Lucas Cranach, o Velho – REPOUSO NA FUGA PARA O EGITO

Autoria de Lu Dias Carvalho

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A composição denominada Repouso na Fuga para o Egito é uma obra do pintor Lucas Cranach, o Velho que aqui se revela no apogeu de sua criatividade. Nela estão presentes: Maria, o Menino Jesus, José e vários anjos. É uma das obras mais admiradas do pintor que, apesar do título que lhe foi dado, parece muito mais tratar-se de um encontro festivo da Sagrada Família com anjos que tocam e brincam.

O artista – que aqui une grande clareza e capacidade organizacional – coloca as figuras dentro de um triângulo vago, sendo que José e o pinheiro, às suas costas, dividem-no ao meio verticalmente,  acentuando o eixo central da pintura, mas sem nenhuma rigidez geométrica.  Cranach lança mão de um colorido luminoso para representar suas figuras.

A Virgem usa um vestido e manto vermelhos. Seu cabelo dourado e longo vai até a cintura Ela está sentada, tendo o pequeno Jesus de pé em sua coxa esquerda, com as mãozinhas levantadas em direção aos anjos. Assim como os anjos pequeninos, ele também se encontra nu. Somente os querubins maiores estão vestidos. José usa uma túnica escura e, sobre ela, uma espécie de cachecol vermelho. Na mão direita segura o chapéu e na esquerda o cajado.

O tradicionalíssimo burrinho que ajuda a conduzir a conhecida família não se encontra presente na composição, assim como as trouxas levadas pela Sagrada Família. Somente o cajado lembra a presença da famosa família na fuga para o Egito. Uma ampla paisagem de montanhas descortina-se ao fundo, à direita, enquanto altas árvores aparecem à esquerda, próximas ao grupo.

Ficha técnica
Ano – 1504
Técnica: têmpera a óleo
Dimensões: 69 x 51 cm
Localização: Staatliche Museen zu Berlin, Berlim, Alemanha

Fontes de pesquisa
Renascimento/ Taschen
http://www.allaboutarts.com.br/default.aspx?PageCode=12&PageGrid

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CHINA – A POLÍTICA DO FILHO ÚNICO

Autoria de Lu Dias Carvalho

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Anos após a revolução de Mao Tsé-Tung, a população chinesa havia praticamente duplicado, caindo na cifra de um bilhão, em 1980. Perigo que alertou os dirigentes chineses para o caos que adviria de um contingente humano tão gigantesco, que redundaria na escassez de produtos agrícolas e exerceria pressão na produção industrial. Em razão disso, um programa de educação foi criado, tendo como objetivo frear o crescimento populacional. O slogan passou a ser “Um é pouco, dois é bom e três é demais”. Mas após a morte de Mao, os dirigentes do PC chegaram à conclusão de que era preciso endurecer mais ainda essa política, limitando um filho por casal.

Os chineses, grandes amantes de crianças, pois consideram que os filhos simbolizavam riqueza e felicidade, recusaram-se a submeter a tal política, que passou a ser usada com extremo rigor. O uso do DIU, assim como abortos e esterilizações passaram a ser empregados. E, para que ninguém ousasse desrespeitar tal política, o governo chinês passou a trabalhar com prêmios e castigos. Vejamos:

• O casal que possui apenas um único filho recebe um certificado especial, passaporte que lhe dá direito a um grande número de benefícios ofertados pelo Estado.

• Marido e esposa que possui mais de um filho, por sua vez, pagam multas, têm descontos nos salários e, caso sejam funcionários públicos ou de empresas do governo, poderão perder o emprego. Além disso, as famílias são vigiadas pelos próprios vizinhos, quanto ao cumprimento das leis que regem a concepção.

• Na zona rural, em razão da escassa mão de obra masculina e do infanticídio de meninas, pois na China, os bebês do sexo masculino são também mais desejados, assim como na Índia, o PC foi obrigado a flexibilizar sua política. Passou então a permitir que o casal que tivesse apenas uma filha, pudesse ter mais um filho.

