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A FORTALEZA DA AMIZADE

 Autoria de LuDiasBH

Paulo Valença realmente é um grande escritor, que sabe esmiuçar os seus personagens com sabedoria. Os seus livros nos dão a impressão de que estamos assistindo a um filme. (Jornalista Luiz Fernandes da Silva)

Os contos escritos por Paulo Valença é algo que nos envolve, uma mistura de cotidiano com a intrínseca realidade que remete às nossas experiências já vividas. (Professor, escritor e jornalista Dhiogo José Caetano)

Os personagens sofrem com a velhice, com o desemprego, com a prostituição e com o comércio de drogas que os atinge na cidade grande e, principalmente nas favelas, onde residem… Trata-se de uma obra bem escrita – um retrato dos nossos dias. (Escritor e poeta Silveira Nunes)

Foi com imensa alegria que recebi o livro “A Fortaleza da Amizade”, obra do escritor pernambucano Paulo Valença, membro da Academia de Letras do Brasil/PE (ALB). Já li outros títulos publicados pelo autor, todos com a mesma pujança literária, tendo como ambientação a alma humana com as suas multíplices facetas. Jamais conheci um escritor tão preocupado com as injustiças sociais como Paulo Valença. Nas suas obras, ele parece nos acordar da omissão e do egocentrismo tão comuns aos nossos dias. Ninguém pode ficar imune a seus escritos, pois são como um soco na cara de nossa contumaz indiferença.

A criatividade do escritor não nos conduz a um universo de fantasia, mas para um mundo extremamente real, onde os dramas do cotidiano afloram com toda a sua complexidade, jogando-nos no rosto a nossa real humanidade, pontuada por altos e baixos, sendo que, para a gente comum, prevalecem quase sempre os baixos. Além de um texto bem escrito, conciso e preciso, o livro é magnificamente ilustrado pelo artista Fagner Bezerra, dono de traços firmes e sensibilidade extrema. Escritor e ilustrador fazem um casamento perfeito nesta obra.

O primeiro conto do livro é intitulado “O Animalzinho de Ontem” que traz como personagens um pai irascível e um filho sempre humilhado, vendo a mãe e os irmãos curvarem-se, assim como ele, à sua prepotência. O garoto, “à semelhança de um animalzinho judiado, incapaz de defesa”, só sabe obedecer, pois é “a imagem da aflição calada”. O tempo passa… “No leito, o corpo magro do pai…” O garoto, agora homem feito, “encaminha-se ao túmulo onde deposita um ramalhete de flores, numa homenagem e perdão ao pai.”. Nem é preciso dizer mais nada!

O escritor e poeta paulista Hugo Libordoni, assim define o livro de Paulo Valença:

“Desta vez trata-se da obra ‘A Fortaleza da Amizade’, contos e romance, em cujas páginas encontramos o nosso cotidiano com seus dramas da angústia humana, através de personagens que lutam pela sobrevivência material e a de seu próprio mundo interior. […] A crítica literária deveria se mostrar numa análise de acolhimento aos livros de Paulo Valença, que já obteve premiações nacionais e pertence a várias instituições de letras…”.

Paulo, amigo querido, muito sucesso!

Endereço para contato:
E-mail: paulomurilovalenca@gmail.com

Trechos de O CRISTO PANTOCRATOR

Autoria de Wilma Steagall De Tommaso

1. Os artistas ocidentais (…) foram progressivamente privilegiando uma outra imagem: o rosto humano de Cristo, a figura carnal do Filho, Homem entre os homens. Assim se rompeu o difícil equilíbrio alcançado pelos bizantinos para revelar simultaneamente a miraculosa presença das duas naturezas, nem diferentes, nem confusas: Deus e Homem. A representação da humanidade de Jesus dá maior ênfase à sua natureza Divina na sua natureza Humana. Pintores, mosaicistas, escultores, na hora de afirmar, por meio de sua arte, que Deus se humilhou e se revestiu com a condição humana, passaram a representar sua Pessoa segundo uma realidade sempre mais próxima. Preferiram a imagem do Servo Sofredor pregado na cruz à glória do Soberano vitorioso. Nos cânones iconográficos bizantinos, a crucifixão não demonstrava uma situação final, mas sublinhava o estado real, porém transitório, que representava a morte de Cristo. De modo contrário, na Itália, ao final do século XIII e depois também no XIV, a cena do Gólgota se destacou, tornando-se a imagem mais importante através da qual se vê e se reconhece o Cristo. (…) A importância do Servo Sofredor de Isaías foi aumentando no Ocidente, junto ao Humanismo e o movimento Renascentista italiano, fato este que contribuiu para que a imagem do Crucificado se impusesse à do Majestas Domini. Foi o excesso de devocionismo que deu espaço para que aos poucos a arte sacra do Ocidente se tornasse cada vez mais subjetiva. A devoção aos santos vai tomando o lugar do Senhorio do Cristo. [pp. 105-110]

