OS ANTIDEPRESSIVOS EM NOSSA VIDA

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Autoria de LuDiasBH

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É sabido que os antidepressivos não funcionam igualmente para todas as pessoas, variando substancialmente de uma para outra. Até mesmo nas reações adversas, podem ser percebidas diferenças. Há casos, por exemplo, em que algumas pessoas, fazendo uso de uma mesma substância ativa, perdem o apetite, emagrecendo, enquanto outras passam a comer sem limites, engordando. Portanto, quando alguém diz que o antidepressivo X ou Y não o beneficiou, pode estar coberto de razão. É por isso que é muito difícil o tratamento com tais medicamentos, pois o psiquiatra trabalha com hipóteses em relação ao paciente, ou seja, com erros e acertos. É o medicado quem irá definir seus avanços, se está melhorando ou não. É a descrição de seu estado físico e mental que irá dar o aval ao psiquiatra para continuar, aumentar, diminuir, ou mudar o antidepressivo.

O sumiço da SP (síndrome do pânico) é um dos resultados mais visíveis no tratamento com antidepressivos. A ansiedade e a depressão, contudo, são mais difíceis de serem combatidas, até mesmo pela visão que o paciente passa a ter sobre o próprio tratamento. Ingenuamente, imagina, na maioria das vezes, que ao tomar um antidepressivo, nunca mais terá ansiedade ou tristeza, pois está fazendo uso da pílula da felicidade. Esquece-se de que também se faz necessário mudar certos comportamentos, levar menos carga nos ombros, pautar a vida pela tolerância consigo e com os outros, aceitar o que não pode mudar, em suma, viver com mais leveza.

Embora tomemos um antidepressivo, o que melhora consideravelmente nossa qualidade de vida, continuamos humanos do mesmo jeito, com alegrias, tristezas, esperas, aborrecimentos, indignações, decepções, etc. O modo como tratamos essa gama de emoções é que faz toda a diferença. O antidepressivo funciona como um fator de equilíbrio das nossas emoções desenfreadas, fazendo com que nossos neurônios passem a funcionar dentro daquilo que denominamos “normalidade”, mas em hipótese alguma transforma-nos em seres divinos, acima do bem e do mal, habitantes de um paraíso imaginário. E, se alguém, ao tomar um medicamento tal, vê-se como um zumbi, desprovido de emoções boas e ruins, deve imediatamente voltar ao psiquiatra, pois encontra-se no vale das sombras.

Sou uma velha usuária de antidepressivos, caminhada que vem desde a minha adolescência. Venho de uma família de depressivos crônicos, pelo lado materno, herança deixada, desde a passagem de minha bisavó por este planeta, passando por minha avó, mãe, tias, um monte de primos, numa muito bem repartida herança. É fato que alguns parentes privilegiados fugiram à regra. A genética permitiu-lhes abrir mão de tal herança, legando-a, generosamente, a nós outros. Já passei por uma infinidade de antidepressivos dos mais variados laboratórios. Com alguns me fiz amante temporária, em razão das brigas de foice com o meu organismo. Com outros amásios convivi bons tempos, até que passaram a não me satisfazer mais (coisa da vida a dois). Atualmente encontro-me nos braços do oxalato de escitalopram. Confesso que temos formado um bom par, embora haja dias em que lhe viro a cara, ou seja, sinto-me deprimida com os reveses da vida. O que faço? Apenas exclamo: Obá! Continuo humana!

O que as pessoas precisam entender é que, junto com o tratamento psiquiátrico, faz-se necessário mudar caminhos, traçar novas rotas na busca pelo mais importante coadjuvante do tratamento químico: uma nova maneira de olhar e aceitar a vida. Confesso que, ao aliar uma busca pelo Caminho do Meio, ou seja, pelo equilíbrio de minhas emoções, eu encontrei o segundo remédio mais profícuo para a minha depressão. Parei de botar toda a responsabilidade no antidepressivo, para dividi-la comigo mesma. Em suma, tomei consciência de que a pílula da felicidade é ainda um mito, e que assim seja eternamente, pois o sofrimento é o sentimento que mexe visceralmente com o nosso âmago, tornando-nos realmente humanos. É dele que nasce a sensibilidade, a compaixão, a generosidade, a gratidão, a autopreservação, em suma, o amor à vida como um todo.

É bom que se saiba que não existe resultado 100% efetivo em relação a esse ou àquele antidepressivo, porque ninguém é 100% feliz neste nosso planeta chamado Terra. Só a certeza de nossa finitude é um soco no estômago. Existem algumas teorias que aludem a essa fugacidade a busca exagerada por riquezas e poder. Segundo elas, alguns, mais do que outros, não aceitam esta certeza que habita em cada um de nós, pobres mortais. E se agarram às coisas materiais e ao poder no sentido de preencher tal vazio e fugirem dessa certeza inquestionável. São pessoas perigosamente enfermas.

Aos meus companheiros de caminhada, fica a sugestão de que se tratem à vista de problemas mentais, procurando um psiquiatra de confiança. Mas, mais do que isso, que procurem também ser mais compassivos consigo e com os outros. Nossa caminhada pela Terra é tão veloz, para que carreguemos nos ombros pesados fardos Quanto mais leveza, mais descansados estaremos para ver a beleza que existe ao nosso derredor. Temos que deixar as sendas do materialismo doentio, que nos instiga a ver alegria apenas nos grandes favorecimentos, e alegrar-nos com pequenas coisas: com uma flor que se abre no jardim, um beija-flor que pousa na janela, um papo com alguém agradável na rua, um favor feito, uma comidinha gostosa, o cumprimento do vizinho, o roçar do gato e a festa do cão à chegada dos donos em casa, um banho refrescante, uma chuvarada, um pôr-do-sol, uma tarde de trovoadas, o contato com as pessoas queridas… Não esperem um tempo especial para se sentirem alegres, até que já não saibam mais sorrir. Comecem agora. Já!

Nota: na ilustração estão duas pinturas de Edvard Munch (Noite de Verão e Melancolia)

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335 comentários sobre “OS ANTIDEPRESSIVOS EM NOSSA VIDA

  1. Elaine

    Lu

    Acho incrível como seu blog tem o poder de me acalmar,leio e releio todos os comentários quase todos os dias. Quando começo a sentir uma crise eu me deito e começo a ler o relato das outras pessoas que passam pelo mesmo que eu. Imediatamente começo a me acalmar. Estou a duas semanas em tratamento com o oxalato de escitalopram.Confesso que no início foi fácil, senti enjoo mas foram suportáveis, mas no primeiro dia em que tomei 10mg achei que não ia aguentar, tive uma crise muito forte, mas graças a Deus passou rápido.

    Esta semana tive meu melhor dia em 3 meses e meio. Na segunda-feira consegui dar uma faxina em casa e não senti nada, parecia que eu nunca tinha estado doente, mas a alegria durou pouco, na terça já acordei ansiosa com o coração acelerado e de lá pra cá venho me sentindo mal. Ontem quase não consegui sair do sofá de tanta fraqueza e dor no peito, aquela sensação de nó na garganta. Só melhorei à tarde depois de passar pela psicóloga, pois tinha consulta agendada. Hoje é sexta, acordei com os mesmo sintomas, mas tenho notado melhoras apesar de tudo. As crises que eram frequentes e várias vezes ao dia diminuíram muito. Antes levavam até 20 minutos, mas hoje levam no máximo 8, tenho fé que vou melhorar muito mais.

    Este blog me ajuda demais, toda vez que tenho um sintoma que me assusta, leio os relatos e vejo que outras pessoas já passaram pelo mesmo e consigo me acalmar, ao ver que existem mais pessoas que me entendem. Isso me faz ter mais segurança e me ajuda a me sentir muito melhor. Ser Pop é fundamental para que tudo comece a tomar seu rumo, aprendi isso por aqui. Ainda estou no início do tratamento, sei que ainda muitas crises virão até que o remédio faça seu efeito total, mas o importante é não desistir e continuar na luta, pois uma hora tudo isso será passado.

    Obrigada, Lu, por essa ideia e por ser uma pessoa abençoada que nos ajuda e nos enche de esperança numa vida melhor, que Deus esteja contigo, abraço.

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    1. LuDiasBH Autor do post

      Elaine

      Sempre que a dosagem do antidepressivo é ajustada, os efeitos adversos dão a cara, mas isso por um tempo passageiro. A cada nova mudança o organismo passa por uma readaptação, portanto, tais crises estão dentro da normalidade. Apesar de ainda se encontrar no início do tratamento, é bom perceber já há melhorias no seu quadro. Agora, amiguinha, é ter paciência e seguir em frente. Pude perceber que é uma grande guerreira POP. Parabéns pelo modo como está aceitando e levando seu tratamento adiante, servindo de exemplo para todos nós. Sinto-me orgulhosa de você.

      Eu realmente não imaginava que fosse ajudar as pessoas neste campo. Foi para mim uma grande surpresa ver o número de comentários no primeiro texto que fiz a respeito de transtornos mentais. Daí para a frente a nossa família só tem aumentado. Sinto-me realmente recompensada, principalmente ao receber comentários carinhosos como o seu. Muito obrigada por sua generosidade.

      Beijos,

      Lu

      Responder
  2. Alexandre Nunes

    Lu
    Tive a primeira crise de pânico aos 24 anos, mas durante a adolescência tinha um pouco de fobia social, que apesar de não impedir a vida normal, atrapalhava.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Alexandre

      Seu comentário foi para a categoria de DEPOIMENTOS. Será publicado após a meia-noite. Eu o responderei lá.

      Abraços,

      Lu

      Responder
  3. Edilma Silva

    LU,
    estou há um ano fazendo tratamento com escitalopram de 10 mg. O médico começou a fazer o desmame, passou pra sete mg e em novembro começo a tomar cinco mg e em dezembro serão dias alternados. Eu estou enjoada como ficava no começo, será que pode ser por conta da diminuição do remédio? Eu tenho TAG, será que por não ser um transtorno tão grave como a depressão, eu corro o risco de ter recaídas? Tenho medo de voltar a sentir o que sentia, e ter que começar o tratamento todo de novo.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Edilma

      Seja bem-vinda a este cantinho. Sinta-se em casa.

      Amiguinha, presumo que tais sintomas sejam efeito da diminuição do medicamento. Talvez não seja a hora de parar com o antidepressivo. Repasse ao seu psiquiatra o que começou a sentir, para que ele possa avaliar o seu caso. O Transtorno da Ansiedade Generalizada (TAG) é muitas vezes mais doloroso do que a depressão, pois a ansiedade pode atingir níveis alarmantes, levando a pessoa a ter severas crises de pânico. Mas não se preocupe, pois tudo será resolvido. Continue em contato conosco.

      Abraços,

      Lu

      Responder
  4. Ana Luiza

    Olá Lu e todos os presentes no grupo,

    É muito bom encontrar um lugar onde podemos trocar nossas experiências, estou muito feliz de poder escrever aqui.

    Estou tomando o oxalato de escitalopram há 4 dias para tratamento da síndrome do pânico que estava me afetando há 20 dias, todos os dias era um pesadelo. Acontece que nesses 4 dias iniciais de tratamento tenho sentido alguns efeitos colaterais como tremor, sensações de estar alerta e hiperatividade, muitos bocejos, um pouco de tontura e alguns formigamento e dormência nas mãos e pés (essas demências são menos frequentes que os outros sintomas). Estou ficando preocupada e quero saber se alguém aqui teve algo parecido.

    Parabéns pela iniciativa Lu!

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Ana Luiza

      Seja bem-vinda a este cantinho. Sinta-se em casa.