• Nos últimos anos, com o aumento do número de ricos no país, essa política vem gerando conflitos, pois esses podem pagar as multas impostas e terem quantos filhos quiserem, fugindo da obrigatoriedade do filho único, enquanto os pobres precisam se ater às leis.

• Os ricaços também usam a inseminação artificial como estratagema, com o objetivo de terem filhos gêmeos. Enquanto os pobres têm seus animais arrestados, quando não têm dinheiro para pagar a multa.

• O refreamento da concepção no país vem trazendo outro problema: crianças extremamente mimadas, egoístas, alienadas e voluntariosas, apelidadas de “pequenos imperadores”, pois recebem atenção extremada dos pais, avós e tios. Como nasceram na fase áurea do país, formam uma geração totalmente diferenciada das anteriores. Vivem conectadas aos aparelhos eletrônicos e são extremamente consumistas.

• A nova geração de chineses é muito competitiva, e sabe que o estudo é o caminho para alcançar o sucesso. Por isso, os jovens só podem namorar após terminar o Ensino Médio. Precisam se dedicar febrilmente aos estudos para alcançarem o maior objetivo de um estudante: entrar para a universidade.

O maior problema gerado pela política do filho único vem sendo a discrepância entre o número de mulheres e homens, que é cada vez mais acentuada.

Fontes de pesquisa:
China, o Despertar do Dragão/ Luís Giffoni
Os Chineses/ Cláudia Trevisan

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É MAIS PERIGOSO SER INATIVO DO QUE OBESO

Autoria do Dr. Telmo Diniz

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Que obesidade e sedentarismo são fatores de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares, todos sabemos. Porém, que a falta de exercício físico pode matar o dobro de pessoas se comparada à obesidade, ainda não. É o que sugere um estudo realizado durante 12 anos, que incluiu centenas de milhares de pessoas em toda a Europa.

O estudo foi conduzido na Universidade de Cambridge, publicado no “American Journal of Clinical Nutrition”, e tenta trazer à tona os perigos da inatividade e da obesidade. Os pesquisadores acompanharam centenas de milhares de europeus por 12 anos e avaliaram os níveis de exercício das pessoas, medidas como peso, altura e a medida da circunferência abdominal. Registraram-se cerca de 670 mil mortes ao ano por inatividade, contra 330 mil por conta de excesso de peso.

Obesidade e sedentarismo, muitas vezes, ocorrem juntos. No entanto, sabe-se que as pessoas mais magras têm um maior risco de problemas de saúde, se forem inativas. E as pessoas obesas, que se exercitam, têm melhores condições de saúde do que pessoas inativas. Em outras palavras: é melhor um gordinho que faz alguma atividade física do que um magrelinho sedentário. Uma citação de Platão, filósofo grego diz que “para o homem se manter sadio não basta se alimentar, mas também praticar algum tipo de movimento”.

Outro dado de grande relevância deste estudo é que uma caminhada de 20 minutos por dia pode ser suficiente para reduzir o risco de morte precoce de um indivíduo. A mensagem é simples: apenas uma pequena quantidade de atividade física por dia pode ter benefícios substanciais para as pessoas que são sedentárias. Hipócrates, pai da medicina, já dizia: “a falta de atividade física destrói a boa condição de qualquer ser humano, enquanto o movimento e o exercício físico metódico salvam-no e preservam-no”.

Os autores do estudo estimam que, fazer o equivalente a apenas 20 minutos de caminhada por dia, queima, em média, 100 kcal (“quilocalorias”). Isto levaria um indivíduo do grupo inativo a moderadamente inativo a reduzir o risco de morte prematura em até 30%. O impacto foi maior entre os indivíduos com peso normal. E, mesmo naqueles com maior IMC, o benefício foi verificado. O autor do estudo afirma que eliminar a inatividade na Europa cortaria as taxas de mortalidade em cerca de 7,5%, mas eliminar a obesidade reduziria a mortalidade em apenas 3,5%.

