TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA (TAG)
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Autoria do Dr. Telmo Diniz

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Você é daquelas pessoas constantemente preocupadas? Sempre ansiosa com algo de errado que poderá ocorrer? Saiba que isso pode ser doença. No sentido literal “preocupação” é ocupar-se de algo que ainda não ocorreu e, na imensa maioria das vezes, nem irá ocorrer. Queremos ter o controle regular sobre tudo e todos e que nada de errado possa nos acontecer ou às pessoas das quais gostamos.

Os pensamentos inquietantes e exagerados, focados em fatos negativos, vão minando a saúde mental do indivíduo. São pensamentos incontroláveis que ocorrem em 3% das pessoas e são mais conhecidos pelos médicos como Transtorno de Ansiedade Generalizada(TAG).

Os estudos mostram que os portadores do Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG) demoram cerca de 15 anos para pedir ajuda. Em geral isso acontece porque acreditam que é normal ser hipervigilante. As pessoas com TAG costumam ser ótimos funcionários, pois conseguem prever mais os riscos do que a média das pessoas. A principio isso pode até ser bom, mas com o passar do tempo a energia desses indivíduos vai se esgotando, tornando-os cada vez mais frágeis, até entrarem em crise.

Pessoas excessivamente preocupadas não vivem. Sofrem. Estão constantemente enxergando o perigo, a desgraça, a doença, sempre o pior. É como se em dia de “céu de brigadeiro” olhassem para cima e dissessem: “Hoje vai chover, sem dúvida alguma!” Deixam-se dominar pela preocupação e, dominados por ela, não conseguem ter a necessária tranquilidade para raciocinar e tomar decisões acertadas no momento correto. É como se estivessem paralisadas ou engessadas para solucionar um determinado problema. Ficam tentando controlar o futuro, como se fosse possível. Isto tudo leva a um estado de grande tensão e, muitas vezes, ao estresse crônico.

A angústia de viver pensando que algo de ruim vai acontecer pode evoluir para casos mais sérios, com sintomas de palpitações, falta de ar, náuseas, dificuldade de concentração e de sono. Nesse ínterim aparecem tremores, contraturas musculares e fadiga. Isto tudo junto aos medos e fobias. Os quadros de TAG, muito frequentemente, evoluem para depressão.

É importante a diferenciação entre a ansiedade normal e a anormal. A primeira é àquela proporcional às dificuldades, promovendo um enfrentamento saudável. Já o TAG é uma ansiedade patológica, pois é desproporcional ao que está acontecendo ou ocorrendo.

Algumas dicas para ajudarem a controlar a “preocupação excessiva:

  1. Fazer exercícios físicos.
  2. Praticar atividades de relaxamento, como ioga e meditação.
  3. Utilizar-se de chás com efeito relaxante (camomila, melissa etc).
  4. Praticar a higiene do sono (assunto já abordado neste blog).
  5. Combater ativamente os pensamentos negativos com pensamentos e atitudes proativas.

Na dúvida a procura por ajuda médica e/ou psicológica pode ser bastante útil, com melhora substancial na qualidade de vida dessas pessoas.

Não apresse o rio, ele anda sozinho.
O rio corre sozinho, vai seguindo seu caminho.
Não necessita ser empurrado.
Pare um pouquinho no remanso.
Apressa-se nas cachoeiras….
Não apresse a vida, ela anda sozinha.
Deixe-a seguir seu caminho.

(Autor desconhecido)

Nota: Imagem copiada de www.escolapsicologia.com

Tintoretto – VULCANO SURPREENDE VÊNUS E MARTE
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Autoria de LuDiasBH

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A composição denominada Vulcano Surpreende Vênus e Marte é uma obra mitológica do pintor italiano Tintoretto que não deixou muitas obras baseadas na mitologia. O pintor mostra o momento em que Vênus — deusa da beleza e do amor — e seu amante Marte, deus da guerra, são surpreendidos por Vulcano — deus do fogo — marido da deusa. Esta mesma temática já foi representada por muitos outros artistas.

Vulcano, com seu corpo musculoso e alto, embora já idoso, tem os cabelos esbranquiçados e a barba branca. Usa uma faixa brilhante que lhe cobre os quadris. Ele se reclina sobre a cama, apoiando-se nela com o joelho direito e na perna esquerda estirada, tocando com a ponta do pé o chão e suspende o véu que cobre a genitália de Vênus, para ver se ali encontra algum vestígio de sua traição. Atrás dele, na parede, está um enorme espelho redondo que o mostra de costas, próximo à cama da esposa, reproduzindo a cena.