      Amiguinha, os sintomas relacionados por você dizem respeito à fase inicial do tratamento. Ao ler os comentários poderá observar que todos (ou quase todos) passam (ou passaram) por eles. Vou lhe enviar alguns links que poderão ajudá-la a entender melhor o processo. Não se assuste, logo tudo isso terá desaparecido. Normalmente os efeitos adversos duram cerca de três semanas. Não pare seu tratamento sem o parecer médico. Continue em contato conosco.

      Abraços,

      Lu

      Responder
      1. Ana Luiza

        Lu, muito obrigada!
        Sua resposta me consolou muito e me deixou muito mais tranquila. Seguirei com o tratamento com certeza! Muito obrigada pelos links, darei uma olhada lá!

        Gratidão!

        Responder
    2. Elaine

      Ana Luiza,
      realmente ficamos preocupados diante das coisas que não conhecemos, também tenho síndrome do pânico. Na segunda semana de uso do medicamento, ao passar para 10 mg, senti tudo isso que você relatou. Não é fácil, mas vai passar. Se você ler os outros comentários vai ver que muitos passam por esses efeitos adversos, mas todos relatam melhoras depois de um tempo. Seja firme, pois creio que logo voltaremos aqui para contar o quanto estamos bem.

      Responder
      1. LuDiasBH Autor do post

        Elaine

        Você é muito fofa! Fiquei emocionada ao vê-la estimular a Ana Luiza. Faça isso, amiguinha. Nossa família precisa de muito estímulo e amor, pois muitos de seus membros não são compreendidos em casa. Precisamos dar-lhes colo aqui.

        Beijos,

        Lu

        Responder
  5. Patricia

    Lu
    Há 1 ano e quatro meses tomo o escitalopram de 10 mg. O psiquiatra que me acompanha já tentou tirar duas vezes o antidepressivo, mas sempre voltam meus problemas. Estou com muito medo de ter quer tomar para sempre. Minha consulta é para o dia 16 do próximo mês. E voltou o nervosismo. E essas duas tentativas eu passo 2 meses tomando dias alternados e quando é para parar sinto enxaqueca forte e volta tudo de novo. Ajude-me!

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Patrícia

      Seja bem-vinda a este cantinho. Sinta-se em família.

      Amiguinha, você não deveria se preocupar com o tempo que terá que tomar o medicamento, mas sim com a melhoria de sua saúde. Se as crises estão voltando ao tentar parar a medicação, significa que precisa usá-la por mais tempo. Não existem pessoas que tomam medicamentos para diabetes, coração e hipertensão para sempre? Qual é o problema de tomar o antidepressivo? Não pense nisso, mas apenas na sua qualidade de vida. Viva apenas um dia de cada vez, pois essa sua preocupação só faz aumentar seu nervosismo. Procure também fazer uso de chás calmantes (camomila, melissa, hibisco…). Continue nos dando notícias.

      Abraços,

      Lu

      Responder
      1. Simone Araújo de Brito

        Lu!
        Estou exatamente ha 1 ano e 1 mês tomando Exodus (Oxalato de Escitalopram), quero que saiba que você foi uma grande amiga durante o início do tratamento.

        Responder
        1. LuDiasBH Autor do post

          Simone

          Seja bem-vinda a este cantinho. Sinta-se em família.

          Amiguinha, já li o seu comentário e também o coloquei na categoria de DEPOIMENTOS. Assim que eu o publicar, responderei seus questionamentos.

          Beijos,

          Lu

  6. Claudia

    Olá, Lu!

    Sempre estou navegando na internet em busca de novas informações sobre problemas mentais… E acabei entrando nesta página de depoimentos e comentários de pessoas comm o mesmo problema que eu, achei muito interessante esta troca de informações e o seu apoio e carinho que dá a cada um.

    Sou uma pessoa muito insegura e medrosa, relutei muito antes de fazer uso com antidepressivos. Atualmente tenho 46 anos e tive minha primeira Síndrome do Pânico com 18 anos, desde então minha vida nunca mais foi a mesma. Sofri muito, pois na êpoca não era conhecido esse tipo de transtorno e não tive apoio. Comecei a fazer uso de medicamentos há 10 anos atrás, já tive melhora bem significativa, também tive crises, altos e baixos. Estou sem trabalhar há 3 anos e senti uma piora neste último ano, não sei se os medicamentos não estão mais fazendo efeito. Tomo Sertralina 50 mg ao dia e Donaren Retard 150 mg 1/3 ao dia. Tenho tido muita diarreia e acordo com dor de barriga e com medo de tudo, qualquer ruído me assusta até se meu marido tosse do meu lado sinto um susto e dor na boca do estômago. Gostaria de uma palavra de consolo.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Cláudia

      Seja bem-vinda a este cantinho. Sinta-se em família.

      Amiguinha, não é fácil ter vivenciado a Síndrome do Pânico ainda tão jovem. Compreendo perfeitamente tudo que viveu, pois a minha SP também teve início na adolescência, sendo eu ainda mais nova do que você. E para complicar venho de uma família de depressivos crônicos pelo lado materno, começando pela minha bisavó (de quem me lembro), avó, mãe, tias, primos… Contudo, desde jovenzinha aprendi a olhar os fatos sobre variados prismas. E foi assim que compreendi que, como parte do corpo, o cérebro também adoece, e que existem doenças imensamente piores do que a minha. Teria apenas que aprender a conviver com o mau funcionamento dos meus neurônios da melhor maneira possível. Venho passando por inúmeros antidepressivos, pois, com o tempo, o organismo vai se acostumando com o medicamento e deixando de fazer efeito. Confesso-lhe que tenho uma vida tranquila, sendo muito produtiva.

      Cláudia, é uma pena que tenha sofrido tanto antes de procurar ajuda médica. Com o aumento dos transtornos mentais em todo o mundo, a Ciência vem dedicando uma especial atenção ao tratamento desses. A sua piora pode estar relacionada a uma dosagem baixa ou à não reação de seu organismo ao atual medicamento. Pode ser que ele tenha se acostumado com o mesmo. Está ha hora de voltar ao psiquiatra para uma nova avaliação. Não postergue isso, pois não vale a pena ficar sofrendo quando existe uma saída. Não deixe de levar por escrito os sintomas que vem sentindo: diarreia, dor de barriga, medo exagerado, dor no estômago…

      Amiguinha, assim que for revista sua medicação tudo isso irá passar, pois os antidepressivos foram criados para oferecer-nos melhor qualidade de vida. Se isso não está acontecendo, terá que voltar ao médico o mais rápido possível, para que não sofra desnecessariamante. Aguardo notícias suas. E saiba que não se encontra sozinha, podendo sempre contar conosco. Saiba que tudo isso passará e você terá de novo a sua vida prazerosa e produtiva de antes.

      Beijos,

      Lu

      Responder
  7. Maria

    Lu
    Tomo escitalopram há mais de um ano. Nessa semana ocorreu problema na visão, pois o olho esquerdo parece ter um sol brilhante no canto e parece que fica faltando um cantinho pra completar o campo de visão. Leva uns 10 minutos e depois passa. Nesta semana nao tomei o remédio dois dias e me ocorreu isso logo depois que tomei o remédio. Hoje também tive uma crise de pânico que me estragou o dia. De repente fiquei meio tensa e não conseguia coordenar as palavras. As mãos ficaram trêmula,, os pés e mãos geladas, meio tonta e com taquicardia. Pensei que estava tendo um AVC, mas náo deixei de fazer o que estava fazendo. Nao consegui almoçar. Depois tomei um clonazepam de 0,25 mg e de tarde tomei o escitalopram. Acho que amanhã consultarem, mas os remédios também não têm me feito muito bem. Vou ver a dosagem, mas queria parar.

    Obrigada, meu anjo!

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Maria

      Depois de um ano de escitalopram não é mais para você ter efeitos adversos, pois o organismo já se adaptou ao medicamento. Portanto, acredito que o problema de visão não esteja ligado ao medicamento. Aconselho-a a fazer uma visita ao oftalmologista. Vez ou outra vejo uns raios de luz, que desaparecem após alguns minutos, mas, segundo meu oftalmologista, trata-se de um problema ocular, ocasionado pelo deslocamento de um líquido… Quanto à crise de pânico, pode ser que o medicamento encontre-se com a dosagem baixa ou esteja ligada ao fato de você não estar fazendo uso corretamente do remédio. Você deve seguir a prescrição médica com rigor. E jamais pare sem o parecer médico, pois poderá ter crises seríssimas. Em relação a achar que estava tendo um AVC, é normal pensar assim. Mas não se preocupe, precisa apenas de um retorno ao psiquiatra. Não suma e traga-me notícias.

      Abraços,

      Lu

      Responder
  8. Clayson

    Oi, pessoal!

    Encontro-me bem melhor. Queria saber se quem melhorou (saiu das crises) acordou sem crises e de repente não sentiu mais nada, ou havia (ou ainda há) dias em que ainda oscilava?

    Faz 50 dias que estou tratando com Escitalopram 20 mg, comecei a melhorar há 3 dias, mas nesses 3 dias estou oscilando entre totalmente bem, bem e um pouco inquieto, com um mal-estar chato, com ondas de calor e náuseas. Fora a insônia. A Lu já me falou que há organismos mais resistentes (já havia entendido que o meu era), mas quando vêm as crises, me bate aquela frustração e a dúvida se o remédio está de fato me melhorando ou se vai ficar nessa de momentos bons e ruins.
    Gostaria que me tirasse essa dúvida! Força para nós!

    Beijos e abraços!

    Responder
    1. Raquel Santos

      Olá, Clayson,

      Faz 47 dias que estou tomando esc 20 mg, estou me sentindo muito bem, não tive mais nenhuma crise. Tomo o esc pela manhã, às vezes perto da hora do almoço, sinto apenas uma leve dor de cabeça e as mãos trêmulas, mais logo passa quando me alimento. Não sei se isso é por conta do remédio, antes não sentia nada. Mas no mais estou muito bem, penso que o pior ja passou. Não sei qual tempo necessário para o remédio atingir seu máximo no organismo, mas estou muito feliz com os resultados obtidos.

      Um abraço.

      Responder
  9. Fran

    Lu
    Tenho TAG e tomo sertralina há mais de 3 anos. Comecei com 50 mg e faz um ano que tive que aumentar a dose para 100 mg. Perdi meu pai o ano passado.
    Mas já faz uns cinco meses que meus sintomas voltaram com tudo e o medo me domina. As palpitações e ansiedade incomodam demais. Parei de estudar e trabalhar,enfim

    Faz pouco mais de uma semana que fui a uma consulta e a médica me receitou reconter 10 mg, me orientou tomar as 100 mg de sertralina de manhã e 10 mg de reconter após o almoço. Depois de 10 dias deveria aumentar para 15 mg. Então hoje faz 10 dias. Nos 6 primeiros dias fiquei super tranquila, foi ótimo sendo que os três primeiros tomei como mandou a médica. Mas no 4º dia eu tomei somente 1 sertralina de 50 mg e continuei tomando o reconter de 10 mg. Mas faz 3 dias q sinto que estou mais ansiosa,corimidos de sertralina … Estou mto confusa… : (

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Fran

      Seja bem-vinda à nossa família. Sinta-se em casa.

      Depois de um tempo tomando determinado antidepressivo, o organismo tende a acostumar-se com ele. Esse tempo varia de um organismo para outro. A pessoa deverá, portanto, assim que sentir que os sintomas estão voltando, retornar ao psiquiatra, o mais depressa possível, para que faça uma nova avaliação. Ele poderá aumentar a dosagem do medicamento, ou receitar outro para ser tomado junto, ou mudar de substância, etc. Ao que me parece, você demorou para voltar ao médico, tendo sofrido cinco meses desnecessariamente. Se tivesse buscado ajuda médica não teria parado de estudar e trabalhar. Como meu transtorno mental é crônico, já passei por inúmeros antidepressivos. Assim que percebo que os sintomas se avizinham, logo busco o médico para uma nova avaliação. Não é preciso sofrer desnecessariamente, pois o mercado está cheio de bons remédios que têm por finalidade melhorar nossa qualidade de vida.

