RANKING DOS 100 MELHORES FILMES / TERROR

Autoria de Moacyr Praxedes

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Vários amantes do Cinema escolheram os melhores filmes de todos os tempos do gênero Terror, dando-lhes uma nota de 1 a 10. E assim surgiu o Ranking dos Melhores Filmes de Terror de Todos os Tempos, conforme explica o blog Melhores Filmes:

Para chegar a esta lista de filmes, foi realizada uma pesquisa minuciosa com livros de cinema, em sites e revistas internacionais especializadas, e levou-se em consideração também a premiação em festivais e críticas em importantes veículos mundiais. A cada filme, foi atribuída uma nota, de acordo com a média formulada a partir da pesquisa inicial e do peso que cada obra contém na história do cinema mundial. (http://melhoresfilmes.com.br/generos/terror)

Ranking / Filme / Diretor

1º – Psicose  (Alfred Hitchcock)
2º – Nosferatu  (F.W. Murnau)
3º – O Bebê de Rosemary  (Roman Polanski)
4º – O Iluminado  (Stanley Kubrick)
5º – Vampiros de Almas  (Don Siegel)
6º – Frankenstein  (James Whale)
7º – Alien – O Oitavo Passageiro  (Ridley Scott)
8º – O Exorcista  (William Friedkin)
9º – Na Solidão da Noite  (Alberto Cavalcanti)
10º – Inverno de Sangue em Veneza  (Nicolas Roeg)
11º – Aliens – O Resgate  (James Cameron)
12º – Tubarão  (Steven Spielberg)
13º – Os Pássaros  (Alfred Hitchcock)
14º – Eu Acuso!  (Abel Gance)
15º – O Gabinete do Doutor Caligari  (Robert Wiene)
16º – O Que Terá Acontecido a Baby Jane?  (Robert Aldrich)
17º – A Noite dos Mortos-Vivos  (George A. Romero)
18º – Criaturas  (Tod Browning)
19º – O Vampiro  (Carl Theodor Dreyer)
20º – Os Inocentes  (Jack Clayton)
21º – A Marca da Pantera  (Jacques Tourneur)
22º – A Noiva de Frankenstein  (James Whale)
23º – A Tortura do Medo  (Michael Powell)
24º – O Homem Invisível  (James Whale)
25º – O Fantasma da Ópera  (Rupert Julian)
26º – Drácula  (Tod Browning)
27º – Fausto  (F.W. Murnau)
28º – O Homem Que Ri  (Paul Leni)
29º – O Incrível Homem Que Encolheu  (Jack Arnold)
30º – A Queda da Casa Usher  (Jean Epstein)
31º – Desafio do Além  (Robert Wise)
32º – David Cronenberg)
33º – Tobe Hooper)
34º – Onibaba – A Mulher Demônio  (Kaneto Shindô)
35º – Ring: O Chamado  (Hideo Nakata)
36º – A Morta-Viva  (Jacques Tourneur)
37º – O Enigma de Outro Mundo  (John Carpenter)
38º – Olhos Sem Rosto  (Georges Franju)
39º – O Cozinheiro, o Ladrão, Sua Mulher e o Amante  (Peter Greenaway)
40º – O Massacre da Serra Elétrica  (Tobe Hooper)
41º – O Silêncio do Lago  (George Sluizer)
42º – Kwaidan – As Quatro Faces do Medo  (Masaki Kobayashi)
43º – John Carpenter)
44º – O Despertar dos Mortos  (George A. Romero)
45º – A Aldeia dos Amaldiçoados  (Wolf Rilla)
46º – O Inquilino  (Roman Polanski)
47º – O Lobisomem  (George Waggner)
48º – Morte ao Vivo  (Alejandro Amenábar)
49º – O Retrato de Dorian Gray  (Albert Lewin)
50º – Carrie, a Estranha  (Brian De Palma)
51º – Louca Obsessão  (Rob Reiner)
52º – A Hora do Lobo  (Ingmar Bergman)
53º – Guerra dos Mundos  (Byron Haskin)
54º – Jurassic Park – Parque dos Dinossauros  (Steven Spielberg)
