Guillaumin – PÔR DO SOL EM IVRY
Siga-nos nas Redes Socias:
FACEBOOK
Instagram

Autoria de LuDiasBH

O pintor francês Armand Guillaumin (1841 – 1927) era oriundo de uma família da classe trabalhadora. Aos 15 já trabalhava na loja de lingerie de seu tio e estudava desenho à noite. Também trabalhou para o governo francês numa ferrovia antes de ingressar na Academia Suíça. Ali ficou conhecendo Paul Cézanne e Camille Pissarro, travando com eles uma grande amizade. Tornou-se também grande amigo de Vincent van Gogh e de seu irmão Theo e muito querido no grupo dos impressionistas. Não podendo viver de sua pintura, teve que voltar a trabalhar no Departamento de Estradas no período noturno para que pudesse pintar durante o dia. Ficou conhecido, sobretudo, por seu gosto pelas paisagens e pelo uso de cores fortes.

A composição intitulada Pôr do Sol em Ivry é uma obra do artista impressionista feita ao ar livre. O céu, banhado pelo sol poente, ocupa a maior parte da tela. Ele se inicia perto das fábricas com um forte tom laranja avermelhado, depois passa pelo amarelo e a seguir pela mistura de azul e verde. A intensidade de tais cores reflete-se nas águas do rio Ivry, contrastando com as imponentes árvores escuras que se enfileiram à direita, elevando-se bem acima da linha do horizonte.

O pintor elege como tema o avanço da cidade moderna, com suas fábricas fumegantes, sobre a natureza. Nuvens de fumaça, expelidas pelas chaminés, direcionam-se para a esquerda e elevam-se nos ares. Não lhe interessava a vida elegante dos bairros chiques, mas o que acontecia nos polos industriais com seus subúrbios miseráveis. Sua obra foi apresentada na primeira exposição impressionista em 1874.

Guillaumin – assim como os demais impressionistas – tinha por objetivo mostrar os efeitos das condições atmosféricas e das mudanças ocasionadas pela luz, contudo, ele buscava os locais industrializados, desprovidos de qualquer glamour, onde os trabalhadores encontravam-se, sendo esta a causa principal do esquecimento legado à sua criação, ainda que, como impressionista, não lhe coubesse qualquer forma de idealização ou julgamento.

Ficha técnica
Ano: 1878
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 59,2 x 72,5 cm        
Localização: Musée du Petit Palais, Genebra, Suíça

 Fontes de Pesquisa:
Impressionismo/ Editora Taschen
https://entertainment.howstuffworks.com/arts/artwork/setting-sun-at-ivry-by-jean-baptiste-
http://www.impressionniste.net/guillaumin_armand.htm

OH! CÉUS, OH! VIDA, OH! AZAR!
Siga-nos nas Redes Socias:
FACEBOOK
Instagram

Autoria do Dr. Telmo Diniz

Os leitores de mais idade vão se lembrar do desenho animado criado pelos estúdios Hanna-Barbera (EUA), no qual os dois personagens viajam pelo mundo em busca de uma vida tranquila e de sucesso e fortuna. O leão Lippy é um otimista nato e acredita que tudo vai dar certo. Já a hiena Hardy é o típico reclamador contumaz. No texto desta semana vamos ver como identificar esse tipo de pessoa e saber observar suas diversas facetas.

O reclamador contumaz é aquele que reclama de tudo. Nunca nada está bom. Aliás, sempre pode piorar. É igual o personagem da hiena Hardy, que repete o bordão: “Oh vida, oh céus, oh azar… isso não vai dar certo!”. É um pessimista nato. Sofre nas filas de hospital, nas filas do banco ou em qualquer lugar que tenha que esperar. Tem um semblante pesado, anda curvado e nunca demonstra atitudes de proatividade.

