GOOGLE – UM VISITANTE BEM-VINDO

Autoria de Lu Dias Carvalho

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O Google é onipresente, onisciente e sem fio. Pode perguntar qualquer coisa que ele responde. (Alan Cohen)

A presença do Google, em casa, significa que se pode ser pesquisador, editor e selecionador, construindo o próprio fornecimento pessoal de informação, conhecimento e entretenimento, sem precisar ir às bibliotecas. (Thomas L. Friedman)

Dentre as maravilhas do mundo moderno, que tanto conhecimento tem trazido aos tempos atuais, está o Google. Na sua sede em Mountain View, Califórnia, há um globo girando, emitindo raios luminosos, com base no número de pessoas que processam suas buscas, a cada momento. Como o esperado, as luzes piscam com mais intensidade na América do Norte, Europa, Coréia, Japão e litoral da China. No entanto, as luzes que indicam as bandas de cá, América do Sul, não têm dado vexame. O crescimento de acessos, principalmente no Brasil, tem sido significativo.

Segundo o colunista do New York Times, Thomas L. Friedman, em seu livro O MUNDO É PLANO, publicado em 2005, no qual me baseio para fazer este texto, os assuntos preferidos pelos usuários, segundo o Google, em 2001 foram: por ordem decrescente, os seguintes: sexo, Deus, empregos, luta livre e receitas de cozinha. Infelizmente não consegui os dados referentes à atualidade.

Não nos preocupamos com o futuro da raça humana, analisando apenas os assuntos buscados acima, pois não há uma palavra ou assunto isolado que não seja buscado no Google. As pessoas, em nenhuma outra fase da história da humanidade, tiveram tanto acesso por conta própria através de tal  teia de informações e possibilidade de contatos com as mais diferentes regiões do planeta, como acontece nos dias de hoje.

O melhor da história é que essas informações são amplamente democráticas, não acontecendo como vimos no livro de Umberto Eco, O NOME DA ROSA, que fala de uma época em que apenas uma minoria privilegiada tinha a chave da biblioteca do saber. Nos nossos dias, tanto pode ter acesso à mesma informação um professor de Harvard quanto um menino que se encontra no Vale do Jequitinhonha. Trata-se de uma biblioteca universal.

O Google tem como objetivo facilitar o acesso a qualquer tipo de conhecimento, em todo o mundo e em todos os idiomas. A língua deixou de ser a grande barreira que nos separava de culturas diferentes da nossa, através de programas de tradução. É fato que é preciso muita procura para se encontrar um bom artigo. Muitos sites estampam alguns assuntos apenas para levar o leitor a entrar em seus domínios e tomar conhecimento de suas propagandas. E uma coisa que o Google terá que resolver em longo prazo, para não perder a credibilidade, como aconteceu com outros sites de busca.

Em que, este infinito universo de informações que existe a nossa volta, tem contribuído, satisfatoriamente para melhorar a vida dos homens? Sem dúvida, o impacto social é surpreendente. As pessoas são mais bem informadas acerca de questões ligadas à saúde, ao trabalho, ao lazer, à cultura, à política, etc. Não existe mais aquele distanciamento que havia entre as cidades grandes e pequenas. As desvantagens da distância foram abolidas.

O Google entrou no mercado depois de outros buscadores, mas, acabou por ganhar a liderança, ao oferecer um motor de busca bem melhor, levando um número cada vez maior de pessoas a adotá-lo como ferramenta de busca, ficando sempre um passo à frente da concorrência (Yahoo, Amazom.com, Alta Vista, etc.). A busca pela informação vem se tornando cada vez mais prazerosa, ao dar autonomia à pessoa para buscar aquilo que lhe agrada.

Fonte de pesquisa: O MUNDO É PLANO/ Thomas L. Friedman

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DEPRESSÃO OU TRISTEZA?

Autoria de Lu Dias Carvalho

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Neste século XXI, a depressão está para a mente, assim como a obesidade está para o corpo. Ainda bem que a visão que se tem hoje sobre as doenças mentais vem libertando-as do baú dos preconceitos em que até então se encontravam. Antes, as informações eram escassas e, de modo geral, pertencentes apenas aos especializados em saúde mental. Hoje, qualquer pessoa sabe que a informação desejada está disponível, sem ter que quebrar a cabeça com as siglas apresentadas nos relatórios médicos, como se fossem uma receita de alquimia.

