OS FANÁTICOS SÃO COVARDES

Autoria de Lu Dias Carvalho

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A covardia é a mãe da crueldade. (Montaigne)

– Como podes tu, Sancho, ver essa linha, essa boca ou essa nuca de que falas, se a noite está escura e no céu não brilha nenhuma estrela?
– Assim é – disse Sancho – mas o medo tem olhos em demasia, e vê as coisas debaixo da terra, quanto mais lá em cima, no céu. (Cervantes)

Nada pode ser mais doloroso do que a certeza de termos aberto as portas de nossa casa ao inimigo, pois junto com a justeza de termos dividido com o ingrato visitante aquilo que de melhor possuíamos, a nossa razão atormenta-nos dizendo o quão fomos tolos, ao acreditarmos na gratidão humana. E mesmo que a fé abraçada ponha à nossa frente o exemplo de Jesus Cristo, as cicatrizes em nossa alma perdurarão para sempre, pois não somos divinos, mas humanos. Assim, vamos fechando primeiro as janelas de nossa casa  depois as portas e, por fim, colocamos cadeados na nossa boca, nos nossos braços e no nosso coração, até nos tornarmos frios e indiferentes como as rochas, sem mais conseguirmos avistar diferença alguma entre os homens.

Todos os fanáticos são covardes, pois não enxergam coisa alguma à frente de seus mesquinhos ideais, não passando de marionetes de suas doentias fixações e facções. Eles estão em todos os campos da atividade humana, passando muitas vezes por pessoas comuns que convivem conosco lado a lado. Eles carregam tanta acidez dentro de si que chega um momento em que não é mais possível conter o borbulhar da loucura e do descaso para com a vida humana e a vida dos animais – nossos companheiros de planeta. É o ódio que os alimenta. Essas bestas-feras espalham-se pelo mundo em busca de vingança, pois não conseguem pôr unguento nas feridas que carregam na própria alma. Prepotentes, mas ineptos, elegem terceiros para pagarem por elas. É a covardia em rever suas pústulas malignas que os tornam mais cruéis. Ninguém está a salvo dessa escória. O fanatismo, portanto, é  o canal que leva à aversão e ao horror.

Os países democráticos estão sempre dispostos a abrirem suas fronteiras para receber novos imigrantes que neles aportam pelas mais díspares razões, onde têm a oportunidade de começar uma vida nova. E não podemos negar que os Estados Unidos estão entre aqueles que recebem imigrantes das mais diversas partes do mundo  principalmente quando são vítimas de perseguições políticas. Dão-lhes liberdade, escola, trabalho e uma nova pátria, tratando-os como cidadãos. E não há como ignorar a decepção daquele povo, ao saber que, muitas vezes, criam víboras dentro de seu próprio país. Cobras taipans que picam as mãos que lhes são estendidas, fazendo inúmeras vítimas.

O terrorismo perpetrado em Boston, tirando a vida de 3 pessoas e deixando 176 feridas, por parte de dois irmãos de origem tchetchena, que residiam legalmente nos Estados Unidos, espalha indignação por todo o mundo comprometido com a liberdade e o acolhimento. A morte de cidadãos dentro de seu próprio país, por parte de estrangeiros, é o maior acinte à autoestima de um povo, que os acolhe, e divide com eles o seu dia a dia. E pior, acaba lhes endurecendo o coração para com todas as gentes, pois o medo, como diz Sanches, passa a ter olhos em demasia, a ponto de confundir e não mais divisar os bons dos maus, pois os maus podem vir, em meio aos bons, pelo céu, como anjos exterminadores, ou pela terra, como répteis peçonhentos, impregnados de perversidades, assim que as precauções cochilam, quer o céu esteja estrelado ou a noite enluarada.

As condolências do Vírus da Arte & Cia. a todo o povo estadunidense. Nosso coração também sofre com suas perdas. Fique alerta, pois o inimigo recolhe-se apenas para buscar mais força para expandir o mal. Contudo, não perca a ternura!

Nota – Foto do garoto morto no ato terrorista.