Indignado com o mundo e com tudo que o cerca, o reclamador habitual sabe de todas as mazelas e notícias ruins que saem nos noticiários. É difusor de péssimas notícias. Reclama muito, mas não tem resolução para quase nada. Aliás, nunca pergunte como andam as coisas, pois se o fizer, se prepare! Puxe uma cadeira e senta, pois vai demorar.

Muitos dos reclamadores estão desiludidos com tudo e com todos – “os homens não prestam, as mulheres são todas iguais e a família é uma instituição falida”. Já outros adoram sofrer compulsivamente, pois seus problemas são sempre piores, maiores, mais complexos que o dos outros! Eles querem demonstrar que sua força está em aguentar todas as mazelas que podem suportar. Por fim, existem os reclamadores que estão sempre atarefados, reclamam que nunca têm tempo pra nada e que estão sempre ocupados. Colocam-se sempre açodados e com algo a fazer, entretanto, são procrastinadores diários.

O fato é que a lamúria e a constante reclamação criam conexões neurais que vão estimular a produção de cortisol e adrenalina (hormônios do estresse) que provocam estados de tensão e esgotamento. E isso, no longo prazo, pode acarretar doenças. Por outro lado, quem tem pensamentos positivos cria conexões neurais que estimulam a produção dos “hormônios da tranquilidade” – endorfina e serotonina. É simples! Pensamentos positivos trazem boas coisas e pensamentos negativos certamente vão andar de mãos dadas com a hiena Hardy.

Para não nos tornarmos pessoas reclamadoras, a atitude a ser adotada aponta para o desenvolvimento da inteligência emocional, que tem, entre suas características, a capacidade de controlar impulsos, canalizar emoções para situações adequadas, praticar a gratidão e passar a motivar as pessoas ao seu redor. Para ser otimista, treine o cérebro e seu corpo com hábitos simples. Primeiramente, pratique a meditação por 15 minutos diários. Faça 30 minutos de exercícios físicos e seja uma pessoa engajada, ou seja, envolva-se em atividades que tenham real significado para você, como a profissão, um hobby, esportes ou mesmo o voluntariado.

Vá e faça, mas deixe de reclamar!

Henry Fuseli – O PESADELO
Siga-nos nas Redes Socias:
FACEBOOK
Instagram

Autoria de LuDiasBh

O desenhista, pintor e escritor de arte suíço Johann Heinrich Füssli – mudou seu nome mais tarde para Henry Fuseli –  (1741 – 1825) era filho de Johann Caspar Füssli, pintor de retratos e paisagens. Iniciou seus estudos com seu pai, vindo depois a receber uma esmerada educação clássica. O pintor inglês Joshua Reynolds foi quem o persuadiu a dedicar-se inteiramente à pintura. Foi professor de pintura e Guardião na Royal Academy em Londres. Muitas das obras do artista tratam de temas sobrenaturais. Ele serviu de influência para vários pintores britânicos, inclusive para William Blake. Foi descrito como um mestre da luz e da sombra, distribuindo sua paleta de cores aleatoriamente, diferentemente da maioria dos pintores.

A composição intitulada O Pesadelo é uma obra de Fuseli, sendo uma das mais conhecidas. Uma jovem mulher encontra-se dormindo, deitada de costas, com a cabeça dependurada na ponta da cama, deixando à vista seu longo pescoço. Ela usa uma longa camisola branca que cobre o seu corpo que se encontra numa posição estranha. Traz a cabeça – cujos cabelos tocam o chão do quarto – e os braços direcionados para baixo. O artista parece retratar ao mesmo tempo a mulher a sonhar e o pesadelo que tem durante o sono, contudo, o quadro gerou inúmeras interpretações.

No pesadelo da mulher aparecem figuras estranhas, como um cavalo (ou égua) e um abutre (íncubo) de sorriso cínico que parece estar fumando um cachimbo. Ele está sentado sobre o tronco da figura feminina, enquanto olha para o observador. Apesar do assombro que a pintura causou em muitas pessoas da época, críticos e patronos sentiram grande fascínio por ela, tornando-a muito popular. Animado, o artista fez, pelo menos, quatro outras variações dela. Esta obra trata-se de sua segunda variação.

