RANKING DOS 100 MELHORES FILMES / AVENTURA

Autoria de Moacyr Praxedes

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Vários amantes do Cinema escolheram os melhores filmes de todos os tempos do gênero Aventura, dando-lhes uma nota de 1 a 10. E assim surgiu o Ranking dos Melhores Filmes de Aventura de Todos os Tempos, conforme explica o blog Melhores Filmes:

Para chegar a esta lista de filmes, foi realizada uma pesquisa minuciosa com livros de cinema, em sites e revistas internacionais especializadas, e levou-se em consideração também a premiação em festivais e críticas em importantes veículos mundiais. A cada filme, foi atribuída uma nota, de acordo com a média formulada a partir da pesquisa inicial e do peso que cada obra contém na história do cinema mundial. (http://melhoresfilmes.com.br/generos/aventura)

Ranking / Filme / Diretor

1º – Lawrence da Arábia  (David Lean)
2º – Apocalypse Now  (Francis Ford Coppola)
3º – Intriga Internacional  (Alfred Hitchcock)
4º – O Tesouro de Sierra Madre  (John Huston)
5º – Guerra nas Estrelas: Episódio 4 – Uma Nova Esperança  (George Lucas)
6º – A Ponte do Rio Kwai  (David Lean)
7º – Blade Runner, o Caçador de Andróides  (Ridley Scott)
8º – O Mágico de Oz  (Victor Fleming)
9º – Uma Aventura na África  (John Huston)
10º – King Kong  (Merian C. Cooper)
11º – Os Caçadores da Arca Perdida  (Steven Spielberg)
12º – As Aventuras de Robin Hood  (Michael Curtiz)
13º – Contrastes Humanos  (Preston Sturges)
14º – Aguirre – A Cólera dos Deuses  (Werner Herzog)
15º – Guerra nas Estrelas: Episódio 5 – O Império Contra-Ataca  (Irvin Kershner)
16º – O Salário do Medo  (Henri-Georges Clouzot)
17º – A Viagem de Chihiro  (Hayao Miyazaki)
18º – Rio Vermelho  (Howard Hawks)
19º – Amargo Pesadelo  (John Boorman)
20º – O Grande Motim  (Frank Lloyd)
21º – Ben-Hur  (William Wyler)
22º – Procurando Nemo  (Andrew Stanton)
23º – Spartacus  (Stanley Kubrick)
24º – Tubarão  (Steven Spielberg)
25º – O Conde de Monte Cristo  (Rowland V. Lee)
26º – Os Eleitos  (Philip Kaufman)
27º – O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei  (Peter Jackson)
28º – Guerra nas Estrelas: Episódio 6 – O Retorno de Jedi  (Richard Marquand)
29º – Pequeno Grande Homem  (Arthur Penn)
30º – Fitzcarraldo  (Werner Herzog)
31º – Uma Aventura na Martinica  (Howard Hawks)
32º – Contatos Imediatos do Terceiro Grau  (Steven Spielberg)
33º – De Volta para o Futuro  (Robert Zemeckis)
34º – O Ladrão de Bagdá  (Ludwig Berger)
35º – Os Dez Mandamentos  (Cecil B. DeMille)
36º – O Homem Que Queria Ser Rei  (John Huston)
37º – Marujo Intrépido  (Victor Fleming)
38º – Princesa Mononoke  (Hayao Miyazaki)
39º – Horizonte Perdido  (Frank Capra)
40º – Oliver Twist  (David Lean)