55º – Dr. Mabuse  (Fritz Lang)
56º – O Vampiro da Noite  (Terence Fisher)
57º – A Hora do Pesadelo  (Wes Craven)
58º – O Autômato  (Carl Boese)
59º – A Mão do Diabo  (Maurice Tourneur)
60º – A Múmia  (Karl Freund)
61º – Zaroff, o Caçador de Vidas  (Irving Pichel)
62º – O Homem de Palha  (Robin Hardy)
63º – Os Outros  (Alejandro Amenábar)
64º – A Profecia  (Richard Donner)
65º – A Mosca  (David Cronenberg)
66º – Barefoot Gen  (Mori Masaki)
67º – A Ilha do Dr. Moreau  (Erle C. Kenton)
68º – O Gato e o Canário  (Paul Leni)
69º – Todo Mundo Quase Morto  (Edgar Wright)
70º – O Colecionador  (William Wyler)
71º – Vestida para Matar  (Brian De Palma)
72º – O Solar das Almas Perdidas  (Lewis Allen)
73º – O Mundo em Perigo  (Gordon Douglas)
74º – Alice  (Jan Svankmajer)
75º – A Mosca da Cabeça Branca  (Kurt Neumann)
76º – A Noite do Demônio  (Jacques Tourneur)
77º – Alucinações do Passado  (Adrian Lyne)
78º – O Gato Preto  (Edgar G. Ulmer)
79º – O Dia da Besta  (Álex de la Iglesia)
80º – Drácula  (Francis Ford Coppola)
81º – O Gabinete das Figuras de Cera  (Paul Leni)
82º – Nosferatu – O Vampiro da Noite  (Werner Herzog)
83º – David Cronenberg)
84º – Com a Maldade na Alma  (Robert Aldrich)
85º – O Dia do Gafanhoto  (John Schlesinger)
86º – O Senhor das Moscas  (Peter Brook)
87º – O Túmulo  (Robert Wise)
88º – Uma Noite Alucinante 2  (Sam Raimi)
89º – Um Lobisomem Americano em Londres  (John Landis)
90º – Prelúdio para Matar  (Dario Argento)
91º – Vampire Hunter D  (Yoshiaki Kawajiri)
92º – A Dama de Espadas  (Thorold Dickinson)
93º – A Lenda do Cavaleiro Sem Cabeça  (Tim Burton)
94º – O Teste Decisivo  (Takashi Miike)
95º – Sepultura para a Eternidade  (Roy Ward Baker)
96º – O Filho de Frankenstein  (Rowland V. Lee)
97º – O Monstro do Ártico  (Christian Nyby)
98º – Marat/Sade  (Peter Brook)
99º – Invasores de Corpos  (Philip Kaufman)
100º – A Dança dos Vampiros  (Roman Polanski)
Vejam também
RANKING – MAIS 100 BONS FILMES / TERROR

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A Rev. Dos Bichos (12) – NENHUM ANIMAL ROUBAVA

Autoria de Lu Dias Carvalho

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Todos os trabalhadores têm consciência de que, quando o fruto do trabalho resulta em benefício para eles próprios, além de ser mais produtiva a faina também se torna mais prazerosa. E foi exatamente isso que aconteceu com os bichos, pois sabiam que os negligentes e aproveitadores humanos, não iriam lhes roubar o fruto da labuta. E, por isso, davam de si tudo que podiam em benefício da Granja dos Animais.

Como vimos anteriormente, após a expulsão covarde de Bola de Neve, o astuto Napoleão assumiu todo o comando, ficando senhor absoluto de todas as ordenanças, que fazia passar como se fossem “sugestões democráticas”. E foi assim que sugeriu aos bichos um trabalho voluntário, ou seja, cada um poderia aceitá-lo ou não, mas aquele que dele não participasse teria sua ração diminuída. Com tão benevolente proposta, ninguém ousou ficar de fora dos trabalhos feitos nas tardes de domingo.