      Amiguinha, é necessário seguir rigorosamente a orientação médica. Nós não podemos intervir na dosagem do medicamento, pois não temos formação no assunto. Se você não tomar direitinho, conforme o que lhe foi prescrito, como a médica saberá se está dando bem ou não com a medicação? Saiba também que no início do tratamento, ou quando se muda a dosagem ou acrescenta um novo antidepressivo, os efeitos adversos aparecem, mas duram pouco tempo. Nessa fase, existem altos e baixos, mas é preciso passar por ela. É natural que se sinta mais ansiosa, confusa, medrosa… O importante é que mantenha contato com sua médica sempre que achar necessário. Procure ser POP (paciente, otimista e persistente). Tudo isso irá passar. Acredite! Mas tome direitinho os remédios. Continue em contato conosco.

      Abraços,

      Lu

      Responder
  10. Pereira

    Lu

    Estou tomando escitalopram h 23 dias, e faz uns 8 dias que ele se estabilizou, só que estabilizou na ansiedade,´ que continua não dando trégua, desde a hora em que acordo até a hora de dormir. Antes oscilava, até com bons momentos, e isso estava me dando esperanças. Infelizmente, agora não oscila mais, é ansiedade que parece não ter fim. Relatei isso ao meu médico, e ele vai trocar de medicamento. Acho que meu organismo não está se adaptando ao escitalopram.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Pereira

      É muito comum certos organismos não aceitarem essse ou aquele antidepressivo. Se você não está sentindo mais progresos, e se encontra pior, isto é um sinal de que deve fazer a mudança. Seu médico está correto. Não adianta ficar gastando com um medicamento que não está fazendo efeito. Muitos aqui já passaram por isso, tendo que fazer a mudança. Fique tranquilo, pois irá acertar num medicamento que irá dar bem com seu organismo. Estou torcendo por você. Confiança, meu amiguinho.

      Abraços,

      Lu

      Responder
      1. Lana

        Lu

        Estou usando este espaço, pois não achei o link que citou no texto do Escitalopram. Estou tomando-o faz sete meses e agora voltaram alguns sintomas como friagem no corpo e coração acelerado. É normal ou será que tenho que aumentar a dosagem.

        Responder
        1. LuDiasBH Autor do post

          Lana

          Seja bem-vinda a este cantinho. Sinta-se em família.

          Amiguinha, se depois de sete meses começou a ter tais sintomas, significa que precisa retornar a seu médico para que ele avalie seu quadro. Pode ser que haja necessidade de aumentar a sua dosagem. Mas não faça isso por conta própria. Ouça primeiro a avaliação médica. Quanto a escrever neste texto, não há problema algum. Os outros foram fechados em razão do grande número de comentários, o que estava dificultando a abertura da postagem. Será sempre um prazer tê-la conosco.

          Um grande abraço,

          Lu

  11. Raquel Santos

    Lu e amiguinhos ,

    Hoje completo 41 dias tomando esc 20 mg, felizmente estou me sentindo muito bem. As crises passaram, estou retomando minha vida, olho pra trás e vejo o quanto foi difícil tudo, mas também olho pro presente e fico extremamente contente de me ver bem novamente. É muito difícil passar por isso, só quem vive pode saber, mas justamente por ser tão horrível me agarrei ao tratamento com pensamentos positivos sempre (no início é difícil), de que eu iria superar esse mal, com muita fé e ajuda das pessoas que me amam. Mas principalmente com minha vontade de viver.

    Amiguinhos, não desistam nunca do tratamento, pensem sempre positivo,,que podemos ficar bem, e é fato. Basta acreditar, ser otimista, ter paciência e não desistir, enfim sermos POPs.

    Um grande abraços a todos, em especial a você Lu, que não sabe o quanto foi e são importantes suas palavras, esse cantinho para nós. Continuarei sempre aparecendo pra compartilhar com todos o que estou passando.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Quelzinha

      Notícias maravilhosas… E não nos abandone, como faz a maioria, após entrar numa etapa positiva. O que você escreveu é de suma importância para os que ainda continuam em tratamento ou que irão recomeçá-lo.

      Beijos,

      Lu

      Responder
  12. Clayson

    Lu
    Ontem e hoje eu tive crises de ansiedade bem mais toleráveis que as do início do tratamento. Agora sinto um pouco de inquietação e angústia, enjoo e muito suor.
    Decidi ligar para o psiquiatra e perguntar a opinião dele sobre o que estava acontecendo e se a dosagem do antidepressivo precisaria ser reavaliada. Ele disse que não e falou para eu voltar com o Alprazolam. Será que terei que procurar outro profissional?

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Clayson

      Algumas pessoas possuem o organismo mais resistente ao antidepressivo, demandando mais tempo para obter toda a sua eficácia. Se ainda sente necessidade do Alprazolam, tome quando sentir que é necessário. Se quiser ir a outro psiquiatra, não há problema algum. É sempre bom ouvir uma segunda opinião.

      Abraços,

      Lu

      Responder
      1. Clayson

        Lu e galera,

        eu entrei no tal do ciclo de ansiedade outra vez, pois tive uma crise mais forte dia desses e não consegui superar muito bem, devido ao quanto a gente fica sensível nesse estado. Hoje consegui lembrar que preciso parar de ficar prestando atenção e relutando contra o que sinto. O ato de não me julgar já faz eu me sentir BEM MELHOR. Não é fácil, porque surge de vez em quando um sentimento muito forte de insegurança, de ter crises e passar mal, mas preciso parar de querer controlar o que sinto e confiar ao máximo no psiquiatra e no tempo.

        Hoje desejo para nós coragem e força para prosseguir. Acreditem em mim: o fim do julgamento faz a gente se sentir melhor. Aceitem que possuem algo a ser tratado, aceitem o tratamento e tudo vai caminhar para o sucesso. Obrigado pela atenção, Lu!

        Abraços

        Responder
        1. LuDiasBH Autor do post

          Clayson

          É exatamente isso o que deve ser feito. Não adianta ficar brigando consigo mesmo. Quando aceitamos os fatos, tornamo-nos mais tolerantes conosco e com os outros. E isso ajuda muito, pois desviamos nossa atenção e ajudamos nosso organismo a equilibrar-se. Você tocou num ponto muito importante. Se assim agir, verá que o tratamento se tornará bem mais fácil. Parabéns pela tomada de posição. Estou orgulhosa de você!

          Abraços,

          Lu

  13. Pereira

    Oi,Lu!

    Parabéns pelo site e pela atenção e carinho que você dedica as pessoas que passam por momentos difíceis no tratamento com antidepressivos.

    Eu tenho 60 anos, nunca tomei antidepressivos, tenho passado por crises de depressão desde a adolescência. Há dois meses atrás tive crise de pânico, resolvi procurar o psiquiatra. Depois dos vários problemas relatados a ele, me foi receitado lexapro gotas, sendo que tomaria uma gota no primeiro dia, duas no segundo, assim por diante até alcançar 20 gotas e terminar o frasco. Depois passei para o comprimido de 20 mg. Faz 18 dias que estou na dosagem de 20 mg. Na semana passada eu estava melhor, só que a partir do sábado, voltou a ansiedade mais forte, e ontem à noite, tive uma crise de pânico que durou uns 10 minutos. É comum essas oscilações, mesmo depois de 18 dias de uso? Tomo 0,5 de rivotril também, mas não muda muita coisa.

    Obrigado!

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Pereira

      Seja bem-vindo a este cantinho. Sinta-se em família.

      Amiguinho, é uma pena que não tenha começado o tratamento para transtornos mentais há mais tempo, pois assim teria sofrido muito menos. O mais importante, porém, é que resolveu buscar ajuda médica. Daqui para frente terá melhor qualidade de vida.

      Pereira, conforme tenho dito, os sintomas adversos são comuns no início do tratamento. A duração dos mesmos é variável, dependendo de cada organismo. Algumas pessoas levam três semanas e outras trinta dias… Você ainda se encontra na fase inicial do tratamento, sendo, portanto, normal que ainda esteja tendo crises, vivenciando oscilações. Não se preocupe com isso. Apenas observe como são as crises (veja os links que lhe mandarei) e, em caso de necessidade, contate seu médico. Use o rivotril apenas nesta fase inicial, depois disso, tome-o apenas quando for necessário. Quanto às crises de pânico, não ofereça nenhuma resistência quando essas vierem. Deite-se e procure ficar calmo. Se possível, desvie sua atenção para coisas agradáveis. Seja POP (paciente, otimista e persistente). E venha sempre aqui relatar-nos como anda seu tratamento.

      Abraços,

      Lu

      Responder
      1. Pereira

        Lu
        Obrigado pelo apoio! Vou procurar ser mais POP. Qualquer alteração no meu tratamento, venho aqui relatar. Tomara que esta fase difícil passe logo.

        Responder
  14. Alessandra

    Lu

    Sempre acompanhando o blog, e gosto muito.

    Vim para contar a besteria que cometi. Comecei o tratamento com o Escitalopram e fiquei ótima. Tive alguns efeitos no começo, mas logo passaram e segui a diante, foram dois meses interruptos e fiquei tão bem que achei estranho, estar bem, acredite! E parei de tomar bruscamente, achando que foi uma fase e não precisava mais. Uma semana depois tive crises horríveis, muito choro, nervosismo, medo, angústia, pensamentos conturbados, dores no corpo e só queria deitar. Percebi que cheguei no meu limite, e admiti definitivamente que preciso continuar o tratamento. Às vezes é difícil aceitar que tenho esses transtornos mentais, já que eu nunca utilizei remédios, e tenho medo de me tornar dependente. Gostaria de um conselho seu.

    Beijos em todos e fiquem com Deus.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Alessandra

      Você realmente cometeu uma asneira. Venho alertando que não se pode parar o tratamento bruscamente, sem um parecer médico. O mínimo que leva o tratamento são seis meses. Aconselho-a a retomar o medicamento, conforme a prescrição médica que vinha seguindo. Após um tempo, volte ao psiquiatra para que ele avalie como se encontra. Quanto a necessitar do medicamento, não há anormalidade nisso. Se você tivesse hipertensão ou diabetes, não tomaria o remédio sem nenhum problema? Portanto não se deixe levar pelo preconceito e siga direitinho com a medicação prescrita.

      Beijos,

      Lu

      Responder
    2. Josi

      Alessandra

      Aconteceu a mesma coisa comigo, com a diferença que, em 2 meses não me senti tão bem como você relata, mas achei que também poderia seguir sozinha.
      Voltei com meu tratamento. Eu comecei a sentir isso que você relatou, muita dor no corpo e irritação, minha vontade era também de só ficar deitada. Também comecei a chorar de forma descompensada.

      Alessandra,continue postando sobre seu tratamento. Seu comentário veio em um momento muito importante pra mim.

      Beijos

      Responder
      1. Alessandra

        Oi, Josi!

        Amiga, infelizmente chegamos em um momento da vida que se torna impossível lutar sozinha. Cada um de nós possuímos uma história de vida, desde o ventre de nossa mãe até a vida adulta. Foram muitos acontecimentos em minha vida. Hoje tenho 38 anos, e quando me vejo lá no passado, percebo o quanto fui forte em lidar com esses transtornos sozinha, sem a compreensão de ninguém e muito menos eu conseguia entender. Definitivamente, eu vou continuar o tratamento o tempo que for necessário, não quero mais sofrer. E quando tiver necessidade de falar sobre o assunto, procuro o blog e pessoas que entendem o que é isso.

        Faz uma semana que voltei com o Esc, ainda me sinto um pouco aérea e um pouco angustiada, o choro passou e as dores no corpo também. Continue persistindo com o medicamento, vai dar certo! Com certeza, falarei sobre o meu tratamento e quando quiser pode me procurar, estamos juntas!

