Eliseu Visconti – RECOMPENSA DE SÃO SABASTIÃO

Autoria de Lu Dias Carvalho

São Sebastião

A composição religiosa  Recompensa de São Sebastião, obra do pintor brasileiro Eliseu Visconti, foi premiada com a Medalha de Ouro em Pintura, na Exposição Universal Saint Louis, nos Estados Unidos, em 1904.

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Vermeer – RUA EM DELFT

Autoria de Lu Dias Carvalho

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A composição Rua em Delft é uma obra do pintor holandês Johannes van der Meer, também conhecido como  Jan Vermeer ou apenas Vermeer (1632-1675).

Esta pintura é considerada o mais bonito quadro de cavalete do mundo. Segundo pesquisas, refere-se à Casa das Velhas, no Vodersgrachte, demolida em 1660, tendo cedido lugar à casa da Corporação de São Lucas. O pintor captou esta vista admirável do fundo de sua casa. Na extrema esquerda situa-se a Casa dos Velhos, o que nos informa que, naquela época, homens e mulheres idosos ficavam em casas separadas.

O quadro mostra a frente de uma habitação para pessoas simples, com tijolos à vista, sinais de repintura e correção de fissuras. Uma empregada, debruçada sobre um barril de madeira, no final de um beco, lava roupas. Próxima a ela está uma vassoura, seu instrumento de trabalho.  A presença da vassoura tanto pode aludir à limpeza física quanto à espiritual, pois, naquela época, os holandeses eram muito preocupados com as duas. Um exame de refletografia infravermelho constatou que o pintor havia pintado também uma mulher sentada na entrada do beco, mas optou por retirá-la.

Na calçada da casa estão duas crianças brincando. Pelo chapéu pode-se confirmar que uma delas se trata de um menino, sendo a outra, possivelmente, uma menina. Não é possível ver o rosto de nenhum dos dois, ou tampouco saber o que estavam jogando. Mais adiante, na porta de entrada, uma mulher está costurando. A costura e a fiação eram tidas como um atributo de virtude, incentivado pelas pregações religiosas na Holanda daquela época.

Através do ponto de vista de construção da meticulosa perspectiva chega-se à conclusão de que o pintor, para criar sua composição, encontrava-se em uma janela do andar térreo de sua casa, a cerca de seis pés do chão. O equilíbrio estrutural da composição é único. A amplitude da construção em profundidade não traz nenhum aspecto de dispersão, apresentando pormenores meticulosamente realísticos. Vermeer transformou sua pintura numa visão lírica.

Na parte esquerda da Casa dos Velhos, uma videira desce pela parede. O calçamento da rua, em frente às casas, é composto por fileiras de pedras degastadas pelo tempo. Elas convergem para o ponto de fuga.

Obs.: No século XVII, os pais vestiam suas crianças como se elas fossem uma miniatura dos adultos. Além disso, menino e menina usavam, até cerca de cinco a sete anos de idade, roupas iguais, ou seja, um vestido que ia até os tornozelos.

Ficha técnica
Ano: c.1667-1670
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 44 x 38,5 cm
Localização: Rijksmuseum, Amsterdam, Holanda

Fonte de pesquisa
A Enciclopédia dos Museus/ Mirador
1000 obras-primas da pintura europeia/ Könemann
https://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.essentialvermeer.com

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Eliseu Visconti – A PROVIDÊNCIA GUIA CABRAL

Autoria de Lu Dias Carvalho

guia cabral

A composição simbolista A Providência Guia Cabral é uma obra do pintor brasileiro Eliseu Visconti, realizada no gênero da pintura histórica, feita quando o pintor encontrava-se em Paris. Ela conta uma versão do descobrimento do Brasil.

O navegante português Pedro Álvares Cabral, com cabelos e barba compridos e traje de época, é a figura mais impotante da obra. Ele se encontra, em primeiro plano, manejando o timão do navio. Tem atrás de si o escrivão Pero Vaz de Caminha, com uma pena na mão, e Frei Henrique de Coimbra, frade franscicano, com as mãos em pose de oração. Uma revoada de pombos brancos ladeiam as três figuras. Todos os três personagens estão de perfil, voltados para a frente do navio.

A figura de uma mulher, flutuando acima dos três personagens, representa a Providência, responsável por guiá-los. Ela flutua acima dos navegantes, usa uma roupa flamejante, que lhe cobre parte do corpo, deixando seios, ombros e braços a descoberto. Na mão direita traz um archote aceso, que tem por função alumiar o caminho percorrido pelos navegadores. Sua mão esquerda toca a cabeça de Pedro Álvares Cabral, como a estimular seus pensamentos na condução da nave ao seu destino final. Seu corpo está voltado para frente, numa atitude de confiança e determinação.

É possível notar o mar azul, à frente, e as velas da embarcação. Atrás de Pedro Álvares Cabral vê-se o rosto de um marinheiro, que parece olhar para Pero Vaz de Caminha.