Apesar de saber dos ganhos que se tem ao frequentar uma academia, muitas pessoas não gostam muito do ambiente. Para ajudar, indico uma lista de exercícios para fazer fora da academia:

• caminhe na esteira;
• troque o elevador pelas escadas;
• faça pequenas pausas no trabalho e caminhe;
• estacione o carro mais longe para caminhar um pouco mais;
• a bicicleta pode ser uma ótima opção para quem aprecia a prática;
• troque a escada rolante pela convencional;
• saia para caminhar com seu cão.

A ideia é se movimentar. Então, mexa-se!

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Pieter Bruegel, o Velho – A PARÁBOLA DOS CEGOS

Autoria de Lu Dias Carvalho

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Deixai-os, pois são cegos que guiam cegos. Ora, se um cego guia outro cego, ambos cairão no buraco. (Mateus: 15:14)

A composição denominada A Parábola dos Cegos é uma pintura do artista Pieter Bruegel, o Velho, que teve como inspiração uma passagem bíblica (Mateus: 15:14), em que Cristo faz um paralelo entre a cegueira da fé e a verdadeira cegueira.

O pintor apresenta um grupo de seis cegos, em fila indiana, sendo que o da frente conduz o que está atrás. O líder dos cegos é um músico, como mostra seu violão em meio à água. Ao cair de costas num brejo, o primeiro cego coloca os outros em apuro. O que vem atrás dele se desequilibra e é visto caindo, com sua vasilha de pedir esmolas voando pelos ares. Por sua vez, o terceiro cego, que traz um rosário e uma vasilha no cinto e um chapéu na mão, ligado ao segundo por um bastão, é também conduzido para uma inevitável queda, conforme mostram seus pés em desequilíbrio. E, em consequência, os outros também cairão, num efeito dominó.

É interessante notar a sensibilidade do artista, que usou cores apagadas para aproximar o observador do mundo dos cegos. Ele também os colocou em diagonal, partindo do canto superior esquerdo em direção ao canto inferior direito, onde culmina o desastre, com a derrocada do grupo. O que também repassa a sensação de que estão descendo ladeira abaixo. Chama a atenção a perspicácia do pintor, que deu a cada cego uma expressão totalmente diferente, sendo possível reconhecer cinco tipo de doenças oculares. Também merece observação o fato de os cegos manterem a cabeça levantada, pois isso lhes facilita usar melhor os demais sentidos. Como se vê, a vivência de Bruegel em meio à gente comum, favoreceu-lhe, grandemente, o senso de observação. À esquerda do grupo são vistas algumas casas, uma igreja, algumas árvores e um brejo.

A Parábola dos Cegos é tida como uma das obras-primas do pintor, que mais uma vez esmera-se nos detalhes, como a mudança da expressão de cada rosto. O último cego mostra-se totalmente confiante, mas mudanças vão ocorrendo até chegar à queda.

Ficha técnica
Ano: 1568
Técnica: têmpera sobre tela
Dimensões: 86 x 154 cm
Localização: Museo Nazionale di Capodimonte, Nápoles, Itália

Fontes de pesquisa
1000 obras-primas da pintura europeia/ Editora Könemann
Bruegel/ Editora Cosac e Naify
http://www.historische-romans.nl/nieuws.php?id=136

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AS MARAVILHAS DO LIMÃO

Autoria do Dr. Telmo Diniz

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Dentre as frutas cítricas, o limão é a que mais se destaca. É uma grande fonte nutricional e traz benefícios diversos à saúde, pois atua melhorando o desempenho de diversos sistemas orgânicos, com destaque para o sistema imunológico e o sistema cardiovascular. Além disso, o limão possui uma substância própria, denominada limoneno, que protege o corpo contra os efeitos destrutivos dos radicais livres.