        Beijos no coração.

        Alessandra

        Responder
        1. Josi

          Alessandra

          Muito obrigada por me responder. Engraçado, temos a mesma idade!

          Eu ainda não consegui me acertar direito com o medicamento, mas reconheço a necessidade do mesmo na minha vida. Graças a Deus fizeram um plano de saúde no meu trabalho e vou poder procurar um médico. Muito bom saber que você se sente melhor. Eu ainda não consegui acertar dosagem e horário, mas quem me tirou da deprê mesmo foram as 20 mg. Estou indo pra 3 meses. Eu também quando olho pra trás ainda lembro das sensações de dores emocionais sinistras. Que possamos manter nossa fé, determinação e atitude para ficarmos boas.

          Abraços

  15. Clayson

    Olá, gente!

    Andei sumido, pois estava melhor, mas ainda não totalmente bem, e decidi fazer atividades que me distraissem. Hoje faz 1 mês e 8 dias de tratamento com Exodus.
    Andei bem e controlado nesse tempo, com raríssimos sintomas de ansiedade e gradativamente melhor. Ando tendo algumas preocupações e hoje acordei com o antigo nó na garganta, sumido há alguns meses. Anoiteceu e o nó continuou aqui. Eu não sabia se tomava o Rivotril (indicado em caso de crise) e fiquei na minha. De repente, sentei no sofá e senti uma crise braba de ansiedade vindo. Quanto mais eu pensava no que estava sentindo, pior ficava. Pedi pra minha mãe pegar o Rivotril, tomei e fiquei tranquilo. É normal ter essa recaída depois de um mês e oito dias?

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Clayson

      É preciso avaliar com seu médico se a dosagem não se encontra baixa, embora haja quem sinta crises até com três meses de uso do medicamento. O importante é que continua em tratamento.

      Abraços,

      Lu

      Responder
  16. Raquel Santos

    Lu

    Hoje completo 30 dias tomando esc 20 mg. Ontem retornei a minha médica que achou que eu tive um retrocesso na melhora, comparado a 15 dias atrás, quando estive com ela, quis receitar me rivotril, mas pedi que aguardasse, pois tenho me sentindo bem melhor com o esc. Essa semana, em especial estou meio pra baixo, não sei ao certo o motivo. Talvez por saber que uma amiga está muito mal no hospital ou pela TPM. Minha médica ficou preocupada, me fez prometer que irei ao psicólogo. O que você acha, Lu? Eu, de fato me vejo melhor, não 100%, mas bem melhor, talvez não atinja os 100% por ser humana. Ainda estou insegura, é como a sensação de ter sofrido um assalto, vou demorar pra ter confiança novamente, mas creio que aos poucos passará e tudo ficará bem.

    Abraços a todos.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Raquel

      O que muita gente acha é que, ao tomar um antidepressivo passa a viver no paraíso. Não é bem assim. A pessoa continua humana, sujeita a altos e baixos, alegrias e tristezas, dias bons e outros nem tanto. O antidepressivo não mexe em nossas emoções, apenas leva-nos a ter uma estabilidade maior para lidar com elas. Se nelas mexesse, transformar-nos-íamos em robôs. Penso, portanto, que seu retrocesso deveu-se à sua preocupação com sua amiga e à sua TPM, o que é normalíssimo. Quanto ao psicólogo, acho que só lhe traria benefícios, se seus problemas fossem de origem traumática, ou seja, se você tivesse passado por um trauma, ou se vem tendo dificuldades no convívio com sua família ou no trabalho, mas quando ela é meramente química, o antidepressivo resolverá.

      Quel, o rivotril é um calmante que só deve ser tomado em períodos de crises, pois seu uso continuado traz problemas à saúde. Opte pelos calmantes fitoterápicos. É normal que ainda se sinta insegura, mas isso irá passar. Mas, se tal insegurança persistir em continuar, será preciso ver o que se esconde por trás dela. Nesse caso, seria necessário um tratamento psicoterápico, pois deixa de ser um problema meramente químico para transformar-se num problema psicológico. Avalie durante mais uma semana esse seu medo e sua insegurança, observe se estão aumentando ou diminuindo. Enquanto isso, converse consigo e mesma, sempre buscando racionalizar os problemas, olhando a vida sob um outro prisma e vivendo um dia de cada vez. No site existe uma categoria chamada ARTE DE VIVER, que traz artigos muito bons. Dê uma olhada.

      Abraços,

      Lu

      Responder
  17. Ricardo Ribeiro

    Lu

    Já tomo o escitalopram há mais de 3 anos, no primeiro ano foi uma benção em minha vida, me proporcionando qualidade a vida que há muito eu não tinha. Com o passar dos anos fui obrigado, por questões financeiras, mudar o laboratório e passei a consumir o medicamento de melhor preço. Com o passar do tempo percebi que o medicamento já não me confortava mais como antes, mas não consegui fazer uma relação com a mudança de laboratório. Assim, estou precisando de uma orientação.
    1. Meu organismo pode estar acostumado com o escitalopram? 2. A mudança do laboratório pode ter influenciado nessa queda de eficiência? Nesse meio tempo, fiz uso algumas vezes de Clornazepam (rivotril), umas 10 vezes no último ano. Contudo, deixei de consumir, pois percebi que ele agravava meu estado depressivo.

    Desde já agradeço a atenção. Um abraço e Deus te abençoe sempre por ajudar tantas pessoas!

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Ricardo Ribeiro

      Seja bem-vindo a este cantinho. Sinta-se em família.

      Amiguinho, com o tempo, nosso organismo acostuma-se com o antidepressivo usado, deixando esse de fazer efeito. Neste caso, ou se aumenta sua dosagem ou muda para outro com substância diferente. Quanto ao laboratório, não vejo diferença alguma de um para outro. Tomo antidepressivo desde a minha adolescência e nunca fui fiel a nenhum laboratório. Também sempre compro o mais barato. Na minha receita peço que ponham apenas “oxalato de escitalopram”. Portanto, que isso não seja motivo de sua preocupação. Pode ser que seu médico venha a aumentar a dosagem. Quanto ao rivotril, é muito bom que tenha controle absoluto de seu uso, pois, a longo tempo, ele causa danos à saúde. Opte pelos fitoterápicos, se necessário.

      Abraços,

      Lu

      Responder
  18. Pri

    Lu

    Tenho doença de Crohn e faço tratamento há 10 anos com imunossupressores. Assim que descobri doença, tive depressão, fui tratada com fluoxetina e tive uma boa resposta. Hoje fui diagnosticada com TAG, estou tomando Escitalopram de 10 mg há 25 dias e zolpidem 10 mg. A ansiedade melhorou muito, assim como a insônia, mas a tristeza persiste e em alguns momentos tenho a perceção de ter aumentado. Semana que vem tenho consulta vou conversar com o médico. A Fluoxetina me trazia mais ânimo. Iniciei o Targifor para dar um levante no ânimo devido a prostração, me senti um pouco melhor. Uma certeza eu tenho, isso também vai passar. Força e fé.

    Adorei seu blog.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Pri

      Seja bem-vinda a este cantinho. Sinta-se em família.

      Amiguinha, existe uma infinidade de antidepressivos no mercado, com subistâncias ativas diferentes. Cada organismo reagem melhor com um ou outro tipo. Também tomei fluoxetina por muito tempo. Só mudei quando, depois de muito tempo, ela deixou de fazer efeito. Hoje tomo oxalato de escitalopram, com o qual me dou muito bem. Como você está a tomá-lo há 25 dias, espere mais cinco para ver se melhora. Talvez seja necessário aumentar a dosagem. Mas fique tranquila, pois logo tudo isso terá passado e o seu ânimo e alegria retornarão. Tudo é questão de tempo e paciência. É preciso ser POP (paciente, otimista e persistente). Coninue nos informando sobre como anda a sua saúde.

      Abraços,

      Lu

      Responder
      1. Pri

        Lu
        Obrigada pelo retorno. Como a consulta é semana que vem, mudei o horário da medicação e estou me sentindo mais animada. Estava tomando o escitalopram no almoço e ficava prostada a tarde toda, agora toma às 17:00 e estou me sentindo bem melhor. O que você acha desse horário? A única certeza que tenho é que isso vai passar. Parabéns pelo seu canal. Amei.

        Beijos no coração.

        Responder
        1. LuDiasBH Autor do post

          Pri

          A mudança no horário da medicação deve ser feita com critério, ou seja, é preciso que falhe um dia para recomeçar no outro, para evitar uma super dosagem. Ainda bem que não lhe trouxe problemas. Se está se sentindo melhor com a mudança, é o que importa. E tudo irá passar de verdade.

          Beijos,

          Lu

  19. Elvira Mesmer

    Lu
    Eu estava tomando oxalato de escitalopram há 3 meses. No início, depois da segunda semana, estava começando a melhorar. Depois comecei a ficar bem irritada e nervosa, sem vontade de brincar com a minha filha e de fazer nada. Se alguem falasse comigo eu já respondia com patadas. Foi me indicado junto o diazepam, que tenho tomado pras crises de nervosismo, mas não estava mais adiantando.Teve dia que tomei 3 diazepans e nada. Ainda falta um mês pra voltar à psiquiatra, mas eu interrompi o uso do escitalopram e meu nervosismo passou.

    Não estou mais irritada com tudo, entretanto, eu tenho sentido os efeitos ruins voltando: pânico,coração acelerado, dissociação, dormência… Eu devo voltar a tomar ou espero pra ver se me é receitado outro (não m dei bem com sertralina)? Eram 10 mg por dia. Resumindo, durante 3 meses eu com essa raiva dentro de mim ou os ataques noturnos de pânico e medo irracional? Será que vou ter que escolher? Estou bem chateada com essa situação. Muito obrigada!

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Elvira Mesmer

      Seja bem-vinda a este cantinho. Sinta-se em família.

      Amiguinha, todos os antidepressivos trazem efeitos adversos no início do tratamento, mas, quando isso extrapola o tempo necessário, faz-se necessário procurar o médico, para que ele faça uma avalição do medicamento usado. Algumas pessoas já acertam no primeiro remédio, outras passam por dois ou mais. Portanto, se não se sentiu bem com o oxalato de escitalopram é bem provável que seu médico irá receitar-lhe outro ou apenas faça uma mudança na dosagem. O que não pode é continuar com essa ceise nervosa.

      Elvira, você não deveria ter interrompido o uso do oxalato de escitalopram sem ordem médica, pois as crises tendem a voltar ainda mais fortes. Você deverá prosseguir com o tratamento até voltar ao médico, caso contrário poderá passar por crises terríveis. Penso que é preferível a raiva, pois essa você pode controlar, inclusive com meditação e orações, do que as crises de pânico. Não fique chateada, pois tudo passa. Logo o medicamento estará fazendo efeito total, e você se sentirá bem melhor. Tudo é questão de paciência. Seja POP (paciente, otimista e persitente).

      Abraços,

      Lu

      Responder
      1. Elvira

        Lu
        Obrigada pela resposta!Faz umas 3 semanas que parei, ultimamente tenho ficado melhor. Eu não sou de fazer orações e não tenho tempo nem paciência de meditar.Eu tenho uma filha de 3 anos que é tudo pra mim. Eu não posso ficar nervosa assim, pois acabo descontando nela. Prefiro sofrer calada o meu pânico do que ficar essa pessoa insuportável que tenho sido.É uma crise nervosa muito intensa, como se tivesse de TPM por esses 3 meses. A minha médica disse que o diazepam pode afetar a memória, por isso pra não usar sempre. Mas é o que cura minhas crises. Maracugina por incrível que pareça, quando eu tomava todo dia certinho também curava. Mas ela é bem mais cara que o diazepam e tem q tomar 3x ao dia, ou seja, não há bolso pra bancar! Hahahah. Mas tenho ido bem sem nenhuma medicação esses dias.