Vênus, com o corpo voltado para a lateral direita da tela e com as pernas abertas, tenta cobrir-se com o lençol. Ela não encara o marido. Com a mão esquerda levanta o lençol, procurando cobrir seu corpo nu, enquanto descansa o braço numa almofada dourada que se encontra à sua direita. O tecido escuro sobre sua cama lembra o manto de Marte — deus da guerra — que possivelmente não teve tempo de vesti-lo. Cupido, filho de Vênus com o amante, finge dormir tranquilamente num berço próximo à janela. Ele é o instigador da traição.

Marte esconde-se debaixo de uma mesa retangular postada atrás de Vulcano, forrada com uma toalha verde, trazendo em cima um manto vermelho, possivelmente o forro da cama de Vênus. Ele usa um capacete redondo e observa o cãozinho — tido muitas vezes como símbolo da fidelidade — aos pés da cama e voltado para ele e, ao que parece, prepara-se para latir, denunciando-o ao esposo traído.

A cena desenrola-se num luxuoso quarto de um palácio veneziano com belas janelas, cujos vidros possuem o formato de prismas. No peitoril da janela, próxima a Cupido, há um belo vaso de vidro de Murano. Os ladrilhos decorados levam a um segundo ambiente com escadas. Uma forte luz difusa banha a cena. As cores usadas pelo pintor são extremamente equilibradas.

Nota
Alguns veem no espelho, o próprio escudo de Marte. Também analisam que o deus da guerra encontra-se debaixo da cama de Vênus.

Ficha técnica
Ano: c. 1555
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 135x 198 cm
Localização: Alte Pinakothek, Munique, Alemanha

Fontes de pesquisa
Renascimento/ Editora Taschen
Enciclopédia dos Museus/ Mirador
http://www.wga.hu/html_m/t/tintoret/7/2vulcan.html

A PAIXÃO É UMA DROGA
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Autoria de LuDiasBH

A atração entre os sexos nasce na cabeça. (Stefan Klein).

 O cérebro humano permite um grande número de manifestações amorosas — da timidez romântica à dominação agressiva e cruel. (Stefan Klein)

São poucas as pessoas que nunca sofreram por amor, tendo vivenciado uma enlouquecedora paixão em que a razão parece ter exaurido como éter, a exemplo da lenda celta de Tristão e Isolda (presente neste site). Passado o período do arrebatamento, muitos se perguntam como aquilo pode acontecer, sem entender o porquê de parecerem tão enfeitiçados. Não é à toa, portanto, que antigamente e ainda nos dias de hoje em certas culturas, esse amor tão desatinado seja creditado a algum tipo de magia. Quem nunca ouviu histórias sobre as famosas poções mágicas?

Quando apaixonada, a pessoa cria uma visão imaginária da pessoa amada, colocando-a num pedestal, vendo-a como um ente especial, ignorando seus defeitos e ansiando por sua presença, pois essa lhe traz uma grande euforia. A Ciência tem procurado estudar os efeitos da paixão nas pessoas, chegando à conclusão de que é similar ao de uma droga. Segundo os pesquisadores Barteles e Zeki, “O pensamento na pessoa amada gera no cérebro um padrão de atividade muito parecido com o que é desencadeado pelo consumo de drogas, sendo a euforia da paixão comparável aos efeitos alucinógenos da heroína e da cocaína”. A neurobiologia explica que as drogas têm a sua atuação sobre os mesmos circuitos cerebrais que os chamados elixires do amor — a oxitocina (hormônio que influencia a fêmea) e a vasopressina (hormônio que influencia os machos).

A paixão, portanto, não passa de uma dependência química e, como acontece com qualquer outra droga, seus efeitos vão se tornando menos intensos com o tempo. E aquele que se encontrava tomado por um intenso arrebatamento ou cegueira — para os mais realistas — acabam por “cair na real”. Contudo, existem grandes amores que duram para sempre — principalmente os não concretizados —, capazes de resistirem ao esfriamento tão comum ao que acontece com a maioria dos casais. Haja oxitocina!

Ao contrário do que reza a cartilha conservadora, o amor pode acontecer entre parceiros do mesmo sexo. O neurocientista Simon LeVay afirma que “nada impede que um corpo masculino contenha um cérebro de homem que se sente atraído por outros homens”. Tal afirmação também diz respeito ao cérebro feminino no que diz respeito a outra mulher.  Para o neurocientista a biologia concede uma ampla margem para todas as variantes da sexualidade, o que não significa que o homossexual do sexo masculino tenha cérebro de mulher e o do sexo feminino tenha sexo de homem. As mudanças encontram-se apenas nas regiões que determinam o desejo sexual.

Segundo o biofísico alemão Stefan Klein, “O desejo de um homem por outro homem (ou de uma mulher por outra mulher) não significa desvio de personalidade, e sim uma variação natural de uma predisposição fisiológica. Da mesma forma que existem destros e canhotos e pessoas com talentos diversos, alguns indivíduos apresentam uma inclinação sexual diferente, não havendo nada de anormal nisso. Existem todas as gradações possíveis entre a homossexualidade e a heterossexualidade. Só raramente o cérebro desenvolve uma polaridade inteiramente masculina ou feminina. Na maioria dos casos, a inclinação se mantém em algum lugar entre os dois extremos”.  A dedução, portanto, é de que somos “masculino e feminino” — como canta Pepeu Gomes — em proporções variadas.