O limão é sabidamente uma substância ácida, porém, no organismo torna-se um importante agente alcalinizante. Isso mesmo! O ácido cítrico reage com o sódio e o potássio e formam sais alcalinos (citrato de sódio e citrato de potássio), capazes de controlar a viscosidade do sangue, protegendo o corpo contra infartos, derrames, tromboses e outras desordens causadas pela má circulação. Os sais alcalinos auxiliam, também, na neutralização do ácido úrico que, em excesso, formam depósitos nas articulações, piorando a artrite da gota. Devido a essa propriedade, o limão é de grande ajuda nas doenças reumáticas.

Um estudo realizado no Departamento de Urologia da Universidade da Califórnia, publicado no “Journal of Urology”, concluiu que o sumo de limão pode ser utilizado como coadjuvante da litíase renal (pedra nos rins), aumentando a eficácia do tratamento, pois os sais alcalinos ajudam a neutralizar a formação dos cálculos.

Por outro lado, num estudo publicado na “Cancer Metastasis Review”, investigadores da Universidade de Illinois (EUA) destacam o limão como um dos alimentos mais importantes na prevenção de patologias oncológicas (cânceres), ficando ao lado de alimentos campeões como o gengibre, alho, cebola, chá verde, brócolis e couve.

Prevenção
• Em nível do sistema cardiovascular, o limão ajuda na prevenção da formação de placas de gordura nas artérias, pois sabidamente reduz a oxidação do LDL, grande responsável pela obstrução das artérias.
• De forma semelhante, é bom coadjuvante para o controle da pressão arterial.
• Rico em vitamina C, o limão ajuda a fortalecer as defesas do corpo para prevenir várias doenças.
• Também é uma boa fonte de potássio, magnésio, cálcio e fósforo.
• É adstringente, antibacteriano e antiviral.
• Utilizado como gargarejo, o limão é bom para aliviar as dores de garganta e combater quadros de gengivite. Entretanto, especialistas em odontologia recomendam que o suco seja tomado com o auxílio de um canudo, para evitar que a acidez do limão prejudique o esmalte dos dentes.
• Usado diariamente, reduz os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento precoce, revigora o sistema imunológico, auxilia na absorção de ferro dos alimentos, fortalece capilares e tecidos conjuntivos e, com isso, mantém a integridade de ossos, dentes, tendões e ligamentos.
• Melhora a digestão quando consumido durante ou após as refeições, pois estimula o bom funcionamento do fígado e vesícula biliar.
• Como melhora o sistema imune, é coadjuvante nas gripes e resfriados.

Com todos estes atributos, o limão pode ser azedo no gosto, mas doce para a saúde.

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Teste – A ARTE EGÍPCIA

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(Faça o curso gratuito de História da Arte, acessando: ÍNDICE – HISTÓRIA DA ARTE)

A antiga civilização egípcia durou três mil anos, tendo iniciado em cerca de 3100 a. C. e finalizado com a morte da rainha Cleópatra, após a ocupação romana. Tal civilização primava pela sofisticação, sendo governada pelos faraós, tidos como deuses vivos. O povo egípcio era politeísta e acreditava na vida após a morte. Em razão disso, quase todo o trabalho artístico e criativo estava ligado a tal crença. A religião dominava as ações políticas e também o funcionamento das classes sociais. Tratava-se de uma das civilizações mais adiantadas da época. Portanto, antes que a Ciência se fizesse presente, a religião sempre esteve atrelada à Arte, como se pode ver na civilização egípcia, cuja organização era feita de modo que a religião fosse responsável por determinar as ações políticas e a função das classes sociais, o que, consequentemente, exercia influências nas formas de arte daquele povo.

1- Desde o início da civilização egípcia seus artistas já se mostravam exímios escultores. Um dos traços marcantes da arte egípcia diz respeito ao fato de:

a) ter sofrido poucas modificações através dos tempos.
b) modelar suas esculturas só na pedra chamada basalto.
c) fazer esculturas apenas dos faraós e suas famílias.
d) não seguir nenhum tipo de convenções artísticas.