        E MUITO obrigada pelo carinho.

        Responder
        1. LuDiasBH Autor do post

          Elvira

          Cada organismo possui uma resposta diferente, e ninguém, como você, para saber o que lhe vai melhor. Se tem forças suficientes para suportar as crises de pânico até retornar ao médico, não há problema algum. O importante é saber que elas importunam, mas não matam. Quando vierem, não ofereça resistência. Deite-se, respire fundo e aguarde que passem. Quanto às crenças ou à falta delas, cabe a cada um decidir. E não há porque dar satisfações a ninguém. Quanto ao preço dos fitoterápicos, esses são incrivelmente caros, quando deveriam ser bem mais baratos. Confesso que não consigo compreender tal absurdo. Vou lhe ensinar como fazer farinha de maracujá, que poderá ser usada como chá, no suco, nas vitaminas, na comida, etc.

          1. Lave bem o maracujá e seque antes de fazer uso da parte costumeira.
          2. Divida a casca em partes e deixe numa vasilha para secar (sem levar ao sol). Deixe sobre a geladeira, dentro de uma vasilha forrada e coberta com papel toalha.
          3. Quanto já tiver uma quantia boa de cascas, e essas já se encontrarem sequinhas, bata no liquidificador.
          4. Cesse numa peneirinha e guarde em vidro.
          5. A parte grossa que ficar sem passar pela peneira, poderá ser usada para chá.

          Beijos,

          Lu

  20. Raquel Santos

    Lu
    Irei aguardar mais uma semana. Penso que o convívio com colegas de trabalho pode me ajudar também. Enquanto o risco de perder o emprego, este não existe,pois sou funcionária pública efetiva,sou pedagoga em uma escola infantil. A licença saúde é um direito legal sem prejuizos futuros.

    Obrigada pelo carinho e palavras de incentivo.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Raquel

      A posição do efetivo é mesmo bem diferente, pois o Estado garante a licença saúde como um direito legal, mas nos outros empregos, mal a pessoa volta da licença e já é mandada embora. Veja o depoimento do Ivo, no texto postado hoje no site.

      Beijos,
      Lu

      Responder
      1. Raquel Santos

        Lu
        Sei que essa estabilidade que tenho, infelizmente não acontece com todos, principalmente com a crise que enfrentamos atualmente no país. Apenas quis explicar que se ficasse mais um mês de licença saúde isso não seria prejudicial ao meu trabalho. Espero, sim, até fim do mês me encontrar bem para retornar ao trabalho, porque hoje ainda sinto me insegura, com medo que aconteça algo, mesmo vendo que estou melhorando. Depois de meses nessa angústia, fiquei muito reprimida, estou vivendo um dia de cada vez, buscando ser otimista, embora não seja fácil nesta fase. Mas, sei que tudo isso irá passar em breve, penso que o pior ja passou, agora serão só melhoras.

        Abraços a todos!

        Responder
        1. LuDiasBH Autor do post

          Raquel

          Você está correta, pois o pior já passou. Doravante os efeitos positivos do medicamento irão ser cada vez mais efetivos. Vejo que você é uma guerreirinha! Quanto à estabilidade, o ideal é que todos fossem. Daí a necessidade de todos lutarem para ter um trabalho efetivo, num país que judia tanto com o trabalhador, como o nosso. Se achar que não se encontra bem, tire mais uns dias de licença, mas não se esqueça que é preciso enfrentar o mundo lá fora. Não deixe que o medo conduza a sua vida.

          Abraços,

          Lu

  21. Antonio

    Lu

    Estou sempre acompanhado nosso cantinho.

    Estou tomando exodus 15 mg há 60 dias. Esta semana tive a 3ª recaída, que parece vir em média de 15 em 15 dias. Fico mesentindo angustiado com fobia, ansioso, não sei explicar, é uma sensação ruim que me deixa triste. Costuma ter este tipo de altos e baixos até estabilizar com uns 90 dias de tratamento? Trabalho num Banco, estou conseguindo ir, mas é uma sensação ruim quando tenho essas recaídas. É normal nesta altura do tratamento ter estes bons momentos e de repente ter uma recaída, mesmo que mais leve que as outras que já tive?

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Antônio

      Depois de 60 dias não era mais para ter recaídas tão constantes. A minha dedução é que você ainda não chegou à dosagem ideal que é a de 20 mg. Portanto, recomendo-o a voltar a seu médico para que ele possa avaliar o seu quadro. Não é possível continuar convivendo com tais crises, mesmo tomando o antidepressivo, pois sua função é eliminá-las. Continue me dando notícias.

      Abraços,

      Lu

      Responder
  22. Wederson Souza

    Lu

    Vou contar a minha história. Um dia comecei a sentir uma sensação horrível, falta de ar, meu peito apertado, uma sensação de tristeza… Corri para o hospital com medo de morrer, pois meu coração disparava. Conversando com um amigo, ele me disse que achava que eu estava com Síndrome do Pânico e depressão .

    Passei pelo psicólogo que me encaminhou para um psiquiatra que me prescreveu Scitalax 10 mg logo cedo e rivotril sublingual para as crises de pânico e rivotril 10 mg para dormir. Comecei a tomar, fiquei péssimo não saia de dentro de casa, ficava com medo de tudo, sentia falta de ar, com sensações horríveis na primeira semana. Na segunda semana foi a mesma coisa, mas na terceira já estava melhorando. Segui com o tratamento durante 3 meses, mas sempre tive crises de tosse. Fiquei melhor, tomei o remédio durante 5 meses. Depois comecei a tomar metade do sctalax durante 2 meses, depois parei. Isso em 2015.

    Hoje venho passando pelo mesmo problema devido à crise. Sou comerciante, tenho muitas responsabilidades em cima de mim, contas que atrasam… Está voltando tudo de novo: crises de pânic,o falta de ar, ansiedade, dor no peito,estou medindo a pressão toda, hora achando que está alta. Dê-me uma orientação, por favor. Você acha que eu deva voltar a tomar o remédio novamente? Espero uma orientação sua.

    Obrigado pela sua ajuda a todos nós, e que DEUS a abençoe sempre!

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Wenderson

      Seja bem-vindo a este cantinho. Sinta-se em família.

      Amiguinho, os Transtornos Mentais costumam ser recorrentes, ou seja, somem por algum tempo e depois reaparecem. E a mim parece que este é o seu caso. Sempre que pressentir que eles estão voltando, busque ajuda médica imediatamente, pois quanto mais cedo as crises forem tratadas, menos você sofrerá, pois elas só tendem a aumentar, quando não medicadas. Portanto, procure um psiquiatra o mais rápido possível, para que ele avalie seu caso e prescreva-lhe a medicação correta. Não tome medicamentos sem passar pelo médico, primeiro.

      Wenderson, a crise em nosso país vem deixando muita gente doente, como poderá ver através dos comentários. Nunca tivemos governantes tão pilantras e corruptos. Enquanto eles embolsam as riquezas do país, nós, o povo, sofremos. Contudo, para nosso próprio bem, temos que aprender a conviver com este momento difícil. Sei que não tem sido fácil a vida dos comerciantes, pois tenho familiares neste ramo. Mas é preciso tomar medidas para que a saúde também não despenque. Pense que todos estão vivendo o mesmo que você, num sofrimento impensável. É preciso tocar o barco, apesar das agruras, e acreditar que tempos melhores virão. O antidepressivo irá ajudá-lo a passar por esta turbulência que ora vivemos. Não deixe de buscar ajuda médica.

      Aguardo notícias suas sobre a ida ao médico e sobre qual foi a medicação passada.

      Responder
      1. Wederson Souza

        Lu
        Vou voltar ao meu psiquiatra para ele me avaliar novamente, mas, como você mesma falou, já trata seu transtorno com oxalato de escitalopram e dá muito bem, acredito que vou ter que tomar por mais tempo. Muito obrigado, e que DEUS a abençoe sempre e a todos nós.

        Responder
        1. LuDiasBH Autor do post

          Wederson

          O retorno ao médico, quando do início do tratamento, é muito bom, para que ele faça uma avaliação geral de como seu organisomo vem reagindo ao medicamento. Não se preocupe com o tempo que terá que fazer uso do remédio, o que importa é que esteja se dando bem. Depois nos conte como foi seu retorno ao psiquiatra.

          Abraços,

          Lu

  23. Ivo Ramalho

    Olá, Lu!

    Venho acompanhando seu blog há algumas semanas, descobri-o quando iniciei meu tratamento com o escitalopram, e ele só vem me ajudando. Ao ler e ver as dúvidas e as aflições que cada um passa, sinto-me menos sozinho com meus medos.

    Abraços!

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Ivo

      Seja bem-vindo a este cantinho. Sinta-se em família.

      Seu ilustrativo comentário foi transformado numa postagem para que mais pessoas possam ter acesso a ele.

      Abraços,

      Lu

      Responder
      1. Ivo Ramalho

        Lu e amigos

        Obrigado pelas boas vindas.
        Sim, já me sinto em família, e fico torcendo para que cada um se recupere logo. Muito bom pode ter dividido o que venho passando, traz força e coragem pra enfrentar ainda mais esta batalha diária que será vencida em breve.

        Abraços a todos!

        Responder
  24. Raquel Santos

    Lu,

    Estou no 19º dia tomando esc 20 mg, tenho melhorado progressivamente, mas ainda sinto-me mal às vezes, parece que não sou deste mundo. Estou de licença do trabalho, ontem tive que ir lá assinar alguns documentos, fiquei muito receiosa ao chegar, comecei a suar muito, resolvi tudo e vim embora. Mas ainda me sinto insegura, triste às vezes, com medo, distante de tudo. Minha médica disse que se eu precisar, ela irá prorrogar minha licença por mais um mês, o que você acha? Falta menos de duas semanas pra eu voltar, sei que até lá posso melhorar e ter condição de trabalhar. Você acha que me fará bem voltar ao trabalho ou devo prorrogar a licença?

    Abraço a todos!

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Raquel

      Você ainda se encontra na fase inicial do tratamento, sob os efeitos adversos. Portanto, é normal que ainda continue se sentindo assim. E, como você mesma disse, vem melhorando progressivamente. Portanto, encha-se de otimismo e siga em frente, pois logo tudo isso terá ficado no passado. Quanto a mais um mês de licença, penso que não será necessário. Se gosta de seu trabalho, o contato com os colegas e amigos irá ajudá-la. Aguarde passar mais uma semana para tomar uma decisão, ainda mais se houver perigo de perder seu emprego, nesta crise em que vivemos. Releia o texto OS ANTIDEPRESSIVOS EM NOSSA VIDA.

      Abraços,

      Lu

      Responder
  25. Neia Novais

    Boa-noite, pessoal!

    Depois de um tempo sumida desse cantinho maravilhoso, estou voltando. E voltei para dizer que nunca desistam de vocês, mantenha sempre o pensamento positivo, a fé, e a certeza de que tudo na vida passa. Até mesmo o medo, e as sensações ruins do início do tratamento com antidepressivos. Estava eu perdida, sem solução para minha vida, me sentindo no fim mesmo. E com um remédio pra tomar. Sem coragem alguma. Estava tão ruim que mal me levantava da cama para comer. Até que encontrei esse cantinho, a Lu perfeita em seus comentários, acolhedora, amável e firme nas coisas que diz.

    Li muitos comentários parecido com o que vivia. Então criei coragem e tomei o remédio. Foi horrível no início. Falta de ar, desânimo, fobia. Achava que não ia ter solução. Pensei em parar de tomar, porque nem fome eu sentia mais. Porém as coisas mudaram. Vocês não tem ideia de como estou hoje! Estou ótima! Só tenho que agradecer a Deus e a este cantinho.