2. Não há um consenso entre os teóricos sobre a diferenciação entre arte sacra e arte religiosa, imagem de culto e imagem de devoção. Para um historiador, a imagem de culto pressupõe um estágio anterior de cultura, uma etapa primitiva, na qual não existia o indivíduo, e sim a consciência de comunidade, que era mais forte. (…) A arte sacra está ligada a imagens de culto, enquanto a arte religiosa está ligada a imagens de devoção. A imagem de devoção nasce da vida interior do indivíduo crente e, embora se refira a Deus, o faz com conteúdo humano. A imagem de culto dirige-se à transcendência, enquanto a imagem de devoção surge da imanência. Na imagem de culto, Deus se manifesta e o homem emudece, contempla, reza. (…) Uma imagem de culto não quer ser Cristo ou representar Cristo, mas quer representar o Mistério, a liturgia, o símbolo. (…) Há estudiosos da arte sacra que são críticos frente às considerações e os conceitos da história da arte e vice-versa. Os historiadores de arte, que aplicam o termo “arte sagrada” para designar toda e qualquer obra de tema religioso, esquecem-se de que a arte é essencialmente forma. Para que uma arte possa ser propriamente qualificada de “sagrada” não basta que seus temas derivem de uma verdade espiritual. É necessário, também, que sua linguagem formal testemunhe e manifeste essa origem. [pp. 163, 164]

3. De maneira geral, as expressões “arte sacra” e “arte religiosa” são usadas como sinônimas para classificar ou catalogar obras de cunho cristão. Mas, para a Igreja Católica, há duas vertentes: a arte sacra tem um destino litúrgico, é destinada ao culto, enquanto a arte religiosa, mais ligada ao subjetivo, reflete a vida religiosa do artista, é devocional. “A arte sacra é toda a arte realizada para o culto sagrado como meio para levar os homens até Deus.” Na concepção de Cláudio Pastro, a verdadeira arte sacra é de natureza não sentimental ou psicológica, mas ontológica e cosmológica; ultrapassa o pensamento do artista, seus sentimentos, suas fantasias, é a tradução de uma realidade que vai além dos limites da individualidade humana; é um veículo do Espírito que serve ao humano e não do humano que serve ao Espírito. [p. 215]

Informações sobre o livro:
Título: O Cristo Pantocrator: Da origem às igrejas no Brasil, na obra de Cláudio Pastr
Autor: Wilma Steagall De Tommaso
Prefácio: Luiz Felipe Pondé
Apresentação: Pe. Valeriano dos Santos Costa
Editora: Paulus

O CRISTO PANTOCRATOR

Autoria de Matias José Ribeiro

IMAGEM DAS MAIS SIGNIFICATIVAS PARA A FÉ CRISTÃ

“O Cristo Pantocrator”, de Wilma Steagall De Tommaso, lançamento da editora Paulus, leva o leitor a uma fascinante aventura pela história da arte no cristianismo. No livro, “o mundo que [se] cria é o mundo das representações de Cristo como Senhor do Mundo, mais especificamente, o famoso ícone bizantino do Cristo Pantocrator.” (Luiz Felipe Pondé)

No Brasil só os iniciados sabem o que é o “Cristo Pantocrator”, o tipo iconográfico mais propagado e um dos mais significativos para a fé cristã, aquele que apresenta Jesus Cristo como Mestre Soberano de todas as coisas. Da mesma forma, raros são os que fazem distinção entre “arte sacra” e “arte religiosa”. Entre nós, é como se fosse tudo uma coisa só.

  “O Cristo Pantocrator: Da origem às igrejas no Brasil na obra de Cláudio Pastro”, livro escrito pela pesquisadora Wilma Steagall De Tommaso, agora lançado pela Paulus, lança fortes luzes sobre essa questão. Em sua narrativa, a autora remonta às origens mais antigas da Igreja e do cristianismo. Percorre mais de dois mil anos de história para traçar um amplo apanhado de tudo que permeia as histórias da religião e da arte cristãs – até chegar ao Brasil contemporâneo através de análise da obra de Cláudio Pastro (1947-2016), o maior artista sacro brasileiro, aquele que, já nos anos 1980, realizava “Pantocrators” no Brasil.