A construção do moinho de vento estava cada vez mais trabalhosa, apresentado um sem número de dificuldades. Os animais não se ajustavam ao trabalho de quebrar pedras. As ferramentas não se adequavam ao físico deles. O único jeito seria aproveitar a gravidade. Como muito sacrifício, enormes pedras eram arrastadas até o cume da pedreira, e de lá eram jogadas para que se espatifassem ao cair. Coisa que nem sempre acontecia. O serviço era tão brutal, que até os porcos resolveram ajudar, deixando de lado a intelectualidade. Sansão, como sempre, trabalhava incansavelmente, como se fora três cavalos.

Mais um inverno fazia-se presente. Embora os animais não tivessem alimentos armazenados com fartura, tinham o suficiente para passarem aquela gélida estação, sem falar que, como nenhum animal roubava, nem mesmo houve necessidade de se colocar cercas e porteiras nas pastagens. A confiança era a base da vida na granja. Além disso, os animais sabiam que não seriam usurpados pelos esbanjadores humanos, que se nutriam do resultado do trabalho alheio. Para minha tristeza, constato que a crítica, feita pelos bichos ao Homem, continua firme nos dias de hoje, entre os próprios homens: o povo trabalha até não mais poder e vê os políticos usufruírem daquilo que conseguiu com muito suor, sem ao menos ser consultado. E pior, quase sempre em benefício próprio.

O verão chegou trazendo alguns problemas: a falta de óleo de parafina, pregos, corda, biscoitos para os cachorros e ferraduras para os cavalos. Não havia como fabricá-las na granja. Depois houve a falta de sementes, adubo artificial, maquinaria para o moinho de vento, etc. O que fará Napoleão, como chefe intelectual do grupo? Que rumos tomarão os animais diante de tal dilema? Como ficará a filosofia Animalista? E isso que veremos no próximo capítulo.

Fonte de pesquisa:
A Revolução dos Bichos/ George Orwell

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MÉDICOS: GENERALISTAS OU ESPECIALISTAS?

Autoria do Dr. Telmo Diniz

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Cadê o clínico?

Sabe aquele médico da família que atendia a todos os membros, desde as crianças até os mais velhos? Era realmente bom poder contar com uma pessoa que conhecia todos os membros da família e que, além de médico, era um amigo e confidente. Saudosismo meu, mas acho que esses tempos não voltam mais. Espero estar errado e gostaria que meus filhos tivessem o que eu pude vivenciar em tempos de criança.

A evolução da ciência médica leva nossos médicos recém-formados a já procurarem por uma especialização. Hoje, os alunos buscam uma especialização precoce e não podem ser condenados por isso. Eles sabem do aviltamento dos salários do médico que não é especialista. Sabem que a consulta médica é injustamente trocada, e mal remunerada, pela complexidade da alta tecnologia. Os professores que  deveriam iniciá-los na arte da clínica médica são cada vez mais raros.

Claro que necessitamos dos especialistas, pois com o crescimento do conhecimento e da ciência de forma tão rápida, não temos como acompanhar e estudar tudo como se fazia em um passado relativamente recente. Na minha época de faculdade, o pessoal brincava que o clínico geral é aquele que sabia tudo e não resolvia nada, enquanto o cirurgião era aquele que não sabia nada, mas resolvia tudo. Uma mera brincadeira de estudantes de medicina, claro. Era uma procura danada pelas especialidades cirúrgicas. Alguém vai ser clínico? Poucos eram os que se anunciavam. Isso não mudou agora.