O ambiente onde se encontra a mulher é contemporâneo e elegante. Próxima a seus pés – o esquerdo sobre o direito – está uma mesinha redonda de cabeceira, onde são vistos um espelho, um frasco e outro pequeno objeto. Cortinas de veludo deixam passar a cabeça brilhante do equino cego que aparece em suas aberturas.

A tela tem sido interpretada de diversas maneiras. Para alguns, o íncubo e a cabeça de cavalo (ou égua) com olhos brilhantes dizem respeito à crença e ao folclore sobre pesadelos. Outros veem a pintura carregada de sexualidade, como uma amostragem do inconsciente, ou seja, uma antecipação das ideias de Freud sobre o assunto. A obra, na verdade, ao mesmo tempo em que apresenta a imagem de um pesadelo, retrata simbolicamente a visão do sono.

O artista criou um efeito “claro-escuro” para dar vida a fortes contrastes de luz e sombra. Várias imagens na pintura estão associadas à ideia de que o diabo (íncubo) podia copular com uma mulher, enquanto ela dormia. Alguns estudiosos de arte acham que o artista buscou influências nas crenças folclóricas, como os contos germânicos que falavam sobre bruxas e demônios que possuíam pessoas que dormiam sozinhas.

Observações sobre a obra (retiradas da Wikipedia)

  • O historiador de arte HW Janson sugere que a mulher adormecida representa Landholdt (uma mulher por quem o artista esteve apaixonado) e que o demônio é o próprio Fuseli.
  • O antropólogo Charles Stewart caracteriza a mulher adormecida como “voluptuosa”.
  • uma estudiosa do gótico a descreve como estando em uma “posição sexualmente receptiva”.
  • Marcia Allentuck argumenta da mesma forma que a intenção da pintura é mostrar o orgasmo feminino.
  • A pintura de Fuseli foi considerada representativa dos instintos sexuais sublimados.
  • Interpretações relacionadas da pintura veem o íncubo como um símbolo onírico da libido masculina, com o ato sexual representado pela intrusão do cavalo através da cortina.
  •  O próprio Fuseli não forneceu comentários sobre sua pintura.

Ficha técnica
Ano: 1790/91
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 76,5 x 63,5 cm
Localização: Frankfurter Goethe-Museum, Frankfurt, Alemanha

Fontes de pesquisa
Romantismo/ Editora Taschen
https://en.wikipedia.org/wiki/The_Nightmare
https://fineartamerica.com/featured/1-the-nightmare-henry-fuseli.html

O CÉREBRO E AS EMOÇÕES
Siga-nos nas Redes Socias:
FACEBOOK
Instagram

Autoria de LuDiasBH

Felicidade e infelicidade possuem seus próprios circuitos e sua química especial, mas isso não significa que emoções agradáveis e desagradáveis sejam independentes umas das outras. (Stefan Klein)

Nos últimos tempos a mente vem sendo cada vez mais estudada, o que tem permitido conhecer com mais profundidade o seu funcionamento. Dentre as inúmeras descobertas está a de que os sentimentos positivos e os negativos são produzidos no cérebro por sistemas diferenciados, levando-nos à compreensão de que a ausência de tristeza não remete à felicidade. Prova disso é que não são poucos os momentos em nossa vida em que coisas boas e ruins acontecem ao mesmo tempo, quando por um lado nós nos mostramos imbuídos de sentimentos positivos e, por outro, invadidos por sentimentos negativos. Uma mãe, por exemplo, cujo filho ganhou uma bolsa de estudos no exterior, sente-se feliz pelo futuro do filho e infeliz por dele se afastar – ao mesmo tempo. Alguém que perdeu um ente querido alegra-se pelo fato de vê-lo libertar-se de seu contundente sofrimento e padece por não mais contar com sua presença neste mundo.