 Com elevado rigor científico e precisão teológico-histórica, Wilma De Tommaso revela o significado do tipo iconográfico “Cristo Pantocrator” e sua função como arte sacra litúrgica. Ao mesmo tempo, explicita os diferentes caminhos que levaram à dicotomia “arte sacra” e “arte religiosa”. Conta que, em determinado momento da história, houve certo “esquecimento” do “Pantocrator” do tipo bizantino ou românico – que retrata Cristo como verdadeiro Deus e verdadeiro Homem. Este foi sendo substituído, na arte das igrejas do Ocidente, pela imagem do “Cristo Servo Sofredor”, o crucificado, tendência que se disseminou a partir do período renascentista e chegou ao Brasil através do barroco e do rococó, no período colonial.  Por outro lado, acrescenta a autora, desde o final do século XIX a arte do ícone vem despertando em todo o mundo um interesse cada vez maior. Inclusive, mais recentemente, também no Brasil.

 “O Cristo Pantocrator”, de Wilma Steagall De Tommaso, está estruturado em cinco partes: “A gênese da arte cristã”, “A arte românica”, “O Pantocrator”, “Da Contrarreforma Católica ao Concílio Vaticano II” e “Um Pantocrator brasileiro: a obra de Cláudio Pastro”.

 A obra tem prefácio de Luiz Felipe Pondé e texto de apresentação pelo Padre Valeriano dos Santos Costa. São substanciosas 296 páginas, ilustradas por 60 imagens e complementadas por centenas de notas explicativas, extensa bibliografia de referência e um utilíssimo glossário.

Informações sobre o livro:

Título: O Cristo Pantocrator: Da origem às igrejas no Brasil, na obra de Cláudio Pastro
Autor: Wilma Steagall De Tommaso
Prefácio: Luiz Felipe Pondé
Apresentação: Pe. Valeriano dos Santos Costa
Editora: Paulus

SPA – O MAL DO SÉCULO

Autoria do Dr. Augusto Cury*

Vivemos num sociedade urgente, rápida e ansiosa. Nunca as pessoas tiveram uma mente tão agitada e estressada. Paciência e tolerância a contrariedades estão se tornado artigos de luxo. Quando o computador demora a iniciar, não poucos se irritam. Quando as pessoas não se dedicam a atividades interessantes, elas facilmente se angustiam. Raros são os que contemplam as flores nas praças ou se sentam para dialogar nas suas varandas ou sacadas. Estamos na era da indústria do entretenimento e, paradoxalmente, na era do tédio. É muito triste descobrir que grande parte dos seres humanos de todas as nações não sabe ficar só, se interiorizar, refletir sobre as nuances da existência, se curtir, ter um autodiálogo. Essas pessoas conhecem muitos nas redes sociais, mas raramente conhecem alguém a fundo e, o que é pior, elas raramente conhecem a si mesmas.

Este livro fala do mal do século. Muitos pensam que o mal do século é a depressão, mas aqui apresento outro mal, talvez mais grave, mas menos perceptível: a ansiedade decorrente da Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA). Pensar é bom, pensar com lucidez é ótimo, porém pensar demais é uma bomba contra a saúde psíquica, o prazer de viver e a criatividade. Não são apenas as drogas psicotrópicas que viciam, mas também o excesso de informação, de trabalho intelectual, de atividades, de preocupação, de uso de celular. Você vive esses excessos? Todos eles levam a mente humana ao mais penetrante de todos os vícios: o vicio em pensar. Muitos entre os melhores profissionais padecem desse mal, são ótimos para sua empresa, mas carrascos de si mesmos. Desacelerar nossos pensamentos e aprender a gerir nossa mente são tarefas fundamentais.

