DOENÇAS CARDIOVASCULARES E ATEROSCLEROSE

Autoria do Dr. Telmo Diniz pcr1234

Doenças cardiovasculares

As doenças cardiovasculares são aquelas que provocam a conhecida aterosclerose, ou seja, o envelhecimento e o entupimento das artérias, que levam, necessariamente, à redução ou à interrupção de oxigênio para determinado órgão. Esta é a principal causa de morte no mundo, sendo que os casos de óbitos geralmente são por infarto no coração ou AVC (acidente vascular cerebral), popularmente conhecido por “derrame cerebral”.

Fatores de risco como:

  • sedentarismo,
  • fumo,
  • hipertensão arterial,
  • diabetes,
  • colesterol alto,
  • obesidade,
  • dieta com alto teor de gorduras saturadas e açucares
  • e o estresse crônico

podem levar gradativamente e, de forma silenciosa, ao desenvolvimento da doença.

Mudança de hábitos

Conhecer o paciente a fundo através de seu histórico pessoal é essencial. Isto é necessário para que possamos conhecer todos os hábitos de vida da pessoa e, assim, propor um amplo tratamento. É através da entrevista com o paciente e de exames complementares que podemos detectar fatores que possam progredir para a aterosclerose.

A detecção de aterosclerose em exames como o ultrassom e a ressonância é um sinal de que algo deve ser corrigido. O tratamento com medicamentos pode ser necessário, mas o mais importante é estimular a mudança nos hábitos de vida da pessoa. Caso contrário, vários dos fatores de risco vão permanecer e ela poderá ter um evento isquêmico no futuro.

A melhor forma de combate ao problema é a prevenção. Somos o reflexo daquilo que fazemos. Se a pessoa tiver o hábito frequente de consumir gorduras, frituras e alimentos processados no dia a dia; se fuma um maço de cigarros ao dia; se come doces de forma exagerada; se não faz nenhum exercício físico, certamente as artérias vão entupir e o tempo e qualidade de vida estarão em sérios apuros. E, se não se conscientizar de que terá que fazer concessões, a sua saúde, certamente, irá evoluir para a doença. Temos que procurar parar de tratar doenças e promover a saúde.

Nutrição

O uso de alimentos funcionais, consumidos de forma regular, irá ajudar a combater o processo de formação da placa aterosclerótica. São substâncias nutritivas com propriedades terapêuticas (nutracêuticos). Desses, podemos citar:

  • soja,
  • aveia,
  • frutas vermelhas (destaque para a romã),
  • chá verde ou preto
  • e alimentos que contenham ômega 3 (como peixes, azeite extra virgem, linhaça, etc.)

A suplementação com estas substâncias também poderá ser feita com acompanhamento do profissional de saúde.

Ao médico cabe o controle das doenças já instaladas, como:

  • hipertensão,
  • diabetes,
  • colesterol elevado,
  • obesidade, etc.

Ao paciente cabe mudar para hábitos de vida mais saudáveis, a citar:

  • prática de atividades físicas;
  • ida ao médico pelo menos uma vez ao ano;
  • uso de alimentação mais saudável (se não souber como, procurar um nutricionista);
  • redução do estresse.

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Michelangelo – ABÓBADA DA CAPELA SISTINA (IV)

Autoria de Lu Dias Carvalho

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Afrescos da Capela Sistina – Em nenhuma outra parte da história da pintura o corpo humano preencheu de modo tão forte e grandioso o papel de receptáculo para a transmissão do drama humano e espiritual, com seu profundo e universal significado, combinando a teologia cristã e os protótipos clássicos. (David Gariff sobre os afrescos da Capela Sistina)

É importante que compreendamos a disposição das figuras no teto da Capela Sistina, para que possamos entender melhor os textos que virão. Um novo esquema da distribuição das pinturas, talvez de melhor compreensão, é agora apresentado.

Quando Michelangelo recebeu a encomenda para ornamentar a Capela Sistina, o projeto original apresentava 12 apóstolos nos espaços das janelas e, no restante da abóbada, seriam decorações lineares comuns. Mas o projeto não agradou ao artista, que sugeriu ao papa Júlio II algo mais grandioso, sendo prontamente ouvido.

