Ticiano – ASSUNÇÃO DA VIRGEM

Autoria de Lu Dias Carvalho

  tici12

                                      (Cliquem nas imagens para ampliá-las.)

A Assunção da Virgem, de Ticiano, combina a grandeza de Michelangelo com o encanto e o idealismo de Rafael e das cores da natureza. (Ludovico Dolce)

 O retábulo conhecido como a Assunção da Virgem é uma das grandes obras de Ticiano — criada quando ele tinha cerca de 26 anos —, sendo cheia de movimento, drama e regozijo. Foi responsável por estender a sua fama de grande pintor por toda a Itália e para além de suas fronteiras.  Como havia uma grande distância entre os observadores e o altar-mor da igreja de Santa Maria Gloriosa dei Frari, Ticiano criou um retábulo em uma escala monumental, onde os reinos do Céu e da Terra encontram-se para testemunhar a assunção da Mãe de Jesus Cristo. Seu efeito é arrebatador, seus personagens alongados podem ser vistos ao longo de toda a nave e através do coro.

A narrativa sobre a morte da Virgem Maria e sua assunção ao Céu tem sua origem na literatura apócrifa dos séculos III e IV. A composição acima apresenta a Virgem Mãe pouco depois de sua morte, quando ela sobe ao Céu.

Nesta pintura, Ticiano apresenta três eventos:

  • Na parte inferior da tela encontram-se os apóstolos, representando a humanidade, que são mostrados em diversas posturas, olhando surpresos e maravilhados a Virgem ascender aos céus.
  • No centro está a Virgem Maria, vestindo uma túnica vermelha e envolta num manto azul, sendo levada aos céus, de pé sobre uma nuvem, por um grande grupo de querubins.
  • Na parte superior, emergindo-se de uma fenda dourada, encontra-se Deus Pai, o soberano absoluto que tudo governa, direcionando seu rosto para baixo, olhando amorosamente para a Virgem Maria e aguardando-a. À sua esquerda, um pequeno anjo segura uma coroa para cingir a cabeça da Virgem.

A composição de Ticiano está assim organizada:

  • Os treze apóstolos, na parte inferior da tela, encontram-se inseridos num retângulo, significando o mundo terreno. O retângulo ocupa uma pequena parte da tela, propositalmente.
  • A Virgem, Deus Pai e os anjos, todos banhados de luz, estão inseridos num círculo, na parte superior da tela, significando o mundo espiritual.
  • Um triângulo em cuja base situam-se os dois apóstolos de vermelho, tendo no vértice superior a Virgem, também usando uma veste vermelha, faz o elo de ligação entre os dois grupos, apresentando a transposição de Maria do mundo terreno para o divino.

A obra de Ticiano prima por suas cores arrebatantes — principalmente o vermelho do manto de Maria. Enquanto é alçada aos céus por uma multidão de anjos, a Virgem caminha graciosamente sobre uma nuvem. Seu movimento ascendente é confirmado pelos gestos dos braços, numa atitude de profundo arrebatamento, e pelo seu olhar de alegria e surpresa direcionado a Deus Pai descendo do céu para recebê-la.

O apóstolo de vermelho, à esquerda da composição, com os braços abertos e o pé direito erguido, tenta alcançar a base da nuvem, onde se encontra a Virgem. Seus dedos — que tentam tocar a Madona — e o pé direito do anjinho, quase tocando a cabeça do apóstolo que usa uma roupa verde, demonstram a distância em que se encontra a Virgem de seu séquito.

Ticiano trabalha com maestria a luz e o espaço. A representação das personagens com formas humanas é muito rica em variedade. Mesmo em meio a uma infinidade de querubins que se encontram em torno da nuvem em que se encontra a Virgem é possível encontrar diversas caracterizações. Uns estão cantando, outros tocando instrumentos musicais e outros misturados à festa da assunção de Maria.

