A PIMENTA E A LONGEVIDADE

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Autoria do Dr. Telmo Diniz

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    Já falamos sobre os benefícios à saúde de algumas especiarias como o alecrim, o orégano e com especial destaque ao açafrão da terra (também conhecido como cúrcuma longa). Agora vamos falar um pouco sobre a pimenta e seus reais benefícios para a saúde. Os leitores que gostam de comida com pimenta vão ficar mais estimulados a consumir o produto e com maior frequência.

  Refeições apimentadas podem ser um dos segredos da longevidade. Foi o que concluiu um estudo liderado por pesquisadores da Academia Chinesa de Ciências Médicas. Em um artigo publicado na revista “British Medical Journal” (BMJ), eles relataram que o consumo diário da especiaria está associado a um risco menor de mortes por câncer e em decorrência de doenças coronarianas ou respiratórias. O trabalho, que envolveu pessoas entre as idades de 35 e 79 anos (entre 2004 e 2008), sugere que a pimenta e seu ingrediente ativo (conhecido por capsaicina) produzem efeitos benéficos sobre o organismo, como combate à obesidade, com ações antioxidantes e anti-inflamatórias importantes.

Os pesquisadores examinaram a dieta de cerca de meio milhão de pessoas (em se tratando de China, isso é possível) e observaram que as pessoas que consumiam comida picante uma ou duas vezes por semana tinham uma redução de 10% no risco de morte na comparação com os que consumiam esse tipo de refeição menos de uma vez por semana. O risco foi reduzido ainda mais, em 14%, entre aqueles que consumiam comida picante entre três e sete dias por semana. Os benefícios oferecidos pelo consumo da pimenta não é uma novidade. A medicina ayurvédica da Índia já se utilizava da pimenta para tratar de doenças. Considerando que ela serviu de base para a medicina tradicional chinesa e árabe, podemos concluir que o uso da planta na prevenção e no tratamento de doenças não é exclusividade dos nossos dias. Mas, para aqueles que preferem a credibilidade da ciência, vários estudos vêm comprovando que a planta pode auxiliar no emagrecimento, aliviar dores de cabeça, agir contra o reumatismo, o colesterol alto e até o câncer.

  Sua contraindicação mais conhecida é a de provocar “azia” nas pessoas com problemas gástricos, porém isso se aplica somente em quem é portador de gastrite ou úlcera. De outra forma, e usada com moderação, tem benefício como um nutracêutico ou alimento funcional. Ou seja, é um alimento que têm benefícios diretos para a saúde. Seu poder mais conhecido é de ser uma substância antioxidante, auxiliando em doenças crônicas como câncer, diabetes e arteriosclerose. No primeiro caso promove a apoptose (“suicídio”) das células cancerígenas e nos outros ajuda na regulação da glicose. Ajuda também na digestão, pois, com o aumento da salivação há uma potencialização das enzimas digestivas. É reconhecidamente uma substância termogênica, promovendo gasto calórico, reduzindo assim o acúmulo de gordura abdominal e sendo ótimo auxiliar na perda de peso. É reconhecida por ajudar a combater quadros de depressão, pois durante seu consumo libera adrenalina e noradrenalina (a pessoa fica mais alerta). A capsaicina manipulada, em forma de pomadas ou cremes, é ótima para controlar dores articulares. A pimenta pode não agradar a todos, mas que faz bem, isso faz!

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POR QUE SENTIMOS ALEGRIA E TRISTEZA?

