CORRA DE ABRAÇO DE TAMANDUÁ

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Postado por Lu Dias Carvalhotamand

“Avisa ao formigueiro/ vem aí tamanduá.”(Ivan Lins)

O tamanduá é um animal muito comum em terras brasileiras, sendo também conhecido pelo nome de tapi e jurumim. O bichinho tem verdadeira adoração por cupins e formigas. Talvez isso se deva ao fato de não possuir dentes para mastigar.

Por que esse nosso personagem foi entrar nesta história, sendo tão mal-afamado, a ponto de servir de exemplo para os humanos? É que esse falsinho, quando vê um inimigo, levanta-se nas patas traseiras e abre as dianteiras, como se fosse receber o crédulo indivíduo num caloroso abraço. Vendo tão efusiva demonstração de carinho, a vítima cai na esparrela, vindo a renegar a hora em que nasceu. O dissimulado abraça-a, é verdade, mas pressiona-a com seus braços e enfia-lhe nas costas suas enormes e afiadas unhas. Como é fingido e astucioso tal bichinho!

A maldade do falso amigo ainda é maior porque ele não degusta a sua presa, uma vez que lhe faltam dentes. O espertinho deixará que ela apodreça ali, passando a servir de isca para suas deliciosas formigas, as quais não tardará a papar. Portanto, meu caro leitor, fique com a orelha em pé com o exemplo que nos dá esse mamífero desdentado. Não confie em muitos abraços que anda recebendo por aí, achando-se o mais amado do pedaço. Olho vivo, camarada, pois há muita gente dando abraços de tamanduá.

Vixe! Olhem aí o tamanho do A!

 

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NOVO ESTILO – EXPRESSIONISMO I (Aula nº 93)

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Autoria de LuDiasBH

No início do século XX um movimento artístico, cuja maioria dos artistas era alemã, no qual predominavam os valores emocionais sobre os intelectuais, brotou na Alemanha, tendo por objetivo expressar as emoções humanas através de linhas distorcidas e de cores extremamente fortes num veemente contraste com os movimentos anteriores. Trazia como temática a miséria e a solidão, ou seja, externava as angústias e as amarguras do indivíduo enclausurado dentro da sociedade industrializada moderna, dura e tirânica. O dramaturgo e ensaísta austríaco Hermann Bahr acreditava que o Expressionismo era um movimento que atribuía importância principal ao mundo das emoções internas, contrastando com o Impressionismo que se via sob o jugo do mundo exterior da natureza e dos sentidos.

A Alemanha contou com dois grupos de artistas expressionistas. O Die Brücke (A Ponte) era mais ligado aos temas políticos e seus trabalhos eram mais contundentes, sendo formado por um grupo de quatro amigos, estudantes de arquitetura de Dresden, que tinha por líder Ernst Ludwig Kirchner. Dele faziam parte, além de Kirchner, Karl Schmidt-Rottluff, Fritz Bleyl e Erich Heckel (o mais intelectual deles). O nome escolhido dizia respeito à ideia do filósofo alemão Nietzsche, para quem “o homem é a ponte para um mundo melhor”, e também porque Dresden era conhecida por suas pontes. O segundo grupo chamava-se Der Blaue Reiter (Cavaleiro Azul) que era mais direcionado aos temas espirituais, tendo dado origem à escola Bauhaus e ao Abstracionismo. Quanto ao nome, Kandinsky escreveu: “Nós dois gostamos da cor azul: Marc, dos cavalos, e eu, dos cavaleiros. Portanto, foi inventado dessa forma”.

Os artistas expressionistas iniciaram seu movimento dando vida a um estilo inspirado em Vincent van Gogh, Edvard Munch e na antiga arte alemã da época dos artistas Matthias Grünewald e Albrecht Dürer. Através de estudos feitos, eles foram convencidos pelo poder persuasivo do preto e do branco e acabaram por revitalizar a técnica medieval da impressão numa matriz de madeira (xilogravura). Rottluff também pesquisou sobre a arte tribal e as máscaras africanas. Pintavam inicialmente paisagens e nus, mas, quando se mudaram para Berlim, os artistas do grupo de Dresden passaram a pintar o cotidiano de suas ruas. Faziam uso de cores ácidas e brilhantes — usadas umas próximas às outras com o objetivo de criar uma ilusão de limites. Seus contornos muito distorcidos distanciavam fortemente da arte do Naturalismo.

