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Toulouse-Lautrec – DUAS MUHERES SE PENTEANDO

Autoria de LuDiasBH

Henri-Mari-Raimond de Toulouse-Lautrec (1864 – 1901) foi o primeiro filho do conde Alphonse de Toulouse-Lautrec e da condessa Adèle Tapié de Celeyran, primos em primeiro grau, família abastada e ilustre, nascido na cidade de Albi, no sudoeste francês. Henri cresceu num ambiente requintado. Desde pequeno gostava de desenhar, trazendo os primeiros indícios do que se tornaria no futuro. Quando tinha nove anos de idade, sua família mudou-se para Paris, onde foi matriculado numa das mais importantes instituições europeias.

Esta composição, intitulada Duas Mulheres se Penteando, também conhecia como Duas Mulheres de Camisola, é uma das obras do artista que fazem parte do acervo do MASP desde 1952. Toulouse-Lautrec era um excelente desenhista, capaz de retratar com traços rápidos as figuras que encontrava pelos teatros, bailes, bordéis, bares e circos, nesta obra ele usa cores sobrepostas, com manchas que têm por finalidade tornar mais vivo o desenho, como fez em outras pinturas. Provavelmente as mulheres estão se preparando para uma apresentação.

Ficha técnica
Ano: 1891
Técnica: óleo sobre cartão
Dimensões: 62 x 48 cm
Localização: Museu de Arte, São Paulo, Brasil

Fontes de pesquisa
Enciclopédia dos Museus/ Mirador

O NASCIMENTO DO HOMEM E A MORAL

Autoria do Prof. Hermógenes

Professor Hermógenes, um dos precursores da ioga no Brasil, escreveu mais de 30 livros sobre a saúde física e mental.  Neste texto retirado de seu livro “Yoga para Nervosos”*, ele nos ensina o que é a verdadeira “moral”.

No momento em que, no drama da criação, uma forma devida, ultrapassando o viver puramente instintivo, atingiu a capacidade de autodeterminação, nasceu o homem. O até então animal ganhou consciência e liberdade, mas em troca comprometeu-se com a lei universal, diante da qual passou a responder por seus atos. É ele em toda a natureza o único ser com capacidade de opção, o único a poder traçar seu destino e assim guiar-se ou para a luz ou para a treva, para o desastre ou para o êxito, para o sofrimento ou para a felicidade, para cima ou para baixo, para a neurose ou para a serenidade, para o medo ou para a segurança. O homem é, assim, o responsável por suas dores ou alegrias, grandezas ou indigências. Tudo isto quer dizer que é o único ser capacitado para a vida moral. Há quem diga o oposto.

Certas correntes de pensamento defendem para o homem inteira e irrestrita satisfação a seus impulsos, necessidades, tendências, desejos e interesses. Há quem defenda a tese da natureza amoral do ser humano. Tais escolas que reclamam a liberdade total, afirmam que só assim o ser humano será feliz e transcenderá seus próprios limites. Mas já se esvai o crédito que psicanalistas e materialistas mecanicistas puderam colher para suas absurdas conclusões acerca da inconveniência da chamada vida moral. Os movimentos mais avançados na ciência do homem ratificam o que sempre se acreditou, isto é, que o homem distanciado do bem adoece, fenece e perde-se em sofrimento.

A psicocibernética, encabeçada por Maxwel Maltz, como também a moderna neurofisiologia, através de uma de suas eminências, o Dr. Paul Chauchard, demonstram a responsabilidade e a liberdade do homem na construção do seu destino. A neurofisiologia demonstra-o com o estudo evolutivo do cérebro e do sistema nervoso, pois a responsabilidade e a liberdade surgiram desde que desenvolveu o cérebro superior, ou, como diria Chardin, desde quando “o de dentro” alcançou a consciência de si mesmo. A iguais conclusões sobre a responsabilidade do homem na construção de seu destino chegou a mais moderna escola de psicologia que vê a mente como primorosa e admirável máquina cibernética a executar com fidelidade e onipotência aquilo que moralmente o homem é ou pensa ser.

