A ÚLTIMA FOTO DO TITANIC NAVEGANDO

Autoria de Lu Dias Carvalho

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O navio britânico de passageiros, denominado Titanic, teve sua construção iniciada em 1909, tendo sido lançado ao mar dois anos e dois meses depois. Tratava-se de um navio luxuoso e, supostamente, o mais seguro até então. Segundo a mídia da época era um navio feito para não afundar, mas não foi isso o que aconteceu.

Em sua viagem de inauguração, em 10 de abril de 1912, o Titanic levava 1.500 figuras importantes. Mas quatro dias após a partida, ele colidiu com um iceberg, afundando na madrugada do dia seguinte. Tal acontecimento abalou o mundo, pois se tratava de um dos maiores desastres marítimos, em tempo de paz, de toda a história.

O navio, tido como “infundável”, mostrou a existência de três pontos fundamentais para que soçobrasse:

  • projeto falho e vulnerável;
  • os procedimentos de evacuação de emergência eram deficientes;
  • a regulamentação marítima era cheia de falhas.

Tendo naufragado em 1912, os destroços do Titanic foram encontrados em 1985, ou seja, 69 anos depois, numa profundidade de 3.843 m, a 650 km a sudeste do Canadá. O acontecimento marcou tanto o imaginário popular, que houve a produção de filmes e livros sobre ele, tornando o navio um dos  mais conhecidos da história.

O filme Titanic, dirigido pelo estadunidense James Cameron, tendo em seus papeis principais Leonardo DiCaprio e Kate Winslet, conta uma história ficcional sobre o naufrágio. Indicado ao Oscar em 14 categorias, vencendo 11 delas, o filme foi um sucesso de críticas e bilheteria. Até o surgimento de Avatar, do mesmo diretor, Titanic comandava o ranking do filme de maior bilheteria da história do cinema.

Fonte da fotografia: http://puls-planeta.ru/blog/43513888638/Redkie-istoricheskie-fotografii

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Vicente do Rego Monteiro – COMPOSIÇÃO

Autoria de Lu Dias Carvalho

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A tela denominada Composição é uma obra do artista brasieliro Vicente do Rego Monteiro. A pintura apresenta características impressionistas.  O artista foi influenciado por várias correntes, inclusive pelo expressionismo e surrealismo.

A composição mostra figuras dançando com os braços abertos. O movimento faz com que sejam absorvidas, tirando a definição de seus corpos. As duas figuras, em primeiro plano, têm a cabeça tombada para a esquerda do corpo.

A cor predominante na pintura é a amarela, mas a tela também apresenta tons azuis, vermelhos, alaranjados e verdes. A cor vermelha, mais forte e em maior profusão, chama a atenção para a posição dos braços e das cabeças. Um seio está visível, com um mamilo pintado de vermelho. Quanto mais o observador desce os olhos, mais indefinidos tornam-se os dançarinos, pois nesta composição, o pintor deu mais ênfase às cores e ao deslocamento das figuras, o que comprovam os traços indefinidos e o cruzamento das áreas de cor.

O escritor Mário de Andrade foi o dono desta pintura que hoje encontra-se num acervo na cidade de São Paulo.

Ficha técnica
Ano: 1921
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 70 x 50 cm
Localização: Acervo do Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo, Brasil

Fonte de pesquisa
Vicente do Rego Monteiro/ Coleção Folha

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O CIENTISTA STEPHEN WILLIAM HAWKING

Autoria de Lu Dias Carvalho

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O físico teórico e cosmólogo britânico Stephen William Hawking é um dos mais conceituados cientistas vivos. A foto acima foi tirada em julho de 1965, por ocasião de seu casamento com Jane Wilde. O casal separou-se 26 anos depois, vindo Stephen a casar-se com Elaine Mason, em 1995, sua enfermeira, da qual também se divorciou seis anos depois.