    Queria pedir fé para quem hoje se encontra com medo de tomar antidepressivos, ou que está tomando e não está vendo melhora. Não desista. Posso garantir que melhora 100%. Pode ser que demore. Mas a vitória é certa. Fé em Deus e em vocês mesmo.

    Lu, um super beijo. Você já é especial, não só para mim, mas para todos que aqui já passaram um dia, nem que seja só para ler os comentários.

    Um beijo no coração de todos que acompanham este cantinho. E precisando de mim, pode me procurar. Muita luz e amor na vida de todos!

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Neia

      Senti-me muito feliz ao ler o seu comentário. Parabéns, guerreinha, valeu a pena ter passado por tudo aquilo. Agradeço o seu carinho de vir aqui conversar conosco sobre sua incrível melhora. Você poderá continuar ajudando, sim, dando forças aos nossos novos companheirinhos. Não nos abandone!

      Beijos,

      Lu

      Responder
  26. Zélia

    Lu
    Adorei este espaço. Sou nova neste assunto, pois minha filha foi diagnosticada com depressão, SP e ansiedade, faz uma semana. No primeiro dia do escitalopram ela sentiu formigamento no corpo, alucinações e crise de riso, além da insônia e dor de cabeça forte. Levei-a novamente ao médico que mandou continuar o remédio e receitou alprazolam. Ainda não continuei a medicação, pois tive muito medo. Vou retomar hoje, mas ainda estou apreensiva.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Zélia

      Seja bem-vinda a este cantinho. Sinta-se em família.

      Amiguinha, todos os antidepressivos trazem efeitos adversos, mas que passam, normalmente, em até três semanas. Não se deve parar o medicamento sem o parecer médico, pois as crises, se não tratadas, tendem a ficar cada vez mais fortes. Retome a medicação imediatamente. Não é preciso ter medo. Quanto ao alprazolam, ele deve ser usado somente quando for necessário. Quando sua filha já se sentir melhor, retire-o, para que não venha a causar dependência. Vou lhe passar uns links para que tenha mais informações. Continue nos dando notícias.

      Abraços,

      Lu

      Responder
  27. Ricardo Rocha

    Lu

    Hoje acordei e não me sentia bem, estava muito ansioso. Eu tomo sempre alprazolam de 0,5 mg à noite, e escitalopram de 10 mg de manhã.

    Hoje por volta das 13:30 pm resolvi tomar 0,5 de alprazolam como sos e fui me deitar. Passado alguns minutos, quando fui me virar na cama, o quarto começou a virar de cabeça para baixo. Eu fechei os olhos e parecia que estava caindo em um abismo, uma sensação horrível. Imediatamente chamei a minha esposa, que mediu a minha pressão, estava 14×9. Isso durou uns 2 minutos. Comecei a suar frio ao ponto de ficar molhado e sentir meu corpo gelado e as pernas travadas. O quarto parou de girar, e depois de uns 5 minutos aconteceu outra vez. Continuei deitado até minha sogra vir e me levar para o hospital, pois achei que ia infartar ou algo parecido.

    Confesso que estou lidando com isso há alguns meses, mais da forma que se manisfestou nunca tinha ocorrido. Chegando ao hospital, a minha pressão estava em 12×8. A médica me pediu um exame de urina que não deu nada. Agora estou em casa e com a cabeça um pouco dolorida e com medo de acontecer outra vez.

    Gostaria de saber se esse sintomas, como fosse uma labirintite é comum nos efeitos colaterais, já que estou tomando escitalopram há 25 dias.

    Obrigado por me ouvir. Abraço e fica com Deus!

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Ricardo

      As crises de pânico podem vir de inúmeras maneiras diferentes. Ao meu ver, você teve uma, hoje. Quando diz que já acordou muito ansioso, posso imaginar que estava propício a passar por uma dessas angustiantes crises. Portanto, fique tranquilo. Não há com que se preocupar. Como já sabe, elas nos maltratam, mas não matam, ainda que achemos que estamos tendo uma síncope.

      Como sabe, somente o antidepressivo pode contornar tais crises, realmente. Ao que me parece, depois de 25 dias tomando o oxalato de escitalopram, sua dosagem (10 mg) mostra-se insuficiente, ou seja, está baixa. Mas é bom esperar completar um mês, pois alguns organismos são muito resistentes ao medicamento, e, portanto, necessitam de um tempo maior para sentir os efeitos positivos. Se dentro de 30 dias não obtiver melhora, terá que voltar ao seu médico.

      Amiguinho, essas crises são mesmo violentas. Eu sei, pois já passei por muitas. Mas fique tranquilo, pois elas não tardarão a desaparecer. Procure não ter medo, quanto mais receio tiver, mais fortes elas se tornam. Quando acontecer uma crise de pânico, não ofereça resitência. Apenas se deite e respire fundo até que ela passe. A cabeça dolorida é resultado do que passou. Procure focar seu pensamanto em coisas agradáveis. Fique tranquilo, você teve apenas uma crise de pânico. Apenas isso! Acredite, tudo isso irá passar.

      Dê-me notícias suas, ainda hoje.

      Abraços,

      Lu

      Responder
      1. Ricardo Rocha

        Lu

        Não tomei ontem a noite o alprazolam, a minha cabeça ficou cismada, pois depois que tomei ele que passei mal. Então tive uma noite péssima. Estou com a cabeça parecendo que estou na nuvens, e com uma queimação na barriga, meio constipado, daqui a pouco vou tomar o escitalopram. Estou sentindo meio gelado por dentro, essa sensação vai e volta. Nunca tive uma crise como tive ontem. O que me assustou mais foi que girou tudo e pareceu que eu estava afundando na cama, e comecei a suar muito frio e a boca ficou seca. Esses sintomas nunca apareceram com essa intensidade. Pode ser porque eu tomei o alprazolam pela primeira vez na parte do dia? Sei que tenho que ser forte. Vou sair dessa eu creio em nome de Jesus.
        Obrigado por tudo, Lu! Deus te abençoe!

        Responder
        1. LuDiasBH Autor do post

          Ricardo Rocha

          Você teve apenas um ataque de pânico, pois, como já lhe falei, tais ataques podem surgir de diferentes maneiras. Não tem nada a ver com o alprazolam que é apenas um tranquilizante, mas que não deve ser tomado por muito tempo. Você continua sentindo os transtornos adversos do antidepressivo, além do “medo do medo”. Releia o texto que escrevi sobre o assunto: SÍNDROME DO PÂNICO: O MEDO DO MEDO.

          Para ficar mais tranquilo, leia aqui sobre o alprazolam:
          https://www.tuasaude.com/alprazolam/

          Abraços,

          Lu

        2. Ricardo Rocha

          Lu
          Muito obrigado pelas suas respostas, estou me sentindo bem melhor, graças a Deus. Você tem me ajudado muito. Nesses ultimos dias estou com o estômago queimando muito. Eu posso tomar omeprazol com escitalopram?
          Obrigado! Deus te abençoe!

        3. LuDiasBH Autor do post

          Ricardo

          Você pode, sim, tomar o omeprazol. Mas evite fazer uso contínuo deste tipo de medicamento. Há, inclusive um artigo do Dr. Telmo, aqui no blog, sobre este assunto. Busque em VIDA SAUDÁVEL. Opte por chás caseiros (hortelã, erva-doce, capim-cidreita, melissa, camomila…), que além de mais baratos, não trazem efeitos adversos. Veja o que mudou em sua alimentação, que está fazendo seu estômago queimar.

          Abraços,

          Lu

        4. Ricardo Rocha

          Lu
          Seguindo o seu conselho, comecei a diminuir a dose do alprazolam. Eu estava tomando 1 mg à noite há uns 15 dias passei para 0,5 mg. E há 3 dias atrás passei para 0,25 mg. Estou me sentindo meio mal. Tenho pressão no rosto na altura do nariz, dor de cabeça e muito enjoo e tontura. Isso são os efeitos colaterais da retirada? Obrigado pela sua ajuda Lu!

        5. LuDiasBH Autor do post

          Ricardo

          Durante a fase inicial de seu tratamento você poderá fazer uso do alprazolam. O que se recomenda é que ele não deve ser tomado por um tempo muito grande, pois traz problemas à saúde, inclusive pode afetar a memória e levar à depressão. Há quanto tempo já fazia uso dele? Se há muito tempo, é normal que seu organismo ressinta com diminuição da dosagem. Continue com 0,25 mg por mais 15 dias. Você não sentia pressão no rosto, dor de cabeça e tontura antes? Quantas vezes fazia uso do alprazolam? Era só à noite? Continue fazendo uso dos chás (melissa, camomila, etc.).

          Abraços,

          Lu

        6. Ricardo Rocha

          Lu
          Eu tomo alprazolam há 1 ano. Tomo 1 vez por dia, sempre à noite antes de dormir.
          Obrigado!

          Ricardo

        7. LuDiasBH Autor do post

          Josi

          A Valeriana é um ótimo fitoterápico. Conheço muitas pessoas que fazem uso dela. Faça uso dela e retire o alprazolam.

          Abraços,

          Lu

  28. Raquel Santos

    Lu
    Retornei a minha medica, após 14 dias tomando esc 20 mg. Ela percebeu uma melhora significativa em mim, e disse que irei melhorar ainda mais. Pediu para que eu faça atividades prazerosas, que cuide do meu “eu” para ajudar no tratamento e, assim, futuramente poder ir tirando a medicação. Enfim estou bem melhor, as reações adversas ainda existem, mas consigo suportá-las. Estou muito otimista em ter uma melhor qualidade de vida novamente.

    Adoro este espaço, seus comentários, pois isso nos ajuda muito no tratamento.

    Beijos a todos. Sejam POPs.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Raquel

      Que bom receber notícias tão boas! E olhe que você ainda se encontra dentro das três semanas, após o aumento da dosagem para 20 mg. É claro que tende a melhorar cada vez mais. E sua autoestima voltará a ser como antes. Oferecer uma melhor qualidade de vida é o objetivo dos antidepressivos, daí a necessidade do tratamento. Estamos todos felizes com o seu progresso. Também adoramos a sua presença.

      Beijos,

      Lu

      Responder
      1. Mauro

        Lu

        Estou totalmente perdido, pois estou tomando exudus há 46 dias, comecei com 10 mg e faz 10 dias a médica passou para 20. Ela falou que, se em 15 dias eu não me sentir melhor, irá aumentar pra 25 mg.

        Minha mulher hoje falou que eu estou muito triste. Será que esse remédio está me ajudando, pois faz 46 dias de tratamento? Parece que eu estou mais triste do que quando eu comecei. A dose máxima do remédio é até 20 mg. Você acha que eu devo questionar a médica antes de aumentar para 25 mg? Há 3 anos atrás, quando tive o primeiro episódio de depressão, cheguei à dose máxima de 20 ml, e também tomavam donaren à noite. Agora consigo dormir sem tomar nada, a não ser um fitoterápico. Da primeira vez eu estava bem ruim. Minha mulher e eu resolvemos passar 5 mês no Nordeste, inclusive ela me falou pra tirar uns dois meses no meu trabalho, e viajar pra ver se eu melhoro. Meu medo é porque tudo isso começou em maio, quando eu viajei pra o Nordeste e comprei um terreno. Fico com medo de piorar, até porque não é uma boa hora para me afastar do meu emprego. Mas acho que pela minha saúde tudo é válido, ou você acha se eu devo pedir à médica mudar para outro medicamento? A hora mais difícil e a parte da manhã. Eu realmente estou pensando em me afastar dois meses do meu trabalho e viajar, mais penso que uma viagem gera muitos gastos.

        Lu eu não sei o que fazer, me ajude, por favor!