A democratização da informação relativa à saúde mental tem aberto janelas até então ocultas para os leigos, sendo as respostas extremamente rápidas, o que diminui o impacto da doença no paciente. As pessoas podem prevenir e tratar a doença mental, em alguns casos, apenas mudando seus hábitos: atividade física, vivência em grupo e os tratamentos não medicamentosos, quando se trata apenas de um estado depressivo passageiro. Mas é um profissional no assunto quem deve dar o veredito.

Muitas famílias carregam um extenso histórico de depressão. O que comprova que muita coisa ainda precisa ser feita na busca de respostas mais precisas e abrangentes. Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), cerca de 8% a 20% da população mundial passará, durante a vida, por algum episódio depressivo. O que representa um universo bem significativo, levando em conta os mais de sete bilhões de habitantes do planeta.

Confirmam especialistas que casos mais leves respondem bem à psicoterapia e a tratamentos homeopáticos e fitoterápicos. Tratamentos que podem, simultaneamente, estar associados ao método alopático. É necessário, porém, não confundir qualquer laivo de tristeza com depressão. Todos nós temos os nossos dias de mau humor, como se o mundo desmoronasse em derredor. De modo que nem sempre tristeza e depressão fazem parte do mesmo pacote. Confusão que vem banalizando o diagnóstico da doença. É fato, que a tristeza faz parte do rol dos sintomas depressivos. A diferença está em que ela tende a minorar com o tempo, enquanto o quadro depressivo apenas se agrava. Para a tristeza, o melhor tratamento é elaborar modos diferentes de sentir e viver a vida, jogando fora as mágoas e mudando comportamentos arraigados que nos engolem como plantas carnívoras.

Dicas de combate à depressão

  •  Alguns alimentos, consumidos diariamente, contribuem para a prevenção da depressão, pois são ricos em triptofano, aminoácido que leva à produção de serotonina, melhorando a qualidade do sono: leite, feijão, lentilha, soja e carnes. Aconselha-se tomar um copo de leite antes de deitar.
  • A cafeína presente no café, chá e chocolate melhora o desempenho cerebral, mas deve ser consumida sem excesso: duas xícaras de café ou chá e um tablete de chocolate por dia.
  • Recomenda-se a ingestão de ômega 3, encontrado nos peixes e, principalmente, no salmão. Ajuda a proteger o cérebro e o coração.
  • A pessoa deprimida precisa produzir laços. A musicoterapia, a yoga, a acupuntura, a atividade física a pintura, a produção de objetos com argila, etc., podem produzir efeitos benéficos. Também é através das palavras, que a pessoa encontra as razões de seu sofrimento, tendo possibilidades de trabalhar saídas para si.
  • A eficácia do extrato da erva-de-São-João, no combate à depressão, foi comprovado por experiências médicas, sendo superior a alguns medicamentos alopáticos. Seu extrato deve ser usado sob a orientação médica, pois há restrições em sua utilização, associada a outros antidepressivos, anticoagulantes e medicações para o emagrecimento.

Entendendo melhor a depressão

  • Sintomas psicológicos: tristeza, ansiedade, angústia, baixa autoestima, medo do futuro, desesperança, pessimismo, apresenta, também, dificuldade de atenção, concentração e memória.
  • Sintomas físicos: mal-estar, desânimo, cansaço, alterações do apetite, hipersonia,  assim como dificuldade para adormecer e manter o sono.
  • Níveis de depressão: leve, moderada e grave. A avaliação é feita de acordo com a intensidade dos sintomas e de quanto eles interferem na vida da pessoa.
  • Tratamento: não se fala em “cura” para a depressão, porque não é definida a sua causa. É um transtorno recorrente, mas pode ser controlado, de modo que a pessoa possa retomar as suas atividades profissionais e sociais.

 A Tristeza

É um tipo de estado de ânimo ou afetivo de conotação penosa e desagradável. Representa uma reação a diversas situações, como perdas e preocupações. Pode ser uma reação leve ou intensa e durar mais ou menos tempo, dependendo do valor afetivo da situação vivida, mas, geralmente, tende a regredir em algum tempo.

O tratamento medicamentoso deve ser mantido com a dose adequada (mesmo que os sintomas regridam em pouco tempo) por um tempo não inferior a 6 meses, para evitar recaídas. A sua retirada deve ser lentamente, sob a supervisão do psiquiatra e, se os sintomas retornarem, deve-se mantê-lo por mais algum tempo, até que a sua retirada não se associe mais com o retorno de sintomas.

