DORMIR BEM, EIS A QUESTÃO!

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Autoria do Dr. Telmo Diniz

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Depois de um longo dia cercado pelo estresse e muito trabalho, o que a maioria das pessoas mais deseja é poder descansar com uma boa noite de sono. Porém, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 40% da população mundial sofrem com problemas para dormir, sendo mais de 80 distúrbios e síndromes diferentes. Fatores como o abuso de bebidas alcoólicas e de cafeína, horários descontrolados para a prática de atividades físicas e falta de disciplina para dormir e acordar afetam diretamente o único momento totalmente destinado ao relaxamento do corpo e preparação da mente para o próximo dia.

Entre os transtornos do sono estão:

  • a Síndrome das Pernas Inquietas, que leva à dormência e movimentos involuntários dos membros inferiores;
  • o ronco, que deixa uma sensação de cansaço e pode levar à hipertensão;
  • a apneia do sono, que é uma paralisação da respiração, geralmente causada por obstrução das vias respiratórias;
  • e a insônia propriamente dita, que é a dificuldade de iniciar e/ou manter o sono de forma contínua durante a noite.

Alerta

A insônia é um sintoma de alguma doença física ou psicológica. Ela atinge todas as idades, podendo ser mais evidente em épocas difíceis da vida, como em períodos de luto, mudança ou perda de emprego, casos de doença na família ou em fases em que há excessos de cobrança, fatores intrínsecos ligados ao estresse. Portanto, o sintoma de não dormir bem é um alerta de que algo de errado está acontecendo e deve a causa ser descoberta e tratada adequadamente.

Os efeitos de noites mal dormidas podem ser percebidos no curto, médio e longo prazo. Irritabilidade, fadiga, alterações do humor, diminuição da concentração e memória, cefaleias, dores musculares e nos ossos são algumas das repercussões negativas associadas a um sono de má qualidade. A insônia crônica compromete também a produtividade no trabalho e pode provocar doenças. Portanto, é indispensável que se descubra o que está causando essa dificuldade para dormir. Às vezes, simples alterações nos hábitos de vida resolvem o problema, porém, em casos persistentes, exames mais específicos podem ser necessários, como por exemplo, a polissonografia.

10 Mandamentos Para Dormir Bem

Os dez mandamentos para se ter uma noite repousante, pela Associação Brasileira do Sono, o que costumo chamar de uma “Higiene do Sono”, são:

  1. ter um horário regular para dormir e despertar;
  2. ir para a cama somente na hora dormir;
  3. ter um ambiente saudável (calmo, sem barulho e escuro);
  4. não fazer uso de substâncias estimulantes (café e refrigerantes a base de cola) próximo ao horário de dormir;
  5. não fazer uso de medicamentos para dormir sem orientação médica (o uso por mais de três meses pode causar dependência);
  6. não exagerar no consumo de bebida alcoólica;
  7. atividade física em horários adequados e nunca próximos à hora de dormir;
  8.  jantar moderadamente ou lanche leve em horário também regular;
  9. não levar problemas para a cama (tente deixar para resolvê-los no dia seguinte);
  10. utilizar leitura leve e relaxante à noite.

Uma boa noite de sono é um dos pilares para uma saúde harmoniosa.

DÍVIDAS PROVOCAM DOENÇAS

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Autoria do Dr. Telmo Diniz

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Pessoas endividadas são três vezes mais propensas a ter um problema de saúde mental do que aquelas que estão com as contas em dia. Pesquisadores das universidades de Southampton e Kingston, no Reino Unido, fizeram uma revisão sistemática em todas as pesquisas anteriores, em que analisaram a relação entre problemas de saúde mental e dívidas.

A equipe descobriu que as pessoas endividadas são mais propensas a sofrer de depressão, dependência de drogas e psicose. Os resultados também sugerem que quem morre por suicídio tem maior propensão de estar com dívidas pendentes. Outro dado da pesquisa dá conta de que apenas 9% dos participantes sem problemas de saúde mental estavam com dívidas, em comparação com mais de 25% dos participantes endividados que apresentavam um problema de saúde mental.

Em outra recente pesquisa feita pela Universidade Northwestern, nos Estados Unidos, constatou-se que o fato de ter dívidas está relacionado com o aumento da pressão arterial. Foram avaliados dados referentes a 8.400 jovens adultos com idades entre 24 e 32 anos, que relataram ter uma percepção pior sobre seu próprio estado geral de saúde, além de apresentarem maior risco de estresse e depressão. A pesquisa concluiu que, aqueles que relatavam ter dívidas maiores, tinham um aumento médio significativo da pressão arterial diastólica. Os mais endividados também apresentaram um nível de estresse 12% maior do que a média. Sintomas depressivos apareceram com uma frequência 13% maior nesse grupo.

