COMO VIVENCIAR A FELICIDADE

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Autoria de Lu Dias Carvalho

Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade. (Carlos Drummond de Andrade)

A nossa felicidade depende mais do que temos nas nossas cabeças, do que nos nossos bolsos. (Arthur Schopenhauer)

A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz. (Sigmund Freud)

Muito mais importante do que os conceitos que a felicidade possa ter é o bem que proporciona ao seu portador. E isso a começar pelo relaxamento muscular e pelo equilíbrio hormonal que produz. Segundo o escritor e biofísico Stefan Klein “Se fôssemos apenas espíritos sem corpos, seríamos incapazes de ser felizes”. Muitos leitores, surpresos, estarão a indagar sobre o porquê de tal afirmação.

Klein responde: “Como ocorre com todos os sentimentos, a felicidade origina-se tanto no corpo quanto no cérebro. Isso acontece porque o bem-estar só é produzido quando o cérebro recebe os sinais adequados que vêm do coração, da pele e dos músculos e os interpreta corretamente”. Podemos e devemos ser seres espiritualizados, mas, sobretudo, viver como tais. Se “viver” significa “ação”, isso quer dizer que somos responsáveis pelas ações de nosso corpo e, portanto, pela nossa felicidade.

Imagine que você se encontra numa prazerosa festa ao ar livre, na qual está a se esbaldar, mas repentinamente a temperatura cai alguns graus Celsius. E, por infelicidade, você se esqueceu de levar o casaco de frio. Por melhores que sejam os comes e bebes, a música e o ambiente, não mais conseguirá sentir prazer. Seu corpo não lhe permitirá isso, pois não está se sentindo bem. Você poderá se imaginar numa praia ensolarada… E o desconforto continuará o mesmo.

O corpo, no caso acima, continuará enviando uma mensagem que diz que algo está errado e que ele  não se encontra bem, portanto, é incapaz de enviar sinais de bem-estar ao cérebro. O que nos leva a concluir que necessitamos de cuidar bem de nós mesmos como um todo – inclusive modificando nossos pensamentos e sentimentos ruins – se quisermos caminhar em busca da felicidade. Nosso corpo merece ser levado a sério muito mais do que imaginamos, o que não leva em conta a maioria dos credos.

Muitas das atividades do sistema nervoso na espécie humana são conscientes, ou seja, encontram-se sob o controle ou a autonomia da vontade. Outras, entretanto, acontecem involuntariamente, quer se queira ou não. Se alguém se encontra triste, por exemplo, por mais que aparente felicidade não conseguirá enganar as pessoas mais observadoras. Isso porque a vontade não tem poderes totais nesse caso, exercendo apenas uma “pequena” influência sobre nosso sistema nervoso involuntário, incapaz de ser ocultada aos mais sensíveis.

A natureza foi sábia ao destinar ao sistema nervoso certas ações de que somente ele é capaz de acionar – funções vitais para o nosso corpo. E é bom que assim seja, pois, destrambelhada como é a humanidade, não se pode colocar sob sua autonomia tais responsabilidades. Seria um caos se o homem tivesse poder para manipulá-las a bel-prazer. Já pensaram nisto?

Sabemos que a felicidade é feita de momentos. Assim,  as pessoas que buscam encontrá-la nas pequenas coisas são tomadas por ela constantemente. O que me faz lembrar um pensamento que diz: “Quem não tem o que se ama, deve amar o que se tem”. Trocando em miúdos, se seus desejos encontram-se além de suas possibilidades, comece por valorizar o que está ao seu redor.

Assim como “gentileza atrai gentileza”, ações positivas atraem coisas positivas. Os indivíduos exageradamente exigentes com a vida tornam-se carrancudos e sombrios, alegando que a felicidade nunca lhes bate à porta, quando na verdade são eles que fecham a porta para ela, ao ignorar que é possível aprender a ser feliz.

