MONA LISA  (Aula nº 47 B)

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Autoria de Lu Dias Carvalho

Já vimos em aulas passadas que Leonardo da Vinci é — ao lado de Michelangelo e Rafael Sanzio — um dos artistas mais brilhantes da arte florentina. Estudamos na aula passada seu afresco intitulado “A Última Ceia” e agora vemos outra de suas obras, possivelmente a mais notável delas e a mais conhecida em todo o mundo. Primeiramente é necessário acessar o link Da Vinci – MONA LISA e ler o texto com muita atenção, sempre voltando a esse quando se fizer necessário:

Obs.: Enriqueça a sua capacidade interpretativa das obras de arte acessando o link acima. Faz-se necessário ler o texto integralmente.

  1. Mona Lisa ou La Gioconda é uma das mais famosas obras de Leonardo da Vinci e o mais famoso retrato de toda a história da arte. A pintura foi iniciada pelo artista em Florença, passou pela segunda temporada do pintor em Milão e foi levada com ele, ainda inacabada para a ………………… onde permanece até os dias de hoje.

    1. Alemanha
    2. França
    3. Inglaterra
    4. Holanda

  2. Segundo alguns da arte, Da Vinci conseguiu o sorriso enigmático de Mona Lisa:

    1. Ao sombrear sutilmente os cantos dos olhos e da boca da mulher.
    2. Ao criar ondulações nos seus cabelos e na sua vestimenta.
    3. Ao fazer com que ela dirigisse seu olhar ao observador.
    4. Ao mostrá-la simples e totalmente desprovida de adornos.

  3. Leonardo da Vinci usou em sua pintura uma técnica denominada:

    1. afresco
    2. chiaroscuro
    3. sfumato
    4. têmpera

  4. Cerca de 400 anos após ser concluído (agosto/1911), o quadro foi roubado, o que motivou a prisão ou o interrogatório de várias pessoas, dentre elas a do poeta francês ………………. e a do pintor espanhol……………..

    1. Charles Baudelaire e Salvador Dalí
    2. Victor Hugo e Francisco de Goya
    3. Paul Verlaine e Diego Velázquez
    4. Guillaume Apollinaire e Pablo Picasso

  5. O sorriso enigmático da dama retratada deve-se à técnica de deixar os cantos da boca indefinidos para que:

    1. O espectador complete as formas com o seu olhar.
    2. Possibilite o olhar da dama vagar em várias direções.
    3. Ela expresse um sorriso ao mesmo tempo alegre e triste.
    4. A retratada mostre seus vigorosos sentimentos.

  6. A mulher não possui sobrancelhas e nem cílios, levando em conta o costume………… da época em que viveu o artista.

    1. romano
    2. florentino
    3. genovês
    4. bolonhês

  7. Em relação à paisagem que aparece em segundo plano podemos afirmar que:

    1. Possui os dois lados similares.
    2. O horizonte direito é menos alto.
    3. O horizonte esquerdo é mais alto.
    4. Possui os dois lados iguais.

  8. Com sua grande capacidade de observação, Leonardo da Vinci chegou à conclusão de que os contornos só serviam ao desenho, sob a alegação de que:

    1. Eles não existem na natureza.
    2. Eles estão presentes em tudo que existe.
    3. Eles servem para eliminar os detalhes.
    4. Eles são o ponto principal da pintura.

  9. Para eliminar os contornos da pintura, Da Vinci esfumaçava as cores, fazendo uma suave fusão entre elas, deixando ao observador a tarefa de delimitá-los com os próprios olhos. Tal técnica pode ser vista principalmente no rosto de Mona Lisa.

    A afirmação acima, de acordo com o estudo da obra é:

    1. infundada
    2. incorreta
    3. enganosa
    4. correta

  10. Mona Lisa, como o quadro mais famoso do mundo, adquiriu um estatuto de…………., sendo numerosas as suas reproduções e utilização na publicidade, nos objetos do dia a dia e como referência cultural.

    1. pintura intocável
    2. ícone cultural
    3. símbolo da arte
    4. joia rara da pintura

Gabarito
1.b / 2.a / 3.c / 4.d / 5.a / 6.b / 7.c / 8.a / 9.d / 10.b

Obs.: Conheça mais sobre a vida do artista acessando o link abaixo:
Mestres da Pintura – LEONARDO DA VINCI

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A ÚLTIMA CEIA (Aula nº 47 A)

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Autoria de Lu Dias Carvalho

     (Clique na ilustração para ampliá-la.)

