Dufy – VELHAS CASAS EM HONFLEUR

Autoria de Lu Dias Carvalho

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A composição Velhas Casas em Honfleur é uma obra do artista francês Raoul Dufy, na qual já aparecem as influências do pintor Matisse, mostrando que são as cores o mais importante numa composição.

Os pequenso edifícios erguem-se apertados, uns unidos aos outros, com as chaminés, os telhados e as janelas, à beira do cais, apresentado um alegre cojunto de cores. Na entrada da maioria deles se vê um toldo levantado. Duas finas torres, à direita levam a uma igreja. Acima ergue-se um colorido céu azul, com nuances de rosa, amarelo e lilás.

As faixas verticais, no centro da tela, fazem as vezes de rua. Elas separam as construções e o que parece ser um burro puxando uma carroça, de seus reflexos na água, onde se encontram ancoradas duas pequenas embarcações. À direita, na rua, estão um homem, de roupa escura, e uma mulher, usando um vestido de cor violeta.

Ficha técnica
Ano: 1906
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 60 x 72 cm
Localização: coleção particular

Fonte de pesquisa
Gênios da Pintura/ Abril Cultural

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HISTÓRIA DA COR AZUL NA PINTURA

Autoria de Lu Dias Carvalho

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O azul é cor preferida pela maioria das pessoas. Possui mais de uma centena de tons diferentes. Mas esta cor possui uma história bem interessante, que poucos conhecem, já tendo, inclusive, ocupado um dos piores lugares na paleta de cores. Comecemos por seu uso na pintura, retroagindo ao primeiro século após o nascimento de Cristo, época em que nenhuma pessoa importante usaria um manto azul. Isso porque, na hierarquia das cores, essa maravilhosa tonalidade ocupava um lugar muito baixo. Bem acima dela pairavam as cores branca, preta e vermelha, que eram as prediletas dos gregos e romanos, encontrando-se sempre presentes em suas vestes e ornamentos. Elas predominavam na imensa maioria das representações artísticas do início do período medieval. Isso se dava, sobretudo, pela facilidade com que pigmentos, que resultavam em tais cores, eram encontrados. Sabe-se, no entanto, que os povos egípcios já tinham conhecimento de um pigmento da cor azul há mais de cinco mil anos atrás. Contudo, esse tinha que ser misturado ao lápis-lazúli, o que trazia muitos empecilhos para a obtenção do tom desejado.

Através de estudos dos afrescos encontrados na cidade italiana de Pompeia, soterrada pelo vulcão Vesúvio, o azul mostra-se tão insignificante, a ponto de aparecer, quase sempre, no fundo da composição. Os gregos desprezavam o azul, dizendo que ele não fazia parte do arco-íris, enquanto os romanos associavam-no a certas inconveniências, como a cor dos olhos dos bárbaros do norte, enquanto Públio Cornélio Tácito — historiador e político romano — apregoava que os povos celtas e germânicos pintavam o corpo de azul com a finalidade de amedrontar os inimigos. A associação do azul aos bárbaros por parte dos romanos, na Antiguidade deveu-se também ao fato de os segundos usarem uma planta conhecida como “pastel de tintureiro”, ou simplesmente “pastel”, (Isatis tinctoria), cujas folhas eram fermentadas, produzindo um corante azul, usado tanto na tinturaria quanto na pintura. Assim, vestimentas azuis passaram a simbolizar a barbárie.

No início da Idade Média, o vermelho era a cor usada pelos nobres, enquanto os servos vestiam-se de azul. É provável que o modo como se extraia o extrato da Isatis tinctoria  para a tintura das roupas tenha servido de asco para a nobreza, jogando o azul no rol das cores indesejáveis. As folhas da planta eram fermentadas em urina humana. Mas ao tomarem conhecimento de que o álcool apressava a transformação, os tintureiros passaram a fazer uso de bebidas alcoólicas, por esperteza ou ignorância, sob o pretexto de que a urina ficaria rica em álcool e apressaria o processo de fermentação. É por isso que a expressão alemã “blau werden” (ficar azul) tem o mesmo significado de “ficar bêbado”.

Sendo o andar da história cíclica da humanidade, num sobe e desce sem fim, o azul passou a galgar poderes, desbancando as outras cores. A partir de 1200, essa cor tomou seu lugar de majestade ao ser usada nas vestes da Virgem Maria. Os reis também passaram a usá-la em seus casacos cerimoniais. Os tons intensos de azul passaram a fazer parte de muitas pinturas, sendo destinados aos temas nobres. Tratava-se de um pigmento valiosíssimo e brilhante, retirado de uma rocha denominada “lápis-lazúli”, também conhecida como “lápis azul”. Durante o século VI, o uso do azul-ultramar espalhou-se por toda a Europa, chegando tal rocha a ser mais cara do que o ouro, podendo poucos artistas usá-la. Mais tarde, ao atingir as Índias, já no século XV, os europeus tiveram acesso ao pigmento denominado “índigo indiano”, obtido de uma planta. Depois veio o pigmento “azul da prússia” ou “azul prussiano”, descoberto acidentalmente na Alemanha, em 1704.