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Autoria de Lu Dias Carvalho

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“Quando estiverdes alegres, olhai no fundo de vosso coração, e achareis que o que vos deu tristeza é aquilo mesmo que vos está dando alegria.” (Gibran Kahlil Gibran)

“E quando estiverdes tristes, olhai novamente no vosso coração e vereis que, na verdade, estais chorando por aquilo mesmo que constituiu vosso deleite. Alguns dentre vós dizeis: ‘A alegria é maior que a tristeza’, e outros dizem: ‘Não, a tristeza é maior.” (Gibran Kahlil Gibran)

“Eu, porém, vos digo que elas são inseparáveis. Vêm sempre juntas; e quando uma está sentada à vossa mesa, lembrai-vos de que a outra dorme em vossa cama.” (Gibran Kahlil Gibran)

   Temos a impressão de que nascemos para ser felizes e ponto final. E ainda contamos com os vendedores de felicidade fácil, que apregoam tal ideia, quando na verdade, a alegria (prazer) e a tristeza (dor) são a expressão mais verdadeira de nossa vida orgânica e afetiva, pois, se tais estados fossem contínuos, acabariam por nos tornar insensíveis, indiferentes. Prazer e dor são os freios usados pela natureza, para nos manter sob seu controle. É um lembrete de que não podemos tudo. São indicativos da existência da sensibilidade da qual tanto dependemos, para dar continuidade à vida na Terra e por recebermos o nome de “humanos”. Se não tivéssemos sensibilidade, seríamos pessoas robotizadas. E nós bem sabemos quanto mal a indiferença pode trazer à vida, pois basta olharmos para certos exemplares que carregam o selo de “humanos”, mas que na verdade são cruelmente despidos de sensibilidade para com os outros homens, para com os animais e para com o planeta Terra como um todo.

  Não há escolha entre tristeza e alegria. Ninguém pode optar apenas por uma ou por outra. É uma compra casada, que já está embutida no nosso pacote de nascimento. O melhor é aceitar as regras do jogo e procurar viver da maneira mais sábia possível, um dia de cada vez. Negar a existência do prazer ou da dor não muda em nada a nossa passagem pelo mundo, mas muda, sim, a maneira como encaramos tais sentimentos. É a sabedoria de viver que nos leva ao equilíbrio, pois todo excesso é prejudicial. O inesquecível Gibran Kahlil Gibran (1883-1931), famoso escritor e poeta libanês, sempre exortou o homem a buscar o equilíbrio, para ter corpo e mente sadios.

   Para o bem da espécie humana, a dor e o prazer são intermitentes, o que acaba por trazer consolação no primeiro caso e esperança no segundo. São como dois irmãos siameses, sendo que um depende do outro. Simbióticos. Sem o conhecimento de um, não se pode avaliar o efeito do outro. A alegria e a tristeza mudam de lugar com mais sagacidade de que podemos imaginar. Muitas vezes, uma dá origem à outra, como percebemos nos versos de Gibran (na introdução ao texto). Quando agem em consonância, dão luz `a vontade de alcançar uma e eliminar a outra, buscando o equilíbrio na arte de viver. Esta é saída, se quisermos compreender e aceitar os paradoxos de nossa breve existência.

Nota Imagem copiada de www.groupon.com.br

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A ARTE DE SUPERAR DESAFIOS

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Autoria do Dr. Telmo Diniz

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   Todos nós encontramos desafios no decorrer da vida. Alguns são mais fáceis, outros medianos e outros bem difíceis. Para superá-los é preciso desenvolver atitudes e características próprias de pessoas que aprenderam a vencer. Certamente, o leitor deve conhecer vários casos, tanto de derrotas quanto da superação de desafios. O texto de hoje aborda o que devemos fazer para saltar de forma obstinada nossas dificuldades, sem ficar apenas lamentando.

   Nossa vida, desde sempre, é tomadas por desafios que nos obrigam a reagir a determinada situação ou optar por permanecer na zona de conforto. Nossos desafios iniciam bem cedo, ainda quando criança, em disputas entre amigos, em um torneio esportivo, em desafios estudantis, em desejar ser o primeiro da classe, em disputar a atenção dos pais, etc. Da mesma forma, durante a adolescência, os desafiados passam por processos seletivos como o vestibular e o ingresso na vida profissional. E assim é por toda a nossa vida.