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Mestres da Pintura – CIMABUE

Autoria de Lu Dias Carvalho

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Cimabue liderou o movimento artístico na Toscana do final do século XII, que procurava renovar o vocabulário pictórico e romper com a rigidez da arte bizantina, demonstrando uma nova sensibilidade que se esforçava por aderir mais à realidade. (Site do Louvre)

O pintor florentino Cenni di Pepo (1240 -1302), conhecido por Cimabue, é considerado o pintor mais famoso de sua geração, tendo executado muitas encomendas não só para Florença, como para além de suas fronteiras. Foi responsável pela pintura de muitos afrescos (técnica de pintura aplicada em paredes e tetos, que consiste em pintar sobre camada de revestimento recente, fresco, de nata de cal, gesso ou outro material apropriado, ainda úmido, de modo que possibilite o embebimento da tinta) nas igrejas de Cima e de Baixo de São Francisco de Assis, vitrais para a Catedral de Siena, mosaicos para a Catedral de Pisa, tendo feito trabalhos para os patronos eclesiásticos em Roma. Tinha na sua casa uma grande e organizada oficina, onde se presume que Giotto praticou a sua arte.

As origens de Cimabue – apelido que significa “cabeça de touro ainda não foram muito bem esclarecidas pelos pesquisadores. Sabe-se que ele iniciou a sua arte aprendendo a técnica do mosaico, usada pelos bizantinos, mas que veio a abandoná-la tempos depois, mas julgando por suas encomendas, o pintor parece ter sido um artista muito bem conceituado em seu tempo. Como as pinturas naquela época não eram assinadas, sendo concebidas em ateliês onde conviviam muitos artistas, há muita dificuldade em saber quais são efetivamente suas obras. Presume-se que tenha criado inúmeras pinturas religiosas no estilo bizantino.

Cimabue foi muito influenciado pela arte bizantina (o estilo bizantino provém de Bizâncio, capital do Império Romano no Oriente Médio e sustentáculo da civilização cristã). Com o tempo, porém, foi se afastando da técnica bizantina de distorcer as figuras. Criou pinturas monumentais e intensas, sem estilizá-las. O novo estilo adotado por Cimabue transformou-o no pioneiro da nova pintura italiana. Presume-se que tenha sido mestre de Giotto.

 Suas pinturas em painel evidenciam generosidade e clareza na forma e delineação precisa nos seus contornos. Suas imagens sacras possuem um grande poder expressivo, em que as iluminações lembram o esplendor do mosaico (padrão de chão ou parede obtido pela reunião de pequenos pedaços de vidro, cerâmica, conchas ou pedra de diferentes cores).

 O pintor Cimabue introduziu a ideia de tratar imagens e obras como indivíduos. Muitas de suas obras estão no interior da Basílica de São Francisco de Assis e na Galleria degli Uffizi, na Itália e no Louvre, em Paris.

 Fontes de Pesquisa
1000 Obras-Primas…
Gótico/ Editora Taschen
História da Arte Ocidental/ Editora Rideel

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EUA – CÓD. DE ÉTICA DOS ÍNDIOS NORTE-AMERICANOS

Postado por Lu Dias Carvalho

INDIO

 Levante-se com o Sol para orar.
Ore sozinho. Ore com frequência.
O Grande Espírito o escutará, se você ao menos Lhe falar.

Seja tolerante com aqueles que estão perdidos no caminho.
A ignorância, o convencimento, a raiva, o ciúme e a avareza
são  provenientes de uma alma perdida. Ore para que eles encontrem o caminho do Grande Espírito.

Procure conhecer a si mesmo.
Não permita que outros façam seu caminho em seu lugar.
É sua a estrada e somente sua. Outros podem andar a seu lado,
mas ninguém pode andar por você.

Trate seus convidados com muita consideração.
Sirva-lhes o melhor alimento, a melhor cama, e os trate com respeito e honra.

Não tome o que não é seu.
Quer seja de uma pessoa, da comunidade, da natureza ou da cultura. O que não lhe foi dado, não lhe pertence.

Respeite todas as coisas que foram colocadas sobre a Terra.
Sejam elas pessoas, plantas ou animais.