O primeiro passo é ser humilde nas aspirações. Busque começar pequeno. O segundo é alegrar-se com cada passo dado em direção a uma meta, lembrando-se sempre de que todo propósito deve começar no “agora”, para que não se transforme num ideal fugaz. O terceiro e último passo é viver um dia de cada vez e da melhor maneira possível no que diz respeito a si mesmo, aos outros e ao planeta Terra como um todo. Se assim agir, todo o resto virá por acréscimo.

Nota: obra de Antônio Poteiro, ceramista, escultor e pintor português que veio para o Brasil com um ano de idade – tido como um dos mestres da pintura primitiva brasileira.

Fonte de pesquisa
A Fórmula da Felicidade/ Stefan Klein/ Editora Sextante

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A IMPORTÂNCIA DO AUTOCONTROLE

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Autoria do Dr. Telmo Diniz

Autocontrole é a capacidade de controlar nossas emoções e nossos desejos, ou seja, é a capacidade de saber fazer nossa gestão emocional. Quem não tem autocontrole pode incorrer em problemas de relacionamento no trabalho e na família. Se, em várias ocasiões, você se encontra com o “estopim curto”, com riscos de perder o controle, continue a ler este texto e veja o que pode ser feito para melhorar as frustrações, intolerâncias e irritações diárias.

Autocontrole é a habilidade de tomar as rédeas das nossas emoções, em especial as mais fortes, como a raiva e os ímpetos de fúria. Apelamos para a nossa capacidade de autocontrole sempre que estamos diante de situações que não nos agradam muito, como o encontro com um chefe chato, um vizinho inoportuno, ou as situações que nos colocam frente a determinados riscos e sob pressão. Ter autocontrole é saber “pisar no freio” dos impulsos para que um pequeno desentendimento entre colegas ou na família não tome proporções maiores.

Em quase todas as situações utilizamos o autocontrole para seguir as normas sociais de boa convivência. Entretanto, nem sempre é fácil manter o domínio de nossas reações. E como acontece com a maioria das características humanas, existem grandes diferenças entre as pessoas. Em nossa sociedade quem tem bom domínio de si mesmo é, em geral, mais respeitado pelos outros do que pessoas consideradas instáveis e imprevisíveis. Pessoas com bom autocontrole são, em geral, mais bem-sucedidas no trabalho e mantêm relacionamentos mais estáveis.

Bom, então, o que podemos fazer para controlar esses impulsos de descontrole no dia a dia? Existem alguns pontos importantes que podem nos ajudar a ter mais tolerância nas diversas situações:

  • inicie tomando consciência de suas emoções e daquilo que o perturba, pois não se controla aquilo que não se conhece;
  • liste também as reações irracionais que tomou recentemente e que gostaria de controlá-las;
  • quando identificar as situações em que pode perder o controle emocional, terá a chave para gerenciá-las;
  • pratique o bom humor, tente levar as coisas um pouco mais na esportiva;
  • saiba que todos os assuntos levados a sério demais ficam mais difíceis de resolver;
  • procure também ser mais flexível com a sua agenda, ser muito radical com tudo na vida provoca mais estresse, intolerância e mais irritabilidade;
  • conte até dez antes de responder alguém, precisamos avaliar se algo é tão importante que não possa esperar, pois resolver as coisas de cabeça quente normalmente traz resultados desastrosos;
  • deixe o clima esfriar para resolver a situação, quando todos estiverem mais calmos, isto é um hábito salutar;
  • faça exercícios de relaxamento, adicionando-os à rotina diária, pois são uma ferramenta de grande utilidade;
  • não se sujeite à expressão “não levo desaforo para casa”.

Lao Tsé, filósofo e alquimista chinês, falou sobre o tema: “na condução das questões humanas, não existe lei melhor do que o autocontrole”.

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SORRIR TRAZ FELICIDADE?