Vamos a um raciocino fisiológico que me parece lógico. Uma pessoa endividada está constantemente preocupada em sanar suas questões financeiras. Com isso, o seu organismo libera o hormônio do estresse, chamado de cortisol. Ele, por sua vez, provoca uma série de eventos: retenção de líquidos, aumento de peso corporal, aumento da glicemia com tendência ao diabetes, aumento da pressão arterial, etc. Uma pessoa com dívidas, em especial aquelas que não conseguem quitá-las, entram em um processo de estresse crônico, o que desencadeia desequilíbrios e doenças. Não me surpreenderia se surgirem pesquisas que comprovem um maior número de infartos e derrames cerebrais em pessoas com a conta no vermelho.

Retomar o controle de sua vida financeira e melhorar sua qualidade de vida e relações no dia a dia é o desejo de muitos, que se encontram com a sua situação financeira comprometida com tantas dívidas, e não veem saídas para quitar esses compromissos. E o pior! Já estão tendo prejuízos para o corpo e a alma. O final do ano está chegando e, com ele, o 13º salário. Então, aproveite para quitar seus débitos e entrar em 2014 mais tranquilo e com mais saúde. Isso não é uma ordem médica e, sim, um conselho.

Nota: Imagem copiada de rudaricci.blogspot.com

A MOTIVAÇÃO É A FORÇA MOTRIZ…

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Autoria do Dr. Telmo Diniz

 

A motivação é a força motriz que surge do nosso interior e nos ajuda a resolver as dificuldades, a superar as tarefas e a alcançar os objetivos propostos. É uma condição indispensável para alcançar nossos objetivos. Quem não tem motivação não tem sonhos – falta brilho para a vida. Uma vida com motivação é mais colorida. Motivação é, em última análise, um impulso que faz com que as pessoas ajam para atingir seus objetivos, e envolve fenômenos emocionais, fisiológicos e sociais e é o processo responsável por iniciar, direcionar e manter comportamentos relacionados com o cumprimento dos objetivos e metas. Mas como posso melhorar minha motivação? É com este intuito, o de dar motivação a mim e aos leitores, que discorro neste texto de hoje.

Inicie o processo sempre com pensamento positivo. Ser positivo é o primeiro passo para motivar a si e a terceiros. Quem é negativista não consegue sair do lugar – está sempre com pensamentos engessados. Portanto, tenha sempre pensamentos profícuos, mesmo que a situação demonstre o contrário. A motivação tem de agregar não só nas palavras, mas também nas ações. Se você quer conseguir algo na vida, comprometa-se de verdade e estabeleça um cronograma. Pense, programe e aja! Ninguém fará por você. Mexa-se e saia do lugar.

Falando em programação, vem a importância das anotações em um diário. Manter um registro dos seus avanços e retrocessos. Um diário o ajudará a se organizar, saber qual o passo seguinte, resolver problemas que tenham surgido e a analisá-los para colocar em prática a sua solução. Qualquer motivação irá por água abaixo, se não tiver o mínimo de organização. Escrever o seu objetivo e lê-lo todos os dias também pode ser um ponto de apoio. O foco diário nos objetivos irá facilitar a caminhada. Uma chave para a motivação é se enxergar alcançando as metas. Como você se vê? Como você está se sentindo? Pensar nisso ajudará a manter a motivação e a não desanimar diante das dificuldades que podem surgir. De igual forma, a inspiração é de extrema importância para que o caminho em direção à meta vá dando resultados. Não é necessário esperar que ela apareça do nada. Busque na música, no exercício físico, no ambiente acolhedor de sua casa, no trabalho, etc. O importante é que você se sinta bem, para que a inspiração possa fluir e ajudar a encontrar a motivação necessária para a caminhada proposta.

A trilha normalmente não é fácil. Portanto, pequenos presentes durante a caminhada podem ajudar. Quando alcançar um objetivo, ou conseguir superar um obstáculo que o aproxima mais da sua meta, respire e dê a si mesmo uma recompensa. Pode ser uma folga, algo que tinha vontade de comprar, uma viagem. Precisa se recompensar pelas metas que for atingindo. Estes são alguns passos que deveríamos seguir para nos mantermos motivados ou para motivar alguém. Algumas escolhas podem funcionar para alguns e para outros não. Mesmo assim, tenha em mente que o sucesso não tem nada haver com sorte, mas com determinação e trabalho árduo.