Leonardo da Vinci é talvez um dos maiores nomes da arte em razão de sua polivalência nos mais diversos campos. Foi aprendiz de um renomado mestre — Andrea del Verrochio (1435-1488). Ali teve contato com o trabalho de fundição e outras ocupações metalúrgicas. Aprendeu a preparar quadros e estátuas, a estudar plantas e animais e recebeu fundamentos básicos sobre a óptica da perspectiva e o uso de cores. Leonardo foi mais do que talentoso — ele foi um gênio. Quanto mais se estuda suas anotações, menos é possível comprender como alguém pode se destacar em campos tão diversos e dar contribuições a quase todos eles. Nesta aula vamos estudar uma de suas obra e também uma das mais notáveis pinturas de todos os tempos. Primeiramente é necessário acessar o link Da Vinci – A ÚLTIMA CEIA e ler o texto com muita atenção, sempre voltando a esse quando se fizer necessário:

Obs.: Enriqueça a sua capacidade interpretativa das obras de arte acessando o link acima. Faz-se necessário ler o texto integralmente.

  1. Segundo os Evangelhos cristãos, Jesus Cristo reuniu-se com seus doze apóstolos antes de sua morte e ressurreição, para com eles cear. Seria a última refeição compartilhada pelo Mestre e seus discípulos. Vários artistas retrataram a cena, mas a que ora estudamos é obra de Leonardo da Vinci e recebeu o nome de:

    1. A Última Ceia
    2. Ceia do Senhor
    3. Ceia Mística
    4. Todas as respostas estão corretas.

  2. Esta obra está entre as pinturas mais famosas de todos os tempos e é tida como um dos maiores tesouros da humanidade.  A sua importância encontra-se:

    1. No tema muito comum à época em refeitórios.
    2. No retratar do último átimo de Cristo com os apóstolos.
    3. Na interpretação que Da Vinci dá ao tema.
    4. Na postura dos apóstolos à mesa.

  3. O mural cobre uma das paredes de uma sala que era usada como refeitório pelos monges do mosteiro de:

    1. Santa Maria delle Gratie (Itália)
    2. Sacra de San Michelle (Itália)
    3. Monte Saint Michelle (França)
    4. Abbey of Saint-Gilles (França)

  4. A obra não apresenta nada de caótico. Os doze discípulos parecem dividir-se naturalmente em grupos de três, sendo ligados………………

    1. pelo tipo de vestimenta
    2. por gestos e movimentos
    3. pelos braços de Jesus Cristo
    4. pelo silêncio de Judas Iscariotes

  5. O mestre Leonardo da Vinci põe em evidência em sua obra aquilo que ensinou na teoria: O pintor deve olhar com acuidade as posturas corporais com o objetivo de:

    1. Repassar verdade para o observador.
    2. Mostrar o papel de cada personagem.
    3. Melhor exprimir as paixões da alma.
    4. Apresentar beleza e sensibilidade.

  6. Nas décadas que se seguiram, após o término dessa obra magistral, ela passou a sofrer grandes danos. Deve-se uma parte de tais perdas às infiltrações de umidade na parede do refeitório do convento em que foi feita e a outra parte….

    1. à técnica usada pelo pintor na parede
    2. à falta de cuidados do mosteiro
    3. ao uso de produtos de limpeza inadequados
    4. ao ar exalado pelos turistas no local

  7. Diante de tantas reparações sofridas, somos levados a crer que pouco temos da obra original. As maiores modificações aconteceram com………………

    1. as vestimentas dos personagens
    2. a representação do teto da pintura
    3. os objetos postados sobre a mesa
    4. as cabeças de Cristo e apóstolos

  8. Ao pintar seu mural, Leonardo da Vinci fez um estudo rigoroso dos personagens retratados, de modo a extrair deles uma humanidade jamais vista. Chama a atenção, sobretudo:

    1. A colocação dos apóstolos em volta de Judas.
    2. A falta de diversidade de focos narrativos.
    3. A disposição dos apóstolos em grupos de três.
    4. A descentralização da figura de Cristo.

  9. A nova técnica de pintura, intitulada…………….., experimentada pelo artista, contribuiu para a degradação da obra que em pouco tempo começou a trincar e a se desprender da parede.

    1. afresco
    2. têmpera
    3. aquarela
    4. guache

  10. Um dos pontos mais criativos de Leonardo da Vinci foi, ao fazer sua pintura na parede do refeitório de um convento, procurar dar a impressão de que:

    1. Tratava-se de uma obra do período clássico.
    2. Existiam três janelas abertas ao fundo.
    3. O telhado era de madeira.
    4. Havia um prolongamento do ambiente.