A impressão que se tem é que os alunos de medicina imaginam que um clínico geral sabe pouco sobre muita coisa e, por isso, se sentem inseguros e optam pelas especialidades. É um paradoxo, pois as necessidades da população e do mercado de trabalho pedem médicos generalistas. O generalista é a porta de entrada para a pesquisa diagnóstica, tratamento e, quando necessário, fazer a triagem para o especialista.

Vejo que este problema passa, necessariamente, pelas escolas médicas. O padrão do ensino médico de atuação, onde o foco é a doença e não a prevenção, e a promoção da saúde devem ser revistos. O clínico, antes de tudo, antecipa problemas futuros de forma preventiva.

Percebo no dia a dia que o paciente que procura o médico não quer só falar da sua doença ou da queixa clínica que o levou ao consultório. Ele quer ser ouvido. Quer ouvir palavras de conforto e de estímulo. Ser tranquilizado e orientado em relação a sua saúde. Este é o papel não só do clínico, mas de todos os médicos. Quem sabe um dia nossos generalistas, ou quem sabe alguns deles, possam se tornar aqueles bons e velhos amigos da família.

(*) Imagem copiada de www.oestadoce.com.br

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A ARTE NATURALISTA DE MARIANNE NORTH

Autoria de Lu Dias Carvalho

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A arte de retratar a natureza, já conhecida desde o Renascimento, foi de suma importância para a ciência, pois reproduzia com precisão as estruturas dos organismos, num grau tal de perfeição, que nem mesmo a fotografia poderia oferecer. O século XIX foi, sem dúvida, o apogeu da pintura naturalista. E, como não poderia deixar de ser, o Brasil foi um cenário propício para os artistas envolvidos com esse tipo de arte. Artistas famosos, como o alemão Rugendas e francês Dubret, aqui aportaram, não conseguiram deixar um acervo tão rico sobre a natureza de nosso país como o de Marianne North.

Marianne North, após a morte de sua mãe, em 1855, passou a viajar com seu pai, então membro do parlamento inglês e, com a morte desse, optou por seguir o seu desejo inicial de pintar a flora e a fauna de países distantes. Assim, a pintora inglesa, solteirona convicta, depois dos seus 40 anos tornou-se uma artista itinerante, dando volta ao mundo por três vezes, retratando as maravilhas naturais que encontrava: paisagens, vegetação e animais.

Marianne começou suas viagens pelo Canadá, depois Estados Unidos e Jamaica. A seguir veio para o Brasil. Em uma excursão por Minas Gerais, nos idos de 1870, ouviu de um padre o desejo que ele nutria por criar um museu de história natural e dar aulas sobre o assunto. O apelo tocou-a, pois um país que tinha diante de si tamanha exuberância em relação ao número de plantas e animais, muitos deles ainda desconhecidos, não poderia ignorar a importância do tema, cabendo a tarefa a estudiosos estrangeiros.

Foi no nosso país que a artista inglesa sentiu o desabrochar de sua arte na representação da natureza tropical com desenhos meticulosos e de cores vibrantes, realizados em cabanas, no meio das florestas. Mas, infelizmente, seu trabalho permaneceu oculto por mais de um século, enclausurado numa galeria do jardim botânico de Kew, próximo a Londres, galeria essa construída sob a supervisão da artista.

As pinturas de Marianne sobre a natureza tropical brasileira foram feitas entre os anos de 1872 e 1873, num total de 112 obras que agora, depois de uma restauração geral, ganharam uma edição. No livro, já presente no mercado brasileiro, o historiador Júlio Bandeira apresenta as andanças da artista pelo Brasil e trechos de sua autobiografia que referem ao país: impressões sobre a fauna e a flora em suas passagens por Minas Gerais e pelo Rio de Janeiro, assim como os modos do povo. Margaret Mee foi outra artista inglesa que trabalhou na Amazônia, a partir de 1956.