Nota: ilustração – O Beijo, obra de Edvard Munch

Fonte de pesquisa:
A Fórmula da Felicidade – Stefan Klein – Editora Sextante

Renoir – LISE COM SOMBRINHA
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Autoria de LuDiasBH

O júri havia estigmatizado Renoir como um rebelde, junto com Courbet, Manet e Monet. (Gary Tinterow – historiador de arte)

O pintor francês Pierre-Auguste Renoir (1841–1919) alegrava-se por ter nascido num família de grande talento manual, onde havia alfaiates, ourives e desenhista de modas. Para ele teria sido mais difícil se tivesse nascido numa família de intelectuais, pois teria levado muito tempo para se livrar das ideias recebidas. De origem humilde, aos 13 anos de idade Renoir deu início à sua carreira artística, pintando porcelanas, cortinas e leques para ajudar financeiramente sua família, composta por mais seis irmãos. Émile Laporte, seu colega nas aulas noturnas da Escola de Desenho e Arte Decorativa, incentivou-o a frequentar o ateliê do mestre suíço Charles Gleye, para que pudesse se ingressar na Academia, o que aconteceu dois anos depois.

A composição intitulada Lise com Sombrinha, ou simplesmente Lise, é uma obra-prima do artista que combina um retrato com uma paisagem. A elegante retratada é sua companheira Lise Tréhot — quase em tamanho natural — com quem viveu entre 1865 e 1871, tendo servido de modelo de muitas de suas obras.  Ao contrário de outros trabalhos seus que foram recusados, esta obra recebeu críticas positivas, tendo sido aceita pelo Salão de Paris em 1868. As iniciais do artista — AR — estão gravadas no tronco da árvore em segundo plano.

Lise encontra-se de pé numa clareira em uma floresta, com o corpo de frente para o observador e a cabeça virada para a sua direita. Usa um vestido longo de musselina branca, fechado até o pescoço, com uma enorme faixa preta que desce pela saia, caindo sobre a parte da vestimenta que descansa no solo. Suas mangas são transparentes. Finas fitas pretas compõem a renda das mangas e da parte de cima do vestido.

Sobre os cabelos presos Lise traz um pequeno chapéu de palha com fitas de tule vermelho em harmonia com seus brincos de pedras vermelhas. Ela segura na mão esquerda uma pequena sombrinha com cabo de marfim, ornada com renda preta na aba, que faz sombra sobre sua cabeça, pequena parte do tronco e no lado esquerdo do vestido. Sua vestimenta é típica de passeios ao ar livre no verão à época.

A parte do vestido branco que se encontra recebendo os raios solares mostra-se fulgurante, enquanto aquela que se encontra na sombra reflete um tom azulado. Ao fundo, o contraste claro-escuro dá ainda mais intensidade à luminosidade do branco. Ao deixar o rosto da retratada na sombra e o corpo sob a luz, o branco do vestido sobressai ainda mais.

Ficha técnica
Ano: 1867
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 182 x 113 cm          
Localização: Museu Folkwang, Essen, Alemanha

 Fontes de Pesquisa:
Impressionismo/ Editora Taschen
https://en.wikipedia.org/wiki/Lise_(Renoir)
https://useum.org/artwork/Lise-with-Umbrella-Pierre-Auguste-Renoir-1867

A SOLIDÃO MACHUCA
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Autoria de LuDiasBH

Estudos clínicos e neurobiológicos atestam que a solidão gera um estresse sombrio para o corpo e a mente. As pessoas que vivem isoladas mostram-se tristes e doentias. Isso porque a capacidade de compreensão e a sensibilidade do solitário acabam se tornando insensibilizadas pelos efeitos do hormônio do estresse, o que compromete sua saúde ao enfraquecer seu sistema biológico.

É interessante notar como certas culturas enaltecem a solidão (a alemã, por exemplo) enquanto outras abominam-na (a exemplo da indiana). Ao contrário dos asiáticos, os europeus não conseguem entender o porquê de eles sentirem tanta necessidade de contato social. De acordo com o Professor Martin Seligman, o pai da psicologia positiva, “O individualismo ocidental é o responsável pela disseminação quase epidêmica da depressão entre nós”.

O que dizer então do mundialmente conhecido provérbio que reza “Antes só do que mal acompanhado”? Ele contém uma grande verdade, não se opondo à necessidade de contato social, ao contrário, apenas reafirma-a. O que ele quer dizer é que o convívio social é tão importante e exerce tamanha influência nas pessoas que uma companhia ruim pode causar um grande dano — tanto ao equilíbrio psíquico como ao corpo.

