AS CONSEQUÊNCIAS DA SÍNDROME DA PRESSA

Autoria do Dr. Telmo Diniz

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Você está sempre correndo, em constante estado de alerta, irritado e impaciente, com acúmulo de atividades e acha que 24 horas é pouco tempo para fazer tudo que precisa? Saiba que pode estar com a síndrome da pressa. Esta síndrome torna a pessoa mais competitiva, agressiva e com desejo de produzir mais em menos tempo. Portanto, ela fica com dificuldade de concentração com prejuízo de sua criatividade. As pessoas buscam resultados rápidos. Quem não sabe lidar direito com o tempo sofre mais, principalmente pela obrigação em cumprir prazos e horários. Esta síndrome afeta cerca de 30% dos brasileiros e só vem crescendo, pois está intimamente ligada aos tempos modernos.

A doença da pressa ou síndrome da pressa é um transtorno mental causado principalmente pelo ritmo frenético a que a sociedade atual nos submete, em especial no trabalho. A síndrome ainda não tem reconhecimento como patologia médica, mas já é estudada desde a década de 1980. O aumento excessivo de ansiedade é o principal fator causal. Vários sintomas caracterizam esta condição sindrômica. Acordamos antes do que gostaríamos e, a partir daí, parece que estamos numa maratona: no trabalho, há pressa para entregar os relatórios e alcançar as metas; no restaurante, literalmente engolimos a comida; na rua, andamos rápido; nas estradas, não temos paciência com quem vai mais lento na pista da esquerda. Passamos a dormir mal, pois já estamos preocupados com o que temos de fazer no dia seguinte. Tudo isso se torna um ciclo vicioso.

A síndrome da pressa apresenta sinais semelhantes ao do estresse em estágio avançado, e é comumente confundida com ele. Porém, os problemas têm origens diferentes. Enquanto o estresse avançado é uma reação física e psicológica a um evento novo, a síndrome da pressa é desencadeada por um padrão de comportamento em que o próprio indivíduo traz o estresse para si, onde, na maioria das vezes, ele próprio transforma sua vida nesse corre-corre sem fim, seja para produzir mais e ter mais retorno financeiro, seja para ter mais reconhecimento no trabalho.

Consequências

A tensão constante gerada pela síndrome da pressa pode causar dores musculares, cansaço crônico, insônia, azia, hipertensão e aumento dos níveis de ansiedade, o que pode desencadear doenças sérias como infarto, gastrite, úlcera, entre vários outros problemas de saúde. O pior de tudo isso é que a pessoa não percebe que está agindo assim, incorporando um padrão de comportamento sempre conduzido pela pressa. Nesse padrão, a falta de organização leva o indivíduo a manter-se acelerado no dia a dia. Este comportamento se torna tão automático que o indivíduo acha que as pessoas “mais lentas” é que são problemáticas.

O tratamento passa pela orientação médica, pois pode necessitar de medicações para tratar quadros concomitantes de ansiedade e depressão, bem como problemas com o sono. Além disso, uma psicoterapia é de grande ajuda para que a pessoa entenda e saiba a aprender como administrar seu tempo. O planejamento do dia a dia, de forma consciente, é uma das chaves para fazer a pessoa voltar da voltagem de 220v para o 110v. Deve-se demonstrar a ela que o trabalho é um meio de vida e não um meio de morte.

 (*) Imagem copiada de www.zona-s.pt

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RANKING – MAIS 100 BONS FILMES / COMÉDIA

Autoria de Moacyr Praxedes feliz1234567

Vários amantes do Cinema escolheram os melhores filmes de todos os tempos do gênero Comédia, dando-lhes uma nota de 1 a 10, conforme explica o blog Melhores Filmes:

Para chegar a esta lista de filmes, foi realizada uma pesquisa minuciosa com livros de cinema, em sites e revistas internacionais especializadas, e levou-se em consideração também a premiação em festivais e críticas em importantes veículos mundiais. A cada filme, foi atribuída uma nota, de acordo com a média formulada a partir da pesquisa inicial e do peso que cada obra contém na história do cinema mundial. (http://melhoresfilmes.com.br/generos/comedia)