O cânone da pintura naturalista rezava que a representação de plantas e de animais deveria ser estática, contudo, Marianne não se prendeu a essa regra, ao dar movimento ao que pintava, sendo seu trabalho elogiado pelo amigo naturalista Charles Darwin. Inclusive, foi por sugestão do amigo que ela partiu para a Oceania, em 1880 e, por um ano, retratou imagens da Austrália e da Nova Zelândia.

Marianne North também se destacava dos artistas naturalistas ao usar tinta a óleo em suas pinturas, ao invés de guache ou aquarela. A sua opção pela tinta, além de salientar as cores de seus trabalhos, ainda permitiu que sua obra tivesse um desgaste pelo tempo bem menor.

Um dos lados tristes da história dessa singular artista itinerante foi o fato de que a sua arte foi também foi responsável pela sua morte. Marianne morreu envenenada, aos 59 anos, em 1890, pela tinta a óleo.

Os diários da artista foram publicados após sua morte. Neles, ela fala sobre suas viagens através das “estradas lamacentas” do Brasil. Nem todos os seus escritos foram revelados, estando os originais ainda sob a guarda da família.

Pintura
ma das imagens que ilustram este texto traz beija-flores sugando o néctar de uma paineira-rosa. À época, ver um passarinho enfiando o bico numa flor era tido como “pura pornografia”. Coisa que Marianne não levou em conta.

Livro: A Viagem ao Brasil de Marianne North
Editora Sextante

Fontes de pesquisa:
Revista Veja/ 23-01-2013
Wikipedia

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RANKING DOS 100 MELHORES FILMES / POLICIAL

Autoria de Moacyr Praxedes

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Vários amantes do Cinema fizeram uma lista dos melhores filmes de todos os tempos do gênero Policial,  dando-lhes uma nota de 1 a 10. E assim surgiu o Ranking dos Melhores Filmes do gênero Policial de Todos os Tempos, conforme explica o blog Melhores Filmes:

Para chegar a esta lista de filmes, foi realizada uma pesquisa minuciosa com livros de cinema, em sites e revistas internacionais especializadas, e levou-se em consideração também a premiação em festivais e críticas em importantes veículos mundiais. A cada filme, foi atribuída uma nota, de acordo com a média formulada a partir da pesquisa inicial e do peso que cada obra contém na história do cinema mundial. (http://melhoresfilmes.com.br/generos/policial)