Os casais que vivem mal, por exemplo, têm o sistema imunológico afetado. E quanto maior for a hostilidade entre eles, mais desregulados tornam tal sistema “responsável por combater as invasões de germe no organismo”, uma vez que o estresse enfraquece as defesas imunológicas, segundo pesquisa realizada pela psiquiatra Janice Kielcot-Glaser e seu marido, o imunologista Robert Glaser. Portanto, quando não se tem simpatia pela pessoa com quem se convive e não há uma maneira para reverter a situação, o melhor mesmo é colocar o provérbio acima em ação. Forçar um convívio estressante resultará em sérios danos à saúde.

Pesquisas mostram que as pessoas solitárias tendem a perder a autoestima. Como ser social que gosta de compartilhar suas alegrias e tristezas, o homem necessita de contato com os de sua espécie, tanto é que as substâncias da felicidade (já estudadas em outro texto) também estimulam o contato social. Por que somos mais sociáveis quando estamos de bom humor? A resposta é muito simples. Quando bem-humorada a pessoa sente-se mais confiante para travar relações, seus temores de ser rejeitada ou julgada desaparecem.

O neurocientista e psicobiólogo Jaak Panksepp, responsável por cunhar o termo “neurociência afetiva” (nome do campo que estuda os mecanismos neurais da emoção) relatou em seus estudos que “a busca de contato com outras pessoas deve-se, sobretudo, ao medo que temos da solidão”. Por sua vez Stefan Klein, biofísico alemão, afirma que “quanto mais próximos estamos uns dos outros, mais doamos de nós mesmos; e quanto mais damos e recebemos, mais unidos nos sentimos”.

Nota: ilustração – Melancolia, obra de Edvard Munch

Fonte de pesquisa:
A Fórmula da Felicidade – Stefan Klein – Editora Sextante

Segantini – A COLHEITA DE FENO
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 Autoria de LuDiasBH

A bela figura divina estava rodeada por um lago prateado de luz que se espalhava e atravessava a sombra escura da luz. (Segantini)

O pintor italiano Giovanni Battista Segantini (1850 – 1899) nasceu numa família muito pobre e chegou a viver num reformatório, permanecendo muito tempo de sua vida sem saber ler ou escrever. Foi encorajado por um capelão do lugar a desenhar, coisa que fazia muito bem, a fim de melhorar sua autoestima. Depois foi morar com seu meio-irmão Napoleão que dirigia um estúdio de fotografia, onde o futuro pintor aprendeu o básico sobre esta arte, o que lhe possibilitou incorporá-la à sua pintura. Veio a estudar na Academia de Brera, onde se tornou amigo de inúmeros artistas. Suas primeiras obras situam-se, em grande parte, em cenas de gênero realistas, lembrando Millet e Daubigny. Tornou-se muito conhecido pelas paisagens pastorais que fazia dos Alpes, chegando a tornar-se um dos artistas mais famosos da Europa, no final do século XIX. Suas pinturas que combinavam um estilo divisionista com imagens simbolistas eram compradas por importantes museus.

A composição intitulada A Colheita de Feno é uma obra do artista que retrata o difícil trabalho dos camponeses com o feno que é ajuntado para depois ser carregado, numa faina cansativa e sem fim, com o objetivo de alimentar o gado na estação invernal. Assim como acontecia com os impressionistas, a luz era muito importante para Segantini, embora sob uma visão diferente — a divina.

Uma jovem mulher encontra-se em primeiro plano, curvada sobre um pequeno monte de feno, próxima a um amontoado de pequenas pedras. Seu braço direito está abraçado a um ancinho — seu instrumento de trabalho. Ela usa um vestido escuro e sobre ele um avental branco com mangas da mesma cor sobrepostas. Na cabeça traz uma touca branca. Mais ao fundo, um camponês carrega um pesado saco de feno em direção à carroça, onde outros já se encontram empilhados. Duas outras mulheres trabalham ao fundo, à esquerda, de costas para a figura principal. Outras figuras humanas são vistas distantes, à direita, na estrada de terra.

Um grande céu — tomando metade da tela — traz nuvens escuras e pesadas que são atravessadas por uma forte luz. Uma cadeia de montanhas desaparecem no horizonte. Pessoas e animais integram-se à paisagem, unidas pela luz radiante que vem do céu.

Ficha técnica
Ano: 1889/98
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 137 x 149 cm          
Localização: Segantini-Museum, Sr. Moritz, Suíça

 Fontes de Pesquisa:
Impressionismo/ Editora Taschen
https://en.wikipedia.org/wiki/Giovanni_Segantini
https://www.segantini-museum.ch/en/museum/collection/paintings.html