Gabarito
1.d / 2.c / 3.a / 4.b / 5.c / 6.a / 7.d / 8.c / 9.a / 10.d

Obs.: Conheça mais sobre a vida do artista acessando o link abaixo:
Mestres da Pintura – LEONARDO DA VINCI

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TESTE – HISTÓRIA DA ARTE (MÓDULO V)

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(Clique na imagem para ampliá-la.)

  1. (Aula 40) As descobertas feitas pelos artistas da Itália e de Flandres (região hoje localizada na Bélgica) no início do século………. acabou por revolucionar a Europa.

    1. XV
    2. XVI
    3. XVII
    4. XVIII

  2. (Aula 40) São afirmativas corretas acerca dos artistas e artesãos da época, menos:

    1. Passaram a organizar-se em corporações que zelavam pelos direitos de seus membros, garantindo-lhes um mercado para seus produtos.
    2. Qualquer um podia fazer parte da chamada corporação de ofício, ainda que não fosse um mestre.
    3. Somente os mestres tinham o direito de montar sua própria oficina, empregar aprendizes e receber encomendas.
    4. Possuíam também as guildas que não tinham relevância econômica, mas apenas um caráter religioso, beneficente ou de lazer.

  3.  (Aula 41) A cidade de………………(Itália) foi a grande responsável pelo início da revolução na arte. Masaccio, Brunelleschi e Donatello deixaram um maravilhoso legado do qual fez uso a geração que se seguiu.

    1. Milão
    2. Veneza
    3. Florença
    4. Roma

  4. (Aula 41) Sobre o aprendiz de um mestre não é correto afirmar que:

    1. A família do interessado pleiteava a colocação do filho como aprendiz na casa de um dos mestres da cidade.
    2. Quanto mais rica fosse a família, mais renomado seria o mestre escolhido, passando o filho a morar com ele.
    3. Dentre as tarefas a serem executadas na oficina estavam: triturar o material para a obtenção das cores e ajudar na execução de painéis de madeira ou telas.
    4. À medida que o aprendiz ia sendo capaz de imitar o modo de pintar de seu mestre, passava a receber remuneração pelos serviços feitos.

  5. (Aula 41 A) A pintura intitulada………………….., obra do alemão Konrad Witz, tem sido descrita como a primeira paisagem topográfica na pintura do norte europeu.

    1. A Pesca Milagrosa
    2. O Encontro com os Apóstolos
    3. Os Apóstolos e os Peixes
    4. Cristo e o Milagre da Pesca

  6. (Aula 42) O pintor italiano……………… fez uso dos novos métodos criados por Masaccio, ao expor em suas obras as ideias tradicionais da arte cristã.

    1. Rafael Sanzio
    2. Leonardo da Vinci
    3. Michelangelo
    4. Fra Angelico

  7. (Aula 42) As descobertas feitas por…………….. (escultor) e por………….. (pintor) no campo das artes expandiram-se, chegando até outros pintores de cidades ao norte e ao sul de Florença, deixando os artistas ávidos por implementá-las.

    1. Paolo Uccello e Andrea Mantegna
    2. Donatello e Masaccio
    3. Fra Angelico e Leonardo da Vinci
    4. Rafael e Michelangelo

  8. (Aula 42 A) O arquiteto italiano……………… foi responsável por uma descoberta que viria a dominar toda a arte dos séculos seguintes — a perspectiva. O pintor………… criou uma das primeiras obras de acordo com essas regras matemáticas. O pintor……………… aplicou os métodos usados por Masaccio em suas obras.

    1. Leonardo da Vinci, Masaccio, Fra Angelico
    2. Filippo Brunelleschi, Uccello, Fra Angelico
    3. Filippo Brunelleschi, Masaccio, Fra Angelico
    4. Filippo Brunelleschi, Masaccio, Mantegna

  9. (Aula 42 A) A composição de Fra Angelico intitulada “A Anunciação” apresenta duas cenas. O que chama a atenção na segunda cena é o fato de os dois personagens (Adão e Eva) encontrarem-se…………..

    1. usando roupas
    2. totalmente nus
    3. num lugar triste
    4. muito pequeno

  10. (Aula 42 B) O pintor florentino…………….. era tão fascinado pela descoberta da perspectiva que passava dias e noites desenhando objetos em escorço (redução de uma figura segundo as regras de perspectiva).