Ranking / Filme / Diretor

101º – Papai É Nudista  (John Boulting)
102º – As Aventuras de Tom Jones  (Tony Richardson)
103º – Adivinhe Quem Vem para Jantar  (Stanley Kramer)
104º – A Rosa Púrpura do Cairo  (Woody Allen)
105º – Meu Tio  (Jacques Tati)
106º – Amores Expressos  (Wong Kar-Wai)
107º – Feitiço do Tempo  (Harold Ramis)
108º – O Incrível Exército de Brancaleone  (Mario Monicelli)
109º – Daunbailó  (Jim Jarmusch)
110º – Momento Inesquecível  (Bill Forsyth)
111º – Os Gênios da Pelota  (Norman Z. McLeod)
112º – Loucuras de Verão  (George Lucas)
113º – Esse Mundo É um Hospício  (Frank Capra)
114º – Zero de Conduta  (Jean Vigo)
115º – Do Mundo Nada Se Leva  (Frank Capra)
116º – Marinheiro por Descuido  (Buster Keaton)
117º – Comer, Beber, Viver  (Ang Lee)
118º – Belezas em Revista  (Lloyd Bacon)
119º – Gilbert Grape – Aprendiz de Sonhador  (Lasse Hallström)
120º – O Garoto  (Charles Chaplin)
121º – Marty  (Delbert Mann)
122º – Divórcio à Italiana  (Pietro Germi)
123º – Os Reis do Iê-Iê-Iê-Iê  (Richard Lester)
124º – Banzé no Oeste  (Mel Brooks)
125º – O Mundo Fabuloso de Billy Liar  (John Schlesinger)
126º – Uma Mulher É uma Mulher  (Jean-Luc Godard)
127º – Genevieve  (Henry Cornelius)
128º – Os Filhos do Deserto  (William A. Seiter)
129º – E a Vida Continua  (George Stevens)
130º – Carlota Joaquina, Princesa do Brasil  (Carla Camurati)
131º – Charada  (Stanley Donen)
132º – Monty Phyton – Em Busca do Cálice Sagrado  (Terry Gilliam)
133º – Aquele Que Sabe Viver  (Dino Risi)
134º – Harry & Sally – Feitos um para o Outro  (Rob Reiner)
135º – Ensina-me a Viver  (Hal Ashby)
136º – Nós Que Nos Amávamos Tanto  (Ettore Scola)
137º – O Homem Que Se Vendeu  (Preston Sturges)
138º – Um Peixe Chamado Wanda  (Charles Crichton)
139º – O Outro Lado do Domingo  (Berit Nesheim)
140º – Dona Flor e Seus Dois Maridos  (Bruno Barreto)
141º – Casado com Minha Noiva  (Jack Conway)
142º – Família Exótica  (Marcel Carné)
143º – A Morte Não Manda Recado  (Sam Peckinpah)
144º – Cupido Não Tem Bandeira  (Billy Wilder)
145º – Confiança  (Hal Hartley)
146º – Uma Hora Contigo  (Ernst Lubitsch)
147º – O Circo  (Charles Chaplin)
148º – Conduzindo Miss Daisy  (Bruce Beresford)
149º – Um Dia em Nova York  (Stanley Donen)
150º – Julieta dos Espíritos  (Federico Fellini)
151º – A Vida É Bela  (Roberto Benigni)
152º – Luzes da Ribalta  (Charles Chaplin)
153º – Um Tiro no Escuro  (Blake Edwards)
154º – Antônio e Antonieta  (Jacques Becker)
155º – A Última Noite de Boris Grushenko  (Woody Allen)
156º – Trens Estreitamente Vigiados  (Jirí Menzel)
157º – O Homem do Terno Branco  (Alexander Mackendrick)
158º – Terra de Ninguém  (Danis Tanovic)
159º – Le Vieil Homme et l’Enfant  (Claude Berri)
160º – A Moça com a Valise  (Valerio Zurlini)
161º – Adaptação  (Spike Jonze)
162º – Meu Amigo Harvey  (Henry Koster)
163º – Original Pecado  (George Stevens)
164º – Sonhos de um Sedutor  (Herbert Ross)
165º – Peking Opera Blues  (Tsui Hark)
166º – Bonita como Nunca  (William A. Seiter)
167º – Sete Noivas para Sete Irmãos  (Stanley Donen)
168º – No Tempo Pedido  (Harold S. Bucquet)
169º – O Homem das Novidades  (Edward Sedgwick)
170º – Ensaio de um Crime  (Luis Buñuel)
171º – Duas Vidas  (Leo McCarey)
172º – Orfeu Negro (Marcel Camus)
173º – Um País de Anedota  (Henry Cornelius)
174º – Depois de Horas  (Martin Scorsese)
175º – Uma Cidade Sem Passado  (Michael Verhoeven)
176º – El Verdugo  (Luis García Berlanga)
177º – A Era do Rádio  (Woody Allen)
178º – Deliciosas Loucuras de Amor  (Karel Reisz)
179º – O Diabo Disse Não  (Ernst Lubitsch)
180º – A Loucura do Rei George  (Nicholas Hytner)
181º – Orgulho e Preconceito  (Robert Z. Leonard)
182º – O Baile dos Bombeiros  (Milos Forman)
183º – Desconstruindo Harry  (Woody Allen)
184º – Nuvens Passageiras  (Aki Kaurismäki)
185º – O Fantasma da Liberdade  (Luis Buñuel)
186º – O Calouro  (Fred C. Newmeyer)
187º – O Pai da Noiva  (Vincente Minnelli)
188º – Show People  (King Vidor)
189º – Este Mundo É dos Loucos  (Philippe de Broca)
190º – A Mulher do Dia  (George Stevens)
191º – Delicatessen  (Jean-Pierre Jeunet)
192º – A Alegre Divorciada  (Mark Sandrich)
193º – Olhos Negros  (Nikita Mikhalkov)
194º – Nascida Ontem  (George Cukor)
195º – Dama por um Dia  (Frank Capra)
196º – Uma Garota de Sorte  (Mitchell Leisen)
197º – O Declínio do Império Americano  (Denys Arcand)
198º – Caro Diário  (Nanni Moretti)
199º – Dança Comigo?  (Masayuki Suo)
200º – Riff-Raff  (Ken Loach)
Vejam também: RANKING DOS 100 MELHORES FILMES / COMÉDIA