Quando tinha 21 anos de idade, ao cair de seus patins, o médico que atendeu Stephen descobriu que ele era portador de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença rara, degenerativa e incurável, que resulta na paralização dos músculos, mas que não interfere nas funções cerebrais. Deu-lhe três anos de vida. Hoje, aos 74 anos de idade, o renomado cientista faz uso de um sintetizador de voz para comunicar-se, uma vez que, em 1985, ao se submeter a uma traqueostomia, acabou perdendo a voz.

Apesar de ter perdido os movimentos dos braços e pernas, assim como o de toda a musculatura voluntária, Stephen ainda se mantém ativo em sua produção literária. Preocupados com sua situação, que pode desencadear a “Síndrome do Encarceramento” (é aquela em que os movimentos do corpo inteiro são paralisados com exceção dos olhos, mas as faculdades mentais se mantêm perfeitas) alguns cientistas vêm buscando meios para que ele possa se expressar. Um novo equipamento, desenvolvido pela Intel, rastreia o movimento de seus olhos, gerando palavras.

Stephen William Hawking crê que “O universo é governado pelas leis da ciência. As leis podem ter sido criadas por um Criador, mas um Criador não intervém para quebrar essas leis”. Para ele existe um grande diferencial entre a ciência e a religião: “Há uma diferença fundamental entre a religião, que se baseia na autoridade; e a ciência, que se baseia na observação e na razão. A ciência vai ganhar porque ela funciona.”.

O cientista tem escrito livros, numa linguagem de fácil compreensão para pessoas leigas, que ajudam a divulgar e a tornar compreendidas as complexas teorias cosmológicas. Dentre esses podem ser citados: Uma Breve História do Tempo: do Big Bang aos Buracos Negros,  Buracos Negros, Universos-Bebês e outros Ensaios, O Fim da Física, A Natureza do Espaço e do Tempo, Breve História do Tempo Ilustrada, O Universo numa Casca de Noz, O Futuro do Espaço-Tempo, Uma Nova História do Tempo, Brevíssima História do Tempo, George e o Segredo do Universo, Minha Breve História, etc.

Fontes de pesquisa
http://super.abril.com.br/ciencia/muito-alem-da-cadeira-de-rodas-a-vida-privada-de-stephen-hawking
https://pt.wikipedia.org/wiki/Stephen_Hawking

Fonte da fotografia:
http://incrivel.club/admiracao-curiosidades/45-fotos-que-irao-mudar-sua-percepcao-sobre-o-passado-15505/#image187205

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Vicente do Rego Monteiro – FIGURA SENTADA

Autoria de Lu Dias Carvalho

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A composição Figura Sentada é uma obra do pintor brasileiro Vicente do Rego Monteiro, que nutria grande interesse pelas culturas primitivas, conforme comprova a tela em questão. Nela, o artista demonstra a associação dessas culturas com as vanguardas históricas europeias.

A figura representada é um nu feminino frontal, que se encontra numa postura típica dos deuses indígenas. Na sua tela, o pintor unifica elementos da arte da ilha do Marajó, apreendidos através do estudo das cerâmicas da região, com as artes assíria e egípcia, estudadas nos museus europeus.

O artista mais uma vez faz uso da geometria para compor seu trabalho, que assim pode ser descrito:

  • rosto retangular;
  • braços formando um círculo;
  • e seios e patelas circulares.

O corpo da figura é volumoso e possui um formato arredondado. Os cabelos escuros descem até a altura do ombro, enquanto uma franja reta cai pela testa. Seus braços cruzam no topo da cabeça e envolvem-na. Os traços do rosto são diminutos, em relação ao corpo, e a cabeça está encaixada no tronco, sendo a pintura de tom terroso, características essas próprias da arte marajoara. E embora se encontre nua, a figura feminina é destituída de qualquer tipo de sensualismo, deixando patente a sua posição de ídolo e seu caráter decorativo. Seus braços e pernas cruzados, em posturas similares, formam uma simetria horizontal.