41º – Sem Destino  (Dennis Hopper)
42º – Paraíso Infernal  (Howard Hawks)
43º – O Senhor dos Anéis – A Sociedade do Anel  (Peter Jackson)
44º – O Expresso de Shangai  (Josef von Sternberg)
45º – Shrek  (Andrew Adamson)
46º – 007 Contra Goldfinger  (Guy Hamilton)
47º – David Copperfield  (George Cukor)
48º – O Prisioneiro de Zenda  (John Cromwell)
49º – O Samurai Dominante  (Hiroshi Inagaki)
50º – As Aventuras de Tom Jones  (Tony Richardson)
51º – Fugindo do Inferno  (John Sturges)
52º – Meu Vizinho Totoro  (Hayao Miyazaki)
53º – Dança com Lobos  (Kevin Costner)
54º – Um Condenado à Morte Escapou  (Robert Bresson)
55º – O Ladrão de Bagdá  (Raoul Walsh)
56º – Papillon  (Franklin J. Schaffner)
57º – Monty Phyton – Em Busca do Cálice Sagrado  (Terry Gilliam)
58º – Pistoleiros do Entardecer  (Sam Peckinpah)
59º – Jornada nas Estrelas II – A Ira de Kahn  (Nicholas Meyer)
60º – Os Nibelungos – Parte 1: A Morte de Siegfried  (Fritz Lang)
61º – Os Nibelungos – Parte 2: A Vingança de Kriemhild  (Fritz Lang)
62º – Moscou Contra 007  (Terence Young)
63º – Capitão Blood  (Michael Curtiz)
64º – A História Real  (David Lynch)
65º – Kill Bill: Vol. 1  (Quentin Tarantino)
66º – O Senhor dos Anéis – As Duas Torres  (Peter Jackson)
67º – Beau Geste  (William A. Wellman)
68º – O Vingador do Futuro  (Paul Verhoeven)
69º – A Marca do Zorro  (Rouben Mamoulian)
70º – O Lobo do Mar  (Michael Curtiz)
71º – Thelma & Louise  (Ridley Scott)
72º – Indiana Jones e a Última Cruzada  (Steven Spielberg)
73º – Tabu  (F.W. Murnau)
74º – O Homem Que Sabia Demais  (Alfred Hitchcock)
75º – Sete Homens e um Destino  (John Sturges)
76º – A Fortaleza Escondida  (Akira Kurosawa)
77º – Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas  (Tim Burton)
78º – O Gavião do Mar  (Michael Curtiz)
79º – Ao Rufar dos Tambores  (John Ford)
80º – Scaramouche  (George Sidney)
81º – O Rei Leão  (Rob Minkoff)
82º – Os Incríveis  (Brad Bird)
83º – Kill Bill: Vol. 2  (Quentin Tarantino)
84º – Excalibur  (John Boorman)
85º – Laputa, o Castelo no Céu  (Hayao Miyazaki)
86º – Mad Max 2 – A Caçada Continua  (George Miller)
87º – Por Quem os Sinos Dobram  (Sam Wood)
88º – Gladiador  (Ridley Scott)
89º – A Última Ordem  (Josef von Sternberg)
90º – Cabíria  (Giovanni Pastrone)
91º – O Vôo da Fênix  (Robert Aldrich)
92º – A Touch of Zen  (King Hu)
93º – A Máquina do Tempo  (George Pal)
94º – Superman – O Filme  (Richard Donner)
95º – Sanjuro  (Akira Kurosawa)
96º – A Marca do Zorro  (Fred Niblo)
97º – Jurassic Park – Parque dos Dinossauros  (Steven Spielberg)
98º – Ben-Hur  (Fred Niblo)
99º – Toy Story  (John Lasseter)
100º – Marcha de Heróis  (John Ford)
Vejam também RANKING – MAIS 100 BONS FILMES / AVENTURA