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CRISTO PANTOCRATOR

Autoria de Lu Dias Carvalho

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A palavra Pantocrator é de origem grega e significa “Todo Poderoso”, “Onipotente” ou “o Rei de Todos”. Ela também possui variante com acento gráfico no segundo “a”: pantocrátor. Provém de pan (tudo ou todo) e krátos (alto, em cima e, daí, governo, poder). O Cristo Pantocrator, acima representado, trata-se de um gigantesco mosaico do período bizantino que se encontra localizado na abside principal, acima do altar-mor da Basílica Ortodoxa de Monreale, na Sicília, Itália, podendo ser assim analisado:

  • Cristo traz os braços abertos, num largo gesto, que segue a forma da abside, como se recebesse o observador. A auréola ortodoxa com uma cruz no meio, simbolizando a Paixão de Cristo, demonstra a sua grandiosidade como rei espiritual e juiz supremo do Céu e da Terra.
  • A arte bizantina observava com rigor a simetria e a hierarquia. Logo abaixo da imagem de Cristo Pantocrator está a Virgem Maria com o Menino Jesus e à sua direita encontra-se o Arcanjo Gabriel e à esquerda o Arcanjo Miguel. Ao lado de cada arcanjo estão seis apóstolos. Abaixo, estão quatorze santos, sendo sete de cada lado da janela.
  • À esquerda e à direita da cabeça de Cristo encontra-se o Cristograma (monograma) que significa “Jesus Cristo”. As barras vistas acima dessas letras (IC e XC) são um símbolo que indica a divindade do nome.
  • As imagens do Cristo Pantocrator sempre trazem esta expressão séria e meio triste. Embora abra os braços para os fiéis, seus olhos não estão direcionados a eles e sim voltados para cima, ou seja, direcionados ao reino espiritual.
  • Cristo traz na mão esquerda o Evangelho, aberto em João 8:12: “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas.” A luminosidade dos mosaicos de ouro ao redor de Cristo reafirma o fato de que Ele é a luz do mundo.
  • A mão direita de Cristo está levantada, na mesma altura da esquerda, num gesto de bênção, muito comum em muitos ícones do Cristo Pantocrator, encontrados na Igreja Ortodoxa tradicional.
  • A postura dos dedos de Cristo expressam as letras gregas “I, C, X, C”, formando o Cristograma “ICXC (Jesus Cristo). Este gestual ainda é usado nos dias de hoje por padres da Igreja Ortodoxa Oriental.