Nota: Parábola da Melancolia – Domenico Fette

Fonte de pesquisa: Jornal Pampulha/ 29 a 4 de setembro de 2009
Médica: Sandra Cavalcante, presidente da Associação Mineira de Psiquiatria (AMP)

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COMO SURGIU O CASAMENTO

Autoria de Lu Dias Carvalho

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Chega a ser risível saber que o casamento, na forma como o conhecemos hoje, nasceu do desejo do macho de dispor de escravos baratos e de impedir que suas propriedades fossem parar nas mãos de outros filhos que a mulher pudesse ter com outros homens. Não foi o desejo físico ou o toque de pele que criou o casamento, mas sim motivos meramente econômicos. Trocando em miúdos, o casório surgiu para sustentar o poder ambicionado pelo brucutu, pois, além de o macho dispor de uma escrava reconhecida legalmente, ainda tinha a seu lado um monte de escravinhos que o ajudariam no acúmulo de mais riquezas. Mas até chegar aqui, a humanidade passou por um longo período de poligamia, em razão de diversos fatores:

1- O número de fêmeas sempre superava o de machos, em razão das constantes guerras e da ferocidade das caçadas. Portanto, nada melhor que viver o ecumenismo. Nada era de ninguém e tudo era de todos.

2- O celibato não era admissível entre os povos, pois enfraquecia a sociedade, de modo que uma mulher sem filhos era menosprezada. E, quantos mais filhos ela parisse, maior seria a sua aceitação social. Ela tinha que parir de qualquer maneira, pouco importando de quem fosse a semente plantada. O importante era que a sementinha vingasse, principalmente se se tratasse de um rebento masculino.

3- A chamada espécie humana gostava de variar em seus relacionamentos. O sentimento de posse era praticamente desconhecido, de modo que os experimentos eram constantes, tanto de uma parte quanto da outra.

7- Ser monogâmico era sinal de status baixo, coisa de pobre. Um homem solteiro era considerado meio homem. A virilidade era a maior das virtudes, coisa que ainda vemos em certas culturas.

8- Os touros humanóides, quanto mais vacas prenhes deixassem, mais importantes se tornavam, dentro da visão da sociedade da época. A prosperidade do sêmen e do poder machista caminhavam juntas.

9- Era comum o fato de os homens buscarem companheiras novas, uma vez que nas sociedades primitivas as mulheres envelheciam rapidamente, em razão do excesso de trabalho e da parição.

10 – As próprias mulheres estimulavam a poligamia, para que pudessem amamentar os filhos em paz, por um período maior, aumentando o período entre uma gravidez e outra, sem mexer no brio do macho. Não era moleza aguentar aqueles homens, que chegavam fétidos das caçadas e que em casa nada faziam, a não ser comer, arrotar, dormir, soltar puns e ter relações sexuais. Pobres mulheres de antigamente! O mais triste é saber que muitos países ainda continuam em priscas eras.

11- Quando o trabalho era excessivo, a primeira mulher ajudava o marido a encontrar outra, para dividir o fardo. Além do trabalho feito, a nova vítima ajudava a aumentar o número de filhos (futuros escravos), o que significava vida de rei para o brucutu.

O casamento não era em si, um documento para permitir o acasalamento dos envolvidos, mas apenas uma cooperação econômica que deveria dar lucro. Por isso, não havia busca pela beleza ou pelo toque de pele, mas sim por uma mulher troncuda que desse mais lucro do que despesa. Vemos isso ainda nos países em que vigora o dote.

Com o nascimento do desejo de posse, o macho passou a olhar a vida com outros olhos, de modo que a troca de acasalamento tornou-se perigosa, pois induzia à repartição. Fez-se necessário separar a principal da outra ou das outras, pois só aos filhos da primeira cabia a herança. E, quando o Cristianismo chegou, reforçou ainda mais a monogamia.

Hoje, na maioria das culturas não existe mais a poligamia. O que há é o adultério. Bastou apenas mudar a palavra, para torná-la aceitável à nossa época. Só que no adultério, os rebentos nascidos de tal brincadeira não geram mais escravos, mas um monte de boquinhas esganadas, para deixar a plumagem do pássaro garanhão desbotada. Em muitos casos, ele vai mesmo é para a gaiola, se não pagar a pensão alimentícia. Esta é a vingança da fêmea moderna!