A mudança de Dresden para Berlim levou os artistas a focarem em novos temas. Começaram a buscar especialmente os aspectos mais sofridos da vida urbana: o mundo dos artistas de cabarés, das prostitutas e dos bêbados. Desse grupo apenas Kirchner tinha treinamento formal em arte, o que não foi um empecilho, pois seus membros estavam convencidos de que a “nova arte” a que dariam vida não poderia ser aprendida de forma alguma, pois era necessário que primeiro fosse inventada.  Emil Nolde juntou-se ao grupo entre 1906 e 1907, aprendendo com ele a arte da xilogravura e ensinando-lhe a arte de gravar com água-forte.  Já Max Pechstein — reconhecido por seus retratos decorativos e naturalistas no estilo Pós-impressionista — juntou-se ao grupo em 1906. O fato é que os expressionistas deixaram de lado a sociedade convencional e repeliram a imitação cuidadosa da natureza. Esse grupo tão aguerrido dissolveu-se em 1913.

O grupo dos Der Blaue Reiter apareceu em Munique alguns anos depois. Dele faziam parte Wassily Kandinsky, Franz Marc e Alexei von Jawlensky. O nome do almanaque lançado por eles deu nome ao grupo. Certos de que a criatividade não se encontrava na arte acadêmica, esses artistas imprimiram imagens de antigos objetos manufaturados egípcios, desenhos infantis e apresentaram uma sequência de novidades artísticas. Eles queriam devolver à sociedade o estado de harmonia que ela perdera no processo de modernização. Wassily Kandinsky — pintor e advogado russo morando em Munique — concluiu que a melhor maneira de aprender sobre arte era ensinando-a, o que realmente fez, vindo a tornar-se cofundador do grupo que se dissolveu com o início da Primeira Guerra Mundial.

Os dois grupos — Die Brücke e Der Blaue Reiter — cultivaram muitas influências e objetivos em comum, embora se possa dizer que os artistas do Die Brücke fossem mais nietzscheanos em sua filosofia, mais naturalistas na busca do tema e mais compenetrados com a parte prática, enquanto os do Der Blaue Reiter, filosoficamente falando, encontravam-se mais perto de Schopenhauer e eram mais ligados à teoria do que à prática, resvalando-se para a abstração. Ambos os grupos desejavam se distanciar da sociedade urbana, tanto é que alguns dos artistas expressionistas foram viver em comunidades rurais, onde criaram um grande entusiasmo pelas sociedades “primitivas”, o que os levou ao trabalho do artista francês Paul Gauguin que viveu na Bretanha e nas Ilhas do Pacífico, tendo deixado de lado o uso de cores realistas, criando cenas quase sempre imaginárias, com formas simples e planas que mais tarde vieram a caracterizar a pintura expressionista.

Nota: a composição que ilustra este texto, intitulada Dois Homens à Mesa, obra de Erich Heckel, criada em 1911, é um óleo sobre tela da fase expressionista. Foi inspirada no romance “O Idiota”, do russo Dostoiévski. O artista faz uso de desenhos angulares e cores sombrias para compor uma cena amedrontadora.

Fontes de pesquisa
Tudo sobre arte/ Editora Sextante
Manual compacto de arte/ Editora Rideel
A história da arte/ E. H. Gombrich
História da arte/ Folio
Arte/ Publifolha

 

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DE MÃO BEIJADA

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Autoria de Lu Dias Carvalho

beijamam

É lamentável ver como as crianças e os jovens estão sendo criados nos dias de hoje, recebendo tudo de mão beijada. Os pais brasileiros já não põem, ou não conseguem colocar limites, tratando os filhos como se principezinhos e princesinhas fossem. Suas crianças não aceitam ouvir a palavra “não”, ou serem interrompidas no que fazem, numa inversão claríssima de valores, recebendo muito mais do que merecem, muitas vezes exigindo grandes sacrifícios de seus genitores que fazem da tripa coração, para atendê-las, esquecendo-se de que de pequenino que se torce o pepino. O que significa, segundo o historiador Luís da Câmara Cascudo, que “na infância é que se educa, eliminando os despropósitos juvenis, as exaltações temperamentais, as tendências bravias e dispensáveis”.

Tempos atrás, numa excursão a Foz do Iguaçu, tive o prazer de conhecer uma senhora alemã, morando no Brasil há oito anos que, ao ver uma criança de cinco anos dando birra de rolar no chão, falou-me como era a criação dos alemães. Disse-me, também, que muitos hotéis na Alemanha não gostam de receber casais brasileiros com filhos menores, porque a grande maioria deles é insuportável, não obedece aos pais e mexe em tudo, sem conhecer limites. Segundo ela, com sua permissividade, os pais brasileiros acabam não educando os filhos para o mundo, onde serão contrariados muito mais vezes do que atendidos.

A senhora alemã tem toda a razão, quando diz que nossas crianças são voluntariosas e querem tudo de mão beijada. Já se foi o tempo em que um presente era dado pelo merecimento. Grande parte de nossas crianças não mais se contenta ou se alegra com nada, pois tudo vem com extrema facilidade. Alheias à realidade dos pais, ou a condição de pobreza em que vivem milhares de crianças no país, elas têm se tornado egoístas e totalmente indiferentes a outrem. É fato que não são as culpadas, pois estão sob a tutela dos pais que deveriam prepará-las para a vida.