O portador de uma vida sem tristezas não traz o atestado de que é feliz. Muitas vezes ouvimos alguém dizer que não tem motivos para estar triste, mas, ainda assim, sente-se infeliz. Isso acontece porque as reações boas e as ruins acontecem em estruturas diferenciadas no cérebro, podendo, algumas vezes, acontecerem simultaneamente. Se fossem no mesmo sistema, a presença da alegria anularia a da tristeza e vice-versa, o estudo mais detalhado do cérebro prova que não é assim. Até mesmo os neurotransmissores (substâncias que, liberadas por células nervosas, transmitem impulsos nervosos a outras células) são diferentes na linguagem dos mediadores neuroquímicos. As reações boas contam com agentes intitulados dopamina, oxitocina e betaendorina, enquanto as negativas são comandadas pela acetilcolina e pelo cortisol (hormônio do estresse).

Prazer e desprazer são engendrados de modos desiguais em nossa mente, assim como diferentes são os sinais para expressar tais sentimentos, mas não significa que as emoções positivas e as negativas sejam independentes uma das outras. Veja bem, uma pessoa que assiste ao seu time jogar, sente-se ao mesmo tempo feliz e aflita. Ela teme que ele leve um gol e fica alegre com a possibilidade de que ele venha a ganhar. Por que um sentimento não exclui o outro? Porque, como explica o filósofo e biofísico Stefan Klein, “Os sistemas cerebrais para as percepções positivas e negativas são interligados”. Portanto, não se trata de um paradoxo, se nos encontrarmos aflitos e alegres ao mesmo tempo, uma vez que a batalha entre reações conflitantes acontece a todo o momento em nosso cérebro.

Já vimos em outro artigo que o cérebro é dividido em dois hemisférios: direito e esquerdo. Contudo, no que tange às emoções, ambos os hemisférios trabalham para processá-las. O que difere é a intensidade do trabalho que cada lado realiza. O hemisfério direito é mais ativo no que diz respeito às emoções negativas, enquanto o esquerdo trabalha mais em relação às positivas. O lado dominante dos destros é o esquerdo e o dos canhotos é o direito, por isso, existem indícios de que os distúrbios emocionais acontecem mais entre os canhotos (fato ainda não comprovado).

Fonte de pesquisa
A Fórmula da Felicidade, Stefan Kleina, Editora Sextante

Géricault – RETRATO DE NEGRO
Siga-nos nas Redes Socias:
FACEBOOK
Instagram

Autoria de LuDiasBH

O sensível pintor francês Jean-Louis-André Théodore Géricault (1791 – 1824), filho do advogado e comerciante Georges Nicolas e de Louise Jean-Marie Carruel, foi um dos mais famosos, autênticos e expressivos artistas do estilo romântico em seu início, na França. Sua mãe era uma mulher inteligente e culta. Desde a infância Géricault demonstrava interesse pelos desenhos e cavalos. A família mudou-se para Paris e sua mãe faleceu quando ele tinha dez anos, deixando-lhe uma renda anual. Na capital francesa o futuro artista tornou-se esportista, elegante e educado, frequentando os ambientes mais sofisticados. Embora seu pai não aprovasse a sua opção pela pintura, um tio materno resolveu o impasse, ao chamar o sobrinho para trabalhar com ele no comércio, mas lhe deixando um bom tempo livre para dedicar-se à pintura.

A composição intitulada Retrato de Negro é também uma das obras do artista que nutria grande solidariedade, preocupação racial e simpatia pelo movimento abolicionista. No período de 1822 a 1823 – dois anos antes de sua morte – ele pintou inúmeros retratos de negros. Pretendia criar uma grande tela evidenciando o tráfico negreiro, voltando o seu foco de pintor humanista para os dramas desses personagens, mas sua morte prematura, aos 32 anos, frustrou seus sonhos.