Respeite os pensamentos, desejos e palavras das pessoas.
Nunca interrompa os outros, nem ridicularize, nem rudemente os imite.

Permita a cada pessoa o direito da expressão pessoal.
Nunca fale dos outros de uma maneira má, pois a energia negativa, que você colocar para fora no Universo, voltará multiplicada para você.

Todas as pessoas cometem erros e todos os erros podem ser perdoados. Pensamentos maus causam doenças da mente, do corpo e do espírito. Pratique o otimismo a todo o momento.

A natureza não foi feita para nós, pois ela é uma parte de nós.
Toda a natureza faz parte da nossa família Terrenal. Ame-a como a si mesmo.

As crianças são as sementes do nosso futuro. Plante amor nos seus corações e ague com sabedoria e lições da vida. Quando forem crescidas, dê-lhes espaço para que cresçam mais.

Evite machucar o coração das pessoas. O veneno da dor causada aos outros retornará a você. Nunca se esqueça disto.

Seja sincero e verdadeiro em todas as situações. A honestidade é o grande legado de nossa herança para o universo. Seja honesto consigo mesmo.

Mantenha-se sempre equilibrado. Seus corpos: Espiritual, Mental, Emocional e Físico necessitam ser fortes, puros e saudáveis.

Trabalhe o seu corpo Físico para fortalecer o seu corpo Mental.
Enriqueça o seu corpo Espiritual para curar o seu corpo Emocional. Comece sendo verdadeiro consigo mesmo.

Se você não puder nutrir e ajudar a si mesmo, você não poderá nutrir e ajudar os outros.

Respeite outras crenças religiosas. Não force suas crenças sobre os outros. Que cada um faça a sua escolha.

Compartilhe sua boa fortuna com os outros. Participe com caridade e amor. E cuide do planeta Terra – sua Casa.

CONSELHO INDÍGENA INTER-TRIBAL NORTE AMERICANO
Deste conselho participam as tribos : Cherokee Blackfoot, Cherokee,
Lumbee Tribe, Comanche, Mohawk, Willow Cree, Plains Cree, Tuscarora,
Sicangu Lakota Sioux, Crow (Montana), Northern Cheyenne (Montana)

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Caravaggio – SÃO JERÔNIMO QUE ESCREVE

Autoria de Lu Dias Carvalho

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Também conhecida como São Jerônimo Penitente, esta tela de Caravaggio é uma das mais famosas, ao lado de Medusa Murtola, dentre as sete que se encontram na exposição Caravaggio e Seus Seguidores, ora no Brasil.

A Igreja Católica, no início do século XVII, desenvolveu um grande culto em honra de São Jerônimo, venerado como um ardente propagador do culto à Virgem Maria.

Na composição, São Jerônimo encontra-se de cabeça baixa, imerso na leitura e na escrita de um texto, conforme mostram as rugas acentuadas em sua testa. Seu corpo magro está envolto em um manto vermelho que deixa parte do tronco e braço direito a descoberto. O santo já idoso e calvo usa uma longa barba branca.

O braço de São Jerônimo, que empunha uma pena, direciona o olhar do observador para o crânio que se encontra sobre um livro aberto, fazendo uma alusão ao tema estudado por ele: a fugacidade e a fragilidade da vida humana. Sua cabeça calva possui uma grande semelhança com a caveira.

Caravaggio, usando sua apurada técnica de luz e sombra, põe em destaque o manto vermelho do santo, o branco forte do tecido sobre a mesa e do livro onde se encontra o crânio, os tons marrons da mesa de madeira e dos livros sobre ela, assim como o santo e a caveira.

Ficha técnica:
Data: c. 1605
Dimensões: 112 x 157 cm
Material: óleo sobre tela
Localização: Galeria Borghese, Roma, Itália

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PEDRAS, CORES E PROPRIEDADES

Autoria de Lu Dias Carvalho

 pedras

Apesar de não ser uma pessoa mística ou ligada à magia, sempre nutri um grande interesse pelos cristais. Eles me atraem, sobretudo pela riqueza das cores que apresentam. Mas vejo que não estou só nesta paixão, pois, ao ler A Magia das Pedras e Cristais, de Barbara de Lellis (Editora Planeta), vejo que as pedras sempre impressionaram os homens, em todas as eras, e eles lhes deram as mais diferentes simbologias, sobre as quais tentaremos nos inteirar aqui.