Ficha Técnica
Autor: Artistas desconhecidos
Ano: 1180 – 1190
Técnica: Mosaico
Tamanho: 7m x 13m
Localização: Basílica Monreale, Sicília, Itália

Fontes de pesquisa:
Tudo sobre arte/ Sextante
A história da arte/ E.H. Gombrich
Wikipédia

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A Rev. dos Bichos (18) – MEU AMIGO GEORGE ORWELL

Autoria de Lu Dias Carvalho

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Preocupado com o abatimento em que me deixara sua história, o meu amigo George Orwell, sentindo-se responsável pelo meu péssimo estado de espírito, convidou-me para tomar um chá em sua casa. Afinal, ele já passara por mais de um século de vida e tanto seu corpo quanto seu espírito já se encontravam calejados pelos entreveros do mundo. Pela atenção que eu dera à história sobre A Revolução dos Bichos, percebera que eu, de fato, vivera aquela revolução e não me contentara com o seu final. Sabia que sua ouvinte ainda era jovem e, por isso, precisava de esperança e mais maturidade para compreender como se processava a passagem do homem pelo planeta Terra que, embora finita, era bastante conturbada.

A nossa conversa começou, quando ainda era dia, e se enfurnou noite adentro. Chávenas e chávenas de chá forma consumidas, enquanto ele me fazia penetrar no mundo de suas ideias. Conhecer mais de 100 anos da história humana, ainda que a maior parte dela em espírito, fazia dele um grande mestre. Eu sentia, sobretudo, o seu cuidado em me deixar um pouco de crença na humanidade, sem a qual a vida perderia todo o sentido. Cito algumas de suas palavras:

Minha filha, quando você se predispôs a ouvir a minha história, o meu espírito deu forma a meu corpo para comprovar, mais uma vez, que o homem pode viver através de seus pensamentos, em suma, de sua arte, não importa quantos anos separem o mundo físico em que viveu, do etéreo que ora o acolhe. Antes que eu tenha uma conversa com um novo ouvinte, não posso permitir que nos separemos deixando seu coração tão angustiado. O mundo físico é belo: mar, céu, cores, água, luz, plantas, animais, sons… e mais belo seria se não fosse o poder que corrói as entranhas de um grupo de homens. Tais indivíduos outorgam a si mesmos o papel de guardiões da Terra e de todas as formas de vida que nela existe. A quase totalidade deles é abjeta e nojenta, pois age em benefício próprio, sem se preocupar com o sofrimento e as prementes necessidades que rodeiam o povo. Eles se enriquecem às custas da miséria de seus concidadãos. Roubam mais do que precisariam para viver mil anos, mas discursam como se fossem seres ilibados e éticos. Mentirosos, enganadores e gatunos, jamais se enternecem com o sofrimento de sua gente. Mas, como os animais de nossa história, costumam perpetuar no poder, porque o povo não possui a compreensão necessária para rechaçá-los.

George Orwell suspirou profundamente e continuou:

Você nem imagina o quanto sonhei com um mundo melhor, onde todos pudessem ser iguais e onde as diferenças sociais não fossem tão cruciantes. Um a um, fui vendo meus sonhos caírem por terra, assim como o moinho dos bichos de que lhe falei. E, por falar em bichos, estou sempre a lhes pedir desculpas, por tê-los usados na minha fábula. Eles que são tão inocentes, ingênuos e sempre escravizados pelo homem. Espero não ter insuflado ninguém contra eles, coitados, que merecem respeito e amor pelo muito que oferecem à humanidade, além de compartilharem com ela o mesmo planeta. Nunca suportei a ideia de ver um só animal maltratado, e toda pessoa de bem deveria sentir o mesmo. Espero que todos compreendam que a minha história é uma fábula, direcionada ao animal mais poderoso e, por isso, mais astucioso do planeta: o Homem.