   Quando se fala em desafios, as opções normalmente são díspares, ou seja, ou resolvemos seguir de mãos dadas com a vida, e encarar os desafios que ela nos impõe, ou “brigamos com o mundo” e nos tornamos eternos inconformados, revoltados, como aquele que sempre pensa: “Pra mim tudo dá errado!”. Quando a gente responde de forma positiva e construtiva aos nossos desafios, nossas forças e virtudes, como a coragem, o caráter e a perseverança emergem de forma exponencial. De forma contrária, com pensamentos negativos, deixamos de reconhecer as oportunidades de sabedoria e de crescimento que acompanham a adversidade. É preciso enxergar na adversidade uma oportunidade de crescimento. Aprendemos a nadar com as correntezas do rio e não na calmaria do remanso.

    Alguns pontos são importantes serem colocados em prática, quando o tema é vencer desafios:
• Tenha sempre pensamento positivo. Diga “sim, eu sou capaz”.
• Mantenha-se calmo e tranquilo, pois o pânico não ajuda em nada.
• Transforme os fracassos e seus medos em aliados.
• Aprenda com seus erros do passado, para corrigi-los no futuro.
• Simplifique os problemas que forem surgindo, planejando tudo por escrito, cada etapa do processo. Isso irá facilitar as decisões.

Observações importantes:

  • Para vencer os desafios impostos pela vida, você tem que acreditar que pode realmente fazê-lo. Se não acredita em você, ninguém irá acreditar. Certo grau de arrogância não será ruim (isso gera autoconfiança).
  • Antes que a adversidade o atinja, deve se propor a trabalhar no seu equilíbrio emocional. Quando você se torna consciente de que algumas dificuldades são inevitáveis, pode se preparar mentalmente para enfrentá-las de forma combativa, sem medos. Inspire-se e aprenda com os outros que têm que lidar com o sucesso e com as adversidades.
  • Há muitas histórias inspiradoras de pessoas que superaram obstáculos aparentemente intransponíveis. Elas triunfaram sobre as suas adversidades, para viver uma vida produtiva e próspera, em vez de renderem-se ao esconderijo do medo. Superar nossos problemas e adversidades é um dos nossos principais desafios. A vida é uma batalha diária. Encare os problemas como parte do viver e do respirar. Inspire-se e vá em frente!

Nota: imagem copiada de tradde.com.br

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VOCÊ É UMA PESSOA CHATA?

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Autoria do Dr. Telmo Diniz

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   A palavra “chato” possui diferentes significados. Pode se referir a uma superfície plana, que não tem relevo. Pode ser um tipo de parasita, conhecido por ser o piolho das partes íntimas (Pthirus pubis), que causa a pediculose pubiana, etc. Entretanto, hoje, uso o meu texto no sentido de conhecermos um pouco melhor aqueles indivíduos que são incômodos e notadamente inoportunos.

   As características bem marcantes da maioria dos chatos é serem inconvenientes, repetitivos, geralmente acham-se os donos da verdade, e muitas das vezes são extremamente irritantes. O chato é uma pessoa que fala, quando deveria escutar. É egoísta, fala de forma compulsiva e só quer propalar assuntos de seu interesse. Sempre acha que ele só tem direitos e nenhum dever. Acha-se autorizado a fazer o que bem entende. É impertinente e não sabe se comportar em nível social. Não percebe que é e está inadequado. Infelizmente, a chatice só é percebida pelos outros e não pelo principal interessado, que dificilmente tem noção de como é importunante.

    Os chatos são pessoas que não têm limites claros. Falam muito de perto, são pegajosos, ou seja, pegam o tempo todo no outro, enquanto conversam, pois querem a atenção toda para si. São pessoas que não percebem os limites do próximo, não se dão conta de que estão sendo inoportunos, porque o chateado normalmente não sinaliza que não está gostando. E este é um ponto importante a ser observado. Caso você se veja junto a um chato, mostre claramente sua insatisfação.