O gigantismo dos apóstolos remete a Michelangelo, enquanto a assimetria da Virgem e a predominância do vermelho, verde e branco remetem a Rafael Sanzio. As cabeças dos anjinhos na fonte de luz também lembram os da Madona de Foligno, de Rafael Sanzio. A composição e o estilo desta obra deu uma grande  contribuição ao Barroco.

Observem que a pintura está assinada como “Ticianus” lá em baixo, no meio da moldura.

Nota:

  • Ascensão – quando se refere a Jesus.
    Assunção – quando se refere a Maria.
  • Ticiano está sepultado nessa mesma igreja onde se encontra sua obra-prima em estudo.

Ficha técnica:
Data: c. 1516 – 1518
Tipo: Óleo sobre tela
Dimensões: 690 x 360
Localização: Santa Maria Gloriosa dei Frari, Veneza, Itália

Fontes de Pesquisa:
Ticiano/ Taschen
https://www.google.com.br/search?q=Assumption+of+the+Virgin,+titian&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ved=2ahUKEwjo1q3nmo3tAhWeGbkGHYr-AAcQ_AUoAXoECAQQAw&biw=1536&bih=704#imgrc=G8xgrg-de7cOSM

Views: 142

COMO EVITAR A INDESEJÁVEL RESSACA

Autoria do Dr. Telmo Diniz

hip.1(*)

Festas de final de ano e férias geralmente estão associadas com maior ingestão de bebidas alcoólicas e, consequentemente, ao seu efeito mais nefasto, a ressaca. Se entendermos melhor o que é a ressaca, poderemos amenizá-la ou mesmo evitá-la. O nome formal para a ressaca é “veisalgia”, que tem origem na palavra norueguesa para “mal-estar depois da orgia” (kveis) e na palavra grega para “dor” (algia).

A ressaca comum inclui vários sintomas:

  • dor de cabeça,
  • mal-estar,
  • sensibilidade à luz,
  • diarreia,
  • perda de apetite,
  • tremor,
  • náusea,
  • fadiga,
  • fraqueza,
  • aumento dos batimentos cardíacos e da pressão arterial,
  • desidratação (boca seca, sede extrema e olhos ressecados),
  • problemas de concentração,
  • ansiedade,
  • dificuldade para dormir, etc.

A gravidade e o número de sintomas variam de pessoa para pessoa. No entanto, quanto mais álcool for consumido, pior será a ressaca.

O principal ingrediente das bebidas alcoólicas é a molécula de etanol. Assim que a pessoa toma um gole, uma pequena parte dessa molécula já começa a entrar na corrente sanguínea pela mucosa da boca e 25% é absorvido já no estômago. Em pouco mais de três minutos, já é possível detectar concentrações de álcool no cérebro.

Já o órgão responsável pela limpeza e desintoxicação é o fígado. É a nossa SLU, mas tem uma capacidade limitada de desintoxicar o organismo. Aquela pessoa que extrapola na bebedeira terá sérios efeitos adversos. Quando chega ao cérebro, o etanol estimula a liberação de serotonina, explicando o motivo inicial de euforia e de desinibição. Quando a pessoa continua a beber, começa a perder a coordenação motora e o autocontrole. E, em casos mais extremos, a quantidade excessiva de etanol pode levar à morte por coma e parada respiratória.

O mais importante é saber como evitar a temível ressaca.