Quando você me diz achar que a história humana é cíclica, confesso ser tomado muitas vezes por este pensamento. Se assim não fosse, penso eu, não haveria, nas mais diferentes épocas, a quebra das ditaduras, o rompimento das dinastias, o esfacelamento do poder dos clãs, a derrubada dos coronéis, a queda dos poderosos, o desnudamento daqueles que envergonharam a nação, iludindo e roubando o seu próprio povo. E é no meio do ciclo que está a luta, a esperança, a crença num mundo melhor, sem o qual não haveria sentido viver, a menos que  todos perdessem a capacidade de reflexão.

Por que a busca doentia pelo dinheiro e, consequentemente, pelo poder, par astuto que nunca se desgruda? É o medo da finitude da vida. Tudo ilusão. Assim como os porcos da história, alguns homens julgam-se mais especiais do que outros. E, ao imaginarem que possuem poder sobre o destino de seu povo, também imaginam ter poderes sobre a própria vida, afastando de si a morte, por se julgar um ser especial. Esses egóicos seriam muito mais brilhantes, se realmente pensassem que são pessoas comuns, pois, se estão nesta ou naquela posição, é porque o povo os colocou ali. Mas não, mal se assentam nos seus gabinetes já dão às pessoas a bunda como resposta. Perdoe-me a palavra chula, embora seja tão comum para os dias de hoje, mas é que fico furioso com esses mandriões usurpadores daquilo que a humanidade tem de melhor: a esperança.

Minha amiga, obrigado por acolher minhas palavras.

Meu abraço,

George Orwell

Nota: Imagem copiada de pitonicas.wordpress.com

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RANKING – MAIS 100 BONS FILMES / FAMÍLIA

Autoria de Moacyr Praxedes feliz12345678

Vários amantes do Cinema escolheram os melhores filmes de todos os tempos do gênero Família, dando-lhes uma nota de 1 a 10, conforme explica o blog Melhores Filmes:

Para chegar a esta lista de filmes, foi realizada uma pesquisa minuciosa com livros de cinema, em sites e revistas internacionais especializadas, e levou-se em consideração também a premiação em festivais e críticas em importantes veículos mundiais. A cada filme, foi atribuída uma nota, de acordo com a média formulada a partir da pesquisa inicial e do peso que cada obra contém na história do cinema mundial. (http://melhoresfilmes.com.br/generos/família)