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Autoria de Lu Dias Carvalho

Sorrir traz felicidade – mas só o sorriso verdadeiro consegue fazer isso. O cérebro não se deixa enganar facilmente. (Stefen Klein)

Paul Ekman – pesquisador reconhecido por seus trabalhos no campo das emoções – conseguiu responder a uma pergunta que muitos se fazem: É possível criar sentimentos de felicidade exercitando o sorriso? Ele explica cientificamente que “Sim!”, que é possível mudar as disposições de ânimo ao exercer uma influência direta sobre o nosso corpo. O médico coreano Jong Sul Yum, criador da Unibiótica, inclui em seus exercícios alguns minutos dedicados ao riso, já ciente de tal poder. Contudo, é bom saber que não é qualquer tipo de sorriso que induz à felicidade. Faz-se necessário botar em prática o genuíno “sorriso de Duchenne”, pois o nosso cérebro é muito mais esperto do que pensamos. 

O “sorriso de Duchenne” – uma homenagem ao neurologista francês Dr. Duchenne que em 1862 realizou um estudo pioneiro do músculo orbicular do olho – nada mais é do que aquele sorriso grande, sem amarras ou elegância, moldando todo o rosto e isso quando também não balança o corpo. Ele levanta os dois cantos da boca, faz com que as pálpebras se comprimam, desenha um monte de rugas em torno do canto dos olhos (dizem até que é o responsável pelos “pés de galinha”), elevando ligeiramente as partes superiores das maçãs do rosto. E como se toda esta ginástica fosse pouca, esse sorriso gostoso ainda contrai os músculos orbiculares das pálpebras. E mais, ele é tão contagiante que exerce efeito sobre as pessoas em derredor, que também costumam sorrir diante de tamanha obra-prima.

Agora que temos o conhecimento sobre o único sorriso tido como verdadeiramente prazenteiro, nenhum sorrisinho amarelo ou sem graça irá mais nos enganar. Será mesmo? Mentira! Cerca de 10% das pessoas são capazes de reproduzir intencionalmente o sorriso de Duchenne, sem treinamento algum, o que o transforma também num sorriso falso, quando assim criado, mas que faz um grande bem ao seu criador. Ainda assim – imagino eu – uma pessoa bem observadora será capaz de captar a falsidade de tal sorriso através do olhar do prazenteiro, carregado de segundas intenções.

Nós outros, no intuito de imitar tal sorriso, podemos recorrer a truques, como buscar a lembrança de uma piada engraçada ou a de um fato que nos fez rir muito. E isso nos fará muito bem, pois ajuda a melhorar o nosso humor. Se o sorriso abre portas para o mundo exterior, melhorando os relacionamentos ao atuar como “lubrificantes sociais”, sabemos agora que também escancara as portas que levam ao nosso mundo interior, tornando-o mais festivo.  

Ainda que todo sorriso tenha como característica principal a elevação dos cantos dos lábios, erguidos com o amparo dos músculos da bochecha, o “sorriso de Duchenne” possui algo que o diferencia dos demais: é criado pela emoção positiva, expressa através da união de diferentes músculos da face. Enquanto a maioria dos sorrisos, dentre eles os falsos, atendem à vontade da pessoa, o “sorriso de Duchenne” é incontido, autêntico e, por isso, chamado de “um reflexo das emoções da alma”, pois dele fazem parte os olhos – as janelas da alma.

Fontes de pesquisa
A Fórmula da Felicidade/ Stefan Klein/ Editora Sextante
https://amenteemaravilhosa.com.br/tipos-de-pensamento-intuitivo/

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EVITANDO O LADO PESSOAL

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Autoria do Dr. Telmo Diniz

Se você leva as coisas, de forma muito frequente, para o lado pessoal, é porque de alguma forma concorda com o que está sendo falado. Nada do que os outros falam ou fazem tem a ver com você. Quem leva as coisas para o lado pessoal é porque dá muita importância a si mesmo. Vejamos como lidar melhor com este tema.

Se você, caro leitor, acha que tudo que acontece à sua volta tem a ver com você, terá de mudar sua visão de vida. Certamente essa mudança fará com que você sofra menos. É importante entender que o que os outros fazem, dizem ou pensam tem a ver com a forma como eles veem o mundo – não tem nada com você. Pare e pense nisso! Deixe de achar que é o centro das atenções.