  • Alimentar-se antes de beber é a regra de ouro. Ao alimentarmos, produzimos energia para o corpo, e, dessa forma, combatemos a famosa hipoglicemia.
  • Outra grande causa da ressaca é a desidratação provocada pelo álcool. Portanto, vá de água antes, durante e, principalmente, depois da bebedeira. Antes de dormir, ingira bastante líquido. Essa tática ajuda seu organismo a metabolizar o álcool enquanto você descansa.
  • Suco de acerola, de limão ou de laranja também ajuda, porque essas frutas lançam antioxidantes protetores no organismo.
  • Beba isotônicos para repor os sais minerais perdidos e abuse da água de coco, rica em potássio.
  • Evite o famoso cafezinho amargo, muitas vezes recomendado para diminuir a dor de cabeça. A bebida também tem propriedades diuréticas, ou seja, desidrata ainda mais o seu corpo.
  • Consuma alimentos de fácil digestão. Para amenizar os efeitos da ressaca, deve-se ter uma alimentação leve, pobre em gorduras, rica em frutas, vegetais e líquidos. Inclua no cardápio os carboidratos complexos, como pão e biscoito de água e sal.
  • Utilize os medicamentos de forma consciente e sob orientação médica. Os kits antirressaca não inibem a ocorrência da mesma. Somente dão a sensação, para a pessoa que os ingere, de que ela “está protegida” dos indesejados sintomas, o que não é verdade.
  • A moderação, associada às dicas acima, são os ingredientes necessários para uma festa com final feliz.

(*) Imagem copiada de www.infohoje.com.br

Views: 9

O APOSENTADO E SEU CASAMENTO COA CABRA (I)

Autoria de Janduhi Dantas

apoca

Eu hoje tive a certeza
que este mundo está perdido:
há pouco vi na Internet
e fiquei estarrecido
um velho querendo ser
de uma cabra marido.

Cinco minutos de fama
é tudo o que o povo quer
para aparecer nas mídias
nêgo topa o que vier
não é que o velho quer mesmo
fazer da cabra mulher?

Este caso é verdadeiro
apesar de ser jocoso
saiu no saite do Standard
um jornal inglês famoso
não é humor de cordel
nem estória de Trancoso.

Não pense o leitor que falo
o inglês, não falo não
li o caso no Yahoo
que fez a propagação
prum cordel, lendo a matéria
veio logo a inspiração.

Sobre o caso acontecido
me botei a pesquisar
tava a notícia n’O Dia
noutros jornais pude olhar
“Homem vai casar com cabra”
no Google é bem fácil achar.

Fui ver por jornais no Google
se era verdade ou não
num logo vi a manchete
que trouxe a confirmação:
“Brasileiro vai casar
com cabra de estimação”.

O senhor Aparecido
um pedreiro aposentado
morador de Jundiaí
qu’é de São Paulo encostado
está com uma cabrita
de casamento marcado.

A notícia é verdadeira
nem sei se alguém acredita
o senhor aposentado
vai casar com a cabrita
a quem ele mesmo pôs
o nome de Carmelita.

Se sentindo solitário
não tendo com quem deitar
(já se deu mal com mulher
e não quer mais se estressar!)
bem tranquilo, decidiu
com a cabra se casar.

De 74 anos
(a reportagem dizia)
não está atrás de sexo
não vai haver zoofilia
ele garante pros filhos
só quer mesmo companhia.

Do senhor Aparecido
é o quinto casamento
viúvo, seus oito filhos
lhe deram consentimento
pra casar-se com a cabra
e viver sem fingimento.

Uma neta de vinte anos
e um bisneto de três
que moram junto com o velho
concordam com o qu’ele fez
e a chegada da Vó Cabra
aguardam pro próximo mês.

Do velho a casa é pequena
mas ninguém faz alarido:
a neta e o bisneto dormem
em um quartinho espremido
Carmelita vai dormir
na cama, com seu marido.

Disse o velho à reportagem
por que quer a união
com a cabra Carmelita
a sua grande paixão:
– Ela não sabe ir pro shopping
e lá torrar meu tostão.

– Casando com ela eu faço
melhor negócio da vida:
eu vou gastar muito pouco
com capim, sua comida
inda tem outra vantagem:
de mim nunca ela engravida.

– Posso gastar mais um pouco
pra cabra comprando milho
mas a despesa é pequena
pra mim não tem empecilho
Deus me livre de mulher
me dar trabalho com filho!