De cada lado da figura está uma ave. Elas são exatamente iguais, formando uma simetria vertical. A linha sinuosa que esboça o tronco da figura da mulher é similar à das aves, como se ali pudessem ser encaixadas. As aves mostram a influência da cultura egípcia no trabalho artista.

A luz que é projetada sobre as figuras advém do canto inferior esquerdo da tela, pois, deste lado, a claridade é mais intensa nas figuras, sendo que o lado esquerdo está coberto por sombras. A luz é responsável por repassar a sensação de relevo e também de volume. O fundo escuro da tela põe as figuras em maior evidência.

Ficha técnica
Ano: 1924
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 92,3 x 72 cm
Localização: Acervo da Fundação José e Paulina Nemirovsky, São Paulo, Brasil.

Fontes de pesquisa
Vicente do Rego Monteiro/ Coleção Folha

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Vicente do Rego Monteiro – O VAQUEIRO

Autoria de Lu Dias Carvalho

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A composição O Vaqueiro é uma obra do pintor brasileiro Vicente do Rego Monteiro, que traz uma temática rural. O artista fez outras telas com tal tema. Mais uma vez Vicente opta pelas formas geométricas e pela abordagem primitivista.

Um rapaz e seu cão aparecem em primeiro plano, fundindo-se com o local. O vaqueiro, com seu chapéu de couro caído nas costas e amarrado ao pescoço, traz a cabeça tombada em direção ao ombro direito. Suas pernas cruzadas estão cingidas por suas fortes mãos. Sua pose estabelece um círculo. A patela visível tem a forma de um círculo, também. Ele parece dormir, embalado pelo cansaço.

Atrás do vaqueiro está deitado seu cachorro que, diferentemente dele, que é pintado com realismo, é semelhante às estátuas da cultura marajoara. O animal, com a língua de fora, parece encarar o observador. Atrás dos dois estão duas reses. Uma delas está voltada para a direita e outra para a esquerda. Seus corpos confundem-se, necessitando de mais argúcia do observador, para serem delimitados.

Obs.: a marca vertical, à esquerda, diz respeito à página do livro, nada tendo a ver com a pintura.

 Ficha técnica
Ano: 1961
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 59 x 72 cm
Localização: Acervo da Fundação Joaquim Nabuco, Recife, Brasil

Fontes de pesquisa
Vicente do Rego Monteiro/ Coleção Folha

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O TUBARÃO DE STEVEN SPIELBERG

Autoria de Lu Dias Carvalho

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O estadunidense Steven Allan Spielberg, tido como um dos cineastas mais populares e influentes da história do cinema, causou muito susto nas plateias com o seu filme “O Tubarão”, lançado em 1975, sucesso absoluto de bilheterias em todo o mundo.

A trama de “O Tubarão” dizia respeito a uma cidade litorânea que se viu aterrorizada por um gigantesco tubarão. Assim explica a sinopse:

“Um terrível ataque a banhistas é o sinal de que a praia da pequena cidade de Amity virou refeitório de um gigantesco tubarão branco, que começa a alimentar-se dos turistas. Embora o prefeito queira esconder os fatos da mídia, o xerife local (Roy Scheider) pede ajuda a um ictiologista (Richard Dreyfuss) e a um pescador veterano (Robert Shaw) para caçar o animal. Mas a missão vai ser mais complicada do que eles imaginavam.”.

Na foto acima, Steven Spielberg diverte-se, à época, sentado no tubarão mecânico usado no filme. E pensar que muitas pessoas até fizeram xixi na roupa, amedrontadas com tão “pavoroso monstro”, para não dizer o contrário, mostra o quão fascinante é o mundo do cinema, onde o faz de conta dá as cartas. Uau!

Fonte de pesquisa
http://incrivel.club/admiracao-curiosidades/45-fotos-que-irao-mudar-sua-percepcao-sobre

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