Ranking / Filme / Diretor

1º – O Poderoso Chefão 2  (Francis Ford Coppola)
2º – O Poderoso Chefão  (Francis Ford Coppola)
3º – Acossado  (Jean-Luc Godard)
4º – Rashomon  (Akira Kurosawa)
5º – Taxi Driver  (Martin Scorsese)
6º – Pacto de Sangue  (Billy Wilder)
7º – A Marca da Maldade  (Orson Welles)
8º – Sindicato de Ladrões  (Elia Kazan)
9º – Chinatown  (Roman Polanski)
10º – M, o Vampiro de Dusseldorf  (Fritz Lang)
11º – Os Bons Companheiros  (Martin Scorsese)
12º – Tempo de Violência  (Quentin Tarantino)
13º – Laranja Mecânica  (Stanley Kubrick)
14º – O Silêncio dos Inocentes  (Jonathan Demme)
15º – Fargo – Uma Comédia de Erros  (Joel Coen)
16º – Era uma Vez na América  (Sergio Leone)
17º – Doze Homens e uma Sentença  (Sidney Lumet)
18º – Fúria Sanguinária  (Raoul Walsh)
19º – Bonnie e Clyde – Uma Rajada de Balas  (Arthur Penn)
20º – A Conversação  (Francis Ford Coppola)
21º – Operação França  (William Friedkin)
22º – As Diabólicas  (Henri-Georges Clouzot)
23º – Trainspotting, Sem Limites  (Danny Boyle)
24º – Rififi  (Jules Dassin)
25º – O Segredo das Jóias  (John Huston)
26º – Obsessão  (Luchino Visconti)
27º – Cais das Sombras  (Marcel Carné)
28º – O Inimigo Público  (William A. Wellman)
29º – O Fugitivo  (Mervyn LeRoy)
30º – No Calor da Noite  (Norman Jewison)
31º – Yojimbo – O Guarda-Costas  (Akira Kurosawa)
32º – O Batedor de Carteiras  (Robert Bresson)
33º – Os Intocáveis  (Brian De Palma)
34º – Trágico Amanhecer  (Marcel Carné)
35º – Cria Cuervos  (Carlos Saura)
36º – O Demônio das Onze Horas  (Jean-Luc Godard)
37º – À Beira do Abismo  (Howard Hawks)
38º – Os Assassinos  (Robert Siodmak)
39º – O Mistério da Torre  (Charles Crichton)
40º – O Samurai  (Jean-Pierre Melville)
41º – O Dinheiro  (Robert Bresson)
42º – A Sangue Frio  (Richard Brooks)
43º – Clube da Luta  (David Fincher)
44º – Terra de Ninguém  (Terrence Malick)
45º – Paixões em Fúria  (John Huston)
46º – Cães de Aluguel  (Quentin Tarantino)
47º – Um Dia de Cão  (Sidney Lumet)
48º – O Condenado  (Carol Reed)
49º – O Destino Bate à Sua Porta  (Tay Garnett)
50º – Os Corruptos  (Fritz Lang)
51º – Bob, o Jogador  (Jean-Pierre Melville)
52º – Los Angeles – Cidade Proibida  (Curtis Hanson)
53º – O Demônio da Argélia  (Julien Duvivier)
54º – Golpe de Mestre  (George Roy Hill)
55º – O Crime do Sr. Lange  (Jean Renoir)
56º – Atlantic City  (Louis Malle)
57º – A Ceia dos Acusados  (W.S. Van Dyke)
58º – Veludo Azul  (David Lynch)
59º – Oliver Twist  (David Lean)
60º – Duro de Matar  (John McTiernan)
61º – Sem Destino  (Dennis Hopper)
62º – O Último Refúgio  (Raoul Walsh)
63º – Os Vampiros  (Louis Feuillade)
64º – Festim Diabólico  (Alfred Hitchcock)
65º – Amores de Apache  (Jacques Becker)
66º – O Enigma de Kaspar Hauser  (Werner Herzog)
67º – O Quinteto da Morte  (Alexander Mackendrick)
68º – Os Suspeitos  (Bryan Singer)
69º – Os Eternos Desconhecidos  (Mario Monicelli)
70º – Mortalmente Perigosa  (Joseph H. Lewis)
71º – Disque M para Matar  (Alfred Hitchcock)
72º – Vive-se Só uma Vez  (Fritz Lang)
73º – Perseguidor Implacável  (Don Siegel)
74º – O Testamento do Dr. Mabuse  (Fritz Lang)
75º – Anjos da Cara Suja  (Michael Curtiz)
76º – Rancor  (Edward Dmytryk)
77º – Oliver!  (Carol Reed)
78º – Corra Lola Corra  (Tom Tykwer)
79º – Os Donos da Rua  (John Singleton)
80º – O Corvo  (Henri-Georges Clouzot)
81º – Atire no Pianista  (François Truffaut)
82º – Crime em Paris  (Henri-Georges Clouzot)
83º – Caçada na Noite  (John Mackenzie)
84º – Ascensor para o Cadafalso  (Louis Malle)
85º – O Vingador Invisível  (René Clair)
86º – Curva do Destino  (Edgar G. Ulmer)
87º – Acorrentados  (Stanley Kramer)
88º – A Besta Deve Morrer  (Claude Chabrol)
89º – O Juiz e o Assassino  (Bertrand Tavernier)
90º – Lone Star – A Estrela Solitária  (John Sayles)
91º – Donnie Brasco  (Mike Newell)
92º – O Grande Golpe  (Stanley Kubrick)
93º – Círculo do Medo  (J. Lee Thompson)
94º – Batman – O Cavaleiro das Trevas  (Christopher Nolan)
95º – Um Peixe Chamado Wanda  (Charles Crichton)
96º – Farsa Diabólica  (Bryan Forbes)
97º – Serpico  (Sidney Lumet)
98º – O Bandido da Luz Vermelha  (Rogério Sganzerla)
99º – Amarga Esperança  (Nicholas Ray)
100º – Os Companheiros  (Mario Monicelli)
Vejam também RANKING – MAIS 100 BONS FILMES / POLICIAL