Géricault, neste retrato – iria fazer parte de sua ambicionada tela sobre o tráfico negreiro –, faz com que, através de suas pinceladas, os olhos do personagem falem. Neles estão contidos suas saudades e o sonho nostálgico, ainda que sem esperança, de um dia saborear a liberdade. A composição repassa uma grande simpatia do pintor pelo retratado.

Ficha técnica
Ano: 1822/1823
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 45 x 37 cm
Localização: Museu Drenon, Châlon-sur-Saône, França

Fontes de pesquisa
Gênios da pintura/ Abril Cultural
1000 obras-primas da pintura europeia/ Könemann

EXERCÍCIOS FÍSICOS EM TODAS AS IDADES
Siga-nos nas Redes Socias:
FACEBOOK
Instagram

Autoria do Dr. Telmo Diniz

Nunca é tarde para iniciar atividades físicas. Isso é o que apontam alguns estudos relacionados ao tema. Portanto, se o seu caso está ligado ao sedentarismo e à preguiça  não permite que você volte a se exercitar, não se preocupe, porque ainda é “tempo de correr atrás do prejuízo”.

Um desses estudos foi apresentado no Congresso EuroPRevent, na França, e apontou que começar a fazer exercícios antes dos 30 ou depois dos 40 anos oferece os mesmos efeitos positivos ao coração. Com isso, os pesquisadores concluíram que iniciar a prática de atividade física após os 40 anos não é tarde demais para beneficiar o sistema cardiocirculatório.

Nessa pesquisa, metade dos homens começou a prática de exercícios antes dos 30 anos e a outra metade depois dos 40. Os voluntários passaram por vários exames, como medição da frequência cardíaca e da pressão arterial, ecocardiograma e testes durante os exercícios. Foi verificado, em paralelo e durante o estudo, que houve benefícios extras, com melhora da densidade óssea e da massa muscular. Mesmo considerando as mudanças biológicas que ocorrem com a idade, o coração, segundo os pesquisadores, é capaz de melhorar sua função quando se começa a praticar exercícios após os 40 ou 50 anos. A conclusão final é que o benefício é geral para todas as idades, independentemente do tempo de início das atividades.

O exercício físico regular traz benefícios diversos:

  • Melhora e fortalece todo o sistema cardiorrespiratório – o que inclui coração e pulmões.
  • Melhora a coordenação motora e a flexibilidade corporal e modula medidas importantes, como o colesterol, a glicemia e a pressão arterial.
  • E vai além, pois pode prevenir processos neoplásicos e degenerativos, como as artroses.
  • Benefícios extras, como redução do estresse, de quadros depressivos e dos episódios de ansiedade, são nitidamente observados devido à melhora do estado de humor.

Entretanto, a pessoa sedentária tem que iniciar as atividades de forma mais leve e, se possível, sob supervisão médica ou de educador físico. Começar caminhando é uma boa ideia, pois não se esgota um corpo que ainda não está preparado para exercícios mais intensos. O tempo necessário para ir ganhando um bom condicionamento físico é de 150 minutos divididos em cinco vezes na semana. Em outras palavras, praticar atividade física por 30 minutos ao dia é o ideal e não provoca fadiga.

Os três primeiros meses normalmente são os mais difíceis. É o tempo que o corpo leva para entender um novo padrão de comportamento. Você deve ter a consciência de que, no início, tudo é mais difícil e que vai sentir preguiça, mau humor e uma profunda vontade de desistir. A dica é ter regularidade e não se preocupar com a intensidade. Pense como se fosse uma conta que você vai ter que pagar. Se passar do dia do vencimento, a fatura vai aumentando aos poucos e vai cobrar seu preço no futuro. Portanto, pare e pense! Você tem de pagar uma conta de 30 minutos diários para não ficar endividado com sua saúde.