   A voz, os gestos e o modo de relacionar-se dão pistas sobre o grau de importunação dos chatos. Também são, de forma frequente, politicamente incorretos. O chato intelectual quer falar somente de suas ideias e projetos, além de ter uma grande dificuldade em relaxar. A repetição é uma característica e um traço forte dos chatos, podendo até fazer certo paralelo com casos ansiosos e neuróticos, tipo transtorno obsessivo compulsivo (TOC). Poderia sugerir até uma nova nomenclatura para o chato: a “chatice neurótica”.

   O chato convicto aprendeu a viver à sua própria maneira e não sabe ser de outra forma. Ele desenvolve um maneirismo e se beneficia disso na medida em que fica acomodado com as situações. Uma marca dos chatos é a afirmação: “Eu sou assim mesmo, e não vou mudar!”. É incrível como o chato sempre quer provar a sua sinceridade, falar da “sua verdade” e, principalmente, provar a sua infinita honestidade. Sempre pensa que o tempo é todo dele e que todos estão à sua disposição para ouvir suas colocações, sem tempo definido. Haja paciência!

   Teriam, então, os chatos uma saída terapêutica? Pois bem, eles podem perder empregos, amigos, oportunidades de negócios, vendas, além de vários outros problemas. Muitas vezes, eles não têm a humildade de perceber que estão perdendo para eles mesmos. A ajuda de um bom psicólogo em uma terapia comportamental poderá ser de grande utilidade para fazer o chato entender que deve mudar sua postura e melhorar suas relações interpessoais. Respondendo: chatos dispostos a fazer terapia podem melhorar a sua chatice.

Nota: imagem copiada de nepo.com.br

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A IMPORTÂNCIA DE TOCAR E SER TOCADO

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Autoria do Dr. Telmo Diniz

    Até pouco tempo, gestos como um afago, um cafuné ou mesmo um simples abraço eram ignorados pela Ciência. Hoje em dia, a ferramenta do toque, além de significar uma expressão emocional, traz benefícios comprovados para a saúde física e mental das pessoas. O toque tem poderes mágicos. Tocar alguém com carinho e respeito já é o suficiente para abrir possibilidades de cura. Infelizmente, são poucos os países, como o Brasil, que aceitam o abraço, o beijo, o carinho, daí sermos nós, brasileiros, tidos como o povo mais alegre, amoroso e cordial do mundo.

  Na década de 1960, o psicólogo canadense Sidney Jourard estudou o hábito do toque de vários povos, ao observar conversas entre amigos de várias partes do mundo. Os ingleses, por exemplo, não se tocam nunca, sendo conhecidos pelo “don’t touch me” (não me toque, em tradução livre), demonstrando o caráter reservado e carrancudo dessa população. Os estadunidenses tocam-se duas vezes por semana. Os britânicos pertencem a uma cultura rica e desenvolvida, entretanto, o hábito de não se tocarem retira dos mesmos benefícios vários à saúde.

   Outro estudo, feito pela médica norte-americana Tiffany Field (Instituto de Pesquisas do Toque da Universidade de Miami), observou que bebês prematuros que receberam três sessões diárias de 15 minutos de massagem terapêutica (o processo pelo quais vários tipos de toques e carícias são aplicados no corpo para melhorar a saúde e aumentar o bem-estar), por um período médio de uma semana, ganharam 47% de peso corporal a mais do que aqueles cujo tratamento seguiu o roteiro tradicional. O toque tem um potencial na saúde que vai muito além do simples relaxamento.

  Já se sabe que um toque carinhoso básico reduz níveis de pressão arterial e frequência cardíaca. Tocar e abraçar pacientes com a doença de Alzheimer acalma e reduz os períodos de agitação e confusão mental. De acordo com este mesmo estudo, a massagem terapêutica reduz o cortisol — hormônio ligado ao estresse — e aumenta a produção de dois neurotransmissores: a dopamina (que estimula a atividade do sistema nervoso central) e a serotonina (associada ao estado de bem-estar). De igual forma, o toque entre os casais fortalece os laços afetivos.