Ilustração: obra do pintor Henri Matisse

 Fontes de pesquisa
Los secretos de las obras de arte/ Taschen
https://en.wikipedia.org/wiki/Blue

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Rousseau – A CIGANA ADORMECIDA

Autoria de Lu Dias Carvalho

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O animal selvagem, apesar de faminto, exita em atirar-se à sua vítima que, extenuada, caiu num sono profundo. (Subtítulo da obra)

[…] Que paz! O mistério acredita em si próprio e está aí, nu, sem invólucros […] A cigana está a dormir, os olhos cerrados […]. (Jean Cocteau)

Uma negra errante, uma tocadora de bandolim, encontra-se com o seu cântaro ao lado, vencida pelo cansaço, em um sono profundo. Um leão acontece de passar por ali, seguindo seu cheiro, mas não a devora. Há um efeito lua, muito poético. (Rousseau em carta ao prefeito de Laval)

A composição denominada A Cigana Adormecida é uma obra do pintor Henri Rousseau, e encontra-se entre as pinturas mais famosas do mundo. Foi produzida em tela panorâmica e apresentada no Salão dos Independentes, em Paris/França, no ano de 1897.

Uma cigana africana está dormindo sobre a areia do deserto. As tranças de seus cabelos são de cor rosé, e descem sobre seus ombros como finos rolos de algodão. A boca deixa à vista os dentes brancos, como uma fileira de delicadas pérolas. Ela usa um vestido oriental, de listras verticais, com as cores do arco-íris. Na mão direita traz um cajado, que mantém firme, embora se encontre dormindo. À sua esquerda, em primeiro plano, encontram-se um jarro com água, de estilo oriental, e um instrumento musical de cordas (bandolim), de estilo italiano.

O leão, com a sua juba que cresce para frente, ocupa a parte central do quadro. Ele está de pé, olhando para a cigana. Sua cauda levantada, na horizontal, indica posição de alerta. A juba parece se esvoaçar ao vento, embora seja uma noite calma de lua cheia. Ele não se mostra ameaçador, mas apenas curioso em relação ao corpo negro da cigana. No canto superior esquerdo da pintura está a majestosa lua branca, que ilumina toda a cena, refletindo luz, especialmente sobre o dorso do leão, pernas, cauda e juba, e dando à areia uma gradação diferenciada. No céu azul-esverdeado também podem ser vistas seis estrelas. Um lago separa a cigana e o leão das montanhas ao longe, parecidas com o formato das tranças de seus cabelos.

É visível o fato de que o pintor retrata um sonho. A cigana está deitada na areia, com a cabeça numa almofada ou pano semelhante ao tecido de sua roupa, sem que haja rastros de seus pés ou das patas do leão. Eles simplesmente aparecem ali, vindos do nada. Tão afeitos aos pormenores, Rousseau jamais deixaria passar tais sinais, se a realidade ali estivesse presente. Embora se trate de um sonho, os objetos vistos  são bem realistas.

Esta poética e mágica pintura de Henri Rousseau tem sido motivo de inspiração para a música e a poesia. Vários artistas modificaram-na ou a parodiaram, sendo o leão, algumas vezes, substituído por um cão ou um outro animal qualquer. Ela também povoou a minha infância, quando a vi, pela primeira vez, numa revista holandesa do pároco da cidade de meus avós.

Curiosidades:
• No desenho animado “Os Simpsons”, no episódio denominado “Mom and Pop Art”, Homer acorda sendo lambido por um leão, na cabeça.
• No filme “O Apartamento” aparece uma cópia da pintura.
• Em sua obra, Rousseau mistura elementos de culturas diferentes.
A Cigana Adormecida é hoje um ícone.