As pedras chegaram a ser consideradas como seres vivos, carregados de milhares de anos de experiência e, por isso, podiam desvendar para os homens todos os segredos que haviam escutado através dos séculos. Mas somente os homens especiais poderiam auferir de tais poderes. Quem nunca ouviu falar na “pedra negra de Kaaba”, relíquia mais venerada do Islã, ou do famoso betilo bíblico, o “bet-el”, pedra usada por Jacó como travesseiro? Ou sobre o diamante “koh-í-noor” (Montanha de Luz) capaz de trazer a morte para qualquer homem que o tocar, segundo um mito, mas sendo inofensivo às mulheres, possivelmente encontrado há mais de cinco mil anos, guardado hoje com a máxima segurança na Torre de Londres? São tantos os mitos e mistérios sobre as pedras. Ainda voltaremos a falar sobre eles.

Dentre os vários usos atribuídos às pedras está a Gemeoterapia, ciência que utiliza os cristais para a cura, baseando-se no princípio fundamental: as vibrações atômicas e moleculares que dão origem à vida. Sendo que do ponto de vista energético, as pedras podem ajudar a humanidade a encontrar saúde, bem-estar e vida plena.

Propriedades das pedras de acordo com a cor:

Vermelho – ágata vermelha, granada, rubi
Excitante, estimulante e intensificadora dos sentimentos. Combate qualquer doença que inibe os movimentos. Relacionado com a energia sexual, ajuda a resolver problemas de impotência, frigidez e esterilidade.

Laranja âmbar, quartzo fumê, topázio
Também é estimulante e ativa, contendo energia reprodutora e intelectual. Alivia desânimo, alergias emocionais, repressão, timidez, digestão e estimula a tireóide.

 Amarelo – citrino, topázio, jacinto
Cor do intelecto e da inteligência e age diretamente no equilíbrio mental. Usada no tratamento de doenças mentais, traz autoconfiança, combate a depressão, melhora o sistema linfático, energiza o fígado, vesícula biliar, olhos e ouvidos.

Verde esmeralda, jade, turmalina
É a cor da intuição e da sabedoria. Simboliza a natureza e a harmonia. Equilibra a mente e o corpo. Ajuda na regeneração celular, cura feridas, cortes, cicatrizes e infecções.

 Azul safira, água-marinha, ágata azul
Cor refrescante e tranquilizadora aliviando a excitação. Ajuda a dormir, alivia a depressão e combate a febre, infecções, irritação e queimaduras.

Anil – lápis-lazúli, azurita, safira
Cor tranquilizante e pacificadora, estimula o lado criativo e intuitivo do cérebro. Ajuda no tratamento de neuroses, nas alterações emocional ou mental. Atua como sedativo e ajuda a reduzir hemorragias internas e externas, assim como no nos poderes da intuição.

Violeta ou púrpura – ametista, fluorita
Protege e regenera. É a cor da criatividade, da inspiração e da espiritualidade. Promove a cura através da música, da cor, do movimento e do som. Eficaz para tratar resfriados e insônia.

 Preta – turmalina negra, ônix, obsidiana
Protege contra as energias negativas. Combate as angústias, medos, bloqueios, inveja, ciúmes e ressentimentos. Melhora os transtornos do fígado.

Obs.: muitos cristais (pedras) podem apresentar uma grande variedade de cores.