    1. Mantegna
    2. Masaccio
    3. Fra Angelico
    4. Paolo Uccello

  11. (Aula 42 B) Na obra de Paolo Uccello conhecida como “A Batalha de San Romano”, há uma figura que nunca fora pintada assim antes. Tratava-se de uma inovação na história da arte à época. A figura em questão é:

    1. o comandante em seu cavalo branco
    2. o guerreiro tombado no chão
    3. o escudeiro com o capacete do mestre
    4. o guerreiro no cavalo preto à direita

  12. (Aula 42 C) A introdução das leis da perspectiva na pintura não funcionou igualmente para todos os artistas, a exemplo de……………….. que fez uso dos novos métodos, mas também trabalhando com o melhor dos dois mundos — o antigo e o presente, como em sua obra “O Cortejo dos Reis Magos”.

    1. Andrea Mantegna
    2. Paolo Uccello
    3. Benozzo Gozzoli
    4. Fra Angelico

  13. (Aula 42 D) A famosa obra de Andrea Mantegna intitulada………………, tornou-se famosa pela precisão anatômica das figuras, pela inclusão de detalhes importantes e pelo virtuosismo da perspectiva.

    1. Cristo Morto
    2. Descida da Cruz
    3. O Calvário de Cristo
    4. No Horto das Oliveiras

  14. (Aula 43 D) Esta foi a primeira vez na arte pictórica em que Cristo foi apresentado com ……………… para o observador, como mostrou Mantegna na obra citada acima.

    1. o corpo deitado de frente
    2. os pés virados  
    3. todas as feridas à vista
    4. a cabeça virada

  15. (Aula 43) As alternativas abaixo sobre as descobertas feitas por Donatello e Masaccio e a visão dos artistas estão corretas, excetuando uma delas:

    1. Os artistas mostravam-se ávidos por implementar em seus trabalhos as novas descobertas feitas na arte.
    2. Apesar de maravilhados com tais inovações, estavam cientes de que essas também haviam gerado problemas a serem contornados.
    3. A descoberta da perspectiva e o estudo da natureza eram capazes de resolver todas as suas dificuldades.
    4. Estavam cônscios de que cada descoberta numa direção, ocasionava uma dificuldade em outra, o que exigia mais estudos por parte deles.  

  16. (Aula 43) Dentre os artistas italianos da segunda metade do século XV que buscaram saídas para os problemas apresentados na arte pictórica, estava o pintor Sandro Botticelli conhecido mundialmente por suas obras, especialmente por “O Nascimento de Vênus” e “Primavera”.

    1. Paolo Uccello
    2. Fra Angelico
    3. Andrea Mantegna
    4. Sandro Botticelli

  17. (Aula 43 A) A composição intitulada “O Nascimento de Vênus” retrata a chegada de Vênus, nascida…………………. à terra.

    1. da espuma do mar
    2. dos raios do sol
    3. do sopro do vento
    4. do perfume das flores

  18. (Aula 43 A) “O Nascimento de Vênus” foi uma pintura revolucionária para o seu tempo, por ser a primeira obra de grande porte renascentista a tratar……………

    1. de um tema laico e sacro
    2. de um tema laico e mitológico
    3. Vênus como uma divindade religiosa
    4. a natureza com grande respeito

  19. (Aula 43 B) Alguns críticos de arte dão outros sentidos à pintura “Primavera”, mas a grande maioria afirma que se trata de um grupo de figuras mitológicas num jardim, festejando…………

    1. a despedida da primavera
    2. o encontro com Vênus
    3. a fecundação de Clóris
    4. a chegada da primavera

  20. (Aula 43 B) As Três Graças, presentes na pintura “Primavera”, apresentam-se sempre dançando e uma delas é retratada em todas as pinturas……….

    1. olhando para Vênus
    2. de frente para Zéfiro
    3. de costas para o observador
    4. com vestes diáfanas

  21. (Aula 44) São afirmações corretas sobre a xilogravura, exceto:

    1. A xilogravura é uma técnica de impressão em que se faz uso da madeira como matriz num processo parecido com o mosaico.
    2. Segundo alguns, trata-se de uma técnica usada pelos egípcios e conhecida pelos chineses desde o século II.
    3. A primeira documentação precisa de seu uso encontra-se no livro “Diamond Sutra”, impresso na China em 868 (século IX).
    4. Seu reaparecimento se deu na Europa em meados do século XV, quando passou a cumprir o papel de grande veículo de imagens e textos.

  22. (Aula 45) No que diz respeito ao aparecimento da calcografia todas as afirmativas estão corretas, menos:

    1. Os artistas da época, inconformados com o uso da xilogravura que usava a madeira, passaram a fazer uso da prata.
    2. Aos renomados artistas da época não agradava o método da xilogravura, achando-o muito tosco e limitado.
    3. A insatisfação dos artistas com a xilogravura levou-os a buscar algo que lhes possibilitasse criar efeitos delicados.
    4. Os artistas desejavam algo capaz de mostrar seu domínio sobre os detalhes, o que não acontecia com a xilogravura.