Ficha técnica
Ano: 1899
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 180 x 108 cm
Localização: Acervo da Pinacoteca do Estado de São Paulo, Brasil

Fonte de Pesquisa
Eliseu Visconti/ Coleção Folha

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Piero di Cosimo – RETRATO DE GIULIANO DA SANGALLO E…

Autoria de Lu Dias Carvalho

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O pintor italiano Piero di Cosimo (1462-1521), cujo nome original era Piero di Lorenzo, nasceu e morreu na cidade de Florença. Ali estudou com Cosimo Rosseli, tendo, inclusive, trabalhado com seu mestre nos afrescos da Capela Sistina, em Roma, onde pintou “O Sermão de Cristo”, que se tornou a sua primeira obra conhecida. Foi em homenagem ao seu mestre que adotou o sobrenome “Cosimo”.

A composição Retrato de Giuliano da Sangallo e Retrato de Francesco Giamberti foi planejada como um díptico, sendo, portanto, as duas pinturas interrelacionadas, posicionando-se uma de frente para a outra, numa torção em três quartos.

Ambos os retratos trazem, em primeiro plano, um parapeito vermelho, com objetos simbólicos  sobre eles, referentes à profissão de cada retratado. No retrato de Giuliano da Sangallo, arquiteto, está um compasso e uma pena de escrever, e no de Francesco Giamberti, músico, está a folha de uma partitura.

Chama a atenção, sobretudo, o trabalho executado pelo artista no rosto das duas figuras. O retrato de Francesco Giamberti possivelmente foi desenhado de uma medalha, uma vez que já havia morrido quando a obra foi executada.

Ao fundo, em ambos os retratos, avista-se uma paisagem.

Ficha técnica
Ano: c.1640-1641
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 169 x 148,5 cm
Localização: Rijksmuseum, Amsterdam, Holanda

Fonte de pesquisa
A Enciclopédia dos Museus/ Mirador

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Eliseu Visconti – VOLTA ÀS TRINCHEIRAS

Autoria de Lu Dias Carvalho

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A composição Volta às Trincheiras é uma obra do pintor brasileiro Eliseu Visconti, feita quando o artista encontrava-se na França. Quando houve a eclosão da Primeira Guerra Mundial, ele deixou a capital francesa e refugiou-se na cidade de Le Mans, onde fez esta pintura, cujo tema retrata aquele momento.

A tela, onde estão presentes cinco figuras humanas, descreve o momento em que um soldado despede-se da família para voltar às trincheiras da guerra. A cena é retratada num ambiente rural, na época do outono, em frente a uma casa simples, cuja frente é tomada pelas flores avermelhadas. Ao fundo, outras árvores são vistas com seus tons verdes e amarelados. O tronco escuro da árvore florida, em diagonal, reforça o tom de tristeza, em razão da partida do moço para a guerra. O jardim encontra-se descuidado, o que aumenta ainda mais o clima de consternação.

O soldado, fardado e equipado para a guerra, e uma mulher, que tanto pode ser sua mãe, namorada ou esposa, encontram-se em primeiro plano.  Ela está de frente para o observador, enquanto ele está de perfil, de frente para ela. Ambos trazem a cabeça baixa. Ele beija a sua mão, numa profunda e sentida reverência. Ela, com um xale que lhe cai pelos ombros e costas, traz no braço esquerdo uma bolsa preta, e tem o rosto voltado para o chão. Sua mão esquerda segura a gola do vestido, enquanto a direita está estendida para o homem. O fato de não o olhar pode significar que não queira denunciar suas lágrimas.

Na lateral esquerda da casa, cuja porta principal encontra-se fechada, estão outras três figuras humanas, vestindo trajes escuros. O homem, usando um chapéu, encontra-se sentado, enquanto uma das mulheres parece caminhar em direção ao soldado e à jovem mulher,  enquanto a outra olha à sua esquerda.

Ficha técnica
Ano: 1917
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 95 x 125 cm
Localização: Acervo da Fundação Edson de Queiroz, Fortaleza, Ceará, Brasil

Fonte de Pesquisa
Eliseu Visconti/ Coleção Folha

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CARREGANDO UM DISCO RÍGIDO

Autoria de Lu Dias Carvalho

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O disco rígido ou disco duro, também conhecido por HD (HDD – hard disk drive), refere-se à parte do computador onde é feito o armazenamento dos dados. Trata-se de um componente de hardware do computador.

O primeiro disco rígido foi lançado no mercado em 1957, tendo sido construído pela IBM. Era literalmente um trambolho com 152,4 centímetros de comprimento, 172,72 centímetros de largura e 73,66 centímetros de altura. Seu arquivo era de 5 MB.

 A foto acima mostra o primeiro disco rígido, carregado por quatro homens, merecendo a atenção de muitos outros, até mesmo dos transeuntes, tamanha era a importância da invenção. Isso nos leva a ter uma noção de quão rápida foi a evolução dos computadores, pois tal componente hoje pode ser carregado por um bebê.

A capacidade de armazenamento de um disco rígido pulou de MB (megabytes) para GB (gigabytes) e depois TB (terabytes) O mais antigo possuía 5 MB, passando para 30 MB, depois para 500 MB. Uma década depois pulou para 1 a 3 GB, passando para 10 GB, depois 15 GB, vindo a seguir 20 GB, até os atuais HDs dos mais variados tamanhos. Viva a tecnologia!

Fonte da fotografia:
http://noticiastln.com/23-fotos-historicas-muy-raras-que-te-dejaran-sin-palabras/

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