Nota: Imagem copiada de maisequilibrio.terra.com.br

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ONÇA PINTADA – O MAIOR FELINO DAS AMÉRICAS

Autoria de Lu Dias Carvalho

onca pintada

A onça-pintada (Panthera onca), o maior felino das Américas, ocupando o topo da cadeia alimentar, é um dos animais que vivem na Floresta Amazônica, por se tratar de um ambiente tropical, mas também pode dar suas voltinhas por ambientes abertos, onde se encontram presas maiores. Ela também é conhecida como pintada, jaguaretê, jaguar, canguçu e jaguarapinima, dentre outros nomes que recebe. Há casos em que é chamada de onça-preta ou jaguar-preto. Isso acontece quando o excesso de melanina dá à sua pele a cor negra. Por um tempo, pensou-se que se tratasse de uma espécie diferente, mas ao olhar com atenção a sua pele, é possível ver as rosetas e pintas comuns à onça-pintada, sobre a sua pelagem negra. A onça-pintada é um mamífero carnívoro que ocupa o terceiro lugar no ranking dos felinos, em relação ao tamanho, perdendo apenas para seus familiares mais famosos: o tigre e o leão. Ela chega a medir mais de 2 metros de comprimento, pesando em média 150 quilos, podendo chegar a quase um metro de altura. Sua expectativa de vida, se em cativeiro, é de cerca de 20 anos; se na selva é de 12 anos.

A pintada é muito parecida com seu parente leopardo, mas dele difere por ser maior e pela padronagem das manchas apresentadas na pele. Quanto ao comportamento e ao lugar onde gosta de viver, está mais para o do vaidoso tigre. A danadinha é uma grande nadadora, por isso gosta de ambientes onde a água é abundante. Não é de muitos amigos, preferindo a solidão a viver mal acompanhada. E sua dentadura é para dentista nenhum botar defeito, sendo capaz de estraçalhar animais maiores do que ela. Nem mesmo répteis como a tartaruga, com a sua carapaça trancada a sete chaves, resiste ao poder dos caninos da onça-pintada. É também muito esperta na arte de abocanhar a sua presa, pois lhe crava os dentes no crânio, entre os ouvidos, de modo a permitir que a vítima sucumba, o mais rápido possível, sendo muito ágil no bote.  Segundo pesquisas, ela possui a mandíbula mais forte entre os felinos e a segunda mais poderosa entre todos os carnívoros. Tem mesmo é que estar no pódio da grandiosidade animal em meio à natureza. Como se trata de um animal carnívoro, alimenta-se, principalmente, de antas, capivaras, catetos, jiboias, sucuris, tamanduás, queixadas, macacos, coelhos, veados, antas e outros mamíferos de pequeno porte, assim como peixes e jacarés que ela mesma apreende nos rios. Ou seja, sendo carne, o que cair na sua rede é peixe. Trata-se de uma caçadora noturna e crepuscular, preferencialmente.

Mas as coisas não andam muito boas para a jaguaretê, nossa companheira de tantas histórias que embalaram nossos sonhos de criança. O seu número é cada vez menor, estando ameaçada de extinção. É fato que sua comercialização nacional e internacional está proibida, mas o desmatamento, o envenenamento dos rios, a caça predatória, a proteção de rebanhos bovinos e as brigas entre os “senhores” das terras, fazendeiros e agricultores, vêm reduzindo drasticamente a população da onça-pintada. E olhe que ela tem um passado de glória, sendo vista como um animal sagrado por povos como os maias e os astecas. Na mitologia guarani recebe o nome de jaguar. Mas, nos tempos de hoje, a fama é passageira, pouco importando o passado de glórias. O bicho-homem não está respeitando nem a si mesmo.

Como gosta de viver solitariamente, a onça-pintada, na época do cio, precisa encontrar um parceiro para se acasalar, trazendo mais oncinhas para embelezar nosso planeta Terra. Sua gestação dura cerca de três meses e dez dias, podendo nascer, de uma só vez, quatro filhotes, que só passam a enxergar depois de duas semanas. Quando atingem três meses de vida, a mamãe onça já os coloca para andar fora da toca, pois é preciso lhes ensinar a enfrentar o mundo, pois logo, logo terão que se virar por conta própria.

Nota: Instituto de Proteção à Onça-Pintada: http://www.jaguar.org.br/pt/

Fontes de pesquisa:
http://www.infoescola.com/mamiferos/onca-pintada/
wikipédia

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