        Responder
        1. LuDiasBH Autor do post

          Mauro

          Respire fundo e acalme-se, pois para tudo há jeito. Vamos por etapa:

          1. Se você está doente, não será a viagem que irá melhorar sua saúde. Primeiro é preciso se tratar. Mudar de ares ajuda, sim, mas não é relevante, a menos que o seu problema fosse originado de um trauma (morte na família, separação, etc). Mas, como já teve depressão antes, a sua é recorrente como a minha, ou seja, desaparece e depois volta. Portanto, esqueça a viagem agora e procure resolver o problema de sua saúde.

          2. A menos que seja profissional liberal, não é mesmo uma boa hora para afastar-se do emprego. Problema maior é ficar desempregado nesta crise que vive o país. Nada de precipitação, que poderá aumentar a sua depressão ainda mais. Realmente os gastos serão muito grandes, agora. Aguarde suas férias, quando poderá viajar tranquilo ao lado de sua família. Sei que sua mulher quer ajudá-lo, mas não é uma boa hora, ainda mais que se trata onde mora atualmente.

          3. Se não está confiante em sua médica, parta para outro psiquiatra. É sempre bom obter a visão de outro profissional. Todos fazem isso. Não temos a obrigação de sermos fieis aos médicos, ainda mais quando não nos encontramos confiantes na dosagem da medicação.

          4. Se mudar de médico for difícil para você, tire todas as dúvidas com sua médica atual. Lembre-se de que médicos não são Deuses, portanto, sempre que tiver dúvidas, pergunte. É uma obrigação do médico responder às indagações do paciente. Nunca leve uma dúvida para casa, pois isso irá deixá-lo ainda mais preocupado. Para não se esquecer, leve as perguntas escritas num papel. Questione, sempre!

          5. Se começou com 20 mg há dez dias, significa que deverá contar a resposta de seu organismo a partir do dia do aumento da dosagem. Após três semanas de uso da nova dosagem, se não se sentir melhor, aí, sim, deverá retornar ao médico.

          6. Quando a dosagem é aumentada, os efeitos adversos costumam reaparecer, deixando a pessoa péssima. Pode ser esse o caso de sua tristeza. Nesta fase é preciso muita paciência. Se já se passaram 10 dias, aguarde mais duas semanas, prazo bom para avaliar como seu organismo está aceitando a nova dosagem.

          7. A parte da manhã é realmente a mais difícil para as pessoas que estão vivenciando uma depressão. Todas elas dizem isso. Sair da cama é duro. Saber que se tem um longo dia pela frente traz um grande desânimo. É assim mesmo. Mas, quando o antidepressivo fizer efeito, tudo isso passará.

          8. Estar dormindo bem já um grande passo, pois o sono é muito importante na sua recuperação.

          9. Parabéns pela compra do terreno no Nordeste. Amo essa região de nosso país.

          10. Seja otimista, tudo está caminhando para dar certo. Faça caminhada, caso não pratique nenhum outro exercício físico.

          Mauro, fique tranquilo. Tudo irá dar certo. E continue me dando notícias suas.

          Abraços,

          Lu

  29. Gleycia

    Lu

    Procurando sobre antidepressivos, encontrei seu site que me tem dado bastante informações, tanto os textos quanto os comentários.

    Iniciei meu tratamento com reconter 10 mg (uma dose ao dia). Faz 16 dias e hoje começo com o pamelor 25mg (uma dose à noite). A médica me receitou o pamelor ontem, pois ainda me sinto muito cansada e sem qualquer disposição. Ela disse que consiguirei ter um sono mais tranquilo, assim descansando mais. Nessas duas primeiras semanas me sinto menos deprimida, isso já é bom. Eu era muito ativa e hoje não tenho ânimo para nada, espero que passe logo. Confesso que estou morrendo de medo de tomar esses remédios, ainda mais agora com o pamelor, pois li sobre ele e não gostei nada das reações. Mas vamos tentar e seguir a orientação!

    Obrigada por esse cantinho e por nos ouvir!

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Gleycia

      Seja bem-vinda a este cantinho. Sinta-se em família.

      Amiguinha, você ainda se encontra no início do tratamento, portanto, é normal que ainda sinta os transtornos adversos. Com o tempo, à medida que o antidepressivo for mostrando seus efeitos bons, tudo isso irá passando. O importante é que seja POP (paciente, otimista e persistente). Tenha a certeza de que não tardará a ter melhor qualidade de vida, e tudo terá valido a pena. Não tenha medo de tomar os medicamentos receitados. Não se deixe levar pelas bulas, obrigadas a relatar os casos mais esporádicos. Pelo que vejo, suas reações adversas têm sido bem moderadas, ao contrário do que acontece com muitas outras pessoas. Quando estiver bem, peça à sua médica para suspender o pamelor. Procure eliminar o “medo” de sua vida, pois ele, na maioria das vezes, só nos faz mal. Continue nos relatando como segue seu tratamento.

      Abraços,

      Lu

      Responder
  30. Priscila Campos

    Lu
    Estou no começo do tratamento com o escitalopram, 5 mg, na segunda semana de uso. Já tenho sentido melhora no meu quadro de crise de ansiedade e pânico, mas o que me incomoda mesmo é a reação que ainda estou tendo, como tontura, visão turva e tremor. A minha dúvida é se estas reações passam ou se podem se prolongar ao longo do tratamento?

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Priscila Campos

      Seja bem-vinda a este cantinho. Sinta-se em família.

      Amiguinha, todos os antidepressivos trazem efeitos adversos no início do tratamento, ou seja, nas suas primeiras semanas, demorando, na maioria das vezes cerca de três a quatro semanas. Ainda que muitos deles sejam normais, o paciente deve sempre comunicá-los a seu médico. As reações que você está tendo irão passar, mas fale com seu médico sobre elas, principalmente sobre a visão turva. E jamais pare o tratamento sem o consentimento médico. Aguardo novas notícias suas.

      Abraços,

      Lu

      Responder
  31. Ricardo Rocha

    Lu
    Sou novo por aqui. Acompanho o seu blog e os comentários que me ajudam muito.

    Há 6 meses comecei a passar mal, como se tivesse infartando. Fiz eletro e não deu nada, então o médico me receitou alprazolam de 1 mg para dormir e escitalopram de 10 mg, para tomar na parte da manhã. Quando comecei o tratamento, eu me dei muito bem com o alprazolam, pois comecei a dormir, mas o escitalopram me fez muito mal e então deixei de tomá-lo, continuando com o alprazolam que tomo até hoje.

    Há 21 dias resolvi começar o tratamento com o escitalopram, pois não consegui controlar a minha ansiedade, não podia nem pegar um veiculo ou ônibus, que me travava todos os músculos e tinha muito medo de infartar ou alguma coisa ruim acontecer. Já faz 21 dia que eu estou tomando, mas de uns 5 dias para cá comecei a sentir muitas dores no corpo, durmo e acordo todo dolorido, e estou muito ansioso. Gostaria de saber se eu posso tomar algum anti-inflamatório ou relaxante muscular? Leio nos comentários e vejo que existem várias pessoas que estão se dando muito bem com o escitalopram e eu gostaria muito de me livrar desse meu quadro. Sei que Deus está no controle de tudo e tenho fé que vou sair dessa.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Ricardo Rocha

      Seja bem-vindo a este cantinho. Sinta-se em família.

      Amiguinho, aconteceu consigo o contrário do que deveria ser, ou seja, ao invés de parar com o alprazolam e continuar com o oxalato de escitalopram, deu-se o inverso. Imagino que seu médico não estava ciente disso, agindo você por conta própria. O ansiolítico (alprazolam) só deve ser tomado na fase inicial do tratamento, depois disso, só deve ser usado quando for extremamente necessário. Não se pode fazer uso desse medicamento por um tempo muito grande. Além de levar o organismo à dependência, ele também traz outros efeitos ruins, inclusive compromete a memória. Assim que os bons efeitos do antidepressivo aparecerem, não tome mais o alprazolam. Guarde-o para quando for realmente necessário. Nâo faça uso contínuo.

      Ricardo, foi uma pena ter parado com o antidepressivo, chegando a crises ainda mais severas. O início é ruim para todo mundo, pois a pessoa fica pior do que antes de iniciar o tratamento, mas isso passa. Você se encontra com crises de pânico, que o levam a ter esse medo doentio e o travamento muscular. O uso do ansiolítico melhora mas apenas momentaneamente, sem agir sobre o transtorno. Somente o antidepressivo ajuda realmente. As dores no corpo estão dentro dos sintomas adversos do remédio, e que acontecem no início do tratamento. Não vejo problemas em tomar um relaxante muscular. Logo irão passar, pois você já está saindo do período turbulento. E fique tranquilo, pois logo estará bem. Não se esqueça de retirar o alprazolam.

      Abraços,

      Lu

      Responder
      1. Ricardo Rocha

        Lu

        Obrigado, você me ajudou muito. Vou deixar de tomar o alprazolam sim. Posso deixar de vez ou tenho que fazer o desmame? Ultimamente estou tomando 0,5 mg à noite para dormir.

        Há um ano e meio atrás, a minha esposa teve uma trombose pós-parto, e ultimamente ela está meio deprimida e dormindo pouco. O escitalopram é contra indicado em caso de trombose?

        Agradeço muito a sua ajuda e que Deus abençoe a sua vida.

        Responder
        1. LuDiasBH Autor do post

          Ricardo

          A finalidade do alprazolam é ajudar a pessoa a sentir-se mais calma, ou a dormir, no início do tratamento. Se você ainda se encontra muito ansioso, deverá tomar por mais uns dias, até que os bons efeitos do antidepressivo apareçam. Mas, se já estiver melhor, poderá retirar o alprazolam, tomando-o apenas quando sentir muita necessidade. Quanto ao caso de sua esposa, é necessário que ela passe por um médico para que ele possa avaliar a intensidade de sua depressão. Pode se tratar apenas de um problema passageiro. Em hipótese alguma ela poderá tomar um antidepressivo sem passar por uma consulta médica, quando falará sobre sua trombose pós-parto. Enquanto isso, ela poderá tomar chás calmantes (camomila, melissa… E um copo de leite morno antes de deitar-se), 3x ao dia. Um banho morno também leva ao sono.

          Abraços,

          Lu

  32. Raquel Santos

    Lu
    Estou no 12° dia do esc. Nesses últimos dois dias senti me um pouco ansiosa, deprimida, insegura, mas penso que seja a medicação que ainda não estabilizou no meu organismo, e logo penso de maneira positiva. Confesso que pra todos que passamos por isso não é nada fácil ser forte nesse início de tratamento. Faço o possível e impossível para ser forte e positiva, e acho que estou me saindo muito bem. Até minha expressão melhorou.
    Esta semana terei retorno com minha mé dica,voltarei aqui para compartilha. Fiquem na paz.

    Beijos

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Raquel

      Você ainda se encontra na fase inicial do tratamento, portanto, é normal que ainda sinta os efeitos adversos, que não tardarão a passar. É preciso ser POP para superar essa fase. E, pressinto que você é uma grande guerreira. Parabéns! Logo tudo isso terá ficado no passado e sua vida será imensamente melhor. Aguardo notícias de seu retorno.

      Abraços,

      Lu

      Responder
  33. Paulo Ando

    Eu tomo Reconter 20 mg. Comecei o tratamento com 10 mg e depois de 15 dias o médico aumentou para 20 mg. Os efeitos colaterais ainda não desapareceram, como a insônia, o medo e etc. Meu problema parece TOC, eu quero que estes efeitos colaterais paradoxos desapareçam logo, conforme li na bula antiga. Emagreci mais de 5 kg neste período, será que o Reconter emagrece, tenho medo.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Paulo Ando

      Seja bem-vindo a este cantinho. Sinta-se em família.