2- A escrita egípcia foi criada cerca de 3000 a.C., sendo muito usada em textos religiosos. Era conhecida como “hieróglifo” que significa escrita:

a) dos sábios.
b) religiosa.
c) sagrada.
d) dos deuses.

3- O hieróglifo somente foi decifrado depois de 1799, quando foi encontrada no Egito uma pedra denominada:

a) Pedra Negra de Caaba.
b) Pedra Rosetta.
c) Pedra Blarney.
d) Rocha de Ayer ou Uluru.

4- Os faraós eram mostrados nas esculturas como seres humanos sem imperfeições, tendo corpos esbeltos e belos, porque eram:

a) tidos como deuses do Monte Olimpo.
b) dirigentes do povo egípcio.
c) exigentes na confecção das obras de arte.
d) tidos como grandes profetas.

5- Tutancâmon (ver imagem acima) é chamado de “O Rei Menino”, pois começou a governar aos oito anos de idade, tendo morrido aos 18. Dentre as afirmações abaixo sobre ele, uma é falsa:

a) Seu túmulo foi encontrado quase intacto no Vale dos Reis.
b) Sua máscara mortuária era toda em prata maciça.
c) Os ladrões de túmulo não encontraram o túmulo do faraó.
d) Entre os objetos encontrados havia até carruagens e cestaria.

6- O corpo mumificado de Tutancâmon foi depositado em três caixões, colocados um dentro do outro, todos exibindo o formato do corpo do rei, segurando os símbolos reais. São afirmações verdadeiras sobre ele, exceto:

a) Seus símbolos reais eram a bengala, o mangual e o livro sagrado.
b) A máscara funerária foi colocada sobre sua múmia no caixão interno.
c) Os caixões, externo e do meio, eram de madeira banhada a ouro.
d) O caixão interno, onde estava a múmia, era feito de ouro maciço.

7- Na parte superior da máscara mortuária de Tutancâmon estão dois símbolos representando seu governo sobre todo o Egito (Baixo Egito e Alto Egito). Os animais ali representados são:

a) uma serpente e um falcão.
b) uma serpente e uma águia.
c) um escaravelho e um dragão.
d) um escaravelho e um gato.

8- Ao representarem os faraós com sua máscara mortuária, os artistas egípcios usavam um método especial.

Marque a resposta correta:

a) Quanto mais velhos eram, mais trabalhada era a máscara.
b) As máscaras podiam ser em ouro, prata ou cerâmica.
c) Pedras semipreciosas não podiam ser usadas nas máscaras.
d) A face de todas as máscaras trazia a mesma expressão.

9- Todas as normas abaixo eram obedecidas pelos artistas egípcios, exceto:

a) As estátuas sentadas deviam ter as mãos nos joelhos.
b) A aparência de cada deus egípcio era rigorosamente estabelecida.
c) A arte da bela escrita também fazia parte do aprendizado do artista.
d) Anubis, o deus dos ritos dos funerais, era representado como um falcão.

10- É tido como um dos mais famosos papiros já encontrados, tanto pelo seu tamanho, quanto pelas representações gráficas das diferentes fases do julgamento que acontece no mundo dos mortos e por ser um dos mais completos. Encontra-se no Museu Britânico e conhecido como:

a) O Livro dos Mortos do Escriba Ani.
b) O Livro dos Mortos do Faraó Miquerinos.
c) Os Escritos Mortuários de Nefertiti.
d) Os Escritos Mortuários de Tutancâmon.

Obs.: Reforce seus conhecimentos com artigos referentes a este estilo:
A ARTE EGÍPCIA
A ARTE ANTIGA DOS EGÍPCIOS
O LIVRO DOS MORTOS
O LIVRO DOS MORTOS DO ESCRIBA ANI

Gabarito
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