Nota:  Artesanato do Vale do Jequitinhonha

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AS CORES NA DECORAÇÃO DE UM AMBIENTE

Autoria de Lu Dias Carvalho

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É fascinante a influência que as cores exercem em nossa vida, pois elas são um elemento indissociável do nosso cotidiano. Cada vez mais, as pessoas buscam conhecer a importância das cores, principalmente no ambiente em que vivem. Portanto, conheçam mais um pouquinho sobre a autoridade que exercem estas meninas, ao decorar seu cantinho.

A cor é percebida através da visão. Esta percepção é fundamental para a composição de um ambiente. A cor ou tom é resultante da existência da luz. Se não houvesse luz, não haveria as cores, à exceção do preto que significa a ausência de luz, enquanto o branco resulta de algo que reflete toda a luz. A cor-pigmento é a substância usada para imitar os fenômenos da cor-luz. As cores podem ser extraídas da natureza através de materiais de origem vegetal, animal ou mineral. De sua mistura, através de processos industriais, surge o pigmento.

Por influenciar o comportamento humano, as cores devem ser usadas com equilíbrio, tanto no revestimento das paredes quanto na decoração. Por isso, é necessário que a pessoa, ao decorar um ambiente, primeiro escolha seu ponto de partida, para fazer uso, com harmonia, de esquemas cromáticos (o conjunto de cores utilizado em um ambiente). Ela deve optar por partir de um dos dois pontos: arquitetura ou mobiliário.

Se a arquitetura é tomada como ponto inicial, primeiro são escolhidas as cores das paredes, para depois escolher os materiais usados na decoração (madeiras, tapetes, etc.). Se a escolha se dá a partir do mobiliário, as paredes deverão ser pintadas com cores neutras. De modo que os móveis e os demais objetos serão os responsáveis por dar um toque de personalidade ao ambiente, com tons quentes.

Na decoração de uma casa, as cores são importantes, pois expressam sensações que nos envolvem e fazem com que alteremos o nosso comportamento. Primeiro é preciso fazer distinção entre uma cor fria e uma cor quente. Pois cores frias e cores quentes devem ser bem dosadas de modo a equilibrar os estímulos.

A cor fria é aquela que ocupa, no espectro visível, a faixa que fica entre o verde e o violeta, além de toda a gama de cinzas. As cores frias são associadas à água, ao gelo, ao céu e às arvores. Transmitem uma sensação de frio e, ao contrário das quentes, acalmam e relaxam. São elas: o violeta, o azul e o verde.

A cor quente é a que ocupa, no espectro visível, a faixa compreendida entre o vermelho e o amarelo, além de toda a gama de marrons e ocres. As cores quentes são associadas ao sol e ao fogo. Transmitem uma sensação de calor, levando as pessoas a se sentirem mais alegres e com mais energia, pois são estimulantes. São elas: o amarelo, o laranja e o vermelho.

Algumas cores podem ser usadas em maior quantidade e outras não. De modo que é preciso conhecê-las, para aprender a usá-las com harmonia. Para compreender melhor o vasto leque de cores existentes, é preciso conhecer alguns tipos de cores fundamentais, que estão na base da existência de outras, tais como as cores primárias, as cores secundárias, as cores terciárias e as cores neutras, entre outras.

As cores primárias assim são chamadas por serem cores puras e independentes, que não podem ser decompostas: azul ticiano, vermelho magenta e amarelo primário. A mistura entre elas produz novas cores. A mistura das três cores primárias, ao mesmo tempo, resulta no preto.

As cores secundárias são as que se formam pela mistura de duas cores primárias em partes iguais: verde = azul + amarelo; laranja = amarelo + vermelho; violeta (ou púrpura) = azul + vermelho.

A cor terciária é aquela composta por uma cor primária e uma cor secundária. São ao todo seis cores: laranja = vermelho + amarelo; oliva = verde + amarelo; turquesa = verde + ciano; celeste = azul + ciano; violeta = azul + magenta; cor de rosa = vermelho + magenta.

As cores neutras são o branco, o preto e o cinzento. Assim são chamadas por sua origem. O branco é a soma de todas as cores. O preto é o oposto, significa a total ausência de cor, não derivando de cor alguma. O cinzento, ou os vários tons de cinzento, tem origem na mistura, em diferentes quantidades, do branco + o preto.