Views: 16

EDDIE ADAMS – EXECUÇÃO EM SAIGON

Autoria de Lu Dias Carvalho viet

O general matou o vietcong  e eu matei o general com minha câmara. As fotografias são ainda a arma mais poderosa do mundo. As pessoas acreditam nelas, mas elas mentem, mesmo sem manipulação. Elas são apenas meias-verdades. O que esta fotografia não disse foi: ‘O que você faria se  fosse o general naquele tempo e lugar, num dia quente, e  pegasse o bandido que matou uma, duas ou três pessoas americanas?”’ (Eddie Adams)

Nós sabemos que você é fdp. (Frase pichada no banheiro do restaurante)

O fotógrafo e fotojornalista norte-americano, Eddie Adams (1933-2004), tornou-se conhecido em todo o mundo por retratar celebridades e por ter coberto 13 guerras, trazendo a público os horrores das guerras, sobretudo na parte desmilitarizada.

A foto acima, que mostra a execução do capitão vietcong Nguyen Van Leme pelo general vietnamita Nguyen Ngoc Loan, no dia 1º de fevereiro de 1968, rendeu-lhe o prêmio Pulitzer Prize 1969 de fotografia e mais de 500 prêmios. Eddie Adams estava cobrindo a Guerra do Vietnã quando fez esta foto. O capitão vietcong Nguyen Van Lem caiu nas mãos do general Loan, aliado dos Estados Unidos, e foi executado por ele numa rua de Saigon.

Sabendo que a foto, pela sua brutalidade, traria um grande impacto para quem a visse, podendo comprometer a imagem de um aliado dos Estados Unidos, ela foi publicada pelo jornal New York Times, mas tendo os responsáveis pela publicação o cuidado de colocar a foto de uma criança executada por vietcongues, como se uma atrocidade justificasse a outra. Contudo, para a infelicidade do general vietnamita, foi a fotografia de Eddie Adams que ganhou mundo, ficando impressa na memória de quem a viu, sendo a outra totalmente ignorada.

Eddie Addams arrependeu-se de ter tirado esta fotografia, tanto é que se desculpou pessoalmente com o general e sua família, alegando que havia feito um dano irreparável à sua honra. E, após a sua morte, o fotógrafo elogiou-o como um “herói” de uma “causa justa”, enviou flores à sua família, acompanhadas de uma nota: “Peço desculpas, meus olhos estão cheios de lágrimas”.

Sei que muitos leitores devem estar curiosos para saberem o que aconteceu com o general Loan. Bem, ainda naquele mesmo conflito, ele recebeu um tiro que o levou a perder uma perna. Foi morar nos Estados Unidos, onde abriu uma pizzaria, mas, ao ter sua identidade reconhecida, foi obrigado a fechá-la. Mesmo tendo recebido o apoio do fotógrafo e dos Estados Unidos, o general Loan parece não ter recebido o apoio integral do povo americano, pois, segundo Eddie Adams, ele encontrou pichado no banheiro do restaurante a seguinte frase: “Nós sabemos quem você é fdp”.

A foto acima é um dos ícones da Guerra do Vietnã (1959-1975). Segundo o blog xatakafoto.com, “representa tudo o que havia de mal no Vietnã. O exército dos EUA não era capaz de controlar seus aliados do Vietnã do Sul, tão sanguinários quanto o inimigo, o Vietnã do Norte. Uma completa situação política contida numa única foto. Dois personagens: o executor e a vítima. Movimentos pacifistas tomaram a imagem como a representação da brutalidade de uma guerra sem sentido.”.

O que me impressiona é a frieza do fotógrafo que dá o primeiro clique com sua câmera, registrando a cena e, imediatamente, ouve o segundo saindo da pistola do general. Será que Loan fez pose para a foto ou foi o repórter quem capturou a cena.

Fontes de pesquisa:
http://www.xatakafoto.com/fotografos/eddie-adams-en-vietnam-ano-1968
Aventuras na História/ Editora Abril

Views: 17

Vidas Secas – A CACHORRA, O PREÁ E A FAMÍLIA (4)

Autoria de Lu Dias Carvalho

cap baleia

Os retirantes perdidos no deserto queimado,
aferram-se à vida que se escorre coo tempo.
Somam juntos suas desgraças e os pavores,
pois, a existência pra eles é só tormento.