Se você não levar as coisas para o lado pessoal, estará imune a vários problemas. Quando você se sentir ofendido com algo e prontamente reagir para defender seus pensamentos e ideias, certamente vai criar algum conflito. Naquele momento, fazendo uma “tempestade num copo d’água”, você, na verdade, está procurando mostrar que está certo e tornando todas as outras ideias erradas.

Todos nós conhecemos pessoas que se ofendem com facilidade, tendem a ver as situações como negativas, acreditam que tudo que se passa no ambiente tem uma relação com elas, isso sendo verdade ou não. Ficam irritadas com facilidade e creem que toda fala tem segundas intenções ou alguma crítica pessoal. Existe uma voz na mente da pessoa dizendo “é sobre mim”, “estão falando de mim”. É algo paranoico.

Pessoas assim não possuem senso de humor, deixam o ambiente de trabalho carregado com relacionamentos interpessoais comprometidos, ficando isoladas em seu mundo, com tom amargo e depressivo. A tendência é que os outros se afastem delas para evitar maiores confrontos. Desse modo, isolam-se socialmente e reforçam o afastamento, porque as outras pessoas temem suas reações violentas. De igual forma existem pessoas que levam tudo para o lado pessoal, mas se mantêm caladas, interiorizando um sentimento de rancor que parece não ter fim.

Como se proteger dos efeitos do ambiente sem levar nada para o lado pessoal? Primeiramente, procure ter autocontrole, seja flexível e tenha senso de humor. Seja autoconfiante, saiba separar o que é real do que é imaginário. Se o que outra pessoa diz afeta você é porque concorda com o que está sendo dito. Dê tempo ao tempo, evite confrontações e impulsividade desnecessárias. Tenha foco no que realmente é importante. Não gaste energia em coisas desnecessárias. Não se faça de vítima, o mundo não está contra você. Saiba perdoar, pois, quando você pratica o perdão, consegue se libertar de ideias do passado, focando coisas do presente que são o que realmente interessam.

Não leve nada para o lado pessoal. Os outros não fazem nada por sua causa. Buda disse certa vez: “Quando você se tornar imune às opiniões e às ações dos outros, não será mais vítima de sofrimentos desnecessários.”.

Nota: obra de Di Cavalcanti.

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A ARTE DE VIVER COM LEVEZA

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 Autoria do Dr. Telmo Diniz

A ciência moderna explica a conexão entre leveza e prazer, mas a grande questão é: como viver com maior leveza em um mundo tão corrido e com alto nível de estresse? Neste texto nós vamos aprender o que fazer para viver com mais singeleza.

Uma vida leve é uma vida com menos estresse e mais momentos alegres, menos preocupações e mais otimismo, menos pressa e mais bom humor, menos cansaço e mais vontade. Quando falamos em “viver com leveza”, falamos sobre saber viver, mais e melhor.

Existem alguns caminhos que você pode escolher e atitudes a tomar que certamente vão deixar sua vida mais leve. Inicie por ter menos coisas. Buda já dizia: “Quanto mais coisas você tem, mais terá com o que se preocupar”. Quanto menos você se preocupar em manter muitos bens e menos pensamentos sobre possuir coisas ocuparem sua mente, mais espaço se abre na sua vida para viver com serenidade, ser feliz e afastar-se de sentimentos como angústia e ansiedade.

De igual forma, não leve a vida tão a sério. Você não precisa estar sempre certo. E o mundo não vai parar se você, de vez em quando, fizer uma pausa nos deveres para se divertir, esquecer as partes chatas do dia a dia e não responder a e-mails nem atender o celular. Reduza a quantidade de obrigações. Se você tem compromissos demais e pouco ou nenhum tempo para você, a vida se torna maçante e sem sentido. Mude sua rotina!