Antes de tudo, Michelangelo idealizou uma estrutura arquitetônica, onde disporia as cenas e as personagens da seguinte maneira:

  • Antepassados de Cristo – dispostos nos espaços das janelas e nos triângulos logo acima dessas, ladeados por nus da cor de bronze.
  • Profetas (Zacarias, Joel, Isaías, Ezequiel, Daniel, Jeremias e Jonas) e Sibilas ( délfica, eritrea, cumana, pérsica e líbica) – dispostos nos tronos, que sobressaem das pilastras, emoldurando as janelas. São colocados alternadamente.
  • Judite e Holofernes, Davi e Golias, a Serpente de Bronze e o Castigo de Aman dispostos nos quatro cantos da abóbada.
  • Nus – dispostos ao longo da falsa arquitetura da abóbada.
  • Criação dos Astros, Criação de Adão, Pecado Original, Dilúvio, Separação da Luz e das Trevas, Separação das Águas, Criação de Eva, Sacrifício de Noé e Embriaguez de Noé – dispostos na parte central da abóbada, sendo que os cinco últimos estão ornados com medalhões dourados, que por sua vez estão ladeados por nus.

O teto da Capela Sistina começou a ser pintado a partir da cabeceira em direção aos pés, iniciando com a Embriaguez de Noé e acabando com a Separação da Luz e das Trevas.

Michelangelo levou quatro anos para concluir os trabalhos da abóbada. Nesses anos, o artista passou por muito sofrimento, ao ter que pintar deitado, de costas, sobre os andaimes, ou de pé com o pescoço virado para trás. A pintura pingava sobre seu rosto e os braços doíam. Daí para frente passou a sofrer com os problemas de saúde oriundos da difícil posição em que permaneceu por tão longo tempo. Tinha dificuldades de equilíbrio e falta de concentração nas posturas comuns. Mas, apesar das grandes dificuldades pelas quais passou, deixou para a humanidade um dos maiores legados da história da arte.

Disposição das figuras na abóbada da Capela Sistina (de acordo com a numeração)

1. Separação da Luz e das Trevas
2. Criação dos Astros
3. Separação das Aguas
4. Criação de Adão
5. Criação de Eva
6 Pecado Oriinal e Expulsão
do Paraíso
7. Sacrzfrcio de Noé
8. Dilúvio Universal
9. Embriaguez de Noé
10. Sibila Délfica
11. Profeta Isaías
12. Sibila Cumana
13. Profeta Daniel
14. Sibila Líbica
15. Profeta Jonas
16. Profeta Jeremias
17. Sibila Pérsica
18. Profeta Ezequiel
19. Sibila Eritrea
20. Profeta Bel
21. Profeta Zacarias

22. Josias, Joaquim e Salatiel
23. Ezequias, Manasses e Amon
24. Asa, Josafá ejoram
25. Jessé, Davi e Salomão
26 Salomão, Booz e Obed
27. Roboão e Abias
28. Ozias, Jonatan e Acaz
29. Zorobabel, Abiud e Eliakim
30. Aquim e Eliud
31. Davi e Golias
32. Judite e Holofernes
33. Azur e Sadoc
34. Naason
35. Serpente de Bronze
36 Castigo de Aman
37. Amínadab
38. Jacó e José
39. Eleazar e Marai
D. Nus (Ignudi)

Fontes de Pesquisa:
Gênios da Arte/ Girassol
Grandes Mestres da Pintura/ Coleção Folha
Grandes Mestres/ Abril Cultural
Renascimento/ Taschen
Tudo sobre Arte/ Sextante
1000 Obras da Pintura Europeia/ Könemann
Os Pintores mais Influentes/ Girassol
Arte em Detalhes/ Publifolha
Góticos e Renascentistas/ Abril Cultural

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RANKING DOS 100 MELHORES FILMES / GUERRA

Autoria de Lu Dias Carvalho

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Vários amantes do Cinema escolheram os melhores filmes de todos os tempos do gênero Guerra, dando-lhes uma nota de 1 a 10. E assim surgiu o Ranking dos Melhores Filmes de Guerra de Todos os Tempos, conforme explica o blog Melhores Filmes:

Para chegar a esta lista de filmes, foi realizada uma pesquisa minuciosa com livros de cinema, em sites e revistas internacionais especializadas, e levou-se em consideração também a premiação em festivais e críticas em importantes veículos mundiais. A cada filme, foi atribuída uma nota, de acordo com a média formulada a partir da pesquisa inicial e do peso que cada obra contém na história do cinema mundial. (http://melhoresfilmes.com.br/generos/melhores filmes)