Nota: imagem copiada de http://produtosasos.com.br/voce-nao-precisa-de-mais-

VIVENDO SOZINHO

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Autoria do Dr. Telmo Diniz

Segundo o levantamento mais recente do IBGE, cerca de 4 milhões de brasileiros estão morando sozinhos. Essa fatia da população já ocupa quase 10% dos domicílios no país. Em algumas capitais, como Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Porto Alegre, uma em cada oito casas tem apenas um morador, e metade dos apartamentos ou “flats” estão ocupados por uma única pessoa. Viver só é bom ou ruim? Tem algum impacto na saúde de quem toma esta decisão?

A tendência de viver sozinho não ocorre só no Brasil. É um novo arranjo social que está acontecendo em vários países ao redor do mundo. As famílias estão cada vez menores, tendo menos filhos, com as pessoas se divorciando e vivendo mais. Tudo isso culmina com este novo cenário. Técnicos do Ipea afirmam que, somente nos últimos 20 anos, a taxa de pessoas que moram sozinhas cresceu acima dos 40%. Essas pessoas fazem afirmações do tipo: “um sujeito pode passar a maior parte do tempo só e sentir-se bem, ser boa companhia para si próprio. Outro pode estar cercado de um monte de gente e sentir-se completamente solitário – o que pode ser fruto das circunstâncias, como um casamento infeliz, um namoro sem motivação etc.”. Mas uma pesquisa, já citada nesta coluna, procurando a resposta sobre a felicidade, dá conta de que para estar bem e feliz o relacionamento interpessoal é de fundamental importância. Foi observado que pessoas que mantêm boas relações sociais vivem mais e por mais tempo. Ter alguém para compartilhar tristezas, alegrias e segredos ajuda a espantar a ansiedade, o estresse e outros sentimentos negativos que abalam o organismo como um todo.

Viver sozinho está se tornando uma nova modalidade para os arranjos entre as famílias da atualidade. Não vejo nenhum problema nisso, desde que a pessoa esteja bem e em paz com ela própria, cercada dos familiares e amigos. Porém, existem pessoas que moram sozinhas, não se cuidam, estão claramente angustiadas e depressivas, não têm contato com amigos, etc. Esse grupo merece atenção, especialmente as pessoas idosas que, em algum momento de suas vidas, poderão necessitar da ajuda para alguma atividade na vida diária, como se vestir, tomar banho, fazer as refeições, dificuldades para caminhar ou enxergar, etc. É um grupo muito vulnerável, com alto risco de acidentes domésticos. E o que é pior, o idoso pode necessitar de auxílio durante uma emergência e, como está sozinho, um desfecho sombrio pode ocorrer. Para esta parcela da população, a ajuda especializada em residenciais geriátricos poderá ser de grande valia. Lá, a pessoa passa a ter a necessária segurança e atividades que podem fazer a diferença entre a depressão e um novo estilo de viver.

Nota: obra de Van Gogh

EXISTE RECEITA PARA A FELICIDADE?

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Autoria do Dr. Telmo Diniz

O que realmente nos faz felizes na vida? A busca pela felicidade é um desejo de todos nós. Sensação plena de felicidade é a procura incessante da maioria das pessoas. Então, qual é a chave para esta tão buscada felicidade?

Há 76 anos, pesquisadores da Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, têm procurado uma resposta para o tema. O Estudo sobre o Desenvolvimento Adulto (Study of Adult Development, em tradução livre) começou em 1938, analisando 700 rapazes, entre estudantes da universidade e moradores de bairros pobres de Boston.

A pesquisa acompanhou esses jovens durante toda a vida, monitorando seu estado mental, físico e emocional. E continua agora com mais de mil homens e mulheres, filhos dos participantes originais. Imagine só quanto material foi coletado durante todo este tempo, em busca de respostas para a felicidade.

Um ponto em comum, durante toda a pesquisa, é o que fala sobre a importância da qualidade de nossos relacionamentos interpessoais. Uma relação de qualidade é aquela na qual você se sente seguro, que pode ser você mesmo, sem o teatro da vida real. Do lado oposto vem a solidão como forma máxima de exclusão da sociedade, o que leva, invariavelmente, à infelicidade, angústia e depressão. De igual forma foi observado que pessoas que mantêm boas relações sociais vivem mais e por mais tempo.

Ter alguém para compartilhar tristezas, alegrias e segredos ajuda a espantar a ansiedade, o estresse e outros sentimentos negativos que abalam o organismo como um todo. O número de amigos, porém, não importa muito. O grande diferencial na pesquisa era a qualidade dos relacionamentos, não a quantidade. Pode-se ter poucos amigos, mas leais.