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RANKING DOS 100 MELHORES FILMES / FICÇÃO-CIENTÍFICA

Autoria de Moacyr Praxedes

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Vários amantes do Cinema escolheram os melhores filmes de todos os tempos do gênero Ficção-Científica, dando-lhes uma nota de 1 a 10. E assim surgiu o Ranking dos Melhores Filmes de Ficção-Científica de Todos os Tempos, conforme explica o blog Melhores Filmes:

Para chegar a esta lista de filmes, foi realizada uma pesquisa minuciosa com livros de cinema, em sites e revistas internacionais especializadas, e levou-se em consideração também a premiação em festivais e críticas em importantes veículos mundiais. A cada filme, foi atribuída uma nota, de acordo com a média formulada a partir da pesquisa inicial e do peso que cada obra contém na história do cinema mundial. (http://melhoresfilmes.com.br/generos/ficção-científica)

Ranking / Filme / Diretor

1º – 2001, uma Odisséia no Espaço  (Stanley Kubrick)
2º – Metrópolis  (Fritz Lang)
3º – Guerra nas Estrelas: Episódio 4 – Uma Nova Esperança  (George Lucas)
4º – Blade Runner, o Caçador de Andróides  (Ridley Scott)
5º – Laranja Mecânica  (Stanley Kubrick)
6º – ET – O Extraterrestre  (Steven Spielberg)
7º – King Kong  (Merian C. Cooper)
8º – O Dia em Que a Terra Parou  (Robert Wise)
9º – Guerra nas Estrelas: Episódio 5 – O Império Contra-Ataca  (Irvin Kershner)
10º – Vampiros de Almas  (Don Siegel)
11º – Frankenstein  (James Whale)
12º – Alien – O Oitavo Passageiro  (Ridley Scott)
13º – Aliens – O Resgate  (James Cameron)
14º – O Exterminador do Futuro 2 – O Julgamento Final  (James Cameron)
15º – Guerra nas Estrelas: Episódio 6 – O Retorno de Jedi  (Richard Marquand)
16º – Solaris  (Andrei Tarkovsky)
17º – A Noite dos Mortos-Vivos  (George A. Romero)
18º – Contatos Imediatos do Terceiro Grau  (Steven Spielberg)
19º – De Volta para o Futuro  (Robert Zemeckis)
20º – Brazil – O Filme  (Terry Gilliam)
21º – O Médico e o Monstro  (Rouben Mamoulian)
22º – A Noiva de Frankenstein  (James Whale)
23º – O Homem Invisível  (James Whale)
24º – O Dorminhoco  (Woody Allen)
25º – O Exterminador do Futuro  (James Cameron)
26º – Matrix  (Andy Wachowski)
27º – Jornada nas Estrelas II – A Ira de Kahn  (Nicholas Meyer)
28º – Stalker  (Andrei Tarkovsky)
29º – O Incrível Homem Que Encolheu  (Jack Arnold)
30º – A Plataforma  (Chris Marker)
31º – O Vingador do Futuro  (Paul Verhoeven)
32º – O Planeta dos Macacos  (Franklin J. Schaffner)
33º – O Enigma de Outro Mundo  (John Carpenter)
34º – Planeta Proibido  (Fred M. Wilcox)
35º – RoboCop – O Policial do Futuro  (Paul Verhoeven)
36º – Os Caça-Fantasmas  (Ivan Reitman)
37º – Os Doze Macacos  (Terry Gilliam)
38º – O Despertar dos Mortos  (George A. Romero)
39º – A Aldeia dos Amaldiçoados  (Wolf Rilla)
40º – Mad Max 2 – A Caçada Continua  (George Miller)
61º – Pi  (Darren Aronofsky)
62º – O Mundo em Perigo  (Gordon Douglas)
63º – O Gigante de Ferro  (Brad Bird)
64º – A Mosca da Cabeça Branca  (Kurt Neumann)
65º – Memories  (Kôji Morimoto)
66º – Avatar  (James Cameron)
67º – Paris Adormecida  (René Clair)
68º – O Segundo Rosto  (John Frankenheimer)
69º – Interstella 5555  (Leiji Matsumoto)
70º – Metrópolis  (Rintaro)
71º – Gattaca – A Experiência Genética  (Andrew Niccol)
72º – Cidade das Sombras  (Alex Proyas)
73º – Galaxy Express 999  (Rintaro)
74º – Preso na Escuridão  (Alejandro Amenábar)
75º – X-Men 2  (Bryan Singer)
76º – O Show de Truman  (Peter Weir)
77º – 20.000 Léguas Submarinas  (Richard Fleischer)
78º – Sepultura para a Eternidade  (Roy Ward Baker)
79º – Distrito 9  (Neill Blomkamp)
80º – O Filho de Frankenstein  (Rowland V. Lee)
81º – O Monstro do Ártico  (Christian Nyby)
82º – Invasores de Corpos  (Philip Kaufman)
83º – Filhos da Esperança  (Alfonso Cuarón)
84º – Viagem à Lua  (Georges Méliès)
85º – Werckmeister Harmonies  (Béla Tarr)
86º – Os Vingadores  (Joss Whedon)
87º – Mr. Nobody  (Jaco van Dormael)
88º – O Homem Que Fazia Milagres  (Lothar Mendes)
89º – De Volta para o Futuro II  (Robert Zemeckis)
90º – Cubo  (Vincenzo Natali)
91º – Kin-Dza-Dza  (Georgi Daneliya)
92º – Videodrome – A Síndrome do Vídeo  (David Cronenberg)
93º – O Enigma de Andrômeda  (Robert Wise)
94º – Fahrenheit 451  (François Truffaut)
95º – Os Mestres do Tempo  (René Laloux)
96º – Minority Report – A Nova Lei  (Steven Spielberg)
97º – A Origem  (Christopher Nolan)
98º – Star Trek  (J.J. Abrams)
99º – O Efeito Borboleta  (Eric Bress)
100º – Extermínio  (Danny Boyle)

