50-pinturas-mais-famosas-do-mundo/

Views: 141

A AUTOCONFIANÇA FAZ A DIFERENÇA

Siga-nos nas Redes Socias:
FACEBOOK
Instagram

Autoria do Dr. Telmo DinizHenri

Determinação, coragem e autoconfiança são fatores decisivos para o sucesso. Se estamos possuídos por uma inabalável determinação, conseguiremos superá-los. Mas, independentemente das circunstâncias, devemos ser sempre humildes, recatados e despidos de orgulho. (Dalai Lama)

   Posso ter problemas em acreditar no outro, mas nunca em mim. Quando se confia em alguém, acreditamos na sinceridade da pessoa para conosco, na sua retidão moral, no seu caráter e lealdade. A confiança no outro pode ser difícil de ser encontrada nos dias de hoje. Já a autoconfiança é a crença em si mesmo, em suas próprias qualidades, na esperança e sonhos, na disposição e tendência em ver tudo pelo lado bom. Uma postura positiva com relação às próprias capacidades inclui a convicção de saber fazer algo, de fazê-lo bem, além de ser resiliente e de suportar as dificuldades para chegar lá. Ter autoconfiança e pensamento positivo é simplesmente tudo, em especial nos tempos mais nebulosos da vida.

   Certas atitudes podem ajudar a aperfeiçoar nossa autoconfiança ou, pelo contrário, abalá-la. Nesse ponto é você quem escolhe! Portanto, fique ao lado de pessoas bem-humoradas. Pessoas bem-humoradas e com atitudes positivas são contagiantes. Por isso, evite contato com pessoas que transmitem sentimentos negativos. Sabe aquela pessoa que em dia de “céu de brigadeiro” fala: “É, hoje certamente vai chover!”. Fuja dela! Isso porque, quem está sempre falando das próprias inseguranças e dificuldades, acaba passando isso para a gente. De igual forma, faça o que lhe dá prazer. Para mostrar o melhor de si, você tem que gostar do que faz.

   A autoconfiança também tem a ver com altruísmo. Oferecer um pouco de si a uma causa, ou a quem precisa, traz quase que instantaneamente uma sensação de bem-estar. Ajude seus amigos, pessoas com necessidades, familiares, animais abandonados e quem precisar de seu auxílio. Você irá perceber o quanto tem a oferecer, a diferença que faz e o valor que tem para os outros, mesmo com todos os seus defeitos e falhas.

   A autoconfiança está ligada a enfrentar riscos. Portanto, saia da zona de conforto. Isso ajudará você a exercitar sua força interior de forma eficiente, pois alarga sua experiência de vida. Procure por desafios que possam mostrar para si o quanto você é capaz. Não se satisfaça com o que sabe, mas busque aprimorar suas capacidades e conhecimento. Talvez você não precise aprender algo completamente novo, mas, sim, aprofundar aquilo que já sabe sobre determinada matéria.

Nota: a ilustração é uma obra do artista Henri Rousseau.

Views: 38

HUMANOS – NOSSA COMPLEXIDADE

Siga-nos nas Redes Socias:
FACEBOOK
Instagram

Autoria de Lu Dias Carvalho

   A mente humana está sempre a fervilhar. Mesmo quando a pessoa dorme, lá vêm os sonhos e pesadelos resultantes de suas ações, quando desperto. São tantos os afazeres nos dias atuais, que muitos erros são cometidos. Além de avaliar a si mesmo, a pessoa ainda entra na seara alheia em meio a conflitos e mal-entendidos. Será que o cérebro humano está apto a comportar tudo isso, ou traz resquícios da vida humana em pequenos grupos, habitando as cavernas? A complexidade dos tempos atuais exige mais do que o cérebro dá conta. Daí a disparidade nos pareceres, pois pessoa traz uma bagagem diferente. A romancista Anaïs Nin cunhou uma expressão muito interessante, ao dizer que “Não vemos as coisas como elas verdadeiramente são; vemo-las como nós somos”. O modo como se entende o mundo vai depender de uma combinação de elementos que cada um traz, tais como cultura, personalidade, genética, religião, etc. Não se trata meramente de ponto de vista. Toda ação é fruto do olhar pessoal de cada um de nós sobre o mundo que nos envolve. Assim, cada um escolhe o que é bom ou ruim, segundo o seu modo de ver e sentir a vida. O preocupante é quando o faz sem qualquer embasamento real, munido apena de conjecturas.

   Entre os mais jovens é comum medir a popularidade aludindo ao número de seguidores nas redes sociais. Dias desses, a filha de uma amiga me disse que tinha mais de mil seguidores no Instagram. Eu me pus a pensar no “Número Dunbar”, formulado pelo antropólogo e psicólogo evolucionista inglês Robin Dubar. Ele descobriu que cerca de 150 pessoas é o número que o cérebro comporta, no que diz respeito aos relacionamentos estáveis e à sua significância. A partir daí, não passa de um entulhado de nomes, sem qualquer referência ou importância significativa. Está provado que, quando uma organização se torna grande demais, o vínculo entre seus participantes vai se esfriando, diluindo, assim como é difícil guardar o nome e a memória dos vários amigos que passam pela vida de cada um de nós. Como diz Hernando Dias Martins, um observador das peculiaridades humanas, “cada grupo de amigos vai se limitando ao contexto e tempo em que se vive”.

     Quando Anaïs Nin diz que não vemos as coisas como elas verdadeiramente são, mas como somos, está implícita a capacidade que cada um de nós possui de achar que a sua interpretação da realidade é a própria realidade. São sempre os outros, que não pensam como nós, que estão errados. Muitos atos de ódio, preconceito e desrespeito, no correr da história humana, nasceram desta visão equivocada. Segundo o psicólogo e escritor Elliote Aronson, temos a tendência de “recordar e aceitar informações que confirmam aquilo que já sabemos, e tendemos a ignorar, esquecer e rejeitar informações que contradizem aquilo em que acreditamos”. Talvez achemos que mudar de ideia dá um trabalho danado, sendo melhor continuar no mesmo caminho. Mas num mundo tão célere e complexo como o nosso, muitas vezes o não mudar de ideia pode nos levar a labirintos espinhosos. Outro ponto interessante é o fato de que as pessoas tendem sempre para a negatividade. Os acontecimentos ruins parecem ficar indeléveis em nossa mente, enquanto os bons evaporam-se. Daí a rapidez com que as notícias ruins ganham o mundo. Penso eu que tal proceder venha de nossa origem nas cavernas, quando era preciso estar atento aos perigos para sobreviver. Será mesmo?

Fonte de pesquisa: O Animal Social/ Elliot Aronson e Joshua Aronson

Views: 37