Ficha técnica
Ano: 1897
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 129,5 x 200,7 cm
Localização: Museu de Arte Moderna, Nova York, EUA

Fontes de pesquisa
Henri Rousseau/ Taschen
http://www.henrirousseau.net/the-sleeping-gypsy.jsp
http://www.pahnation.com/artwork-the-sleeping-gipsy-by-henri-rousseau/

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A IMPORTÂNCIA DO SEXO NA SAÚDE

Autoria do Dr. Telmo Diniz

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Todos sabem que sexo é bom e promove uma enorme sensação de bem-estar. O orgasmo, ponto máximo do prazer sexual, proporciona uma série de reações ao organismo que se traduzem em melhora da nossa saúde. Uma vida sexual ativa pode levar desde ao alívio do estresse, passando pela melhora do sistema imunológico, até a prevenção de doenças cardíacas. E quem afirma isso não sou eu. Vários estudos apontam para os benefícios de uma atividade sexual regular. Por exemplo, você anda tenso (a)? Se sim, faça mais sexo.

De acordo com um artigo publicado no “The Journal of Sexual Medicine”, durante a relação sexual, o fluxo sanguíneo e a frequência cardíaca aumentam de forma exponencial, chegando ao pico com o orgasmo, que é quando a pessoa tem uma grande contração, imediatamente seguida de um intenso relaxamento, capaz de aliviar as tensões musculares. Outro exemplo é se você tem enxaqueca ou cólicas menstruais. Este estudo comprova que, durante o orgasmo, nosso cérebro libera endorfinas e oxitocinas em quantidades até cinco vezes maiores do que em situações normais. Estas mesmas substâncias são responsáveis pelo controle da dor. Em outras palavras, a atividade sexual regular reduz a frequência das enxaquecas e melhora a dor das cólicas menstruais. De igual forma, altos níveis de estresse são combatidos com muito sexo. E um estudo escocês, publicado na revista “Biological Psychology”, relevou que o orgasmo diminui a produção de cortisol, hormônio responsável pelo estresse, consequentemente melhorando a nossa tolerância aos problemas do dia a dia.

Tem insônia? Então, transe mais! De acordo com os estudiosos, além do relaxamento dos músculos e da liberação de endorfinas, o orgasmo também ativa neurotransmissores que fazem o cérebro e o organismo funcionarem melhor, interferindo diretamente na qualidade do nosso sono, de uma forma positiva, é claro. De igual forma, se está com imunidade baixa e tem infecções de repetição, o sexo pode ser um grande aliado. Um estudo feito pela “Wilkes University”, nos Estados Unidos, mostrou que uma vida sexualmente ativa aumenta os níveis de um anticorpo conhecido como IgA, responsável pela proteção do organismo de infecções, gripes e resfriados.

E, por fim, quem faz sexo com regularidade vive mais. É isso mesmo! Uma universidade na Escócia entrevistou mais de 3.500 pessoas na Europa e EUA, a fim de encontrar uma relação entre sexo e a longevidade. A entrevista incluía perguntas sobre frequência e qualidade da atividade sexual dos participantes. Ao final do estudo, os pesquisadores notaram que as pessoas que faziam sexo pelo menos quatro vezes por semana aparentavam ser mais jovens do que realmente eram. Parte da explicação está no fato de que a atividade sexual aumenta a liberação do hormônio estrogênio, que sabidamente é um protetor cardiovascular e que também melhora o viço da pele, o que nos dá uma aparência mais jovial.

Então, fica a dica, faça mais sexo, pois é um remédio que não possui contraindicação.

 

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Seurat – TARDE DE DOMINGO NA GRANDE JATTE

Autoria de Lu Dias Carvalho

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Eu pintei assim, porque queria obter algo novo – um tipo de pintura que fosse só meu. (Georges Seurat)

A composição denominada Tarde de Domingo na Grande Jatte é uma obra-prima do neo-impressionista francês Georges Seurat que à época estava com 30 anos, portanto, no auge de sua maturidade. Trata-se de uma pintura monumental, tendo o pintor levado dois anos para concluí-la. Até então, o artista fazia parte do grupo de impressionistas, embora não tivesse abraçado o estilo totalmente. Quando sua pintura foi apresentada numa exposição em 1886, no Salão dos Independentes, ela causou um grande escândalo e serviu de zombaria para os críticos, além de despertar o riso do público.

Uma obra como esta era inédita na arte. O pintor usou as árvores e as figuras humanas de pé para criar linhas verticais. O mesmo rigor matemático é visto nas horizontais. A mulher segurando uma sombrinha vermelha e uma garota com roupa branca formam o centro calculado da tela. O artista abriu mão de cores vivas e permitiu mínimos movimentos em seu quadro. Tudo nele é diferente, quer pelo tema incomum, com elementos poéticos e simbólicos, quer pela técnica usada, até então desconhecida, na qual  busca a percepção da luz.