Um abraço afadigado aconchega o casal
debaixo dos molambos espalhados no chão,
mas resistem à fraqueza do desejo secreto,
apartando-se envergonhados na tribulação.

Não há ânimo pra tolerar de novo a luz dura
de mais um dia que não tardará a despontar,
mas não se pode miserar a crença animadora,
que afugenta a morte pra outra embocadura.

Os pixotes morgam. O casal inicia a madornar.
Baleia avizinha trazendo um preá nos dentes.
Arribam-se todos em contagioso aprazimento,
pois, a caça miúda mais um dia aliviará.

A mulher beija a cara sangrenta da cachorra,
que lambe seu sangue e se delicia coo agrado.
Não se perde dengues em tempos tão difíceis,
quando a morte em cada curva joga o dardo.

Os meninos apanham uma haste de alecrim,
pra mãe fazer o espeto do milagreiro achado.
Baleia olha tudo com olhos úmidos e tristes,
esperando, paciente, sua parte no butim.

Views: 8

RANKING 100 MELHORES FILMES DÉCADA / 80

Autoria de Moacyr Praxedes

suar123

Vários amantes do Cinema fizeram uma lista dos melhores filmes da década de 1980, dando-lhes uma nota de 1 a 10. Abaixo a lista dos 100 primeiros colocados, conforme publicação do site Melhores Filmes:

