VISTA DA LOJA DE TÊXTEIS…

Autoria de Lu Dias Carvalho

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A estampa Vista da Loja de Têxteis Hoteiya faz parte da série Vistas Famosas da Capital do Oriente, do artista japonês Hiroshige.

Um grande número de pessoas encontra-se diante da Loja de Têxteis Hoteiya, que toma toda a esquina da rua. Enquanto os homens usam enormes chapéus amarelos, as mulheres carregam guarda-sóis azuis e vestem quimonos. No grupo estão presentes dois carregadores.

Algumas pessoas dirigem-se para a direita, enquanto outras vão em direção à esquerda. Duas crianças estão presentes na composição. É possível notar inúmeras pessoas dentro da loja. Três enormes Budas ornamentam a parte externa da casa de comércio.

Ficha técnica
Artista: Hiroshige
Ano: c. 1857
Dimensões: 26 x 36,5 cm

Fonte de pesquisa
Hiroshige/ Editora Taschen

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SEM PRECONCEITOS: MACACO E CÃO

Autoria de Lu Dias Carvalho

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Muitos de nós passamos semanas, e até meses, sem dar ou receber um abraço. Estamos tão imbuídos de nossa superioridade no planeta Terra, que mal direcionamos nosso olhar aos desconhecidos ou diferentes. Suprimos as nossas carências acumulando bens, sem deixar nenhum espaço para o afeto. Achamos que armazenar riquezas supre todas as nossas carências. Quão tolos somos!

Nós não temos tempo para ouvir quem nos para na rua, ainda que seja para pedir uma informação. Não temos tempo para consolar alguém que chora no ônibus, no metrô ou na calçada. Não temos tempo para socorrer quem cai no chão, ainda que diante de nós. Achamos que nada é da nossa conta, ou que tudo é dever do Estado. Quão egoístas somos!

Quem não precisa de um abraço, desprovido de nenhuma outra intenção que não seja a de consolar, de estreitar nos braços, de se sentir vivo? E que fale em silêncio: “Você é importante para mim, para a vida, para o planeta, ainda que sejamos tão diferentes!”. O mundo está mal, porque todos nós somos carentes de amor, apesar de toda a prepotência humana.

A foto acima mostra uma macaca que abraça um cãozinho em uma feira de troca de animais, em Bangladesh, país asiático, em 9/05/2002. Pode haver algo mais terno do que este abraço entre um canídeo e um primata? Reparem no gesto da macaca, enlaçando o corpo do cão. Mirem nos olhinhos dos dois animais. Parece que a macaca diz pro cãozinho: “Não tenha medo, eu estou aqui!”.

Fonte: foto recebida via e-mail.

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VISTA DE KASUMIGASEKI…

Autoria de Lu Dias Carvalho

oi12345A estampa Vista de Kasumigaseki ao Final do Dia faz parte da série Vistas Famosas da Capital do Oriente, do pintor japonês Hiroshige.

A composição apresenta a residência de um senhor feudal, com a base feita em pedra. A escolta do daimyô carrega um estandarte. Um grupo de nove monges, com suas vestes escuras e imensos chapéus, em fila indiana, caminha em direção ao observador.

Dois músicos, de perfil, tocam seus instrumentos, enquanto os carregadores trazem pesados volumes às costas.

Ficha técnica
Artista: Hiroshige
Ano: 1835-1840
Dimensões: 37,8 x 12,5 cm

Fonte de pesquisa
Hiroshige/ Editora Taschen

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Arte de Rua – GESER

Autoria de Lu Dias Carvalho

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O grafiteiro estadunidense Geser, também conhecido como Ges, começou a pintar em 1993, quando era ainda um adolescente e suas pinturas não passavam de mera diversão. Naquela época, conforme explica ele, a informação era muito limitada e o grafite constituía um mistério, tendo que ser descoberto um pouco a cada dia, ao contrário de hoje, quando não mais existem perguntas sem respostas, inerentes ao fato de ser um “escritor do grafite”.

Para Geser, o público ainda é muito ignorante quanto à compreensão da arte do grafite. E mesmo a mídia descreve-a como um elemento criminoso, repassando uma propaganda negativa sobre esse tipo de arte, influenciando as pessoas negativamente, sem nada conhecer do trabalho dos artistas.

Segundo Geser, o grafite tanto evolui através de alguns participantes quanto permanece tradicional e clássico entre outros, numa harmônica convivência entre o estilo anterior e o recente, o que torna essa arte muito atraente. Para ele, a Europa detém muito mais eventos organizados do que os Estados Unidos, apresentando estilos que variam de país para país, sendo a cidade de Barcelona, na Espanha, uma das mais admiráveis na arte do grafite.

