ROMANCES – OS 100 MAIS DA LITERATURA MUNDIAL (I)

Autoria de LuDiasBH

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Um júri composto por diferentes personalidade elegeu, alguns anos atrás, os 100 mais importantes romances da literatura mundial. Quais deles você já leu? Apresentadas por ordem de colocação (nome da obra, ano de publicação, autor, nacionalidade) as 50 primeiras obras:

1º – Ulisses (1922) – James Joyce (irlandês)
2º – Em Busca do Tempo Perdido (1913-27) – Marcel Proust (francês)
3º – O Processo (1925) – Frans Kafka (tcheco)
4º – Doutor Fausto (1947) – Thomas Mann (alemão/ Nobel 1929)
5º – Grande Sertão: Veredas (1956) – Guimarães Rosa (brasileiro)
6º – O Castelo (1926) – Frans Kafka (tcheco)
7º – A Montanha Mágica (1924) – Thomas Mann (alemão)
8º – O Som e a Fúria (1929) – William Faulkner (estadunidense/ Nobel 1949)
9º – O Homem sem Qualidade (1930-43) – Rober Musil (austríaco)
10º – Finnegans Wake (1939) – James Joyce (irlandês)
11º – A Morte de Virgílio (1945) – Hermann Broch (austríaco)
12º – Coração das Trevas (1902) – Joseph Conrad (ucraniano)
13º – O Estrangeiro (1942) – Albert Camus (francês/ Nobel 1957)
14º – O Inominável (1953) – Samuel Beckett (irlandês/ Nobel 1969)
15º – Cem Anos de Solidão (1967) – Gabriel García Marquez (colombiano/ Nobel 1990)
16º – Admirável Mundo Novo (1932) – Aldous Juxley (inglês)
17º – Mrs. Dalloway (1925) – Virginia Woolf (inglesa)
18º – Ao Farol (1927) – Virginia Woolf (inglesa)
19º – Os Embaixadores (1903) – Henry James (estadunidense)
20º – A Consciência de Zeno (1923) – Italo Svevo (italiano)
21º – Lolita (1958) – Vladimir Nabokov (russo)
22º – Paraíso (1960) – José Lezama Lima (cubano)
23º – O Leopardo (1958) – Tomaso di Lampedusa (italiano)
24º – 1984 (1949) – George Orwell (inglês)
25º – A Náusea (1938) – Jean-Paul Sartre (francês) (recusou o Nobel em 1964)
26º – O Quarteto de Alexandria (1957-60) – Lawrence Durrel (inglês)
27º – Os Moedeiros Falsos (1925) – André Gide (francês/ Nobel 1947)
28º – Malone Morre (1951) – Samuel Bechett
29º – O Deserto dos Tátaros (1940) – Dino Buzzati (italiano)
30º – Lord Jim (1900) – Joseph Conrado
31º – Orlando (1928) – Virginia Woolf (inglesa)
32º – A Peste (1947) – Albert Camus (francês)
33º – O Grande Gatsby (1925) – Scott Fitzgerald (estadunidense)
34º – O Tambor (1959) Günter Grass (alemão)
35º – Pedro Páramo (1955) Juan Rulfo (mexicano)
36º – Viagem ao Fim da Noite (1932) – Louis-Ferdinand Céline (francês)
37º – Berlin Asexanderplatz (1929) – Alfred Döblin (alemão)
38º – Doutor Jivago (1957) – Boris Pastenak (russo/ recusou o Nobel de 1958)
39º – Molloy (1951) – Samuel Beckett (irlandês)
40º – A Condição Humana (1933) – André Malraux (francês)
41º – O Jogo da Amarelinha (1963) – Julio Cortázar (argentino)
42º – Retrato do Artista qunaod Jovem – James Joyce (irlandês)
43º – A Cidade e as Serras (1901) – Eça de Queirós (português)
44º – Aquela Confusão Louca da Via Merulana (1957) – Carlo Emilio Gadda (italiano)
45º – As Vinhas da Ira (1939) – John Steinbeck (estadunidense) (Nobel/1962)
46º – Auto da Fé (1935) – Elias Canetti (búlgaro/ Nobel de 1981)
47º – À Sombra do Vulcão (1947) – Malcom Lowry (inglês)
48º – O Visconde Partido ao Meio – Italo Calvino (italiano nascido em Cuba)
49º – Macunaíma (1928) – Mário de Andrade (brasileiro)
50º – Bosque das Ilusões Perdidas (1913) – Alain Founier (francês)
Nota: James Joyce, o campeão, escritor irlandês.

ROMANCES – OS 100 MAIS DA LITERATURA MUNDIAL (II)

Fonte de pesquisa
Folha de São Paulo/ 3 janeiro de 1999

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