A expressão mão beijada nasceu das antigas cerimônias de beija-mão, quando os súditos reverenciavam os poderosos, beijando-lhes as mãos. Mas os súditos, ou fiéis mais ricos, iam bem mais além do beija-mão. Para caírem nas boas graças dos figurões, presenteavam-nos com terras e outras benesses. Tais presentes eram dados de mão beijada, ou seja, sem nenhum ônus para o agraciado. O beija-mão é uma tradição em que se reverencia personalidades importantes, sendo praticada em várias culturas, desde tempos remotos. E em nossas terras… “Cala-te boca!”.

Ilustração: Registro da cerimônia do beija-mão na corte carioca de Dom João, um costume típico da monarquia portuguesa.

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HARMONIA EM VERMELHO (Aula nº 92 A)

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Autoria de Lu Dias Carvalho

Um único tom não é nada em termos de cor; dois tons são um acorde, são a vida. (Henri Matisse)

Harmonia em Vermelho é uma refinada e elegante composição fauvista do pintor Henri Matisse. É também conhecida com vários títulos, tais como: Toalha de Mesa, ou Mesa Posta ou ainda Quarto Vermelho e ainda A Mesa de Jantar. Embora haja a presença de uma criada arrumando a mesa, o que se destaca na tela e fica impressa na mente do observador é a predominância da cor vermelha que se expande com força.

A princípio a composição era baseada em tons de azul (segundo a Abril Coleções) ou verde (segundo a Taschen) que substituía o vermelho, mas depois de pronta e pendurada na parede de seu estúdio, Matisse não gostou do efeito, não achando a composição “bastante decorativa”, pois, segundo ele, não havia contraste com a paisagem que se via através da janela presente na composição. A tela foi, então, refeita com a cor vermelha, e seu resultado agradou bastante o artista, ao reduzir todos os planos a uma dimensão única.

A parede e a mesa vermelhas presentes na tela são delimitadas por uma fina linha preta. Há na pintura uma corajosa composição das cores primárias: vermelha, amarela e azul, acrescidas do verde, cor secundária. Duas cadeiras estão em volta da enorme mesa, sendo que da presente à esquerda pode-se ver o assento. O marco da janela introduz o observador no jardim, onde se vê uma pequena casa e um céu azulado.

O motivo principal da composição é formado pelo jogo entre o desenho do papel de parede, o pano da toalha da mesa e os objetos sobre ela. Até mesmo a figura humana (observe o penteado da mulher e o modo como ela se inclina, fazendo uma linha curva com os ombros, braços cabeça e parte inferior do corpo), os objetos sobre a mesa e a paisagem (veja a sinuosidade das árvores) lá fora estão desenhadas e pintadas de modo a integrarem-se às flores do papel de parede.

Ficha técnica
Ano: 1908
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 180 x 220 cm
Localização: Museu Hermitage, São Petersburgo, Rússia

Fontes de pesquisa
História da arte/ E.H. Gombrich
Matisse/ Coleção Folha
Matisse/ Abril Coleções
Matisse/ Taschen

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CHEGA DE NHENHENHÉM!

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Autoria de Lu Dias Carvalho

bocao 

Dizem alguns que o Criador deu-nos dois ouvidos para que ouvíssemos mais e uma boca para que falássemos menos. Mas não parece ser esta a compreensão da maioria das pessoas neste mundo de meu Deus, pois tudo é feito ao contrário: fala-se muito e não se ouve quase nada. Parece que nos encontramos cada vez mais surdos.

 Quem não conhece alguém que fala pelos cotovelos? Certo apresentador  televisivo de uma poderosa emissora, por exemplo, é extremamente mal-educado, pois nunca deixa seus entrevistados falarem. Ele corta o raciocínio das pessoas ou responde por elas. É um chato de galochas. Parece vendedor ambulante em meio a uma feira.

 Outro nhenhenhém insuportável vem dos funcionários de telemarketing. Como é duro aturar essa gente, embora eu compreenda que esteja fazendo o seu trabalho e aquilo é o seu ganha-pão. Soube que tais operadores devem observar duas regras básicas: serem rápidos e não darem muito tempo para a vítima pensar. Mas já me ensinarem um jeito de me livrar deles:

– Nhenhenhém… diz o operador em sua cantilena.

– Um momento, por favor! – deve sempre responder a vítima.

 A seguir, o ser torturado deixa o fone fora do gancho ou o celular sobre a mesa e aguarda uns dois a três minutinhos. Observará depois com alívio  que o chato evaporou-se, partindo em busca de uma nova vítima.