O amoralismo de obsoletas e falsas bases científicas, com tantos males já realizados e com tantas ameaças em potencial, deveria aperceber-se dessas mais recentes conclusões, verdadeiramente científicas. Poderia ser que, assim, seus iludidos sequazes reconhecessem os erros que seus dogmas os têm feito cometer. Não se pode deixar de reconhecer que a moral tradicional, errada em suas bases e conclusões, tem sido muito mais forte de desequilíbrios e infelicidades do que o oposto.

A moral frustradora, geradora de recalques e remorsos mórbidos, tem merecido muitas das acusações que lhe têm sido feitas. “A verdade, porém, é que a moral não é desequilibrante, mas, sim, a caricatura legalista dela, que consiste em opor a Moral a falsos instintos naturais que são apenas preconceitos sociais. Pelo contrário, atualmente a Moral aparece cada vez mais como uma higiene de ordem superior, necessária para nosso equilíbrio e garantia de um funcionamento cerebral normal, que permite assim a verdadeira liberdade e vontade” (Chauchard, Paul; O Domínio de Si).

Aquela moral desequilibrante, hipócrita, desnaturada e geradora de tantos males está superada. Paul Chauchard fala de uma Moral nova que “não é senão um retorno à verdadeira Moral, a Moral do Cristo e de S. Paulo, moral dos princípios tradicionais, mas realizada de maneira equilibrada e humanizante. E isto pela recusa em aceitar um “legalismo” desencarnado, repleto de proibições e autorizações, mas pela afirmação de condições positivas do desdobramento humano, fora até de qualquer consideração religiosa. É paradoxal que se caricaturize como otimismo irrealista, por ignorar a natureza, aqueles que, como Teilhard de Chardin, insistem nesta Moral Positiva”.

*O livro “Yoga para Nervosos” encontra-se em PDF no Google.

Nota: Geopolítico, Criança Observando o Nascimento do Novo Homem, obra de Dalí.

Eliseu Visconti – NU

Autoria de LuDiasBH

O professor e pintor brasileiro Eliseu d’Angelo Visconti (1866-1944) nasceu na Itália, mas aos sete anos de idade veio para o Brasil com sua irmã Marianella, ao encontro dos irmãos mais velhos que para aqui vieram anos antes. Os dois foram morar na propriedade do barão de Guararema, em Minas Gerais, ganhando a afeição da baronesa Francisca de Souza Monteiro de Barros que os conheceu na Itália, onde estivera em tratamento. A baronesa, apreciadora de arte e colecionadora de pinturas, encarregou-se dos estudos de Eliseu, por quem nutria grande carinho, sendo também sua grande incentivadora nas artes. O garoto foi para a cidade do Rio de Janeiro, onde iniciou seus estudos de música. Mas ao ver um de seus desenhos, a baronesa incentivou-o a estudar artes.

A composição intitulada Nu é obra do artista que usou em sua obra inúmeros nus. Encontra-se no acervo do MASP desde 1966. Uma jovem mulher encontra-se nua, recostada no espaldar de uma cadeira (ou cama), com o dorso inclinado para trás, olhando-se num pequeno espelho oval, enquanto traz a mão direita na cabeça.

Ficha técnica
Ano: 1895
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 165 x 89 cm
Localização: Museu de Arte, São Paulo, Brasil

Fontes de pesquisa
Enciclopédia dos Museus/ Mirador

A FISIOTERAPIA YÓGUICA

Autoria do Prof. Hermógenes

O Professor Hermógenes, um dos precursores da ioga no Brasil, escreveu mais de 30 livros sobre a saúde física e mental.  Neste texto retirado de seu livro “Yoga para Nervosos”*, ele nos fala sobre as maravilhas da fisioterapia yóguica.  