Ao ser questionado se acreditava numa carreira como um “escritor do grafite”, ou seja, transpondo sua arte para as paredes, Geser afirmou que não se importa de fazer trabalhos ocasionais, sendo pago. Mas sente uma frustração ao lidar com os clientes, pois esses não sabem definir o que exatamente querem. O que lhe dá uma vontade de deixar aquilo que está fazendo e voltar a pintar um ponto num túnel, por exemplo, para se divertir. Mas, como possui compromisso com suas contas, precisa também ganhar dinheiro. Pintura para ele deve ser algo divertido, sem compromisso com o dinheiro, embora esse seja necessário.

Fonte de pesquisa
http://www.molotow.com/magazine/blog/blog/2012/07/23/interview-geser/
O mundo do grafite/ Nicholas Ganz

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VITAMINA D, SOL E SAÚDE

Autoria do Dr. Telmo Diniz

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Todos nós, ou pelo menos a maioria, sabemos que a falta de vitamina D provoca fragilidade óssea com consequentes fraturas, em especial na terceira e quarta idades. Entretanto, vários estudos e evidências científicas têm apontado no sentido de que a hipovitaminose D pode ser causa ou fator de piora de inúmeras doenças.

Nos anos 80, éramos estimulados a ficar por horas a fio debaixo do sol escaldante e, não satisfeitos, também fomos induzidos a usar bronzeadores solares. Tínhamos que ficar com aquela pele dourada, tipo churrasco! Com o surgimento dos cânceres de pele, devido a este mau comportamento, foi o sol relegado a instâncias inferiores de importância. Se não bastasse não tomar sol, fomos estimulados a usar protetor/bloqueador em todo o corpo. Não haveria nada de errado com as providências tomadas, porém, as decisões extremadas têm suas consequências. E a principal delas foi a deficiência desta importante vitamina.

Quase todos os tecidos do corpo possuem receptores de vitamina D, entre eles intestinos, cérebro, coração, pele, órgãos sexuais, mamas, linfócitos, placenta, etc. Sabe-se que essa vitamina, que atua como um hormônio, influencia a expressão de mais de 200 genes. Portanto, teoricamente, várias doenças podem estar ligadas à sua deficiência. Existem fortes evidências que sugerem que a falta de vitamina D desempenha um papel na asma, na fadiga muscular, no diabetes tipo II, em doenças autoimunes como a esclerose múltipla e a artrite reumatoide. Distúrbios neuropsicológicos como o autismo, a esquizofrenia, a depressão e a perda de memória têm também relações pontuais com essa hipovitaminose.

Parcimônia
É importante que o leitor entenda onde podemos adquirir esta vitamina. Ela está presente no óleo de fígado de bacalhau e em peixes de água gelada (salmão, sardinha, anchovas, atum e cavala). O primeiro tem um gosto horrível e, no segundo grupo, não temos peixe fresco desta qualidade, nas nossas Minas Gerais. Nutricionalmente falando, podemos consumir alimentos que são enriquecidos com essa vitamina, especialmente o leite, que também teve seu consumo reduzido na população em geral. Por fim, sobrou-nos o sol. Sem ele, não há vitamina D ativa, ou seja, mesmo que a gente consuma alimentos ou suplementos com vitamina D, essa só estará ativa na sua forma biológica, caso tenha o estímulo dos raios ultravioleta. Porém, muito sol é risco de câncer de pele. Pouco ou nada de sol, vários problemas à vista. Pense sempre no que é razoável. Nem oito, nem 80. Dez minutos por dia de sol, no mínimo três vezes na semana, parece ok.

Detectando-se baixos níveis da vitamina D nos exames de rotina, a suplementação, se recomendada, deve ter acompanhamento médico, pois é uma vitamina lipossolúvel e, portanto, passível de acúmulo no organismo e com potencial de toxicidade.

Nota: imagem copiada de www.europacolon.pt

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DESEMBARQUE DO BARCO DE TRAVESSIA…

Autoria de Lu Dias Carvalho

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A estampa Desembarque do Barco de Travessia perto de Atsuta, Estação Miya faz parte da série Vistas Famosas das 53 Estações, do artista japonês Hiroshige.

Em primeiro plano, estão sete figuras, dentre as quais três são masculinas e quatro femininas. Mais ao fundo, à esquerda, dois homens conversam. Quatro barcos estão parados próximos às pessoas e dois encontram-se mais distantes.

Ao fundo, no mar, é possível ver inúmeros barcos com suas velas brancas. Um grande marco, em primeiro plano, indica a Estação de Mya.

Ficha técnica
Artista: Hiroshige
Ano: 1855
Dimensões: 34,3 x 22,6 cm

Fonte de pesquisa
Hiroshige/ Editora Taschen

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