Ranking / Filme / Diretor

101º – A História Sem Fim  (Wolfgang Petersen)
102º – A Invenção de Hugo Cabret  (Martin Scorsese)
103º – As Aventuras de Tom Sawyer  (Norman Taurog)
104º – A Volta ao Mundo em Oitenta Dias  (Michael Anderson)
105º – Era uma Vez em Hollywood  (Jack Haley Jr.)
106º – A Bela Adormecida  (Clyde Geronimi)
107º – Essa Pequena É uma Parada  (Peter Bogdanovich)
108º – Aladdin  (Ron Clements)
109º – A Sedução do Marrocos  (David Butler)
110º – Harry Potter e a Ordem da Fênix  (David Yates)
111º – Vida de Inseto  (John Lasseter)
112º – A Fuga das Galinhas  (Peter Lord)
113º – O Gato e o Canário  (Elliott Nugent)
114º – O Menino dos Cabelos Verdes  (Joseph Losey)
115º – O Jardim Encantado  (Fred M. Wilcox)
116º – Rio  (Carlos Saldanha)
117º – Adorável Avarento  (Ronald Neame)
118º – Harry Potter e a Pedra Filosofal  (Chris Columbus)
119º – Coraline e o Mundo Secreto  (Henry Selick)
120º – Harry Potter e o Cálice de Fogo  (Mike Newell)
121º – Cinderela  (Clyde Geronimi)
122º – Alice no País das Maravilhas  (Clyde Geronimi)
123º – Como Treinar o Seu Dragão  (Dean DeBlois)
124º – Peter Pan  (Clyde Geronimi)
125º – A Encantadora de Baleias  (Niki Caro)
126º – Lassie – A Força do Coração  (Fred M. Wilcox)
127º – Por Que Se Preocupar?  (Fred C. Newmeyer)
128º – Babe, o Porquinho Atrapalhado  (Chris Noonan)
129º – Quando o Coração Bate Mais Forte  (Lionel Jeffries)
130º – Heidi  (Allan Dwan)
131º – A Grande Aventura  (Arne Sucksdorff)
132º – Viagem ao Centro da Terra  (Henry Levin)
133º – Autumn Spring  (Vladimír Michálek)
134º – Mogli – O Menino Lobo  (Wolfgang Reitherman)
135º – A Noiva Cadáver  (Tim Burton)
136º – O Fim de Um Longo Dia  (Terence Davies)
137º – A Era do Gelo  (Chris Wedge)
138º – Robin Hood  (Allan Dwan)
139º – Harry Potter e a Câmara Secreta  (Chris Columbus)
140° – The Vanishing Prairie  (James Algar)
141° – O Príncipe e o Mendigo  (William Keighley)
142° – O Mistério da Ilha  (John Sayles)
143° – Príncipes e Princesas  (Michel Ocelot)
144° – A Corrida do Século  (Blake Edwards)
145° – O Céu de Outubro  (Joe Johnston)
146° – Era Uma Vez Dois Valentes  (Gus Meins)
147° – Horton e o Mundo dos Quem!  (Jimmy Hayward)
148° – Arenas Sangrentas  (Irving Rapper)
149° – As Aventuras de Azur e Asmar  (Michel Ocelot)
150° – Rango  (Gore Verbinski)
151° – Os Goonies  (Richard Donner)
152° – Detona Ralph  (Rich Moore)
153° – Muppets – O Filme  (James Frawley)
154° – As Aventuras de Tintim  (Steven Spielberg)
155° – Onde Vivem os Monstros  (Spike Jonze)
156° – Peter Pan  (Herbert Brenon)
157° – Sinbad e a Princesa  (Nathan Juran)
158° – O Pequeno Lord  (John Cromwell)
159° – Enrolados  (Nathan Greno)
160° –  Kung Fu Panda 2  (Jennifer Yuh)
161° – Labirinto – A Magia do Tempo  (Jim Henson)
162° – A Rua da Esperança  (Carol Reed)
163° – Happiness & Tears  (Karan Johar)
164° – Quatro Destinos  (Mervyn LeRoy)
165° – A Pequena Sereia  (Ron Clements)
166° – Os Muppets  (James Bobin)
167° – Brave-Heart Will Take the Bride  (Aditya Chopra)
168 º – Red Dog  (Kriv Stenders)
169° – O Pequeno Italiano  (Andrei Kravchuk)
170° – Meu Malvado Favorito  (Pierre Coffin)
171° – A Espada Era a Lei  (Wolfgang Reitherman)
172° – Os Irmãos Marx no Circo  (Edward Buzzell)
173° – ParaNorman  (Chris Butler)
174° – A Princesinha  (Alfonso Cuarón)
175° – A Princesa e o Sapo  (John Musker)
176° – Valente  (Mark Andrews)
177° – Grandma’s Boy  (Fred C. Newmeyer)
178° – Toy Story 3  (Lee Unkrich)
179° – The Story of Little Mook  (Wolfgang Staudte)
180° – 101 Dálmatas  (Clyde Geronimi)
181° – Bolt – Supercão  (Byron Howard)
182° – Ao Mar  (Pedro González-Rubio)
183°  – A Ratinha Valente  (Don Bluth)
184° – Kung Fu Panda  (Mark Osborne)
185° – Marley e Eu  (David Frankel)
186° – A Canção do Sul  (Harve Foster)
187° – Lições para Toda a Vida  (Tim McCanlies)
188° – Fantasia 2000  (Eric Goldberg)
189° – White Wilderness  (James Algar)
190° – Isto Também Era Hollywood  (Gene Kelly)
191° – A Cidadela dos Robinson  (Ken Annakin)
192° – Universidade Monstros  (Dan Scanlon)
193° – FormiguinhaZ  (Eric Darnell)
194° – Ironia do Destino  (Eldar Ryazanov)
195° – A Fortaleza de Ouro  (Satyajit Ray)
196° – Herança de um Valente  (George T. Miller)
197° – Carros  (John Lasseter)
198° – Pele de Asno  (Jacques Demy)
199° – Caiu do Céu  (Danny Boyle)
200° – A Ilha do Tesouro  (Byron Haskin)