A fisioterapia yóguica é muito eficaz e, praticamente, isenta de riscos. Pode-se, com ela, ativar um fígado lerdo, reduzir a superprodução de uma glândula ou, ao contrário, estimular outra a trabalhar mais. Um centro nervoso prejudicado pela fadiga ou mal condicionado pode vir a ser corrigido. Os males decorrentes de escassa oxigenação podem ser curados. A anômala irrigação de um centro nervoso pode vir a ser normalizada. O nervosismo dos portadores de bico-de-papagaio é superado facilmente quando, através de exercícios, se livram das dores. O tratamento yóguico fisioterápico, por outro lado, é válido também por cooperar com as outras frentes de tratamento.

Os exercícios mentais, como a meditação, serão profundamente facilitados quando o praticante consiga o “silêncio do corpo” isto é, levá-lo a um estado de arogya (saúde tranquila e positiva), quando os desconfortos orgânicos já não forem obstáculos ao aprofundamento da consciência, rumo à zona de maior felicidade no Reino Interno de cada um. Quem desfruta de arogya consegue ser espontaneamente bom. Quer bem a todos e a tudo, sem se esforçar para isto. Ao contrário, o irascível sofredor do fígado, infeliz em suas mazelas, presa da inveja, com facilidade se irrita, pode ser mesquinho, vingativo, estourado, exatamente por causa de suas condições de indigência orgânica. O homem sadio irradia sua paz, sua saúde, sua confiança e seu amor. Pureza, contentamento, sinceridade, liberalidade, coragem, alegria são naturais naqueles que têm arogya. Quem é sadio tem uma filosofia muito diversa de quem vive fustigado de incômodos, de carências, de disfunções, de anomalias orgânicas.

Temos observado radicais mudanças no psiquismo, no comportamento moral e na orientação filosófica de alunos nossos que, através de práticas ensinadas nas aulas ou em meus livros, atingiram um estado de saúde que antes não conheciam. As técnicas fisioterápicas do Yoga agrupam-se sob os nomes:

  • âsanas: posturas corporais que beneficiam órgãos, sistemas orgânicos, articulações, glândulas, centros nervosos, vísceras, músculos, podendo, assim, corrigir disfunções;
  • pranayamas: exercícios energéticos, que corrigem defeitos metabólicos, através principalmente de controle respiratório;
  • bandhas: automassagens, que atingem até mesmo as regiões mais profundas do corpo;
  • kriyas: técnicas de purificação orgânica.

Em seu aspecto fisioterápico, o Yoga (ou a Ioga) é facilmente confundido com a ginástica vulgar. Mas quem se aprofunda na comparação conclui tratar-se de um sistema de características inconfundíveis. Âsana, literalmente, significa, postura, pose. As âsanas mexem com músculos, articulações, órgãos, que raramente se movimentam (no sentido conveniente à saúde). Algumas, pressionando um conjunto de vísceras, provocam massagens naturais; outras, flexionando o que comumente é rígido e reto, constituem verdadeiras fontes de prazer (tão gostosas como verdadeiros espreguiçamentos), constituem farmacopeia mecânica, assegurando saúde, flexibilidade e o frescor característico do corpo jovem.

Ao iniciar o aprendizado, o praticante não consegue naturalmente movimentação harmônica, devido à rigidez do corpo, mas, mesmo que seja superficial e grotesca a execução, traz ao organismo, danificado pelo sedentarismo, imediatos e surpreendentes benefícios: Numa âsana bem feita:

  • a mente deve estar concentrada no que o corpo faz;
  • a execução é lenta e isenta de esforços e forçamentos, o que vale dizer, é presidida pela máxima suavidade;
  • é mantida, mas sem constrangimento, sem desconforto, sem violentar a natureza;
  • as partes anatômicas, principalmente os músculos, não envolvidos no movimento e na pose, conservam-se em relax;
  • é agradável, como um bom espreguiçamento.