  23. (Aula 45) O interessante nos dois processos (xilográfico e calcográfico) é que a calcogravura é um negativo da xilogravura, pois, enquanto um processo deixa as linhas em……………, o outro vinca as linhas na lâmina, ou seja, faz…………

    1. ranhura / relevâncias
    2. relevo / sulcos
    3. fendas /proeminência
    4. cavidade / saliência

  24. (Aula 45) Tanto a arte da gravura como a da estampa calcográfica não tardaram a alastrar-se por toda a Europa. Mesmo os mestres mais…………. usaram as gravuras como cadernos de modelos, aos quais buscavam como fontes de consulta.

    1. conhecidos
    2. humildes
    3. habilidosos
    4. renomados

  25. (Aula 45) A impressão de imagens foi responsável pelo apogeu da Renascença italiana e a do resto da Europa; foi um vital elemento para o fim da arte…………. do norte europeu, levando os artistas dessa região a buscar novos caminhos.

    1. bizantina
    2. românica
    3. gótica
    4. medieval

  26. (Aula 46) O início do século……………… — conhecido pelos italianos como “il Cinquencento” — é sem dúvida o mais notável período da arte italiana e um dos mais ricos da arte europeia como um todo.

    1. XIII
    2. XIV
    3. XV
    4. XVI

  27. (Aula 46) O século citado acima foi a época de grandes mestres italianos como Leonardo da Vinci, Miguel Angelo (Michelangelo) e………….., dentre outros.

    1. Van Gogh
    2. Claude Monet
    3. Rafael Sanzio
    4. Pablo Picasso

  28. (Aula 46) Uma das alternativas abaixo não está de acordo com os motivos relativos ao surgimento de importantes mestres na Itália no período citado na questão 26:

    1. As cidades-estados competiam entre si, buscando mestres que criassem belas obras de arte e, assim, elevassem o nome de seus governantes.
    2. Essa foi uma época de grandes descobertas; os artistas italianos tiveram uma relação muito grande com a matemática e com o estudo da anatomia humana.
    3. O grande conhecimento que os artistas obtiveram não os emancipou ou contribuiu para aumentar a sua valorização pessoal.
    4. Os artistas expandiram sua visão de mundo, deixando de considerar-se meros artífices na execução de encomendas.

  29. (Aula 46) Os países feudais do norte europeu não contavam com a vontade de embelezar suas cidades em razão…………………. aí existente e da falta de orgulho da população local, o que nos leva à compreensão do quanto é importante um povo sentir orgulho de sua cidade, Estado ou país onde vive.

    1. da pouca liberdade
    2. da falta de dinheiro
    3. do excesso de trabalho
    4. da escassez de mestres

  30. (Aula 46) Na luta por uma merecida posição social, os artistas contaram com a ajuda…………..; quanto mais importante eles se tornassem, maior seria a fama de seus protetores.

    1. das instituições
    2. dos mecenas
    3. das universidades
    4. dos professores

Gabarito

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A ARTE NA ALTA RENASCENÇA (Aula nº 47)

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Autoria de Lu Dias Carvalho

   

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Vimos na aula anterior que os artistas lutaram muito para que fossem reconhecidos não apenas como prósperos donos de oficinas de arte, mas também como pessoas talentosas e de grande importância para as cidades. A esfera em que essa luta alcançou um efeito mais imediato foi a da arquitetura. Voltemos um pouquinho no tempo para encontrarmos o famoso arquiteto e escultor renascentista Filippo Brunelleschi, responsável por uma descoberta prodigiosa no campo artístico que viria a dominar toda a arte de séculos conseguintes — a da perspectiva. Desde sua época, para exercer sua profissão, o arquiteto tinha que carregar alguns dos conhecimentos de um erudito clássico, como certas regras antigas, as corretas proporções, medidas de colunas, etc. Deveria medir ruínas antigas e conhecer os manuscritos de autores clássicos como Marcos Vitrúvio (arquiteto romano que viveu no século I a.C.).

A arquitetura era um campo difícil para se trabalhar em razão dos conflitos ocasionados pelas exigências dos clientes e os ideais dos artistas. Os arquitetos da época preferiam edificar templos e arcos triunfais. Os renascentistas tinham como aspiração projetar um edifício sem se preocupar com a sua funcionalidade. Para eles o que deveria ser levado em conta era a beleza de suas proporções, a amplitude de seu interior e a majestosa grandeza do conjunto. Achavam que, ao projetar um edifício comum, distanciavam-se da realização de uma simetria e regularidade que buscavam encontrar. Achar um cliente poderoso que lhes possibilitasse tal busca, sacrificando a tradição e o utilitarismo, era tudo que sonhavam.