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RANKING DOS 100 MELHORES FILMES / DRAMA

Autoria de Moacyr Praxedes

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Vários amantes do Cinema escolheram os melhores filmes de todos os tempos do gênero Drama, dando-lhes uma nota de 1 a 10. E assim surgiu o Ranking dos Melhores Filmes de Drama de Todos os Tempos, conforem explica o blog Melhores Filmes:

Para chegar a esta lista de filmes, foi realizada uma pesquisa minuciosa com livros de cinema, em sites e revistas internacionais especializadas, e levou-se em consideração também a premiação em festivais e críticas em importantes veículos mundiais. A cada filme, foi atribuída uma nota, de acordo com a média formulada a partir da pesquisa inicial e do peso que cada obra contém na história do cinema mundial. (http://melhoresfilmes.com.br/generos/drama)

Ranking / Filme / Diretor

1º – Cidadão Kane  (Orson Welles)
2º – A Regra do Jogo  (Jean Renoir)
3º – Um Corpo Que Cai  (Alfred Hitchcock)
4º – 8 ½  (Federico Fellini)
5º – O Poderoso Chefão 2  (Francis Ford Coppola)
6º – O Encouraçado Potekim  (Sergei Eisenstein)
7º – O Poderoso Chefão  (Francis Ford Coppola)
8º – Era Uma Vez em Tóquio  (Yasujiro Ozu)
9º – Os Sete Samurais  (Akira Kurosawa)
10º – Rastros de Ódio  (John Ford)
11º – A Aventura  (Michelangelo Antonioni)
12º – Ladrões de Bicicletas  (Vittorio De Sica)
13º – A Paixão de Joana D’Arc  (Carl Theodor Dreyer)
14º – Lawrence da Arábia  (David Lean)
15º – Touro Indomável  (Martin Scorsese)
16º – Acossado  (Jean-Luc Godard)
17º – A Doce Vida  (Federico Fellini)
18º – O Atalante  (Jean Vigo)
19º – Aurora  (F.W. Murnau)
20º – Rashomon  (Akira Kurosawa)
21º – Casablanca  (Michael Curtiz)
22º – Crepúsculo dos Deuses  (Billy Wilder)
23º – Jules e Jim – Uma Mulher para Dois  (François Truffaut)
24º – Fanny & Alexander  (Ingmar Bergman)
25º – Taxi Driver  (Martin Scorsese)
26º – Contos da Lua Vaga  (Kenji Mizoguchi)
27º – Pacto de Sangue  (Billy Wilder)
28º – Sindicato de Ladrões  (Elia Kazan)
29º – A Canção da Estrada  (Satyajit Ray)
30º – Chinatown  (Roman Polanski)
31º – Morangos Silvestres  (Ingmar Bergman)
32º – A Grande Ilusão  (Jean Renoir)
33º – O Boulevard do Crime  (Marcel Carné)
34º – Ivan, o Terrível – Parte I  (Sergei Eisenstein)
35º – Apocalypse Now  (Francis Ford Coppola)
36º – Ouro e Maldição  (Erich von Stroheim)
37º – A Grande Testemunha  (Robert Bresson)
38º – O Sétimo Selo  (Ingmar Bergman)
39º – O Tesouro de Sierra Madre  (John Huston)
40º -Soberba  (Orson Welles)