O conteúdo deste livro deriva da Teoria da Inteligência Multifocal, uma das poucas teorias mundiais que estudam o complexo processo de construção de pensamentos, de formação do Eu como gestor psíquico, os papéis da memória e a formação de pensadores. O livro não é, portanto, uma obra de autoajuda com soluções mágicas, mas uma obra de aplicação psicológica. Ensino aos meus alunos de mestrado e doutorado em psicologia, “coaching” e ciências da educação, muitas das teses expostas aqui. Entretanto, procurei escrevê-las numa linguagem simples, usando muitos exemplos e metáforas, para tornar o livro acessível não apenas para os mais diversos profissionais, professores e pais, mas também para as jovens, porque esses são igualmente vitimas do SPA. Sem perceber, destruímos a saúde emocional da juventude no mundo todo. Espero que você faça um mergulho em camadas mais profundas de sua mente e aplique as ferramentas aqui propostas.

O dinheiro compra bajuladores, mas não amigos, compra a cama, mas não o sono, compra pacotes turísticos, mas não a alegria, compra todo e qualquer tipo de produto, mas não uma mente livre, compra seguros, mas não o seguro emocional. Numa existência brevíssima e complexa como a nossa, conquistar ume mente livre e ter seguro emocional faz toda a diferença…

*psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor (contato@augustocury.com.br)

OS LIVROS NA REVOLUÇÃO HUMANISTA

Autoria de LuDiasBH

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Antes da invenção da prensa móvel por Gutenberg, em 1452, cada exemplar de um livro tinha de ser totalmente manuscrito. O processo não era só demorado – um livro de 250 páginas requeria o trabalho de 37 dias de uma pessoa – como também era ineficiente em materiais e energia. (Steven Pinker)

Se consegui enxergar mais longe, foi por estar sobre o ombro de gigantes. (Robert Hooke)

 A meu ver, esse crescimento da escrita e leitura parece o melhor candidato a uma mudança exógena que teria ajudado a desencadear a Revolução Humanista. (Steven Pinker)

É sabido que, por muito tempo, quando os livros ainda eram manuscritos, apenas os poderosos tinham acesso a eles. E serviam “apenas de diversão para aristocratas e intelectuais”, como observa o escritor humanista Steven Pinker em seu livro “Os Anjos Bons da Natureza Humana”. O que também contribuía para manter o analfabetismo, pois só um ínfimo número de pessoas tinha acesso ao saber. Gutenberg foi, sem dúvida, um dos grandes responsáveis por tornar o livro comum à maioria das pessoas. Dois séculos após a sua descoberta, a publicação de livros havia se transformado num grande empreendimento, inclusive contribuindo para arregimentar outras indústrias, como a do papel e a da tinta, sem falar na maneira como incentivava a alfabetização, propiciando a Revolução da Leitura, como afirma Rolf Engelsing.

Segundo Steven Pinker, ele não tem dúvidas de que a leitura contribuiu para o surgimento da Revolução Humanitária, pois os indivíduos não mais estavam agregado à sua aldeia, vilarinho ou clã, tendo como único “fornecedor” de ensinamento os textos da Igreja, estudados em conjunto. Um mundo novo abria-lhes as portas, numa abundância de ideias chegadas das mais variadas culturas e pessoas, podendo ter acesso a elas, sozinhos. “E, por várias razões, a expansão da mente pode ter adicionado uma dose de humanitarismo às emoções e crenças das pessoas.”, explica ele. Com os livros veio a alfabetização, que contou muito, pois passou a ser possível refletir a própria vida e o mundo exterior com base na visão de outras pessoas ainda que distantes, fazendo brotar indagações, questionamentos e, muitas vezes, a empatia pelo ponto de vista do outro, até então desconhecido.

O romance tornou-se extremamente popular, sendo o século XVIII muito especial para eles. História narradas em primeira pessoa mexiam muito com o sentimento das gentes, quando o personagem contava a própria vida de opressão que levava. À época, três romances tornaram-se muito famosos;

  • Pamela (1740), de Samuel Richardson
  • Clarissa (1748), de Samuel Richardson
  • Júlia, ou a Nova Heloísa (1761), de Rousseau

Podemos citar muitos livros famosos que contribuíram para que  profundas mudanças acontecessem na História da Humanidade: A Cabana do Pai Tomás, 1852, romance da escritora Harriet Beecher Stowe, foi responsável por agregar os sentimentos nos abolicionistas nos Estados Unidos; Oliver Twist, 1838, e Nickleby, 1839, ambos obras de Charles Dickens, chamaram a atenção das pessoas para a judiação com as crianças que viviam nos asilos de pobres e nos orfanatos britânicos; e Dois Anos ao Pé do Mastro (1840), obra de Richard Henry Dana, e White Jacket (1850), obra de Herman Melville, contribuíram para botar um fim no açoitamento a que eram submetidos os marinheiros,  enquanto Possuindo o Segredo da Alegria, (1992), obra de Alice Wlaker, fala sobre a mutilação feminina em certos países.