Ranking / Filme / Diretor

1º – Lawrence da Arábia  (David Lean)
2º – A Grande Ilusão  (Jean Renoir)
3º – Apocalypse Now  (Francis Ford Coppola)
4º – A Lista de Schindler  (Steven Spielberg)
5º – Andrei Rublev  (Andrei Tarkovsky)
6º – A Ponte do Rio Kwai  (David Lean)
7º – O Leopardo  (Luchino Visconti)
8º – A Batalha de Argel  (Gillo Pontecorvo)
9º – Napoleão  (Abel Gance)
10º – E o Vento Levou  (Victor Fleming)
11º – Uma Aventura na África  (John Huston)
12º – Coronel Blimp – Vida e Morte  (Michael Powell)
13º – Sem Novidades no Front  (Lewis Milestone)
14º – M*A*S*H  (Robert Altman)
15º – Roma, Cidade Aberta  (Roberto Rossellini)
16º – Trono Manchado de Sangue  (Akira Kurosawa)
17º – Alexandre Nevski  (Sergei Eisenstein)
18º – Glória Feita de Sangue  (Stanley Kubrick)
19º – Hiroshima, Meu Amor  (Alain Resnais)
20º – Ser ou Não Ser  (Ernst Lubitsch)
21º – Paisá  (Roberto Rossellini)
22º – O Franco Atirador  (Michael Cimino)
23º – Platoon  (Oliver Stone)
24º – Patton – Rebelde ou Herói?  (Franklin J. Schaffner)
25º – Breaker Morant  (Bruce Beresford)
26º – Barry Lyndon  (Stanley Kubrick)
27º – A Um Passo da Eternidade  (Fred Zinnemann)
28º – A Nave da Revolta  (Edward Dmytryk)
29º – Cinzas e Diamante  (Andrzej Wajda)
30º – O Pianista  (Roman Polanski)
31º – O Nascimento de uma Nação  (D.W. Griffith)
32º – Sargento York  (Howard Hawks)
33º – Guerra e Paz  (Sergei Bondarchuk)
34º – O Resgate do Soldado Ryan  (Steven Spielberg)
35º – Inferno Nº 17  (Billy Wilder)
36º – Eu Acuso!  (Abel Gance)
37º – O Barco – Inferno no Mar  (Wolfgang Petersen)
38º – 1900  (Bernardo Bertolucci)
39º – Badaladas à Meia-Noite  (Orson Welles)
40º – O Grande Desfile  (King Vidor)
41º – Pequeno Grande Homem  (Arthur Penn)
42º – Brinquedo Proibido  (René Clément)
43º – Henrique V  (Kenneth Branagh)
44º – Perdidos na Tormenta  (Fred Zinnemann)
45º – Os Gritos do Silêncio  (Roland Joffé)
46º – Uma Aventura na Martinica  (Howard Hawks)
47º – A Noite de São Lourenzo  (Paolo Taviani)
48º – Duas Mulheres  (Vittorio De Sica)
49º – Almas em Chamas  (Henry King)
50º – Henrique V  (Laurence Olivier)
51º – O Médico e o Monstro  (Rouben Mamoulian)
52º – Pasqualino Sete Belezas  (Lina Wertmüller)
53º – Quando Voam as Cegonhas  (Mikhail Kalatozov)
54º – The Cruel Sea  (Charles Frend)
55º – Mister Roberts  (John Ford)
56º – A Harpa da Birmânia  (Kon Ichikawa)
57º – O Paciente Inglês  (Anthony Minghella)
58º – O Mais Longo dos Dias  (Ken Annakin)
59º – Balada do Soldado  (Grigori Chukhrai)
60º – Os Doze Condenados  (Robert Aldrich)
61º – Esperança e Glória  (John Boorman)
62º – Sei Onde Fica o Paraíso  (Michael Powell)
63º – A Glória de um Covarde  (John Huston)
64º – Também Somos Seres Humanos  (William A. Wellman)
65º – Gallipoli  (Peter Weir)
66º – O Trem  (John Frankenheimer)
67º – Fugindo do Inferno  (John Sturges)
68º – Nascido para Matar  (Stanley Kubrick)
69º – Kanal  (Andrzej Wajda)
70º – Zulu  (Cy Endfield)
71º – Um Barco e Nove Destinos  (Alfred Hitchcock)
72º – Caminhada Sob o Sol  (Lewis Milestone)
73º – Asas da Liberdade  (Alan Parker)
74º – Kagemusha, a Sombra do Samurai  (Akira Kurosawa)
75º – Vermelhos e Brancos  (Miklós Jancsó)
76º – A Colina dos Homens Perdidos  (Sidney Lumet)
77º – Fomos os Sacrificados  (John Ford)
78º – Hotel Ruanda  (Terry George)
79º – Vergonha  (Ingmar Bergman)
80º – A Vida É Bela  (Roberto Benigni)
81º – A Última Noite de Boris Grushenko  (Woody Allen)
82º – Rosa de Esperança  (William Wyler)
83º – Terra de Ninguém  (Danis Tanovic)
84º – Auroras Nascem Tranqüilas  (Stanislav Rostotsky)
85º – Amargo Regresso  (Hal Ashby)
86º – Reds  (Warren Beatty)
87º – Os Carrascos Também Morrem  (Fritz Lang)
88º – A Canterbury Tale  (Michael Powell)
89º – A Queda! As Últimas Horas de Hitler  (Oliver Hirschbiegel)
90º – Beau Geste  (William A. Wellman)
91º – Vá e Veja  (Elem Klimov)
92º – Uma Cidade Sem Passado  (Michael Verhoeven)
93º – Este Mundo É dos Loucos  (Philippe de Broca)
94º – Sedução da Carne  (Luchino Visconti)
95º – O Túmulo dos Vagalumes  (Isao Takahata)
96º – Tempo de Embebedar Cavalos  (Bahman Ghobadi)
97º – O Ataque  (Fons Rademakers)
98º – Nosso Barco, Nossa Alma  (Noel Coward)
99º – Desde Que Partiste  (John Cromwell)
100º – Tempestade Sobre a Ásia  (Vsevolod Pudovkin)
Vejam também: RANKING – MAIS 100 BONS FILMES / GUERRA