41º – O Desprezo  (Jean-Luc Godard)
42º – Metrópolis  (Fritz Lang)
43º – A Lista de Schindler  (Steven Spielberg)
44º – A Palavra  (Carl Theodor Dreyer)
45º – Os Incompreendidos  (François Truffaut)
46º – Se Meu Apartamento Falasse  (Billy Wilder)
47º – Um Estranho no Ninho  (Milos Forman)
48º – O Conformista  (Bernardo Bertolucci)
49º – Tempos Modernos  (Charles Chaplin)
50º – Amarcord  (Federico Fellini)
51º – A Malvada  (Joseph L. Mankiewicz)
52º – A Estrada da Vida  (Federico Fellini)
53º – Andrei Rublev  (Andrei Tarkovsky)
54º – A Ponte do Rio Kwai  (David Lean)
55º – Os Bons Companheiros  (Martin Scorsese)
56º – A Felicidade Não Se Compra  (Frank Capra)
57º – Persona  (Ingmar Bergman)
58º – Tempo de Violência  (Quentin Tarantino)
59º – O Intendente Sansho  (Kenji Mizoguchi)
60º – Viridiana  (Luis Buñuel)
61º – O Leopardo  (Luchino Visconti)
62º – Amadeus  (Milos Forman)
63º – A Batalha de Argel  (Gillo Pontecorvo)
64º – Ran  (Akira Kurosawa)
65º – Blade Runner, o Caçador de Andróides  (Ridley Scott)
66º – Desencanto  (David Lean)
67º – Embriaguez do Sucesso  (Alexander Mackendrick)
68º – O Espelho  (Andrei Tarkovsky)
69º – Napoleão  (Abel Gance)
70º – Onde Começa o Inferno  (Howard Hawks)
71º – Laranja Mecânica  (Stanley Kubrick)
72º – E o Vento Levou  (Victor Fleming)
73º – Uma Aventura na África  (John Huston)
74º – ET – O Extraterrestre  (Steven Spielberg)
75º – As Oito Vítimas  (Robert Hamer)
76º – Rocco e Seus Irmãos  (Luchino Visconti)
77º – Coronel Blimp – Vida e Morte  (Michael Powell)
78º – O Mensageiro do Diabo  (Charles Laughton)
79º – Vinhas da Ira  (John Ford)
80º – Crisântemos Tardios  (Kenji Mizoguchi)
81º – No Tempo das Diligências  (John Ford)
82º – A Idade do Ouro  (Luis Buñuel)
83º – Fale com Ela  (Pedro Almodóvar)
84º – Nashville  (Robert Altman)
85º – Sem Novidades no Front  (Lewis Milestone)
86º – M*A*S*H  (Robert Altman)
87º – A Bela e a Fera  (Jean Cocteau)
88º – Uma Rua Chamada Pecado  (Elia Kazan)
89º – Fargo – Uma Comédia de Erros  (Joel Coen)
90º – Amor, Sublime Amor  (Robert Wise)
91º – Manhattan  (Woody Allen)
92º – Viver  (Akira Kurosawa)
93º – Consciências Mortas  (William A. Wellman)
94º – Ano Passado em Marienbad  (Alain Resnais)
95º – Roma, Cidade Aberta  (Roberto Rossellini)
96º – Os Esquecidos  (Luis Buñuel)
97º – Era uma Vez na América  (Sergio Leone)
98º – A Noviça Rebelde  (Robert Wise)
99º – O Sol É para Todos  (Robert Mulligan)
100º – Asas do Desejo  (Wim Wenders)
Vejam também RANKING – MAIS 100 BONS FILMES / DRAMA