Esse cliente disposto a realizar o sonho dos arquitetos renascentistas foi o papa Júlio II, em1506 (século XVI), que mandou demolir a Basílica de São Pedro (Roma/Itália) e construir no lugar uma mais moderna e em conformidade com os novos ideais renascentistas. A construção ficou a cargo do arquiteto Donato Bramante (1444–1514), disposto a abrir mão da tradição ocidental de mil anos. Contudo, os ideais do artista eram tão ambiciosos que exigiu gastos exorbitantes, levando Júlio II a angariar fundos junto à Igreja, precipitando, assim, a crise que daria origem à Reforma. Ao vender indulgências para obter fundos para terminar a construção da igreja, o papa levou Lutero, na Alemanha, a protestar publicamente. A oposição à obra projetada por Bramante cresceu e, com os anos, sua ambição de uma igreja circular caiu por terra. A Igreja de São Pedro (ver imagem acima) passou por quatro arquitetos diferentes, levou mais de cem anos para ficar pronta e possui hoje muito pouco em comum com aquilo que foi proposto no projeto original, excetuando suas dimensões.

A Alta Renascença ou Alto Renascimento — termo geralmente usado para se referir à arte produzida na Itália nas primeiras décadas do século XVI — foi responsável pelo aparecimento de muitos dos maiores artistas do mundo, imbuídos de audaciosas iniciativas nos mais variados campos da arte. É o período do apogeu das artes visuais no Renascimento italiano. Seus artistas nada viam como impossível, tendo realizado obras aparentemente impossíveis de serem criadas. Florença foi o berço de grandes mestres das artes. A cidade criou fama com Giotto, por volta de 1300, e com Masaccio no início dos anos 1400. A excelência dos mestres florentinos transpunha fronteiras. Também não podemos nos esquecer de todos os artistas em cujas oficinas esses mestres estudaram sua arte.

Dentre os grandes artistas da época podemos citar três artistas florentinos que deram muita fama à cidade de Florença e encontram-se no centro da Alta Renascença: 1. Leonardo da Vinci (1452–1519) que foi aprendiz de Andrea del Verrochio (1435–1488), tendo sido um gênio dotado de um intelecto privilegiado que até hoje é reverenciado pelo mundo; 2. Miguel Angelo Buonarroti, conhecido como Michelangelo (1475–1564) que foi aprendiz de Domenico Ghirlandaio (1449–1494)); 3. Rafael Sanzio (1483–1520) que foi aprendiz de Perugino (1446–1523). Abaixo estão os links que levam à biografia de cada um desses gênios.

Exercício
1. O que era necessário para exercer a profissão de arquiteto?         
2. O que significa Alta Renascença ou Alto Renascimento?
3. Cite o nome de três grandes artistas dessa época.

Mestres da Pintura – LEONARDO DA VINCI
Mestres da Pintura – MICHELANGELO BUONARROTI
Mestres da Pintura – RAFAEL SANZIO

 Ilustração: 1. Vista frontal da Basílica de São Pedro/ 2. Interior da Basílica/ 3. Praça de São Pedro, onde se encontra a Basílica.

Fonte de pesquisa
A História da Arte / Prof. E. H. Gombrich

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LUTA DOS ARTISTAS POR RESPEITO (Aula nº 46)

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Autoria de Lu Dias Carvalho

O início do século XVI — conhecido pelos italianos como “il Cinquencento” (anos quinhentos) — é sem dúvida o mais notável período da arte italiana e um dos mais ricos da arte europeia como um todo. Artistas excepcionais viveram nesse período. Foi a época de Leonardo da Vinci e Miguel Angelo (Michelangelo), Rafael e Ticiano, Corregio e Giorgione, dentre outros. No norte europeu também surgiram grandes mestres das artes como Dürer e Holbein, dentre outros. Muitos se perguntam sobre o porquê de um mesmo período — intitulado Alta Renascença — congregar artistas tão grandiosos.

Vimos anteriormente que o artista italiano Giotto di Bondone tornou-se imensamente famoso — motivo de orgulho para a cidade de Florença. As cidades-estados rivalizavam entre si, cada uma buscando grandes mestres que as embelezassem, ao criar grandes obras de arte e, assim, elevar o nome de seus governantes. Infelizmente os países feudais do norte europeu não contavam com essa vontade de formosear suas cidades em razão da pouca liberdade aí existente e da falta de orgulho da população local, o que nos leva à compreensão do quanto é importante um povo sentir orgulho da cidade, Estado ou do país onde vive.