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Michelangelo – A ABÓBADA DA CAPELA SISTINA (III)

Autoria de Lu Dias Carvalho

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1.Ignudi/ 2. Medalhões/ 3. Sibila délfica
(Clique nas imagens para visualizá-las)

Curiosidades:

  • Sibilas ou videntes – de acordo com as antigas tradições, elas anunciaram a vinda do Messias para salvar os pagãos. São cinco figuras.
  • Profetas do Antigo Testamento – foram responsáveis por falar ao povo judeu sobre a vinda do Salvador. São seis figuras.
  • Os antepassados de Cristo – encontram-se nos triângulos menores e nas lunetas. São 24 figuras.
  • A decoração da Capela Sistina tem cerca de 300 representações, dispostas em mais de mil metros quadrados.
  • Ignudi – figuras masculinas nuas, que fazem parte da decoração da abóbada. Estão assentadas sobre elementos arquitetônicos (cubos) e sustentam as faixas dos medalhões. Ao todo são 20 figuras gigantescas (tamanho variando entre 1,50 e 1,80 m). Os jovens nus usam faixas de tecido para sustentar os medalhões de bronze. Devem ser vistos como anjos nas formas clássicas do Eros platônico.
  • Putti – são crianças nuas
  • Medalhões – trazem cenas do Livro dos Reis (Antigo Testamento), complementando as cenas dos painéis centrais.
  • Os detalhes arquitetônicos vistos no teto da Capela Sistina, como as colunas de “mármore”, são apenas pinturas, que vistas do chão parecem reais.

Nota:
As pinturas serão vistas e comentadas nos textos a seguir.

Fontes de pesquisa:
Gênios da Arte/ Girassol
Grandes Mestres da Pintura/ Coleção Folha
Grandes Mestres/ Abril Cultural
Renascimento/ Taschen
Tudo sobre Arte/ Sextante
1000 Obras da Pintura Europeia/ Könemann
Os Pintores mais Influentes/ Girassol
Arte em Detalhes/ Publifolha
Góticos e Renascentistas/ Abril Cultural

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RANKING DOS 100 MELHORES FILMES / THRILLER

Autoria de Moacyr Praxedes
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Vários amantes do Cinema escolheram os melhores filmes de todos os tempos do gênero Thriller, dando-lhes uma nota de 1 a 10. E assim surgiu o Ranking dos Melhores Filmes de Thriller de Todos os Tempos, conforme explica o blog Melhores Filmes:

Para chegar a esta lista de filmes, foi realizada uma pesquisa minuciosa com livros de cinema, em sites e revistas internacionais especializadas, e levou-se em consideração também a premiação em festivais e críticas em importantes veículos mundiais. A cada filme, foi atribuída uma nota, de acordo com a média formulada a partir da pesquisa inicial e do peso que cada obra contém na história do cinema mundial. (http://melhoresfilmes.com.br/generos/thriller)