O artista apresenta um grupo de parisienses à margem do rio Sena, durante uma tarde de domingo. Ali estão presentes oito figuras humanas, três cachorros, um macaco e oito barcos. Muitas das figuras estão debaixo das árvores ou de sombrinhas. São pessoas das mais diferentes classes sociais, como é possível identificar através das roupas. A impressão que se tem é que o pintor pediu que as pessoas ficassem estáticas para serem fotografadas, embora certas cenas esbocem um pouco de movimento, como a garota correndo, borboletas voando e o cãozinho com laço no pescoço, também correndo, situado em primeiro plano.

No canto direito inferior, em primeiro plano, um casal vestido de acordo com a moda dos anos de 1880, visto de perfil, observa o cenário. A mulher segura pela correia um macaco-prego, atado pela cintura. Uma outra correia supostamente pertence ao cãozinho com um laço no pescoço que é deixado livre para brincar. Sua dona veste um corpete de espartilho e saia com anquinhas e traz uma sombrinha aberta, enquanto o homem segura uma bengala debaixo do braço e traz na mão um cigarro. A presença do macaco chama a atenção, porque foi adicionado bem depois da obra pronta, embora o pintor tivesse tal animal sempre presente em seus trabalhos. O macaco era associado à prostituição, sendo a mulher que o conduz, tida como um tipo bem coquete. O fato é que não se conhece a explicação real para a presença do bichinho no quadro. Qual teria sido a intenção do artista?

No canto inferior, à esquerda, estão um remador com o corpo reclinado, fumando seu cachimbo; uma dama de classe média com o leque no gramado, fazendo tricô, e um homem bem vestido, usando cartola e segurando uma bengala. Também se encontram no quadro um homem tocando trompete, dois soldados vigiando o local, remadores, mulheres pescando ou sentadas sobre o gramado, crianças, um casal abraçado, outro casal andando, etc.

Para fazer esta tela, Georges Seurat fez inúmeras visitas à Grande Jatte – ilha localizada no rio Sena – aonde as pessoas iam aos domingos para divertir-se. O local não era visto com bons olhos, pois prostitutas vendiam sexo nas suas margens, fingindo que estavam pescando, para que os policiais não as reconhecessem, pois a prostituição era proibida. Alguns críticos de arte têm como prostitutas algumas mulheres presentes neste quadro.

Seurat fez 38 esboços a óleo e 23 desenhos preparativos para esta obra, daí a razão do tempo gasto na sua feitura. O mais interessante é que esta pintura foi criada em seu ateliê e não ao ar livre, ao contrário dos trabalhos dos impressionistas. Como modelos para suas figuras, ele usou estampas de moda, retiradas de revistas. Em sua obra usou cores puras fragmentadas. Os pigmentos são misturados pela olho, quando vistos a certa distância, técnica também conhecida como pontilhismo, vindo a ser muito usada por outros artistas. Uma Tarde de Domingo na Ilha da Grande Jatte é a obra mais importante do pontilhismo. Paul Signac foi aluno de Seurat e ajudou-o a desenvolver o novo estilo.

Na confecção de sua obra, Seurat pintou-a primeiramente usando a técnica dos impressionistas. A seguir ele acrescentou uma camada de pontilhismo. É interessante notar que a menininha de branco não foi coberta pelo pontilhismo. A moldura do quadro, pintada na própria tela por Seurat, segue a mesma técnica.

Ficha técnica
Ano: 1884-1886
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 205 x 304 cm
Localização: The Arte Institute of Chicago, EUA

Fontes de pesquisa
Arte em detalhes/ Publifolha
http://obviousmag.org/archives/2012/10/uma_tarde_de_domingo_na_ilha_de_grande_jatte.html

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Dufy – TERRAÇO DE UM CAFÉ

Autoria de Lu Dias Carvalho

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A composição Terraço de Um Café é obra do artista francês Raoul Dufy. Faz parte dos primeiros trabalhos juvenis do pintor, como mostram a pastosidade das cores e a indefinição dos contornos, mas já deixa visível a sua busca cromática.

Na sua pintura, o artista capta uma fútil elegância, ao mostrar pessoas sentadas em volta de mesas na calçada de um café em Paris. Em primeiro plano estão uma mulher com chapéu, de costas para o observador, ocupando um grande espaço da parte inferior da tela,  e um homem com roupa escura, de frente  para ela.

Mais ao fundo são vistos os espaldares alaranjados das cadeiras ocupadas por homens e mulheres, de frente para a construção verde da cafeteria. Toscos fios de luz passam acima dos clientes, naquele ambiente que parece bem movimentado.

Ficha técnica
Ano: 1904
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 33 x 24 cm
Localização: Museu de Arte Moderna, Paris, França

Fontes de pesquisa
Gênios da Pintura/ Abril Cultural
https://theartstack.com/artist/raoul-dufy/terrace-cafe

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