Para quem não conhece índios de perto, digo-lhes que são falantes por natureza. Quando juntos, haja ouvidos para aguentar tanto falatório. Contam alguns, portanto, que os portugueses quando cá estiveram, no século XVI, ficavam enlouquecidos com o parlatório de nossos irmãozinhos, os donos legítimos destas terras. E, como “nheen” significa “falar” em tupi, eles triplicaram o verbo: nhenhenhém = falar, falar e falar.

Há também uma explicação contrária para a origem desta expressão. Alguns historiadores contam que foram os índios que, por não entenderem aquele blablablá danado de esquisito dos portugueses, criticavam-nos por ficarem naquele nhenhenhém sem fim.

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NOVO ESTILO – O FAUVISMO (Aula nº 92)

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Autoria de Lu Dias Carvalho

 
    (Clique nas imagens para ampliá-las.)

O início do século XX primou por transformações sociais e tecnológicas, período em que aconteceram invenções como a do rádio, do automóvel e a acessibilidade da eletricidade a um número maior de pessoas. Foi nessa época que surgiu o Fauvismo (ou Fovismo), movimento contemporâneo do Expressionismo. O Fauvismo surgiu em Paris em 1905, por ocasião de uma exposição coletiva no Salão de Outono. O grupo de fauvistas ali presente tinha por objetivo uma revisão crítica da arte. Foi o primeiro e um dos mais passageiros movimentos de vanguarda da arte moderna, surgidos no século XX, tendo como ápice os anos entre 1905 e 1907.

Naquela exposição estavam presentes pinturas de artistas jovens que chamavam a atenção pelo uso de cores vivas e pela simplificação exagerada das formas. A esse pequeno e despretensioso grupo — formado por Henri Matisse, André Derain, Henri Manguin, Albert Marquet, Georges Rouault e Maurice de Vlaminck — interessava apenas encontrar um jeito mais dinâmico de representar a natureza.  Foi nessa ocasião que o crítico francês Louis Vauxcelles, ali presente, chamou-os de “Les Fauves” (As Feras/Animais Selvagens), ao censurá-los por suas pinceladas fortes, falta de nuance e o uso agressivo e não naturalista das cores.

O grupo de fauvistas era liderado, não oficialmente, pelo pintor francês Henri Matisse, cuja proposta era a libertação da cor de seu papel descritivo tradicional, distorcendo intencionalmente o espaço pictórico. Dentre as características do Fauvismo estavam: cores puras e brilhantes, perspectiva aplainada e detalhes simplificados. Apesar da impressão de selvageria que os fauvistas repassavam através de sua obra, não tardaram a interessar mais por uma estrutura sólida e permanente do que pela fugacidade do movimento que acabou abrindo espaço para outros estilos artísticos, como o Cubismo e Expressionismo.

As pinturas fauvistas caracterizavam-se por experimentos feitos com cores e com o espaço pictórico. Os artistas desse movimento inspiraram-se em Vincent van Gogh, Paul Gauguin, Paul Cézanne (pós-impressionistas) e em Georges Seurat e Paul Signac (neoimpressionistas). Ao ignorar antigas regras de pintura, Matisse comparou a experiência de pintar “como crianças diante da natureza”.

Aos artistas fauvistas interessava seguir o instinto, fazendo uso de linhas e cores, sem se preocupar com o resultado — à maneira dos povos primitivos e das crianças. Eles não estavam ligados a uma sociedade ou associação. Os anos de 1906 e 1907 marcaram o auge do Fauvismo. A evolução dos artistas fauvistas levou-os a trocar os pontos semirregulares e a mistura de cores que usavam por pinceladas audaciosas espontâneas e manchas de cores puras.

Henri Matisse e André Derain faziam uso das cores com a finalidade de, através da imaginação, criar harmonia e desarmonia, sem jamais usá-las como imitação da natureza. Ao invés de criar uma ilusão realista do espaço, eles optaram por dar destaque à superfície plana da tela. Assim pintavam retratos e paisagens. Já artistas como Georges Rouault, Albert Marquet, Raoul Dufy, Kees van Dongen e, por algum tempo, Georges Braque, também participaram de exposições como fauvistas, mas não seguiam nenhuma doutrina em comum. O Fauvismo, apesar de ser uma influência, era visto apenas como uma fase, tanto é que Braque veio a desenvolver um estilo clubista, sendo ele, ao lado de Pablo Picasso, um de seus fundadores.

As telas que ilustram este texto são obras fauvistas (da esquerda para a direita):

  • Estaque, 1905, André Derain
  • Costa do Mar Amarela, 1906, Georges Braque
  • Os Banhistas, 1907, Raoul Dufy

Fontes de pesquisa
Tudo sobre arte/ Editora Sextante
Manual compacto de arte/ Editora Rideel
A história da arte/ E. H. Gombrich
História da arte/ Folio
Arte/ Publifolha

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