A pesquisa também fez o comparativo entre pessoas com mais dinheiro com aquelas com menos recursos financeiros. A conclusão que se chega, até o momento, é que realmente dinheiro não traz felicidade. Existem milionários infelizes e pessoas de baixa renda que vive em um estado pleno de felicidade. Podemos ganhar dinheiro e ter uma vida mais confortável? Claro que sim! Mas não pense que, com isso, irá ter mais felicidade.

O quarto chefe da pesquisa (pois já se passaram décadas desde o seu início) fala sobre sua experiência com a mesma: “Percebi que meus relacionamentos me dão energia quando invisto neles, quando lhes dedico tempo. Tornam-se mais vivos e não desgastantes”. E acrescentou: “A tendência é nos isolarmos, ficar em casa para ver televisão ou nas redes sociais. Mas, na minha própria vida, percebi que sou mais feliz quando não estou fazendo isso”. O que aponta, mais uma vez, no sentido de que a relação direta (e não virtual) com o próximo é a que traz felicidade que todos nós buscamos.

Investir em um relacionamento significa estar presente. Ofertar atenção total ao outro, seja na família ou no trabalho, deixa-nos mais próximos e, portanto, mais contentes. Como os animais têm seus grupos, nós também necessitamos de ter, cada um, nosso grupo e interagir com ele. Interação social, essa parece ser a chave para a felicidade. Portanto, amplie seus contatos e ajude o próximo.

MOTIVAÇÃO: NOSSA FORÇA MOTRIZ

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Autoria do Dr. Telmo Diniz

Motivação é uma condição indispensável para alcançar nossos objetivos. É a força motriz que surge do nosso interior e nos ajuda a resolver as dificuldades, a superar as tarefas e a alcançar os objetivos propostos. Quem não tem motivação não tem sonhos – falta brilho para a vida. Ela é, em última análise, um impulso que faz com que as pessoas ajam para atingir seus objetivos. E envolve fenômenos emocionais, fisiológicos e sociais, e é o processo responsável por iniciar, direcionar e manter comportamentos relacionados com o cumprimento dos objetivos e metas. Mas como posso melhorar minha motivação? É com o intuito de dar motivação a mim e aos leitores, que discorro sobre o tema.

Inicie o processo sempre com pensamento positivo. Ser positivo é o primeiro passo para motivar a si e a terceiros. Quem é negativista não consegue sair do lugar – está sempre com pensamentos engessados. Portanto, tenha sempre pensamentos profícuos, mesmo que a situação demonstre o contrário. A motivação tem de agregar não só palavras, mas também ações. Se você quer conseguir algo na vida, comprometa-se de verdade e estabeleça um cronograma. Pense, programe e aja! Ninguém fará por você. Mexa-se e saia do lugar.

Falando em programação vem a importância das anotações em um diário. Escrever o seu objetivo e lê-lo todos os dias também pode ser um ponto de apoio. Mantenha um registro dos seus avanços e retrocessos. Um diário o ajudará a se organizar, saber qual o passo seguinte, resolver problemas que tenham surgido e a analisá-los para colocar em prática a sua solução. O foco diário nos objetivos irá facilitar a caminhada. Qualquer motivação irá por água abaixo se não tiver o mínimo de organização.

Uma chave para motivação é se enxergar alcançando as metas. Como você se vê? Como você está se sentindo? Pensar nisso ajudará a manter a motivação e a não desanimar diante das dificuldades que podem surgir. De igual forma, a inspiração é de extrema importância para que o caminho em direção à meta vá dando resultados. Não é necessário esperar que ela apareça do nada. Busque na música, no exercício físico, no ambiente acolhedor de sua casa, no trabalho, etc. O importante é que se sinta bem, para que a inspiração possa fluir, e ajudá-lo a encontrar a motivação necessária para a caminhada proposta.

A trilha normalmente não é fácil, portanto, pequenos presentes durante a caminhada podem ajudar. Quando você alcançar um objetivo, quando conseguir superar um obstáculo que o aproxima mais da sua meta, respire e dê a si mesmo uma recompensa. Pode ser uma folga, algo que você tinha vontade de comprar, uma viagem. Você precisa se recompensar pelas metas que for atingindo. Estes são alguns passos que deveríamos seguir para nos mantermos motivados ou para motivar alguém. Claro que algumas escolhas podem funcionar para alguns e para outros não. Mesmo assim, tenha em mente que o sucesso não tem nada a ver com sorte, mas com determinação e trabalho árduo.