Uma sessão fisioterápica, também chamada de “HathaYoga” ou de “Gathasya Yoga”, é composta de uma sequência inteligente e cientificamente organizada de âsanas, pranayamas, bandhas e kriyas. O critério na organização de uma sessão deve levar em conta muitos fatores tais como: as necessidades e limitações do praticante; a posologia; as contraindicações; a sequência conveniente e, finalmente, uma série de considerações muito severas, a fim de que aquilo que é buscado não se transforme em veneno. Em obras especializadas, ensino várias séries que longa experiência e criteriosa observação me indicaram como as mais produtivas e isentas de riscos. Neste livro (Yoga para Nervosos), especializado no tratamento de pessoas nervosas, limito-me a sugerir as que visam a melhorar os ritmos, a harmonia e as energias do corpo.

*O livro “Yoga para Nervosos” encontra-se em PDF no Google.

Nota: imagem copiada de adunb.org.br

Modigliani – LÉOPOLD ZBOROWSKI

Autoria de LuDiasBH

O pintor italiano Amedeo Modigliani (1884 – 1920) era o mais novo dos quatro filhos de uma próspera família judia. Ainda na infância, ele foi vitimado pela tuberculose, enfermidade que o acompanhou ao longo de sua curta e conturbada existência de apenas 35 anos. Além da doença, o pintor também fazia uso de álcool e drogas, principalmente do haxixe, e tinha grande atração pelas mulheres. A cultura visual de Modigliani foi grandemente favorecida em sua adolescência, pelas viagens que fazia às cidades italianas, em companhia de sua mãe, na tentativa de encontrar cura para o tifo e a tuberculose que o maltratavam. Apesar da doença, tornou-se um homem charmoso e elegante, dono de uma atração magnética que encantava homens e mulheres. Durante a sua vida, Modigliani teve que conviver com o pouco caso da crítica e do mercado por sua pintura.

A composição acima, denominadas Léopold Zborowski, é obra do artista. Trata-se do retrato do polonês Léopold Zborowski, escritor e negociante de artes, e também grande amigo do artista. Esta obra faz parte do Acervo do MASP desde 1950.

Em toda a obra de Modigliani, assim como neste retrato, é possível captar um grande lirismo que nasce de três características principais da pintura do artista: a sinuosidade dos traços, embebidos na arte de Simone Martini, dentre outros mestres sienenses; a estruturação tonal do grande mestre francês Cézanne; e a influência das máscaras rituais africanas encontradas nos totens.

Ficha técnica
Ano: 1916 a 1919
Técnica: óleo sobre tela
Dimensões: 100 x 65 cm
Localização: Museu de Arte, São Paulo, Brasil

Fontes de pesquisa
Enciclopédia dos Museus/ Mirador

O ESPORTE E AS EMOÇÕES

Autoria do Prof. Hermógenes

O Professor Hermógenes, um dos precursores da ioga no Brasil, escreveu mais de 30 livros sobre a saúde física e mental.  Neste texto retirado de seu livro “Yoga para Nervosos”*, ele nos fala sobre a posição de jogador e a de torcedor:

Nos esportes prefira, se puder, o papel de jogador ao de torcedor. Pratique as formas que:

– empreguem racionalmente os músculos;
– estimulem a circulação; deem prazer;
– eduquem o espírito;
– treinem a coragem;
– não sejam interessantes somente pela índole competitiva;
– levem-no ao ar livre, à luz do sol, finalmente à utilização inteligente de suas energias; – contribuam para aliviar tensões e inibições; ensinem a controlar a agressividade com o respeito às regras convencionadas;
– não concorra para gerar ansiedade, ultrapassar-se a si mesmo;
– não lhe esgotem os nervos e descontrolem o coração e a respiração; não transformem você num bruto;
– não lhe acentuem o sentido de rivalidade;
– não o deprimam nas chamadas “derrotas”, nem lhe alimentem orgulho e a vaidade nas chamadas “vitórias”;
– não lhe absorvam tanto a ponto de desequilibrar o emprego do tempo que a família e a profissão esperam de você.