Obs.: Ao misturar uma das diversas cores com o branco, o resultado será sempre uma cor clara. O oposto acontece quando se mistura uma cor com o preto, pois o resultado será sempre uma cor escura.

 Abaixo algumas informações sobre as cores para uso em ambientes:

Amarelo – é a cor do estímulo e da criatividade, indicada para ambientes como escritórios e cantos de estudo. É uma cor bem-vinda, também, para bares e restaurantes, pois costuma despertar o apetite.

Azul – tem um efeito calmante. Seu excesso pode provocar sono. É uma cor indicada para pessoas muito agitadas e estressadas.

Branco – é uma cor que jamais compromete o ambiente.  Transmite uma grande percepção do espaço e passa uma sensação de limpeza e de claridade. Pode-se quebrar o excesso de branco com a disposição de móveis com tecidos coloridos, quadros ou outros objetos de decoração.

Laranja – seu uso deve ser moderado. Estimula os sentidos da criatividade e da comunicação. É uma cor muito usada em negócios voltados para área de alimentação.

Marfim – é uma variação do branco para o amarelo, assim como palha ou pastel. É um tom neutro, que pode ser utilizado em qualquer ambiente.

Marrom ou castanho transmite a ideia de terra e também lembra madeira, o que leva a decoração para um lado mais rústico.

Preto – é a cor que simboliza sobriedade e drama, assim como sofisticação e glamour. É muito usada na decoração, quando em contraste com o branco. Em geral, é usado em pequenos detalhes na casa. Seu uso excessivo deixa o ambiente pesado.

Rosa – acalma e representa o lado feminino do ser humano. No entanto, sua utilização em excesso é desgastante.

Verde – proporciona descanso e tranqüilidade, traz mais alegria e vida, ajudando a combater o stress. Para casas onde existem problemas de saúde, o verde é uma ótima opção.

Vermelho – evoca energia e sensualidade. No quarto de casal, ativa a sexualidade, enquanto na sala ou cozinha estimula o apetite e a fala. Não deve ser usado em excesso.

Violeta – traz tranquilidade, sossego e calma ao ambiente. Os melhores ambientes para sua utilização são os quartos de bebê e locais de descanso.

Sugestão: Conheça a tabela de cores no seguinte endereço:
http://shibolete.tripod.com/RGB.html

Fonte de pesquisa:
Wikipédia
http://www.magazineluiza.com.br/Linha_Setores/linha_setor.asp?linha=MO&Setor=TAPT
http://olhandoacor.web.simplesnet.pt

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SIMBOLOGIA DAS CORES

Autoria de Lu Dias Carvalho

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Quando o homem tomou consciência da importância das cores na psique humana, começou a usá-las como estímulos para atingir determinados objetivos. De modo que a cor, que durante muito tempo só teve finalidades estéticas, passou a ter também finalidades e funcionalidades práticas. Vejamos alguns exemplos de cores e suas simbologias:

Vermelho: é a cor da paixão e do sentimento. Simboliza o amor e o desejo, mas também simboliza o orgulho, a violência, a agressividade ou o poder, a força, a energia, a liderança, a masculinidade, o perigo, o fogo e a raiva.
Vermelho escuro: significa elegância, requinte e liderança.
Azul: é a cor do céu, do espírito e do pensamento. Simboliza a lealdade, a fidelidade, a personalidade e a sutileza. Simboliza também o ideal e o sonho.
Azul escuro: é considerada uma cor romântica, talvez porque lembre a cor do mar, no entanto, é uma cor que se associa a certa falta de coragem ou monotonia.
Azul claro: significa harmonia, confidência, conservadorismo, austeridade, monotonia, dependência, tecnologia, tranquilidade, compreensão, frescor, liberdade e saúde.
Ciano: significa tranquilidade, paz, sossego, limpeza e frescor.
Verde: significa vigor, juventude, frescor, esperança, calma, natureza, primavera, fertilidade, boa sorte e esperança.
Verde escuro: está associado ao masculino, simboliza tudo o que é viril.
Verde claro: significa contentamento e proteção.
Roxo: significa tristeza, riqueza, prosperidade, nobreza, respeito, concentração, otimismo, idealismo, riqueza (ouro) e dinheiro.
Magenta: significa luxúria, sofisticação, sensualidade, feminilidade e desejo.
Violeta: significa espiritualidade, intuição, criatividade, realeza, sabedoria, resplandecência e dor.
Amarela: transmite calor, luz e descontração. Simbolicamente está associada à prosperidade. É também uma cor energética e ativa que transmite otimismo.
Alaranjado: representa energia, criatividade, movimento, entusiasmo, equilíbrio, espontaneidade e ludismo.
Bege: transmite calma e passividade. Está associada à melancolia e ao clássico.
Cinza: pode simbolizar o medo ou a depressão, mas também transmite estabilidade, sucesso, qualidade, elegância, humildade, respeito, reverência e sutileza.
Branco: significa pureza, calma, inocência, reverência, paz, simplicidade, rendição, união. Também está associado ao frio e à limpeza.
Preto: está associado à ideia de morte, luto, terror ou azar, no entanto também se liga ao mistério e à fantasia, sendo hoje em dia uma cor com valor de certa sofisticação e luxo. Significa também dignidade, poder, modernidade, formalidade, medo e anonimato.
Marrom ou castanho: é a cor da Terra. Significa maturidade, consciência e responsabilidade. Está associada ao conforto, à estabilidade, à resistência e à simplicidade.
Prateado ou cor prata: associada ao moderno, às novas tecnologias e à inovação.
Dourado ou cor ouro: associada ao ouro e à riqueza, a algo majestoso.
Salmão: associada à felicidade e à harmonia.
Rosa: significa beleza, saúde, sensualidade e também romantismo.
Rosa claro: está associada ao feminino. Remete para algo carinhoso, terno, suave e ao mesmo tempo para certa fragilidade e delicadeza. Está ainda associada à compaixão.
Castanho: significa solidez, segurança, natureza, rusticidade, estabilidade e peso.

Nota:  Obra do russo Leonid Afremov

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HELY PAMPLONA – O FOTÓGRAFO DA AMAZÔNIA

Autoria de Lu Dias Carvalho

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O fotógrafo Hely Pamplona nasceu na Fazenda Perseverança, na Cachoeira do Arari, na Ilha de Marajó, estado do Pará, em meio à exuberância da Floresta Amazônica e do rio Amazonas. Não poderia haver melhor lugar no mundo para despertar a sua vocação de artista, capaz de captar, através de suas lentes, os movimentos mais sutis da vida em derredor.

Desde pequeno, Hely ajudava sua tia a revelar fotos, oportunidade em que descobriu sua vocação para a fotografia, que acabou se confundindo com a sua própria história de vida.  Ele nos conta que a sua primeira câmera foi uma kodac instamatic, 177-X, que lhe foi deixada por essa mesma tia que o inspirou.

Com sua kodac na mão, convivendo com uma diversidade de animais e plantas no mundo encantado da Ilha de Marajó, onde não apenas era possível ver e ouvir, como também tocar as mais diferentes formas de vida, Hely passou a clicar tudo que via. O menino pobre tinha que dividir a responsabilidade de ajudar a família, pescando. Mas logo que se via livre da obrigação, o moleque corria para a sua velha máquina fotográfica e passava a clicar índios, caboclos, águas, animais e plantas.

Hely Pamplona foi para a cidade de Belém, capital de seu Estado, onde perambulava pelas ruas tentando vender suas fotos a revistas, a jornais e a turistas. Foram tempos muito difíceis para alguém muito jovem, criado no interior, carregando uma alma sensível, muitas ideias na cabeça e nenhum dinheiro no bolso. As necessidades diárias do jovem fotógrafo não esperavam a realização de seus sonhos. Mas ele não esmorecia, pois aprendera a remar contra a corrente desde criança. Não, não deixaria o barco de seus sonhos naufragar.

Hely é um artista ainda pouco conhecido neste país gigantesco de tantos talentos perdidos no anonimato. Possui incontáveis fotos que retratam o dia a dia do homem da floresta e dos rios, assim como de tudo que neles vive. Tem como projeto lançar um livro de fotografia, que é aguardado com muita ansiedade por seus fãs.

É com grande alegria que o Vírus da Arte & Cia recebe o fotógrafo Hely Pamplona em suas páginas, pois, o artista, gentilmente, aceitou o convite de mostrar parte de seu trabalho aqui. Obrigada, amigo!

(e-mail para contato com o artista: helypamplona@hotmail.com)

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