Ranking / Filme / Diretor

1º – Um Corpo Que Cai  (Alfred Hitchcock)
2º – Psicose  (Alfred Hitchcock)
3º – Rashomon  (Akira Kurosawa)
4º – Taxi Driver  (Martin Scorsese)
5º – A Marca da Maldade  (Orson Welles)
6º – Chinatown  (Roman Polanski)
7º – O Sétimo Selo  (Ingmar Bergman)
8º – Intriga Internacional  (Alfred Hitchcock)
9º – O Terceiro Homem  (Carol Reed)
10º – Metrópolis  (Fritz Lang)
11º – Matar ou Morrer  (Fred Zinnemann)
12º – Janela Indiscreta  (Alfred Hitchcock)
13º – M, o Vampiro de Dusseldorf  (Fritz Lang)
14º – Blade Runner, o Caçador de Andróides  (Ridley Scott)
15º – Laranja Mecânica  (Stanley Kubrick)
16º – O Mensageiro do Diabo  (Charles Laughton)
17º – O Silêncio dos Inocentes  (Jonathan Demme)
18º – Fargo – Uma Comédia de Erros  (Joel Coen)
19º – Nosferatu  (F.W. Murnau)
20º – Os Caçadores da Arca Perdida  (Steven Spielberg)
21º – O Dia em Que a Terra Parou  (Robert Wise)
22º – Trono Manchado de Sangue  (Akira Kurosawa)
23º – Rebecca  (Alfred Hitchcock)
24º – Interlúdio  (Alfred Hitchcock)
25º – O Salário do Medo  (Henri-Georges Clouzot)
26º – A Conversação  (Francis Ford Coppola)
27º – O Iluminado  (Stanley Kubrick)
28º – Pacto Sinistro  (Alfred Hitchcock)
29º – Operação França  (William Friedkin)
30º – Vampiros de Almas  (Don Siegel)
31º – O Jogador  (Robert Altman)
32º – As Diabólicas  (Henri-Georges Clouzot)
33º – Rififi  (Jules Dassin)
34º – Amargo Pesadelo  (John Boorman)
35º – Obsessão  (Luchino Visconti)
36º – Alien – O Oitavo Passageiro  (Ridley Scott)
37º – O Exorcista  (William Friedkin)
38º – Inverno de Sangue em Veneza  (Nicolas Roeg)
39º – Fuga do Passado  (Jacques Tourneur)
40º – Todos os Homens do Presidente  (Alan J. Pakula)
41º – A Sombra de uma Dúvida  (Alfred Hitchcock)
42º – A Dama Oculta  (Alfred Hitchcock)
43º – Sob o Domínio do Mal  (John Frankenheimer)
44º – Yojimbo – O Guarda-Costas  (Akira Kurosawa)
45º – Os Intocáveis  (Brian De Palma)
46º – Trágico Amanhecer  (Marcel Carné)
47º – Aliens – O Resgate  (James Cameron)
8º – Cria Cuervos  (Carlos Saura)
49º – O Dia do Chacal  (Fred Zinnemann)
50º – Z  (Costa-Gavras)
51º – Hamlet  (Laurence Olivier)
52º – Tubarão  (Steven Spielberg)
53º – Os Pássaros  (Alfred Hitchcock)
54º – O Samurai  (Jean-Pierre Melville)
55º – Amores Brutos  (Alejandro González Iñárritu)
56º – O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final  (James Cameron)
57º – Clube da Luta  (David Fincher)
58º – Terra de Ninguém  (Terrence Malick)
59º – O Gabinete do Doutor Caligari  (Robert Wiene)
60º – Paixões em Fúria  (John Huston)
61º – O Que Terá Acontecido a Baby Jane?  (Robert Aldrich)
62º – Quem Tem Medo de Virginia Woolf?  (Mike Nichols)
63º – Cães de Aluguel  (Quentin Tarantino)
64º – Um Dia de Cão  (Sidney Lumet)
65º – Céu e Inferno  (Akira Kurosawa)
66º – O Condenado  (Carol Reed)
67º – O Destino Bate à Sua Porta  (Tay Garnett)
68º – O Açougueiro  (Claude Chabrol)
69º – Os Corruptos  (Fritz Lang)
70º – A Noite dos Mortos-Vivos  (George A. Romero)
71º – Uma Aventura na Martinica  (Howard Hawks)
72º – Los Angeles – Cidade Proibida  (Curtis Hanson)
73º – Blow-Up – Depois Daquele Beijo (Michelangelo Antonioni)
74º – Traídos pelo Desejo  (Neil Jordan)
75º – Os Inocentes  (Jack Clayton)
76º – Conspiração do Silêncio  (John Sturges)
77º – A Marca da Pantera  (Jacques Tourneur)
78º – A Mulher Infiel  (Claude Chabrol)
79º – Testemunha de Acusação  (Billy Wilder)
70º – Barton Fink  (Joel Coen)
81º – A Tortura do Medo  (Michael Powell)
82º – Veludo Azul  (David Lynch)
83º – Duro de Matar  (John McTiernan)
84º – Os Trinta e Nove Degraus  (Alfred Hitchcock)
85º – O Último Refúgio  (Raoul Walsh)
86º – O Homem Invisível  (James Whale)
87º – Os Vampiros  (Louis Feuillade)
88º – Festim Diabólico  (Alfred Hitchcock)
89º – O Exterminador do Futuro  (James Cameron)
90º – Os Suspeitos  (Bryan Singer)
91º – Disque M para Matar  (Alfred Hitchcock)
92º – 007 Contra Goldfinger  (Guy Hamilton)
93º – Dogville  (Lars Von Trier)
94º – Perseguidor Implacável  (Don Siegel)
95º – O Testamento do Dr. Mabuse  (Fritz Lang)
96º – O Trem  (John Frankenheimer)
97º – Corra Lola Corra  (Tom Tykwer)
98º – À Meia Luz  (George Cukor)
99º – O Corvo  (Henri-Georges Clouzot)
100º – O Informante  (Michael Mann)
Vejam também RANKING – MAIS 100 BONS FILMES / THRILLER