Agora vamos considerar o esporte como fonte de emoção para quem está de fora. O torcedor é aquele sujeito encarapitado na arquibancada ou pregado junto ao transmissor (rádio ou televisão) a acompanhar os lances de seu time ou de seu competidor preferido. Identifica-se inteiramente com um ou outro e goza ou sofre intensamente com o que se passa. Já alguém disse que a competição desportiva é uma guerra “de faz de conta”, envolvendo milhões de seres humanos, não somente os contendores na área de luta.

O torcedor é um combatente que, empenhado na conquista da vitória, deixa-se tomar de profunda ansiedade e, na perspectiva da derrota, cai presa de raiva, ansiedade ou medo. Ansiedade, prazer, medo e desgosto se sucedem no psiquismo e nas vísceras de quem, como torcedor, assiste a uma partida. Enquanto os contendores, travando o combate na cancha ou no ringue, expressam-se fisicamente e exercitam-se no plano muscular, o infeliz do torcedor age somente com os nervos e glândulas. Sua condição é deplorável: exercício físico – nenhum; desgaste nervoso – tremendo. Imagine o que resulta daí…

Em muitos casos, até a morte por um ataque das coronárias tem acontecido. Milhares de pessoas perdem a calma, o gosto pela vida e até o autocontrole, pois tem havido casos de assassinatos por torcedores em pleno “sofrimento” da derrota de seu quadro. É de supor que milhares de úlceras tenham origem nos “sofrimentos” dos torcedores esportivos. O futebol já desencadeou uma guerra internacional.

Há uma infinidade de razões para que se desenvolvam as competições esportivas. Elas são eminentemente humanas. Os homens primitivos competiam. Os gregos criaram as olimpíadas. As disputas internacionais, se bem que acentuem sentimentos nacionalistas às vezes desmedidos, estabelecem vínculos de convivência, unindo os homens de todas as nações.

As lutas futebolísticas no Brasil, por exemplo, preenchem relevante papel social. O homem pobre que passa a semana num trabalho monótono e mal remunerado, cheio de problemas e dificuldades várias, na partida de domingo esquece as mágoas e descarrega algumas preocupações. No entanto, as pessoas excitadas, os ansiosos, os chamados nervosos agitados, os muito sensíveis, aqueles portadores de síndromes psicossomáticas, os que já tiveram infartes do miocárdio, os de fígado sensível, devem evitar as emoções do torcedor. Devem ficar à margem das lides desportivas.

Aos candidatos às vivências mais profundas e compensadoras do Yoga, a emocionalização industrializada é nociva. O praticante de Yoga tem a seu alcance emoções de alta sublimidade, onde o gozo é sereno e confortante. Não resta dúvida que os tipos portadores de monoideísmo e introspecção patológicos, isto é, as pessoas centradas em si mesmas, autistas, doentiamente ensimesmadas, lucrariam se comparecessem a tais espetáculos e se integrassem na atmosfera competitiva, se saíssem de si mesmas e compartilhassem do entusiasmo dos outros. Tais tipos, no entanto, são raros e recalcitrantes.

A maioria dos que lotam as arquibancadas no dia de jogo e, ainda nos dias subsequentes, desgastam-se em discussões iracundas, improdutivas e ruidosas, é constituída de pessoas a quem esta excitação ainda mais desarranja os nervos e agrava a ansiedade. A esta maioria, em nome de sua tranquilidade e consequente libertação de fenômenos psicossomáticos, eu diria que evitassem se apaixonar na torcida esportiva e que a substituíssem por divertimentos menos dopantes.

*O livro “Yoga para Nervosos” encontra-se em PDF no Google.

Nota:

Nota: O Futebol, obra de José Ramón