Faça as coisas com mais calma. Diminua um pouco o seu ritmo e dispense a ansiedade, sentimento que é um vício prejudicial à sua saúde. Talvez você nem perceba, mas já se tornou um hábito fazer com extrema rapidez tudo o que deve ser realizado no dia. Você, caro leitor, anda na rua, lê, come, trabalha e atende ao telefone em ritmo tenso e acelerado sem perceber? É isso que deve ser revisto.

Fique o máximo que puder ao lado de quem o faz rir. Rir faz bem, deixa a vida mais leve, traz disposição e acaba com o estresse. E se distancie de pessoas mal-humoradas – os “vampiros de energias”. Isso o ajudará a lamentar menos e a solucionar melhor os problemas. Tem adversidades? Certamente, sim! Mas veja as outras coisas boas que estão a sua volta. Os problemas fazem parte do nosso dia a dia e, portanto, deverão ser encarados como parte da rotina.

Paulo Coelho descreveu bem como viver com leveza: “Um ancião índio norte-americano, certa vez, descreveu seus conflitos internos da seguinte maneira: ‘Dentro de mim há dois cachorros. Um deles é cruel e mau. O outro é muito bom, e eles estão sempre brigando’. Quando lhe perguntaram qual cachorro ganhava a briga, o ancião parou, refletiu e respondeu: ‘Aquele que eu alimento mais frequentemente’”.

Nota: obra de Di Cavalcanti

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BUSQUE A CAUSA DE SUA PREGUIÇA

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Autoria do Dr. Telmo Diniz idosos1

A preguiça tem origem no termo em latim “pigritia” e é uma característica ou atitude que demonstra pouca disposição para o trabalho ou aversão ao mesmo. Está relacionada com negligência, indolência, demora ou lentidão em praticar qualquer ação. A preguiça se revela através da morosidade em cumprir algum trabalho, seja ele físico ou mental.

Apesar de não ser considerada uma doença, a preguiça ou falta de atividade pode ser um sintoma característico de algumas patologias, como a narcolepsia, que é o excesso de sonolência; a depressão, cujos sintomas incluem passividade e falta de motivação; ou ainda síndromes ligadas ao cansaço, como a síndrome da fadiga crônica. Todas estas patologias já foram temas deste blog, podendo ser encontradas em VIDA SAUDÁVEL.

Às vezes, sentimos preguiça de realizar uma tarefa simplesmente porque não gostamos, não concordamos ou não estamos satisfeitos. Procrastinamos, simples assim. Deixar o que é mais chato para depois é normal, mas a preguiça é a manutenção deste status quo. Ela não se resume na questão física, mas também no pensar, sentir e agir. A crença básica da preguiça é “não necessito aprender nada”, levando a um movimento limitador das ideias e ações no cotidiano e traduzido pelo “deixa para depois”.

A característica básica da preguiça pode ser encontrada em pessoas que frequentemente adiam compromissos, decisões, projetos, mudanças ou até simples afazeres rotineiros, comprometendo o resultado desejado com a justificativa de que não houve tempo ou que irá realizar outro dia. Na verdade, essas pessoas tentam ocultar uma insegurança exagerada em sua própria capacidade de agir. Utilizam-se do desânimo e do esquecimento como estratégia para fugir da necessidade de arregaçar as mangas e enfrentar a parte que lhes cabe realizar na vida. É como se a pessoa estivesse imobilizada, sem conseguir reação.

Como a preguiça não é considerada uma patologia, não se pode falar em um tratamento, porém algumas mudanças podem diminuir significativamente a moleza e fornecer novas formas de energia e motivação. A prática de exercícios físicos é uma delas. A pessoa deve começar a se movimentar. Acompanhamento terapêutico também pode ser indicado na tentativa de buscar compreender as causas da preguiça ou, ainda, resgatar antigas atividades consideradas prazerosas. Além disso, alimentos mais leves e dietas mais balanceadas parecem estar diretamente ligados à disposição do dia a dia.

Para espantar a preguiça logo pela manhã e melhorar a minha disposição, eu tomo um suco verde com gengibre. É ótimo para “pegar no tranco”.

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