Abaixo, eu apresento uma lista de livros para leitura, indicação para quem gosta de conhecer os meadros da história humana:

  • Nada de Novo no Front, de Erich Maria Remarque
  • 1984, de George Orwell
  • Raízes, de Alex Haley
  • O Zero é o Infinito, de Arthur Koestler
  • Um Dia na Vida de Ivan Denisovitch, de Alexander Soljenítisin
  • O Sol é para Todos, de Harper Lee
  • A Noite, de Elie Wiesel
  • Matadouro 5, de Kurt Vonnegut
  • Azaleia Vermelha, de Anchee Min
  • Lendo Lolita em Teerã, de Azar Nafisi, etc.
  • O Nome da Rosa, de Umberto Eco
  • Mundo Pequeno, de David Lodge
  • Dos Delitos e das Penas, de Beccaria

Obras ilustrativas: (da esquerda para a direita) de Renoir, Ignat Bednarik e Charles James Adams

Fonte de pesquisa
Os anjos bons da natureza humana/ Steven Pinker/ Editora Companhia das Letras

GRANDES ROMANCES DA LITERATURA BRASILEIRA

Autoria de LuDiasBH

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Presentes aqui 50 bons romances da literatura brasileira, para ajudar aqueles que gostam de ler ou de presentear com livros:

  1. A Estrela Sobe – Marcos Rabelo
  2. A Hora da Estrela – Clarice Lispector
  3. A Menina Morta – Cornélio Pena
  4. Órfãos do Eldorado – Milton Hatoun
  5. A Paixão Segundo G. H – Clarice Lispector
  6. A Pedra do Reino – Ariano Suassuna
  7. Água Viva – Clarice Lispector
  8. Amálgama – de Rubem Fonseca
  9. Amanuense Belmiro – Cyro dos Anjos
  10. Angústia – Graciliano Ramos
  11. As Meninas – Lygia Fagundes Telles
  12. Casa Grande e Senzala – Gilberto Freyre
  13. Cinzas do Norte – Milton Haton
  14. Corpo de Baile – Guimarães Rosa
  15. Deus e o Diabo na Terra do Sol – Glauber Rocha
  16. Dom Casmurro – Machado de Assis
  17. Esaú e Jacó – Machado de Assis
  18. Fogo Morto – José Lins do Rego
  19. Grande Sertão: Veredas – Guimarães Rosa
  20. Iracema – José de Alencar
  21. – Relato de uma Busca – Bernardo Kucinsky
  22. Laços de Família – Clarice Lispector
  23. Lavoura Arcaica – Raduan Nassar
  24. Macunaíma – Mário de Andrade
  25. Mar Morto – Jorge Amado
  26. Memórias de um Sargento de Milícias – Manuel Antônio de Almeida
  27. Memórias Póstumas de Brás Cubas – Machado de Assis
  28. Memórias Sentimentais de João Miramar – Oswald de Andrade
  29. Menino de Engenho – José Lins do Rego
  30. Morangos mofados – Caio Fernando Abreu
  31. O Ateneu – Raul Pompeia
  32. O Coronel e o Lobisomem – José Cândido de Carvalho
  33. O Cortiço – Aluísio Azevedo
  34. O Quinze – Rachel de Queiroz
  35. O Tempo e o Vento – Érico Veríssimo
  36. Os Ratos – Dionélio Machado
  37. Os sertões – Euclides da Cunha
  38. Perto do Coração Selvagem – Clarice Lispector
  39. Quincas Borba – Machado de Assis
  40. Recordações do Escrivão Isaías Caminha – Lima Barreto
  41. Romance da Pedra do Reino – Ariano Suassuna
  42. São Bernardo – Graciliano Ramos
  43. Se eu Fechar os Olhos Agora – Edney Silvestre
  44. Senhora – José de Alencar
  45. Serafim Ponte Grande – Oswald de Andrade
  46. Tenda dos Milagres – Jorge Amado
  47. Terras do Sem Fim – Jorge Amado
  48. Triste Fim de Policarpo Quarema – Lima Barreto
  49. Vestido de noiva – Nelson Rodrigues
  50. Vidas Secas – Graciliano Ramos

Nota:  a imagem de Clarice Lispector ilustra o artigo.