Ranking / Filme / Diretor

1º – Touro Indomável  (Martin Scorsese)
2º – Fanny & Alexander  (Ingmar Bergman)
3º – Amadeus  (Milos Forman)
4º – Ran  (Akira Kurosawa)
5º – Blade Runner, o Caçador de Andróides  (Ridley Scott)
6º – ET – O Extraterrestre  (Steven Spielberg)
7º – Era uma Vez na América  (Sergio Leone)
8º – Os Caçadores da Arca Perdida  (Steven Spielberg)
9º – Asas do Desejo  (Wim Wenders)
10º – O Decálogo  (Krzysztof Kieslowski)
11º – Shoah  (Claude Lanzmann)
12º – Gandhi  (Richard Attenborough)
13º – Guerra nas Estrelas: Episódio 5 – O Império Contra-Ataca  (Irvin Kershner)
14º – Berlin Alexanderplatz  (Rainer Werner Fassbinder)
15º – O Iluminado  (Stanley Kubrick)
16º – Tootsie  (Sydney Pollack)
17º – Platoon  (Oliver Stone)
18º – Breaker Morant  (Bruce Beresford)
19º – Jean de Florette  (Claude Berri)
20º – Hannah e Suas Irmãs  (Woody Allen)
21º – O Reencontro  (Lawrence Kasdan)
22º – A Vingança de Manon  (Claude Berri)
23º – Os Intocáveis  (Brian De Palma)
24º – Aliens – O Resgate  (James Cameron)
25º – Meu Tio na América  (Alain Resnais)
26º – O Homem Elefante  (David Lynch)
27º – A Cidade das Tristezas  (Hou Hsiao-Hsien)
28º – Adeus Meninos  (Louis Malle)
29º – Lola  (Rainer Werner Fassbinder)
30º – Crimes e Pecados  (Woody Allen)
31º – O Dinheiro  (Robert Bresson)
32º – Os Eleitos  (Philip Kaufman)
33º – O Barco – Inferno no Mar  (Wolfgang Petersen)
34º – Guerra nas Estrelas: Episódio 6 – O Retorno de Jedi  (Richard Marquand)
35º – Cinema Paradiso  (Giuseppe Tornatore)
36º – Henrique V  (Kenneth Branagh)
37º – Fitzcarraldo  (Werner Herzog)
38º – Os Gritos do Silêncio  (Roland Joffé)
39º – Meu Pé Esquerdo  (Jim Sheridan)
40º – Carruagens de Fogo  (Hugh Hudson)
41º – De Volta para o Futuro  (Robert Zemeckis)
42º – Rain Man  (Barry Levinson)
43º – Brazil – O Filme  (Terry Gilliam)
44º – A Noite de São Lourenzo  (Paolo Taviani)
45º – A Festa de Babette  (Gabriel Axel)
46º – Uma Janela para o Amor  (James Ivory)
47º – Tampopo – Os Brutos Também Comem Spaghetti  (Juzo Itami)
48º – Ligações Perigosas  (Stephen Frears)
49º – Atlantic City  (Louis Malle)
50º – Apertem os Cintos! O Piloto Sumiu  (David Zucker)
51º – Veludo Azul  (David Lynch)
52º – Duro de Matar  (John McTiernan)
53º – Mulheres à Beira de um Ataque de Nervos  (Pedro Almodóvar)
54º – Pixote, a Lei do Mais Fraco  (Hector Babenco)
55º – O Fiel Camareiro  (Peter Yates)
56º – A Mocinha da Fábrica de Fósforos  (Aki Kaurismäki)
57º – Minha Vida de Cachorro  (Lasse Hallström)
58º – O Exterminador do Futuro  (James Cameron)
59º – Paisagem na Neblina  (Theo Angelopoulos)
60º – O Último Imperador  (Bernardo Bertolucci)
61º – Um Tempo para Viver, um Tempo para Morrer  (Hou Hsiao-Hsien)
62º – Um Sonho de Domingo  (Bertrand Tavernier)
63º – Quando Papai Saiu em Viagem de Negócios  (Emir Kusturica)
64º – Faça a Coisa Certa  (Spike Lee)
65º – Esperança e Glória  (John Boorman)
66º – Desaparecido  (Costa-Gavras)
67º – Um Assunto de Mulheres  (Claude Chabrol)
68º – Gente como a Gente  (Robert Redford)
69º – A Rosa Púrpura do Cairo  (Woody Allen)
70º – Pelle, o Conquistador  (Bille August)
71º – Gallipoli  (Peter Weir)
72º – Danton, o Processo da Revolução  (Andrzej Wajda)
73º – Meu Vizinho Totoro  (Hayao Miyazaki)
74º – Daunbailó  (Jim Jarmusch)
75º – Momento Inesquecível  (Bill Forsyth)
76º – Nascido para Matar  (Stanley Kubrick)
77º – Hotel Terminus  (Marcel Ophüls)
78º – Caçada na Noite  (John Mackenzie)
79º – O Raio Verde  (Eric Rohmer)
80º – The Times of Harvey Milk  (Rob Epstein)
81º – Entre Nous  (Diane Kurys)
82º – A Escolha de Sofia  (Alan J. Pakula)
83º – O Último Metrô  (François Truffaut)
84º – Na Linha da Morte  (Errol Morris)
85º – Asas da Liberdade  (Alan Parker)
86º – Salaam Bombay!  (Mira Nair)
87º – Por Volta da Meia-Noite  (Bertrand Tavernier)
88º – Harry & Sally – Feitos um para o Outro  (Rob Reiner)
89º – Jornada nas Estrelas II – A Ira de Kahn  (Nicholas Meyer)
90º – Kagemusha, a Sombra do Samurai  (Akira Kurosawa)
91º – Um Peixe Chamado Wanda  (Charles Crichton)
92º – Sans Soleil  (Chris Marker)
93º – A Testemunha  (Peter Weir)
94º – Gêmeos, Mórbida Semelhança  (David Cronenberg)
95º – El Norte  (Gregory Nava)
96º – Conduzindo Miss Daisy  (Bruce Beresford)
97º – Poltergeist  (Tobe Hooper)
98º – A Vida e Nada Mais  (Bertrand Tavernier)
99º – Stop Making Sense  (Jonathan Demme)
100º – Onde É a Casa do Meu Amigo?  (Abbas Kiarostami)

Fonte de pesquisa:
http://melhoresfilmes.com.br/decadas/1980

Views: 7