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O PAI DA HISTÓRIA DA ARTE

Autoria de Lu Dias Carvalho

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O italiano Giorgio Vasari (1511 – 1574) é de grande importância para a história da arte, sobretudo pela extensa coleção de biografias de artistas italianos legada à humanidade. Ainda bem jovem tornou-se aluno de Guglielmo da Marsiglia, um talentoso pintor de vitrais. Teve educação humanista e, ao conhecer Michelangelo, foi bastante influenciado por seu estilo.

As Vidas dos Mais Excelentes Pintores, Escultores e Arquitetos, também conhecida como As Vidas, é uma importante coletânea de materiais coletados por Vasari nas mais diversas fontes. Sua obra comporta três volumes e apresenta, em ordem cronológica, as biografias de inúmeros artistas italianos que vão desde a Idade Média ao século XVI. A primeira edição foi publicada em 1550 e começa com a biografia de Cimabue (1240 – 1302), artista muito influenciado pela arte bizantina. O termo Gótico foi, pela primeira vez, impresso em seu livro.

Ainda que investigações mais recentes tenham demonstrado que a obra de Giorgio Vasari concentra muitos erros e imprecisões, mostrando-se cheia de material inventado e insinuações literárias, a sua importância é grande no campo das artes, principalmente pelo fato de ser uma fonte inesgotável e única para os historiadores de arte contemporâneos e simples apreciadores das belas artes.

As Vidas, obra de Giorgio Vasari, traz informações valiosas que, se não fosse pelo trabalho do autor, estariam perdidas para sempre no tempo. Alguns fatos apresentados pelo autor em sua obra:

  • Cimabue foi o primeiro artista a pintar sobre madeira;
  • Masaccio era um homem modesto, amigável, pacífico e reflexivo. Para ele, roupas, comida e outros bens terrenos eram indiferentes;
  • Donatello recusou uma valiosa peça de roupa oferecida pelos Médici, sob o pretexto de que seus trapos eram mais confortáveis;
  • Fra Angelico nunca ergueu um pincel sem primeiro dizer uma prece. Não conseguia pintar a crucificação sem derramar lágrimas;
  • Pontormo era um solitário que virou as costas à sociedade e, segundo Vasari, foi essa a causa de suas obras não terem sido compreendidas pelos seus contemporâneos.

Giorgio Vasari é o primeiro na história da arte a fazer uma análise acadêmica dos estilos de diferentes mestres. Os seus critérios de avaliação são a iventione (invenção ou originalidade) e o disegno (desenho e linha). Para ele, tais elementos eram considerados como “mãe” e “pai” de toda arte. E, segundo ele, o seu conterrâneo Miguel Ângelo atingiu o grau máximo de perfeição e parecia ter sido enviado diretamente por Deus para Florença.

Além de ter sido um notável escritor na teoria da arte, Vasari foi também notável como pintor, projetista e arquiteto. Segundo seu entendimento do progresso histórico, a idade do ouro correspondia à Antiguidade; a Idade Média ao declínio; a arte do Renascimento à ressurreição, a partir do século XIV. Ele estudou a história da arte italiana desde a Antiguidade até os seus dias.

Nota: Autorretrato/1567 e a capa de “As Vidas dos Artistas” (“Vite”)

Fonte de pesquisa:
1000 obras primas da pintura europeia/ Könemann

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