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Michelangelo – A ABÓBADA DA CAPELA SISTINA (II)

Autoria de Lu Dias Carvalho

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Michelangelo dividiu a abóbada em cinco zonas, cada uma delas com uma decoração específica (ver quadro acima).

  • Nove painéis mostram cenas retiradas do Gênesis (cor verde): Embriaguez de Noé, Dilúvio, Sacrifício de Noé, Pecado Original, Criação de Eva, Criação de Adão, Separação da Terra e Água, Criação do Sol e da Lua, Separação da Luz das Trevas.
  • Quatro penachos angulares (cor amarela) apresentam: Davi e Golias, Judite e Holofernes, A Serpente de Bronze, A Punição de Amã.
  • Sobre os tronos (cores azul e rosa) estão assentados doze Videntes: cinco Sibilas (Eritreia, Pérsica, Délfica, Cumana, Líbica) e sete Profetas (Joel, Zacarias, Isaias, Ezequiel, Jeremias, Jonas, Daniel).
  • Nos gomos e lunetas estão representados os antepassados de Cristo (cor lilás): Zorobabel, Josias, Ezequias, Ozias, Asa, Roboão, Salmão, Jessé.

Durante a execução da pintura, Michelangelo passou por muitos contratempos, dentre eles a sua insatisfação com a baixa remuneração e com os desacordos constantes com o papa. A pintura ficou pronta no Dia de Finados, do ano de 1512, depois de o artista ter trabalhado nela por mais de quatro anos, com pequenos intervalos. A posição em que trabalhou era desconfortante, tendo ora que ficar de pé, com a cabeça virada para cima, ora que trabalhar deitado, para aliviar o cansaço. O artista encontrava-se esgotado pelo penoso e gigantesco trabalho, que compreendeu uma imensa superfície, a mais de 20 metros de altura.

Em 1980, uma equipe de renomados restauradores de arte iniciou a restauração do teto da Capela Sistina, levando 12 anos para finalizar o trabalho. O acúmulo de quase 500 anos de poeira e fuligem de velas havia escurecido a superfície dos painéis. Ao ser retirada a sujeira de uma das mais encantadoras expressões do humanismo cristão do Alto renascimento, suas cores tornaram-se mais luminosas e nítidas.

Fontes de pesquisa:
Gênios da Arte/ Girassol
Grandes Mestres da Pintura/ Coleção Folha
Grandes Mestres/ Abril Cultural
Renascimento/ Taschen
Tudo sobre Arte/ Sextante
1000 Obras da Pintura Europeia/ Könemann
Os Pintores mais Influentes/ Girassol
Arte em Detalhes/ Publifolha
Góticos e Renascentistas/ Abril Cultural

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