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A ERA DO RÁDIO E SUAS RAINHAS

Autoria de Lu Dias Carvalho

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O rádio foi e continuará sendo a eterna caixinha mágica presente em todos os lares brasileiros e, muitas vezes, o único veículo de comunicação em muitas regiões do país. Embora a televisão e a internet tenham tomado grande espaço, o rádio continua presente na vida de muitas pessoas, quer para ouvir um jogo de futebol, quer para ouvir música ou notícias.

Os brasileiros tiveram a sua primeira transmissão radiofônica em 07/09/1922. Epitácio Pessoa, presidente na época, fez um pronunciamento e a ópera O Guarani (Carlos Gomes) foi transmitida diretamente do Teatro Municipal. Consta nos anais da história que muitas pessoas ficaram hipnotizadas pela caixa mágica.

A década de 30 marcou o apogeu do rádio, como veículo de comunicação de massa, refletindo as mudanças pelas quais o nosso país passava. Em 1939, época da Segunda Guerra Mundial, o rádio tornou-se importantíssimo, trazendo as notícias da guerra. Edgard Roquete Pinto, importante antropólogo brasileiro, foi considerado “o pai do rádio” no nosso país.

O ápice do rádio no Brasil aconteceu a partir dos anos 40, quando o país assistiu ao surgimento de ídolos e novelas, e passou a editar revistas que expunham o meio artístico. Dessa época, podemos citar nomes como o de Mário Lago, Cauby Peixoto, Emilinha Borba, Paulo Gracindo, Janete Claire e muitos outros que eram retratados na Revista do Rádio, de Anselmo Domingos.

De norte a sul do Brasil, as rádios começaram a influenciar o modo de vida das pessoas, lançando ao estrelato grandes nomes da música, como Francisco Alves, Vicente Celestino, Dalva de Oliveira, Emilinha Borba, Silvio Caldas, Dóris Monteiro, etc. O pós-guerra foi marcado pelos concursos de “rainha” e “rei” do rádio, destacando-se nesse período a cantora Dircinha Batista, que ganhou o título a partir de 1948, mantendo-o por 11 anos. Esses concursos cativaram ouvintes, que formaram fãs-clubes para as eleições anuais de seus ídolos.

Embora por várias décadas tenha tido papel de destaque na sociedade brasileira, em fins da década de 1950, com a concorrência da televisão, o rádio começou a perder prestígio, uma vez que a televisão reunia som e imagem. Mesmo assim, continua em ação.

Revista do Rádio

Dentre as publicações da época, a mais famosa foi a Revista do Rádio. Era uma revista de “fofocas”, cujo carro-chefe era a seção denominada Mexericos da Candinha. Nela, uma personagem criada pela redação da revista, colocava notas sobre a vida pessoal dos artistas.

Dentre os artistas da Era do Rádio, Dalva de Oliveira foi considerada como uma das maiores cantoras brasileiras. Com sua voz aguda e estilo marcante, ela teve uma carreira de muito sucesso. Travou uma luta árdua com a imprensa, que a marcava sem dó ou piedade, em relação a sua vida pessoal (casamentos, separação, família…).

Ao morar na Argentina por um longo tempo, Dalva teve a sua carreira estacionada, gravando poucos discos, no período. Ela era muito carismática, talvez uma das artistas mais amadas na história do país, sendo imitada por muitas cantoras no início de suas carreiras. Por onde passava, as pessoas corriam para vê-la. Foi uma das cantoras mais bem pagas do Brasil, deixando gravados muitos sucessos.

 Fontes de pesquisa:
http://www.radioclaret.com.br/port/frame.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Era_do_R%C3%A1dio

Nota: As rainhas do rádio: Dalva, Linda, Dircinha, Emilinha e Marlene
Imagem copiada de valdoresende.com

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Michelangelo – HIST. DO GÊNESIS/ CAPELA SISTINA (I)

Autoria de Lu Dias Carvalho

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                                                   (Clique nas imagens para visualizá-las)

Começamos o estudo dos afrescos do teto da Capela Sistina pela parte relativa ao Gênesis, que se divide em três grupos, num total de nove histórias, representando a origem do universo, do homem e do mal. No esquema acima, o leitor poderá acompanhar a localização dos afrescos, que correspondem à cor azul-piscina, relativa aos números 9, 13, 17, 21, 25, 29, 33, 37 e 41.

9 – A embriaguez de Noé
13 – O dilúvio
17 – O sacrifício de Noé
21 – O pecado Original
25 – A criação de Eva
29 – A criação de Adão
33 – A separaçã das águas e da terra
37 – A criação do Sol, d Lua e Estrelas
41 – A separação da luz e das trevas

Histórias do Gênesis:

Primeiro grupo
Composto pelos painéis:

  • A separação da Luz e das Trevas (localização 41)
    O Criador encontra-se no primeiro dia da criação, em meio ao caos, envolto por um vórtice de nuvens, com o manto enrolado no corpo, separando luz e trevas, que simbolizam o bem e o mal, com seus próprios braços. Seu rosto não é perceptível.
  • A Criação do Sol, da Lua e Estrelas
    Deus aparece de frente, ao ordenar o curso das estrelas, com a mão esquerda apontando para a Lua e com a direita apontando para o Sol. Tem o rosto sério e seu gesto é majestoso. De costas, faz uma rotação em torno do Sol, que está centralizado na composição, criando árvores frutíferas e outras plantas na terra. Esta cena refere-se ao quarto dia da Criação. (Localização 37)
  • A Separação das Águas e da Terra
    O Criador está envolto em seu manto, sobrevoando as águas, que empurra com as mãos abertas, abrindo espaço na terra, para suas novas criações. Os nus que ladeiam a cena da Separação das Águas opõem-se nos movimentos: dois estão imóveis e dois em movimento dinâmico. (Localização 33)