  No Instituto de Pesquisas do Toque são realizados estudos de massagem terapêutica em pacientes com os mais variados problemas de saúde. Nos estudos constatou-se que a massagem terapêutica alivia problemas autoimunes, reduz dores em diversas doenças crônicas, reduz níveis de glicose no diabetes, melhora a pressão arterial em hipertensos graves, melhora a função imunológica em pacientes com HIV positivo e com câncer, etc.

   As aplicações do toque são inúmeras. Não precisamos ir a um hospital ou a uma clínica para ter que aplicar esses benefícios. O abraço carinhoso ou mesmo uma massagem em um conhecido que sofre de alguma doença pode ser melhor do que qualquer analgésico. Experimente! Você já abraçou alguém hoje?

 

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RIR DE SI MESMO FAZ BEM À SAÚDE

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Autoria do Dr. Telmo Diniz

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    Rir de você é o melhor meio de encarar os problemas e as dificuldades. Quem nunca fez uma besteira ou falou algo que não devia num momento inoportuno? Rir das próprias bobagens faz bem à saúde. Está provado que o bom humor desencadeia a liberação de uma série de mediadores químicos (serotonina e endorfinas) que provocam, imediatamente, uma sensação de bem-estar.

   É ótimo conviver com gente simples, despretensiosa, que sabe jogar uma conversa fora, contar suas falhas e achar graça de si mesmo. É prazerosos conviver com aquela pessoa, que sabe que não é perfeita, que ri de suas experiências boas (e também das ruins) e, que não tem vergonha de compartilhar seus medos e inseguranças. O caro leitor conhece alguém assim? Tem vontade de ficar sempre ao lado de uma pessoa com essas características? Tenho a impressão que sim. Por que pessoas com este tipo de personalidade dão o tom no dia a dia do grupo ao seu redor. É como um sol brilhante enchendo-nos de energia positiva.

   A agitação diária, as obrigações, as responsabilidades e frustrações tornam-nos cada vez mais insensíveis. Sorrir faz bem ao corpo e à alma. O riso contagia as pessoas que estão ao nosso lado. Sorria sem precisar de motivos. Particularmente, gosto de rir de tudo, inclusive de mim mesmo. Tento descontrair em momentos sérios e mais difíceis. É necessária certa leveza para lidarmos com as dificuldades diárias. Encarar uma condição ou limitação com bom humor nada mais é do que demonstrar que você já aceitou e superou aquilo. A humildade de uma pessoa é o carro-chefe para uma convivência agradável. Rir de você mesmo é admitir que o caminho pode ser encurtado. Uma gargalhada é um belo atalho.

   Autoconfiança é fundamental para sabermos rir de nós mesmos de uma forma saudável. Existem pessoas que riem de si, mas se sentem humilhadas e ridicularizadas pelos próprios comentários. Não é saudável o sentimento de menos valia. Por mais que pareça engraçado em princípio, estará ferindo posteriormente sua autoestima. Claro que a gente não vai ficar rindo “igual ao coringa” em situações críticas e de extrema dificuldade. Porém, o mau humor atrapalha, e o bom ânimo ajuda-nos a resolver as coisas. Temos que tentar, mesmo nas adversidades, manter o positivismo e o bom humor. A vida já tem muitas dificuldades para encarar as coisas com mau humor. Então respire fundo e tenha pensamentos edificantes para solucionar suas adversidades. Quando as respostas forem surgindo em sua mente, sorria.

  Ria de si mesmo, ria da sua estupidez, ria das suas palhaçadas, ria das suas encanações! Espalhe esse sorriso e contagie os outros. Você pode não mudar o mundo com um sorriso, mas pode mudar a realidade de pessoas a seu lado. Ria da vida, ria dos outros. Rir e sorrir são ações terapêuticas. Tá esperando o quê? Vá ser feliz!

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