Outro ponto que contribuiu para a explosão dos grandes mestres nas artes está ligado às grandes descobertas, pois essa foi uma época em que os artistas italianos tiveram uma relação muito grande com a matemática, buscando conhecer as leis da perspectiva e estudar a anatomia humana, o que os levou a obter um grande conhecimento relativo à construção do corpo humano. Ao trilhar por esses caminhos, eles expandiram sua visão de mundo, deixando de considerar-se meros artífices na execução de encomendas, como acontecia até então. O grande conhecimento que eles obtiveram, emanciparam-nos e aumentaram a sua valorização pessoal. Passaram a se ver como mestres autônomos, sabedores de que sua fama estava ligada à exploração dos mistérios da natureza e à busca pelas leis ocultas do Universo.

Como o conhecimento gera a capacidade de reflexão, o que — por consequência — possibilita a autovalorização, os grandes mestres passaram a não se sentir satisfeitos com o tratamento que recebiam e que em muito se assemelhava ao da Grécia antiga, quando os esnobes faziam diferença entre aqueles que trabalhavam com o cérebro (poetas, escritores, etc.) e aqueles que trabalhavam com as próprias mãos, como se esses também não usassem o cérebro. A fim de eliminar essa visão tosca e equivocada, os artistas passaram a sentir ainda mais estimulados a buscar realizações cada vez mais importantes, a fim de se fazerem respeitados e aceitos como pessoas dotadas de dons especiais e de grande capacidade intelectual. Essa luta não foi fácil, como explica o Prof. E. H. Gombrich em seu livro “A História da Arte”: “O esnobismo e o preconceito social são forças poderosas, e muita gente que convidaria prazerosamente para sua mesa um erudito que falava latim e sabia usar a frase certa, hesitaria em estender esse privilégio a um pintor ou escultor”.

Nessa luta por uma merecida posição social, os artistas contaram com a ajuda dos mecenas, pois quanto mais importante fossem, maior seria a fama de seus mecenas. Como se dava, então, essa relação entre artistas e mecenas? As pequenas cortes italianas, governadas por famílias menos influentes, buscavam honra e prestígio. Para tanto, elas necessitavam de perpetuar o próprio nome. E a arte podia lhes oferecer isso, através da edificação de belos edifícios e túmulos, da decoração de altares, capelas, etc. Assim, aumentou a busca pelos grandes mestres e esses passaram a fazer suas próprias exigências. Lembrem-se de que em épocas anteriores era o artista quem se sentia privilegiado ao prestar “favores” a essa ou àquela família. Os papéis inverteram-se, pois, ao aceitar uma encomenda, eram eles quem concedia um favor, não mais se subordinando aos caprichos dos clientes.

Exercício:
1. O que foi a Alta Renascença?
2. O que levou à valorização do artista?
3. Que lição nos ensinam os países feudais do norte da Europa?

Ilustração: Detalhe de Madona Sistina (1512), obra de Rafael Sanzio.

Fonte de pesquisa
A História da Arte / Prof. E. H. Gombrich

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ARTISTAS E CALCOGRAFIA (Aula nº 45)

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Autoria de Lu Dias Carvalho

(Clique na gravura para ampliá-la.)

A invenção da imprensa aconteceu em meados do século XV na Alemanha, tendo sido extremamente importante para a arte. Johannes Gutenberg — inventor, gravador e gráfico do Sacro Império Romano-Germânico — ao usar letras móveis reunidas num caixilho, ao invés de blocos inteiros, como acontecia antes, deu início à Revolução da Imprensa, o que acabou por se transformar no invento mais importante do segundo milênio (1º de janeiro de 1001 a 31 dezembro de 2000).  Tal invento foi extraordinário para o progresso da Renascença e da Revolução Científica, ao fincar as bases materiais para o desenvolvimento da economia baseada no conhecimento e na disseminação em massa da aprendizagem — algo até então impensável.

A adequação de um texto impresso a uma impressão xilografada foi de suma importância para o desenvolvimento artístico — quando se leva em conta a arte.  É por isso que inúmeros livros da segunda metade do século XV foram ilustrados com xilogravuras, apesar de essas serem bem rudimentares. Mas aos renomados artistas da época não agradava o método da xilogravura. Essa insatisfação levou-os a novas buscas. Desejavam algo capaz de mostrar seu domínio sobre os detalhes, sua capacidade de observação e que lhes possibilitasse criar efeitos mais delicados. O que fizeram, então? Ao invés de fazer uso da madeira, optaram pelo cobre.