Fontes de pesquisa:
Renascimento/ Taschen
Gênios da Arte/ Girassol
Tudo sobre Arte/ Sextante
Arte em Detalhes/ Publifolha
Grandes Pinturas/ Publifolha
Grandes Mestres/ Abril Cultural
Os Pintores mais Influentes/ Girassol
Góticos e Renascentistas/ Abril Cultural
Grandes Mestres da Pintura/ Coleção Folha
1000 Obras da Pintura Europeia/ Könemann

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RESFRIADOS, GRIPES E COMPLICAÇÕES

Autoria do Dr. Telmo Diniz

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Em geral, os meses mais frios são aqueles onde há maior circulação de vírus, e as pessoas ficam mais tempo em contato umas com as outras em ambientes mais fechados. E, por isso, estas doenças são mais prevalentes agora no inverno. As gripes e os resfriados são causados por vírus. Os resfriados pelos chamados rinovírus e a gripe pelo vírus da influenza.

Os resfriados são muito contagiosos e a transmissão ocorre pelo ar, veiculados por tosses e espirros ou, então, de mão-a-mão. Costumam ser uma infecção branda, que dura de cinco a sete dias, onde os sintomas são:

  • coriza nasal
  • espirros
  • tosse seca (não tem catarro)

Esta tosse seca pode persistir por semanas após o término dos sintomas. A complicação para quadros bacterianos, como a pneumonia, é rara. Ocorrem mais comumente em pessoas mais debilitadas, como os idosos. Por isso, sintomas como febre e produção de muco devem alertar para procurar auxílio médico.

Já as gripes têm um quadro clínico mais exuberante, que inclui:

  • febre
  • dores pelo corpo
  • dor de cabeça
  • mal estar geral
  • dor de garganta
  • tosse seca

A transmissão do vírus ocorre do mesmo modo dos resfriados. Os sintomas duram mais tempo, cerca de duas semanas, bem como a complicação por pneumonia, sinusites, quadros asmatiformes e outros bem mais corriqueiros.

Além das gripes sazonais (típicas da estação mais fria), estamos também cercados pelo vírus da influenza H1N1, que tem os mesmos sintomas de uma gripe, porém, mas intensos, tendo levado algumas pessoas à morte. Para que tenham uma noção de grau de severidade, então, coloco em escala crescente de preocupação:

  1. resfriados
  2. gripe sazonal
  3. gripe A (erroneamente chamada de “gripe suína”)
  4. complicações por infecções bacterianas

A vacinação contra a gripe ocorre uma vez ao ano e está reservada a uma parcela da população, como gestantes, idosos e crianças com menos de 5 anos de idade.

Tem jeito de prevenirmo-nos contra os resfriados e gripes? A resposta é: sim. Tomando algumas medidas simples como:

  • Lavar as mãos – sua melhor proteção contra o vírus é lavar as mãos, com frequência, com água e sabão.
  • Álcool em gel – se nem sempre você puder lavar as mãos, é recomendável o uso frequente de álcool em gel.
  • Usar suas próprias coisas – não utilizar telefone, teclado, caneta ou copo de uma pessoa resfriada.
  • Manter o sistema imunológico fortalecido – uma alimentação rica em nutrientes antioxidantes, encontrados nas verduras, leguminosas e frutas, é de importância crucial para manter os vírus à distância.
  • Evitar multidões e aglomerados – o contato próximo durante os meses mais frios aumenta, e muito, as chances de contágios.
  • Utilizar toalha de papel para limpeza das secreções, cobrir a boca e o nariz quando for tossir e ou espirrar.
  • O uso de vitamina C e zinco não previne e, sim, parece reduzir o tempo de alguns dos sintomas. Comprovação científica mesmo é o fato de as pessoas que têm baixas taxas de vitamina D estarem mais predispostas a essas doenças.

Se não teve jeito e você foi “pego” pelo vírus, repouso e uma boa hidratação são as principais recomendações. Mas a velha e boa canja de galinha será muito bem vinda.

(*) Imagem copiada de dremerson.site.med.br

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