      Amiguinho, alguns organismos são mais resistentes ao medicamento, demandando mais tempo para que os bons efeitos apareçam. Como houve aumento na dosagem, procure contar três semanas a 30 dias para livrar-se dos transtornos adversos. Essa fase é realmente muito ruim, mas ela logo passará e terá valido a pena todo o sofrimento. O oxalato de escitalopram, no período inicial, tanto pode levar à insônia como ao excesso de sono, assim como ao excesso de apetite e à falta. Você se encontra entre os que perdem o apetite e passam a comer muito pouco, perdendo peso. Com o passar do tempo, o organismo irá recuperando o equilíbrio de antes, e você voltará ao seu peso normal. Entretanto, se estiver perdendo peso muito rapidamente, entre em contato com seu psiquiatra, que poderá mudar para outra substância ativa. Quanto à insônia, gostaria de saber a que horas toma o antidepressivo? Fique tranquilo quanto ao tratamento, pois tudo irá melhorar. Seja POP (paciente, otimista e persistente)

      Abraços,

      Lu

      Responder
        1. LuDiasBH Autor do post

          Paulo

          É que se fosse à noite, seu médico poderia mudar o horário para a manhã, a fim de diminuir a insônia. Não se preocupe, logo seur organismo recurpera a normalidade. Faça uso de chás calmantes (camomila, melissa, maracujá…) durante o dia e tome um copo de leite morno ao deitar-se.

          Abraços,

          Lu

  34. Leticia

    Lu
    Faz uns 40 dias que estou tomando reconter 12 gotas … Antes tomava 10 gotas, mas faz duas semanas que estou tomando 12 gotas. O problema é que faz quatro dias que comecei a sentir uma coceira constante e generalizada em todo o corpo! Será que eu sou alérgica a ele? Será que passa se eu continuar insistindo na reconter? Estou preocupada!

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Letícia

      Penso que a coceira não tem nada a ver com o medicamento, uma vez que o toma há quarenta dias. Se houvesse alguma alergia, ela teria aparecido no início, além disso, nunca ninguém apresentou esse tipo de transtorno aqui. Continue com o medicamento e faça uma consulta a um clínico geral ou contate seu psiquiatra. Analise o que comeu de diferente ou o uso de algum produto diferente (sabonete, xampu, creme corporal…)

      Abraços,

      Lu

      Responder
  35. Rodrigo

    Olá, pessoal!

    Vendo os comentários é que a gente percebe o quanto cada corpo reage de uma forma diferente à ação dos medicamentos. Mas todos têm alguma coisa em comum.

    Sou novo nesta família, mas não com este problema, que é a ansiedade. Passei por muitos problemas a um tempo atrás, e não tive chão, diante de tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo. O primeiro sinal da companheira de hoje foi uma taquicardia repentina. Resumindo, de cinco anos pra cá, venho convivendo com a ansiedade. Mas a aceitação para uso de medicamento contínuo, veio faz bem pouco tempo. Antes, só ia em neurologista, clínico, e sem muita sorte com os profissionais que me consultavam, foram me receitando Aprazolan ou rivotril. Cheguei a ficar um mês tomando rivotril de 0,5 mg, duas vezes ao dia, até que no fim do ano passado procurei um psiquiatra, que realmente me diagnosticou e me indicou o oxalato.

    Não é difícil a trajetória de quem passa por este tipo de problema. O fato de não aceitar ficar condicionado a um medicamento me fez desistir, dois meses depois de ter começado, e foi quando sugeri ao meu médico ficar só com o emergencial caso precisasse. Foram 8 meses vivendo altos e baixos, recorrendo às vezes ao Aprazolan. No mês passado voltei ao psiquiatra, e pedi pra tomar o escitalopram novamente. Ele me receitou, e estou fazendo uso corretamente faz cerca de um mês. Ainda sinto muita ansiedade. Não sei se é consequência do medicamento ou se do meu quadro, que pode ter se agravado. Como já tenho uma consulta de revisão marcada, só assim pra saber. Mas me identifiquei muito com o caso do Cleyson, quando ele fala da taquicardia, seguida de fraqueza nas pernas, e batimentos acelerados ao acordar. Ainda acontece comigo, mesmo após um mês de uso do oxalato. Mas tenho fé que isso tudo irá diminuir.

    Um abraço e boa sorte a todos.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Rodrigo

      Estamos todos torcendo por você. Os meses em que ficou sem o tratamento ampliaram seus problemas, pois o ansiolítico só tem efeito momentâneo. Mas não tardará a sentir os bons efeitos do medicamento. Continue POP! Não se preocupe com o tamanho do texto. Escreva sempre que quiser.

      Abraços,

      Lu

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  36. Mauro

    Lu
    Estou tomando exudus há 40 dias. Comecei tomando 10 mg e agora, de 6 dias pra cá, estou com 20 mg, mas ainda estou muito triste. Será que o remédio está fazendo efeito?

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Mauro

      Comece a contar três semanas, mais ou menos, a partir do aumento da dosagem pra 20 mg. O remédio está fazendo efeito, sim, mas é preciso aguardar com paciência os resultados. Continue POP!

      Abraços,

      Lu

      Responder
    2. Mauro

      Lu
      Muito obrigado pela resposta. Quando leio seus comentários fico mais tranquilo e esperançoso. Eu fiquei pensando sobre uma matéria que vi sobre o cloridrato de magnésio. Pesquisando no Google vi vários comentários de pessoas falando que estão bem melhor da depressão, fazendo uso desse cloridrato de magnésio. Você tem alguma informação sobre isso?

      Responder
      1. LuDiasBH Autor do post

        Mauro

        Eu já ouvi, sim, falar sobre o cloridrato de magnésio, mas, jamais faria uso de algo sem o parecer médico. Muitas coisas vistas na internet carecem de comprovação científica. Além do mais, também é preciso saber quais são os efeitos colaterais e se você pode tomar. Converse com seu médico a respeito.

        Abraços,

        Lu

        Responder
  37. Sabrina

    Lu
    Não estou mais recebendo e-mails dos comentários do blog. Por que será? Eles fazem tanta falta, já faz um tempinho que não recebo nada.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Sabrina
      O programa do meu site, como é pago, está sempre sendo atualizado pelos responsáveis, em busca de melhorias. E, muitas vezes, eles mudam algumas coisas. É isto que está acontecendo, tendo você que vir checar os comentários no texto. E isso é importante, pois aumenta os acessos do blog.

      Beijos,

      Lu

      Responder
    2. Felipe Augusto

      Lu e leitores do Blog

      Fico entusiasmado de ver o pessoal que tem resposta rápida com o medicamento, porém não tenho esta sorte. Estou no 32° dia tomando a medicação e ainda não estou alegre e sorridente. Estou ainda com medo de algumas crises que parecem vir… Comecei com doses menores e hoje estou com 10 mg.

      Um bom final de semana a todos e vamos ter foco q as coisas irão melhorar. Obrigado pelo espaço.

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      1. LuDiasBH Autor do post

        Felipe

        Como você iniciou com uma dosagem muito baixa, aumentando-a progressivamente, é normal que ainda esteja passando pelos efeitos adversos. Toda vez que a dose é aumentada, o organismo ressente. Passe a analisar sua melhora a partir do primeiro dia que tomou 10 mg. Comece a contar três semanas a partir daí. Realmente é preciso continuar sendo POP.

        Abraços,

        Lu

        Responder
  38. Raquel Santos

    Lu
    Como estou no oitavo dia tomando esc 20 mg pela manhã, felizmente já tive uma melhora. Já durmo melhor, a tristeza excessiva diminuiu, consigo conversar com meu esposo. Alguns sintomas ruins do remédio existem, sim, mas creio que, com o tempo, vão desaparecer. Hoje fiz caminhada e corrida por 1 hora, sozinha, por indicação da médica, que pediu que eu fizesse atividade física. Às vezes sinto um mal-estar,umas dores, mas penso que como não tenho nenhuma doença no corpo não morrerei e ignoro. Estou confiante em que tudo vai melhorar, tenho apenas 35 anos, quero viver a vida, ser feliz. Tenho mil razões para ser feliz e serei.

    Obrigada pela ajuda que nos dá neste espaço, Lu. É de grande importância para todos aqui. Àqueles que estão passando por isso também, digo que sejam fortes, persistam na medicação, com pensamento positivo de que logo irão melhorar. Em breve voltarei pra dar mais notícias.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Raquel

      O seu organismo está reagindo muito bem ao medicamento, pois em apenas oito dias já está começando a sentir os bons resultados. Os transtornos adversos que ainda sente logo irão desaparecer, e você terá melhor qualidade de vida ao lado de seu esposo e demais. O exercício físico é muito bom. Continue, mas lembre-se de fazê-lo com moderação, para que o organismo também descanse. Segundo Dr. Telmo Diniz, médico que escreve aqui no site, em VIDA SAUDÁVEL, o excesso é tão ruim quanto a falta.

      Lindinha, percebo que você é uma pessoa POP (paciente, otimista e persistente), e isso é muito importante em qualquer tratamento. Pesquisas mostram que os otimistas obtêm resultados mais rápidos em tudo que fazem. Continue em contato conosco, pois pessoas como você são importantes na ajuda aos que estão iniciando a caminhada.

      Beijos,

      Lu

      Responder
  39. Tayane Leone

    Oi, Lu!

    Esta é minha primeira vez aqui e me senti realmente em casa…

    Estou tomando escitalopram há uma semana, senti enjoos, cansaço, perda do apetite, ainda sinto um pouco os sintomas. O que me preocupou foi que vi na receita que não e é indicado o uso com topiramato, se não me engano… E eu ja usava égide (topiramato) como tratamento de enxaqueca e o torval, e relatei isso à psiquiatra, que incluiu o ESC e o frontal à noite. Sabe me informar sobre combinar escitalopram e topiramato ?

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Tayane

      Seja bem-vinda a este cantinho. Sinta-se em família.

      Os efeitos adversos levantados por você são normais no início do tratamento com antidepressivo. Não se preocupe! Vou lhe enviar o link de um texto para que saiba quando deverá procurar ajuda médica, caso sinta algo grave.

      Amiguinha, se repassou à psiquiatra o nome de todos os remédios que toma, não há com que se preocupar, pois ela jamais iria lhe indicar um medicamento, cuja interação com outro, trouxesse problemas à sua saúde. Mas, se ainda assim estiver se sentindo insegura, não tenha receio de conversar com ela sobre o assunto. Nos comentários aqui no site poderá ver que algumas pessoas fazem uso de medicamentos semelhantes.

      Beijos,

      Lu

      Responder
  40. Milena Rodrigues

    Oi, Lu!
    Criei coragem e comecei a tomar o Escitalopram, na primeira noite passei muito mal, vomitei, muito enjoo e uma sensação de gelado no corpo todo. Eu realmente achei que não ia aguentar continuar. Hoje estou no terceiro dia de medicação, não tive mais essa sensação do corpo gelado, estou com um pouco de dificuldade para começar a dormir, meio aérea e os enjoos e a dor de cabeça continuam. Só tenho a agradecer a você e ao blog que me encorajaram a iniciar e a persistir, dando-me a certeza de que isso vai passar!

    Abraços.

    Responder
    1. LuDiasBH Autor do post

      Milena

      Parabéns, guerreirinha POP. Eu tinha a certeza de que, ao começar o tratamento, você não iria pará-lo, pois não é mulher de deixar as coisas pela metade. Chegar ao terceiro dia de medicação é um feito extraordinário, para quem estava tão receiosa. Quando tais transtornos passarem, irá ficar ótima. E verá que valeu a pena o sofrimento. A que horas você toma o medicamento? Acrescente ao seu dia três xícaras de chá (melissa, camomila ou erva-cidreita) e antes de dormir tome um copo de leite morno.

      Nada a agradecer, minha amiguinha, estamos todos juntos nesta caminhada.

      Beijos,

      Lu

      Responder

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