A gravura produzida em lâmina de cobre resulta de uma técnica um pouco diferente da xilogravura. Faz-se o desbaste de tudo na lâmina — excetuando as linhas que se quer evidenciar. A ferramenta usada na gravura em cobre (ou calcográfica) recebe o nome de buril, cuja finalidade é a de riscar a lâmina de cobre. O importante é que a linha gravada na superfície do metal conservará qualquer cor ou tinta de impressão que venha a ser espalhada sobre toda a lâmina.

O processo acontece da seguinte forma: cobre-se a lâmina de cobre gravada com a tinta de impressão e depois se limpa o metal que não contiver a gravação. Ao ser apertada contra uma folha de papel, a tinta que preenche as linhas cortadas pelo buril faz a impressão desejada. O interessante nos dois processos (xilográfico e calcográfico) é que a calcogravura é um negativo da xilogravura, pois, enquanto um processo deixa as linhas em relevo, o outro vinca as linhas na lâmina, ou seja, faz sulcos.

Os artistas atingiram em grande parte seus objetivos ao trocar a madeira pelo cobre, embora não fosse fácil manipular o buril com firmeza e controlar a profundidade dos sulcos abertos no metal. Ao dominarem essa técnica, eles foram capazes de conseguir um número maior de detalhes e efeitos bem mais graciosos em suas obras.

O gravador e pintor alemão Martin Schongauer (c. 1450–1491) era filho de um ourives. Formou-se provavelmente na oficina de Caspar Isenmann, pertencente à cidade de Colmar. Sua obra como pintor foi muito pouco documentada, ao contrário da de gravador, cujo trabalho levava E. S. como monograma. Através de suas famosas gravuras em cobre e de seus desenhos, assim como de seus retábulos, ele exerceu grande influência no Gótico tardio na Alemanha. Tornou-se um dos mais fenomenais mestres gravadores do século XV. Sua gravura intitulada “A Santa Noite” apresenta uma cena natalina, interpretada de acordo com o espírito dos notáveis mestres holandeses.

É incrível como Schongauer, sem a ajuda de pincel e cor e sem o uso de óleo, tenha criado uma obra tão magnífica como a que vemos acima, capaz de transmitir os mínimos detalhes. Ela chama a atenção pelo modo como o gravador caracteriza pedras, ladrilhos quebrados, flores nas brechas, a hera que sobe pela abóbada, o pelo dos animais e os cabelos e a barba dos pastores. É impossível não admirar a paciência e a perícia artesanal do artista. 

Na obra de Schongauer a Virgem encontra-se ajoelhada dentro de uma capela em ruínas — usada como estábulo — diante de seu Menino deitado sobre uma parte de seu imenso manto. São José empunha uma lanterna e olha com ternura e preocupação para a mãe de Jesus. O boi e o burro — símbolos tradicionais — ali também se encontram. Humildes pastores são vistos no limiar de uma das entradas. Mais distante, ao fundo, um deles é visto recebendo a mensagem do anjo. No canto superior direito é possível notar parte de um coro celestial a cantar “Paz na Terra”.

O artista tinha razões para escolher como cenário uma capela em ruínas, pois isso lhe possibilitou emoldurar a cena com as peças quebradas de alvenaria, responsáveis por formar a abertura que permite que o observador veja a cena. Também lhe foi possível colocar uma parede escura atrás dos principais personagens, não deixando vazia ou sem graça nenhuma parte da gravura. Se forem traçadas duas diagonais ligando os vértices da gravura, nota-se que elas se encontram exatamente na cabeça de Maria, formando o centro da composição, o que prova que Schongauer projetou sua criação com o máximo de cuidado, criando uma obra-prima.

Tanto a arte da gravura como a da estampa calcográfica não tardaram a alastrar-se por toda a Europa. Na Itália podemos apreciar gravuras à maneira de Mantegna e Botticelli, assim como as dos Países Baixos e França. Mesmo os mestres mais humildes usaram as gravuras como cadernos de modelos, aos quais buscavam como fonte de consulta. É fato que a impressão de imagens foi também responsável pelo apogeu da Renascença italiana e no resto da Europa, tornando-se um importante elemento que deu fim à arte medieval do norte europeu, levando os artistas dessa região a buscar novos caminhos.

Exercício
1. Como surgiu o processo calcográfico?
2. Qual foi a importância desse processo para a história da arte?
3. Martin Schongauer – A ADORAÇÃO DOS PASTORES

Ilustração: 1. A Santa Noite, c. 1470, obra de Martin Schongauer

Fonte de pesquisa
A História da Arte / Prof. E. H. Gombrich

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