Nota
Vejam também: RANKING DOS 100 MELHORES FILMES / FAMÍLIA

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A SAÚDE E A FÉ

Autoria do Dr. Telmo Diniz

 feliz1234 (*)

Inúmeras pesquisas têm buscado avaliar os efeitos da espiritualidade sobre o nosso organismo. Não importa qual é a crença religiosa da pessoa. O fato é que práticas como oração e meditação vêm se tornando cada vez mais alvo de estudo de pesquisadores da área da saúde, que investigam, em vários países, os efeitos da fé sobre a nossa saúde.

As perguntas básicas que os estudos apresentam são:

  1. Como a fé religiosa atua como um recurso na prevenção de doenças e na promoção do bem-estar?
  2. Um relacionamento de amor com Deus é uma característica das pessoas saudáveis?
  3. A religiosidade é um fator de proteção contra doenças ao longo do processo de envelhecimento?
  4. Existem efeitos terapêuticos ou preventivos de se ter mais fé sobre a saúde?

Para ser benéfica, a fé em Deus teria de estar associada a uma prática religiosa, onde a pessoa deveria participar de um grupo religioso estruturado – seja ele católico, budista, judeu, evangélico, espírita, entre outros. Esse apoio social é algo extremamente valioso para a saúde física, inclusive para a sobrevivência e longevidade.

Pesquisas demonstram que as pessoas altamente religiosas têm 30% a mais de chance de serem mais longevas, em especial pelo estilo de vida que levam. Porém, a oração, reza ou qualquer outra forma de elevação do nível de consciência, como na meditação, realizados fora de um ambiente templário, também têm efeitos benéficos para a saúde.

Existem centenas de estudos sobre a “prece à distancia”, ou seja, pessoas que recebiam a prece, desconheciam que estavam recebendo o referido benefício e, mesmo assim, melhoravam, isso comparado ao grupo controle (aqueles que não foram contemplados com as preces). Em outras palavras, isso é evidência científica de que orações à distância têm um efeito mensurável e benéfico.

Particularmente, acredito que a fé, independentemente da crença religiosa, tem um papel importante na recuperação do doente. A doença não é só física. Tem uma dimensão psíquica e uma dimensão espiritual. Portanto, ela deve ser vista de forma globalizada. Existem mais de 5.000 estudos na literatura médica comprovando que a evolução da doença pode ser modificada pela fé.

Consenso

Algumas áreas do cérebro são ativadas no momento da oração. Essas áreas estão conectadas aos centros da imunidade. Melhorando o sistema imunológico, combatemos doenças crônicas como o câncer, melhoramos estados psíquicos como ansiedade e depressão. A influência da crença em Deus na redução do estresse já é quase um consenso entre os médicos.

As doenças relacionadas ao estresse, especialmente as cardiovasculares, como a hipertensão, o infarto do miocárdio e o derrame, parecem ser as que mais se beneficiam dos efeitos de uma espiritualidade bem desenvolvida.

Não cabe ao médico prescrever uma religião em particular ao paciente, e sim, encorajá-lo em trabalhos espirituais de sua escolha. Independentemente dos mecanismos envolvidos na melhora da saúde através de práticas religiosas, essas devem ser incentivadas, respeitando-se a individualidade de crença, contribuindo dessa forma para a melhora dos pacientes com a utilização de uma medicina humanística e integrativa.

(*) Imagem copiada de blog.cancaonova.com.cancaonova.com

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